Fonte: Canal Rural




No Paraná, a falta de chuvas regulares tem sido um entrave para os produtores iniciarem o plantio da soja. Em Maringá, no noroeste do estado, o atraso de quase 30 dias para a semeadura está deixando um produtor em uma situação dramática. Além do risco de comprometer a safrinha de milho, ele pode perder toda semente comprada há uma semana.

O vazio sanitário já terminou há mais de um mês no estado. Mas poucas propriedades conseguiram iniciar os trabalhos de semeadura. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), apenas 8% da área do estado foi semeada com soja até o momento.

Em Maringá a situação é ainda pior, pois estima-se que nada foi plantado até agora, afirma o Deral. Na fazenda do produtor Marco Bruschi, os 170 hectares para a soja estão prontos para serem semeados, mas com mais de 60 dias sem chuvas significativas, a única saída é esperar a chegada das instabilidades para semear. Para piorar os termômetros marcaram 40 °C nos últimos dias.

“Está seco e quente. No ano passado nessa época estava tudo plantado. O problema é que as sementes chegaram há uma semana e permanecem no caminhão ou acondicionadas no galpão, sob esse forte calor e com pouca ventilação”, conta Bruschi.

“Está seco e quente. No ano passado nessa época estava tudo plantado. O problema é que as sementes chegaram há uma semana e permanecem no caminhão ou acondicionadas no galpão, sob esse forte calor e com pouca ventilação”, conta Bruschi.

“Está seco e quente. No ano passado nessa época estava tudo plantado. O problema é que as sementes chegaram há uma semana e permanecem no caminhão ou acondicionadas no galpão, sob esse forte calor e com pouca ventilação”, conta Bruschi.

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