Fonte: Embrapa

Foto: iStock – A nanotecnologia, área na qual é realizada a manipulação da matéria em escala atômica e molecular, foi a base no desenvolvimento do nanopapel. A composição final do produto é inorgânica, diferente de propostas já apresentadas na literatura científica
  • Pode servir de membrana filtrante capaz de remover contaminantes da água, como metais pesados, hormônios e fármacos.

  • Nanoproduto também poderá ser matéria-prima de etiquetas inteligentes para várias indústrias, como a de alimentos.

  • Também poderá ser capaz de acusar se determinado produto foi exposto a um gás tóxico, por exemplo. 

  • Desenvolvido pela Embrapa e UFSCar, nanoproduto é obtido por meio de processos versáteis e de baixo custo.

  • Diferentemente de papéis convencionais, baseados em celulose, a nova versão cerâmica com fibras em escala nanométrica é inorgânica, o que lhe confere maior resistência mecânica e química.

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