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MEGATSUNAMI SACUDIU A TERRA POR 9 DIAS
Publicado em 2026-04-20 14:48:07 por #OlharDigital [239 hits]
Um megatsunami de 200 metros na Groenlândia gerou ondas sísmicas que fizeram o planeta vibrar por nove dias seguidos. O fenômeno, causado por um deslizamento massivo de rocha e gelo no Fiorde Dickson, foi registrado por sensores em todo o mundo, da Austrália ao Alasca. Por nove dias consecutivos, sensores ao redor do mundo registraram um padrão em comum: pulsos regulares a cada 92 segundos vindos de uma região remota da Groenlândia. As vibrações não eram perceptíveis na superfície, mas se propagaram pelo subsolo do Alaska até a Austrália. O comportamento não correspondia a um terremoto típico. Após investigação, cientistas identificaram a origem do fenômeno, um mega tsunami de cerca de 200 m. A descoberta foi descrita em estudo publicado nas revistas Science e Nature Communications, quando mais de 25 milhões de metros cúbicos de rocha e gelo, volume comparável ao de 10.000 piscinas olímpicas, se desprenderam de uma encosta e caíram no Fior de Dixon, na costa leste da Groenlândia. O impacto gerou uma onda gigantesca que percorreu o canal de cerca de 3,2 km, atingiu a extremidade do Fiord e retornou. Após o impacto inicial, a água não se estabilizou. Em vez disso, passou a oscilar de um lado para o outro dentro do Fiorde. A investigação do fenômeno mobilizou mais de 70 cientistas de 41 instituições. De acordo com os pesquisadores, o gelo glacial que antes sustentava a encosta havia sido enfraquecido pelo aquecimento do ar e da água do oceano. Foi isso que gerou o desmoronamento resultando no mega tsunami. Apesar do Fiorde Dickson estar próximo de uma rota de cruzeiros, ninguém ficou ferido. Mesmo assim, o episódio levanta preocupações sobre riscos crescentes de eventos do tipo com o aumento das temperaturas globais.
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A HISTÓRIA DA IGREJA CATÓLICA É A DA PERVERSÃO DO CRISTIANISMO
Publicado em 2026-04-20 13:48:43 por #BBC [252 hits]
'Sou ateu. Sou anticlerical. Sou laico militante, racionalista contumaz, ímpio rigoroso.' Assim se definiu o escritor espanhol Javier Cercas a caminho da Mongólia, enquanto acompanhava o papa Francisco (1936-2025). Sua esperança era que o vigário de Cristo na Terra pudesse responder a uma pergunta simples mas, ao mesmo tempo, impossível: se sua mãe iria ver o seu pai depois da morte. O Vaticano havia proposto a Cercas um presente-surpresa que nenhum escritor poderia rejeitar: abrir completamente suas portas para perguntar e escrever com total liberdade o que quisesse, acompanhando Francisco em uma viagem para um local longínquo do planeta. Como responder que não? Cercas entrou por aquelas portas com a curiosidade de alguém que tinha perdido a fé na adolescência. Mas, sobretudo, com o amor de um filho que buscava um último consolo para sua mãe idosa e enferma. O resultado foi o livro O Louco de Deus no Fim do Mundo (Ed. Record, 2026), que mistura sua biografia com a crônica da viagem. Cercas o define como um romance policial, 'como são, no fundo, todos os romances importantes para mim, a começar por Dom Quixote, já que, em todos eles, existe um enigma e alguém tentando decifrá-lo'. O enigma do livro não é uma questão qualquer, nem o de um romance policial comum. Trata-se da ressurreição da carne e da vida eterna, pedra fundamental do cristianismo. 'Vivemos em um mundo sem Deus', conta o autor de Soldados de Salamina e Anatomia de um Instante (ambos da Ed. Biblioteca Azul, 2012). Isso cria um vazio no qual só conseguimos encontrar substitutos parciais ao relato com que a religião dava sentido ao mundo.
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MANEJO CIRCULAR: PRODUTOR USA DEJETOS DE ANIMAIS PARA ADUBAR A LAVOURA
Publicado em 2026-04-20 12:48:18 por #AgroFAG [260 hits]
Na comunidade de Vila Nova, em Toledo (PR), o produtor rural Joanes Kolberg mantém a produção de grãos, silagem e leite, com 28 vacas da raça holandesa. Além do leite, os animais também geram esterco, que é aproveitado como adubo orgânico nas lavouras. O produtor também utiliza dejetos de suínos e cama de aviário adquiridos de propriedades vizinhas, prática que tem contribuído para a melhoria da fertilidade do solo e da produtividade das lavouras. Apesar dos bons resultados, a adoção da técnica inicialmente gerou receio na família do produtor, já que a mudança no manejo exigiu planejamento, estratégia e confiança. A técnica é baseada conta com orientação técnica do IDR Paraná, que desenvolve pesquisas sobre o uso de fertilizantes naturais e permitiu com que o produtor reduzisse a aplicação de adubos químicos na lavoura. É aqui no distrito de Vila Nova, em Toledo, que o Joanes mantém a propriedade. O trabalho inclui o cultivo de 48 hectares de grãos e 10 de silagem para o rebanho. Tem também a produção de leite. Hoje são 28 [música] vacas da raça holandesa em lactação. Os animais são criados no modelo free stall, ficam soltos dentro do galpão. Além do leite, as vacas geram também outro produto de valor, o esterco, que colabora com a adubação das lavouras. Produtor organizou um sistema que recolhe os dejetos ao longo das pistas e os conduz até esse reservatório. A capacidade é de 200.000 litros. O material é acumulado por 4 meses até ser aplicado no campo. O produtor distribui também dejetos de suínos e cama de aviário comprados de vizinhos da região. Segundo ele, o efeito tem sido interessante para a saúde do solo e as lavouras. A adubação natural atua como uma aliada da produção para diminuir custos e a dependência de insumos de base química. De acordo com a análise do solo, o produtor calcula quanto precisa depositar de adubo orgânico. Na última aplicação, por exemplo, após a colheita da soja, foram lançados 20.000 litros dejeto bovino por hectare e 4 toneladas de cama de aviário. Quem orienta o Joanes no uso dos dejetos para adubação é a equipe do IDR Paraná. O Luís Anão é um dos agrônomos do instituto e desenvolve estudos com base na necessidade nutricional do solo. No polo do IDR, em Santa Teresa do Oeste, essa área experimental faz parte da pesquisa que avalia a eficiência do uso de fertilizantes naturais. Após 5 anos de análises, incluindo amostras de 50 municípios, os pesquisadores chegaram à conclusão de que no oeste do estado 75% das áreas têm uma boa fertilidade e a adubação natural poderia suprir os produtos químicos.
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IA ENSINA ROBÔ A JOGAR TÊNIS QUASE COMO UM HUMANO
Publicado em 2026-04-20 11:48:01 por #OlharDigital [273 hits]
Pesquisadores chineses desenvolveram um novo método para ensinar robôs humanoides a praticar tênis, obtendo resultados que representam um avanço significativo no aprendizado de máquina aplicado ao mundo real. O sistema, batizado de LATENT, foi testado no robô G1, da fabricante Unitree, e conseguiu devolver bolas com taxa de sucesso de aproximadamente 90% no forehand e pouco menos de 80% no backhand. Pesquisadores chineses desenvolveram um novo método para ensinar robôs humanoides a praticar tênis, obtendo resultados que representam avanço significativo no aprendizado de máquina aplicado ao mundo real. O estudo propõe uma abordagem diferente das técnicas convencionais. A equipe decidiu gravar esportistas humanos demonstrando habilidades básicas do tênis por um período de 5 horas. O sistema então processou essas imagens para criar um repertório de espaços de movimento semelhantes aos humanos. Em seguida, essas habilidades básicas foram carregadas no robô. A partir daí, o latente instruiu a máquina a usar os movimentos apreendidos para cumprir uma tarefa objetiva, enxergar a bola vindo em sua direção e rebatê-la para o lado oposto da rede dentro das linhas da quadra. Com esse ponto de partida, o Robô passou a experimentar os demais detalhes por conta própria, ângulos, timing e quais movimentos usar em cada situação. A maior parte desse aprendizado ocorreu em simulação acelerada antes de qualquer teste no mundo real. Nos testes práticos, o dispositivo apresentou uma movimentação notavelmente fluida e ágil, com desempenho visual que, segundo a descrição dos pesquisadores, lembra um jogador humano em ação. Ainda assim, os pesquisadores observam que o sistema não está pronto para partidas competitivas de tênis. Quem sabe isso seja possível no futuro.
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PRODUÇÃO DE TAMARINDO
Publicado em 2026-04-20 10:49:09 por #AgroFAG [320 hits]
No quadro Iza na Fazenda, a agrônoma fala sobre o cultivo do tamarindo, a fruta exige manejo adequado, e pode ser uma boa alternativa de diversificação e geração de renda no campo. O tamarindo é uma fruta que chama atenção pelo sabor bem característico, ácido e marcante, que agrada paladares, mas que nem todo mundo conhece ou consome com frequência. Aqui na fazenda escola, nós temos pés de tamarindo cultivados com finalidade didática. O objetivo não é a produção comercial, mas sim conhecer a planta, observar o desenvolvimento e entender melhor essa cultura que ainda é pouco comum no dia a dia dos produtores brasileiros. A produção de tamarindo ainda é pequena quando comparada a outras frutas do nosso país e a cultura aparece mais em pomares caseiros ou em sistema de diversificação. Regiões mais quentes, principalmente no Nordeste, concentram a maior parte das plantas, já que o clima favorece o desenvolvimento da espécie. Uma das características mais interessantes do tamarindeiro é que ele é uma árvore de grande porte e que dura anos, o que mantém a produção a longo prazo. Além disso, os frutos se desenvolvem em forma de vagem. Isso diferencia bastante da estrutura das outras frutíferas mais comuns no campo. O espaçamento deve ser bem planejado devido ao porte da planta, evitando competição por luz e nutrientes. Nos primeiros anos, por ter crescimento mais lento, exige a atenção com irrigação, controle de plantas daninhas e condução da copa. Após o estabelecimento, a cultura apresenta boa rusticidade, com menor exigência de manejo intensivo. E quando a gente fala em uso, o tamarindo vai muito além do consumo em natura. A polpa é bastante utilizada para a produção de sucos, doces, geleias e até molhos, sendo muito valorizada na culinária de diferentes regiões do mundo. Uma curiosidade interessante sobre o tamarindo é que ele é bastante utilizado na Ásia e na África.
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OCEANOS REGISTRAM CALOR PRÓXIMO AO RECORDE PARA MARÇO
Publicado em 2026-04-20 09:50:54 por #Record [329 hits]
A temperatura média dos oceanos atingiu níveis próximos a recordes históricos para o mês de março, segundo o Copernicus. Os dados apontam para um possível retorno do El Niño, em combinação com os efeitos das mudanças climáticas, o que pode intensificar eventos extremos ao redor do planeta. Esse fenômeno cíclico corresponde ao aquecimento periódico em larga escala das águas em uma parte do Pacífico. Em março passado, a temperatura média da superfície do oceano era de 20,97ºC, excluindo as regiões polares. Um décimo abaixo do recorde estabelecido no mesmo mês de 2024. O número continuou subindo em abril, segundo o painel de monitoramento em tempo real do Observatório, a Organização Meteorológica Mundial já estimou que o fenômeno poderia voltar este ano. No início de março, a agência da ONU estimou uma probabilidade de 40% de ocorrência antes de julho.
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O SEGREDO PRA SUA PLANTA CRESCER MUITO NO VASO
Publicado em 2026-04-20 08:51:19 por #MinhasPlantas [321 hits]
É normal você querer que isso vire isso? A grande questão é que ninguém te contou que não é só uma questão do tamanho do vaso. Pior, se você colocar esta planta, ou talvez um pouquinho maior do que ela, num vaso grande, pensando: 'Vou economizar dinheiro e já vou comprar o vaso no tamanho certo', você vai matar este pobre bebê. Colocar o nenezinho no vazão é mais ou menos a mesma coisa que você ter uma criança pequenininha, uma garotinha, um garotinho de um ano e já querer comprar o sapato 38. Deixa eu te contar melhor a história dessa mudinha. Quando ela sai do laboratório, ela é um nenezico assim. Esse tamanhinho de pote chama nove, porque ele tem 9 centímetro de boca. Repara como ela evolui bem no pote nove. Quando ela chega nesse estágio, você pode achar que ela tá apertada no vaso e precisa de um vaso maior, mas ela não tá. E eu vou provar. Repara, tem uma raizinha saindo por baixo e tem tão pouca raiz que ela nem consegue segurar a terra. No que você tenta puxar, já desmorona tudo. Então, primeiro de tudo, segura essa ansiedade no seu coraçãozinho e para de querer dar um vaso maior quando a planta não precisa. O jeito mais fácil de você saber se ela precisa de um vaso maior ou não é puxando ela do vaso e dando uma investigada nas raízes. Muito bem. Eu vou ficar então 6 meses, 8 meses com a muda nesse pote pequenininho, crescendo bem e feliz. Uma hora ela vai chegar num tamanho que vai te indicar que talvez ela precise de um vaso maior.
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QUEM FOI URRACA, A PRIMEIRA MULHER A REINAR NA EUROPA
Publicado em 2026-04-20 07:48:32 por #BBC [297 hits]
Conhecida como Urraca, a Temerária, ela foi coroada em 1109 e reinou por 17 anos em uma das principais regiões do que hoje é a Espanha; mas enfrentou muita resistência só foi aceita pela corte depois que se casou. Ela viveu 900 anos atrás e a história lhe reservou um ponto importante e pioneiro: tornou-se a primeira mulher a comandar um reino na Europa. Urraca 1ª de Leão e da Galiza (1080-1126), conhecida como Urraca, A Temerária, governou essa então importante região ibérica por quase 17 anos. Filha mais velha de Afonso 6º (1047-1109), a nobre seria a herdeira natural do trono não fosse o seu gênero. Temendo uma dificuldade de aceitação política de uma mulher rainha no poder, o monarca tratou de reconhecer um filho fora do casamento, Sancho, como aquele que o sucederia. O que ninguém contava era que Sancho morreria como guerreiro — na Batalha de Uclés, travada entre cristãos e muçulmanos em 1108. Diante disso, o rei Afonso anunciou aos nobres da corte e aos bispos da região que sua filha era a única que poderia assumir o trono quando ele morresse. Houve aceitação de seu nome entre os aliados do rei. Contudo com uma ressalva: que ela, já viúva, se casasse novamente. Em outras palavras, a nobreza até admitia uma governante mulher, mas entendia que ela deveria atuar como títere do marido. Nas tratativas políticas de então, ficou acertado que Urraca se casaria com Afonso 1º de Aragão (1073-1134). A historiadora Adriana Zierer afirmou à BBC News Brasil que, embora o direito castelhano não excluísse 'a sucessão feminina na falta de herdeiros varões', acreditava-se que 'ela deveria governar com a tutela do marido'. Afonso 6º morreu antes do casamento ser realizado e Urraca acabou coroada rainha. Era a primeira monarca mulher a comandar um reino europeu — não como rainha consorte, ou seja, esposa do rei sem papel de autoridade. Ela detinha, de fato, o poder. 'Urraca foi a primeira mulher a comandar um reino na Europa, e isso, na prática, torna o seu título de rainha diferente daquele de uma rainha consorte, a esposa do rei', diz o historiador Glauber Wisniewski, pesquisador-assistente no Center for Iberian Historical Studies da Saint Louis University, nos Estados Unidos. 'Nesse sentido, ela foi realmente uma grande exceção em sua época. O esforço que fez, durante todo o seu reinado, para legitimar sua autoridade moral e legal mostra que a resistência que enfrentou foi constante.' Pesquisadora em estudos medievais na Universidade de Santiago de Compostela, a historiadora Yolanda Alonso Rodríguez define Urraca como a primeira 'com autoridade e poder total nos seus territórios'.
9:
REFLORESTAMENTO COM ARAUCÁRIAS UNE RENDA E PRESERVAÇÃO
Publicado em 2026-04-20 06:48:26 por #RicRural [325 hits]
O plantio de araucárias volta a ganhar força no Paraná como alternativa de renda para produtores e estratégia de preservação ambiental. A iniciativa valoriza o pinhão e ajuda a proteger uma espécie importante para o ecossistema. Quem vê essa paisagem hoje nem imagina que há alguns anos aqui não tinha nenhuma árvore. Agora são as araucárias que dominam o espaço. O plantio não veio só por obrigação ou lei, mas por uma consciência que começou ainda na adolescência. No ano 1968, eu entrei trabalhar naquela madeireira. O contato com a terra vem de longe e foi justamente trabalhando com o corte de árvores que veio à mudança de pensamento. Hoje, em vez de retirar, ele planta. Araucária é uma espécie ameaçada de extinção. Segundo o Instituto Água e Terra, o crescimento dela é mais lento se comparado a outras espécies, mas os benefícios vão muito além. a proteção da biodiversidade, a recuperação de áreas degradadas, além da proteção do solo. Diferente de outras culturas, a Araucária exige tempo, paciência e um investimento que não traz retorno imediato, mas que se torna um legado. O plantio de Araucária tem ganhado espaço no campo como uma alternativa sustentável que une preservação ambiental e também geração de renda. E na propriedade do seu Vitorino, o resultado já é visível. O que antes era área sem cobertura, hoje se transforma em vida. Entre árvores que levam anos para crescer, fica um aprendizado que vai além da propriedade. Cuidar da terra hoje é garantir que ela continue de pé para as próximas gerações. E a colheita e a comercialização do pinhão já estão liberados no Paraná.
10:
OS GUARDIÕES DA NATUREZA
Publicado em 2026-04-20 05:48:04 por #RepórterEco [330 hits]
Os povos indígenas são essenciais para a proteção das florestas e da biodiversidade. Conhecidos pelos saberes tradicionais, pela riqueza cultural, diversidade de línguas e pelo respeito às várias formas de vida, eles protegem mais de 20% da vegetação nativa do Brasil. Estudo da rede MapBiomas mostra que os territórios indígenas formam barreiras contra os desmatamentos. Perderam apenas 1% de sua área florestal entre 1985 e 2023, enquanto as terras privadas dominadas pela monocultura e pela pecuária eliminaram 28%. Os territórios indígenas não só contribuem para a conservação das florestas, mas também auxiliam no combate à crise climática ao evitar emissões de milhões de toneladas de carbono, um dos gases que
intensificam o efeito estufa da Terra. regulam a temperatura, mantém os rios e nascentes, garantem a segurança hídrica e a formação [música] dos rios voadores da Amazônia que espalham o vapor d'água, trazendo chuvas para o Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. O líder indígena, ativista ambiental e escritor Ailton Krenak lembra sempre que os povos tradicionais não vêm as florestas como recursos, mas como entidades vivas, jardins cultivados pela natureza com os quais convivem em comunhão. Ele [música] propõe uma mudança de perspectiva, de visão, para que as pessoas passem [música] a enxergar a floresta como parte da nossa humanidade, essencial para adiar o fim do mundo.