Fonte: Embrapa

Receita cambial com as exportações de café alcançou US$ 5,1 bilhões, com preço médio de US$ 125,49 por saca.

Os Cafés do Brasil foram exportados para 128 países em 2019 e atingiram o volume físico de 40,6 milhões de sacas de 60kg, com preço médio de US$ 125,49 por saca, o que gerou US$ 5,1 bilhões de receita cambial no ano.

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Fonte: Embrapa

Bala de gelatina de açaí é um produto desenvolvido pela pesquisa. Foto: Vinicius Braga

“Uma empresa não precisa ter um departamento de pesquisa para desenvolver um produto. A Embrapa pode cumprir esse papel.” Assim o chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Amazônia Oriental, Bruno Giovany, resumiu as possibilidades de parceria entre o centro de pesquisa e a iniciativa privada, em reunião com os dirigentes da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) e da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa) nessa quinta-feira (16/01/20), na sede da representação dos industriais, em Belém.

No encontro, o gestor apresentou a escala TRL (Technology Readiness Level), ferramenta com a qual a Embrapa avalia o nível de maturidade de uma tecnologia.

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Fonte: Câmara Federal

O Projeto de Lei 6263/19 estabelece multa de até R$ 1 milhão para produtores que utilizarem as expressões “orgânico” e “integral” nos rótulos de alimentos sem a devida certificação reconhecida por órgão oficial.

Além de multa, o texto prevê outras punições aos responsáveis: suspensão da comercialização do produto; condenação de produtos, rótulos, embalagens e matérias-primas; inutilização do produto; suspensão e cancelamento de credenciamento, certificação, autorização, registro ou licença.

O autor do projeto, deputado Felipe Carreras (PSB-PE), explicou que a medida pretende defender direitos do consumidor, ao estabelecer a obrigatoriedade, nos rótulos, de certificação emitida por organismo reconhecido oficialmente.

“Cada dia mais, a população brasileira vem buscando alternativas para enriquecer a dieta de forma mais saudável, e temos o entendimento de que os produtos orgânicos e integrais contribuem para o incremento na qualidade de vida”, diz o parlamentar.

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Fonte: Faemg

O Conseleite MG confirma a alta de 1,6% prevista para o valor de referência do leite padrão no estado, apesar do período de safra, com maior produção no país. Os principais produtos responsáveis pelo aumento são o leite em pó e os queijos. O leite, que está sendo entregue em janeiro de 2020, e será pago em fevereiro, também deverá apresentar alta.

Eduardo Pena

Presidente da Comissão Estadual de Pecuária de Leite da FAEMG

“A reação do mercado no período de safra indica que poderemos ter melhores expectativas de preços futuros”.

 

Celso Moreira

Diretor executivo do Silemg

“O aumento reflete o que ocorreu em dezembro e no primeiro decêndio de janeiro, um pequeno aumento, de fato”.

Marcelo Candiotto

Presidente CCPR/Itambé

“A economia está melhorando e isso reflete nos preços do produto nos supermercados e, consequentemente, na maior demanda de leite produzido”.

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