O ministro da Agricultura da Rússia, Alexei Gordeiev, deve fazer uma visita oficial ao Brasil até o início de abril para conhecer as características do agronegócio brasileiro. A informação da visita foi repassada hoje pela Embaixada do Brasil em Moscou ao ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, que fez o convite a Gordeiev.
“Ele quer ter uma visão do que é a nossa agricultura”, comentou Rodrigues. No ano passado, os embarques totais de carnes renderam US$ 6 bilhões ao País e a Rússia foi importante destino desses carregamentos. A ênfase da visita deve ser o sistema de produção de aves, bovinos e suínos do País.
Ao apresentar essas informações, o governo brasileiro quer evitar novos problemas comerciais com Moscou. Depois que foi descoberto um foco de febre aftosa no Amazonas – que não tem autorização para exportação de carne – a Rússia suspendeu as importações do Brasil em setembro de 2004. Um primeiro foco da doença foi registrado em junho no município de Monte Alegre, no Pará. O registro interrompeu um período de 34 meses sem foco da doença no rebanho brasileiro.
Rodrigues comentou que ainda nesta semana será encaminhado a Moscou novo relatório com informações adicionais sobre o sistema de vigilância sanitária do País, em resposta a questionamentos feitos pela Rússia. O envio de uma nova missão do governo brasileiro ao país dependerá da avaliação que Moscou fará dessas informações.
Desde setembro, a Rússia vem flexibilizando as restrições ao produto brasileiro. Em novembro, Moscou autorizou as compras de carne bovina, suína e de frango de Santa Catarina, único Estado do País considerado como área livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). No início de fevereiro, a Rússia informou ao ministério o fim do embargo à carne de frango produzida em todos os Etados brasileiros, com exceção do Pará e Amazonas.

Fonte: CruzeiroNet

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A Embrapa Milho e Sorgo está completando 30 anos de criação. Em 24 de fevereiro de 1975, a diretoria executiva da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária criou o Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo como órgão integrante da estrutura descentralizada da empresa. De acordo com deliberação da época, a Unidade foi criada com o objetivo de executar atividades de pesquisa visando à solução dos problemas que limitam o desenvolvimento das duas culturas.
Uma das unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a Embrapa Milho e Sorgo está localizada em Sete Lagoas, região Central de Minas Gerais. Com uma área de 1.932,8 hectares, a empresa fica às margens da rodovia MG 424, uma das que ligam Sete Lagoas à capital mineira. Além da área em Sete Lagoas, a Unidade mantém um campo experimental de 124,5 hectares em Nova Porteirinha, Norte de Minas Gerais. No local, também são desenvolvidas pesquisas.
A empresa conta com laboratórios em diversas áreas, como Biologia Molecular, Fitopatologia, Entomologia a Análise de Sementes. Ao todo, são 310 funcionários em Sete Lagoas (sendo 68 pesquisadores e 242 de apoio à pesquisa) e 15 em Nova Porteirinha.
Os pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo estão agrupados em seis núcleos temáticos de pesquisa, que abrangem variadas áreas do conhecimento científico. Eles participam, como líderes ou membros, de dezenas de projetos de pesquisa, inclusive em parceria com instituições como universidades e centros de pesquisa e inovação tecnológica do Brasil e do exterior.
A cada ano, a Unidade lança cultivares de milho e sorgo com características próprias e adaptadas às mais diferentes condições de solo e clima. Hoje, as sementes BRS (marca da Embrapa) têm cerca de 15% do mercado brasileiro de milho e aproximadamente 40% do mercado nacional de sorgo. Trabalhos nas áreas de biotecnologia, agricultura de precisão, sustentabilidade ambiental, manejo integrado de pragas e fisiologia vegetal são outros exemplos de pesquisas desenvolvidas na Embrapa Milho e Sorgo.
A partir de 24 de fevereiro e até fevereiro de 2006, acontecerão várias atividades em comemoração aos 30 anos da Unidade. A realização de eventos técnico-científicos, a confecção de um selo comemorativo e a organização de exposições institucionais em diversos locais são algumas dessas atividades.
Clenio Araujo 
E-mail: clenio@cnpms.embrapa.br  

Fonte: Embrapa Milho e Sorgo

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O lançamento de novas feiras dedicadas ao agronegócio nos últimos anos e também para 2005 e a expansão dos eventos tradicionais refletem a importância das feiras de negócios para o fortalecimento do segmento econômico no país.
O segmento econômico do agronegócio é um dos grandes responsáveis pelas ampliações das exportações nacionais e pelo saldo positivo da Balança Comercial brasileira. E as feiras são cada vez mais importantes para os empresários, industriais, criadores e produtores que querem fazer negócios com compradores estrangeiros e/ou equipar-se com as últimas tecnologias para tornarem-se competitivos nos mercados interno e externo.
Em 2005, um total de 13 feiras voltadas ao agronegócio serão realizadas pelos associados da UBRAFE. Esses eventos promoverão encontros comerciais entre os integrantes da cadeia produtiva do agronegócio e seus clientes compradores. E não serão apenas palco para negócios e vendas. A reunião de todo o mercado, de todos os profissionais em um lugar só, fará das feiras um lugar privilegiado para o debate de idéias, o intercâmbio de soluções, a troca de informações, a difusão de tendências de mercado.
Não é por acaso que, a cada ano, multiplicam-se e tornam-se mais relevantes os eventos paralelos realizados dentro das feiras, como congressos, seminários, fóruns e outros. Por tudo isso, a cada ano que passa, as feiras passam também a ser o centro das mais importantes decisões políticas dos setores a que se dedicam.
Essas 13 feiras dedicadas ou ligadas ao agronegócio são destaque na programação do Calendário Nacional de Feiras da UBRAFE, que reúne 160 grandes feiras de negócios dedicadas a mais de 30 segmentos econômicos programadas pelos promotores associados da entidade.
Essas feiras consolidaram-se (especialmente na última década) como os principais encontros de realização de negócios e intercâmbio de tecnologia e de informações para a cadeia produtiva do agronegócio. É nas feiras que os empresários e industriais do segmento apresentam e comercializam as novas soluções tecnológicas (produtos, serviços, materiais, equipamentos, técnicas, etc) que impulsionarão os negócios dos produtores e criadores rurais. É nas feiras que são divulgadas novidades e lançamentos, onde são verificadas as tendências do mercado e as novas oportunidades para fazer negócios.
Um ponto que vale ser destacado é que nos últimos anos, os promotores de feiras associados da UBRAFE têm realizado um esforço tremendo de atração de importadores estrangeiros para as feiras, ação que têm colaborado decisivamente para a expansão das exportações brasileiras.
Feiras novas para o segmento do agronegócio
A força do setor no Brasil fica clara pelo lançamento de feiras novas dedicadas ao agronegócio nos últimos anos. Em 2004, foi lançada a SEAFOOD EXPO – Feira Internacional de Pescados, Frutos do Mar e Tecnologia para a Indústria da Aqüicultura e Pesca, que terá segunda edição em 2005 após os bons resultados. A edição 2004 da SEAFOOD marcou a realização da primeira feira internacional exclusivamente focada no setor de pescados, frutos do mar e tecnologia para a indústria da aqüicultura e pesca na América Latina (esses eventos já são tradicionais nos Estados Unidos, Europa e Ásia). A primeira edição da feira surpreendeu organizadores e visitantes: mais de 4,5 mil profissionais do segmento puderam conferir as novidades entre pescados e frutos do mar, novos equipamentos e tecnologias para a pesca e aqüicultura de água doce e marinha, equipamentos de processamento para o pescado e produtos e serviços complementares, além de produtos frescos, congelados, enlatados, defumados e processados. A expectativa da promotora VNU é que a edição 2005 da feira receba mais de sete mil visitantes, cerca de 100 expositores e tenha um aumento de mais de 100% em área de exposição.
Em 2003, foi lançada a AGROCANA 2005 – Feira de Negócios e Tecnologia da Agricultura da Cana-de-Açúcar, que teve bom desempenho já em sua primeira edição e sucesso de negócios acima das expectativas na 2ª edição 2004, com mais de R$ 170 milhões em vendas. Mercado comprador, produtores de cana interessados em bons negócios e a mais moderna tecnologia do mundo destinada a aumentar a produtividade nos canaviais marcaram a Agrocana 2004. O cenário favorável fez com que o volume de vendas ultrapassasse a meta prevista de R$ 150 milhões, fazendo com que a Feira gerasse negócios na ordem de R$ 170 milhões. Principalmente no segmento de agroquímicos e de máquinas, os negócios realizados ou gerados foram positivos. Ao todo, a Agrocana 2004 recebeu mais de 10.650 visitantes de 13 diferentes Estados do Brasil e também de cinco países: Paraguai, Colômbia, Panamá, Peru e Argentina.
E para 2005, novas feiras dedicadas diretamente ao segmento do agronegócio ou relacionadas a ele estão sendo lançadas:
FEIRA NOVA 2005 (1): Em março, a novidade na agenda nacional de feiras relacionadas ao agronegócio agita o segmento madeireiro, responsável, no ano passado, por exportações de US$ 1,65 bilhão. A promotora Diretriz Empreendimentos anuncia que a 24ª edição da FENAM – Feira Internacional de Máquinas para Madeira, principal evento do segmento no país, realizado em Curitiba, passa a ser um evento múltiplo, com três grandes feiras em uma, envolvendo todo o ciclo da cadeia produtiva da madeira – da muda no viveiro aos produtos no porto. A grande novidade da FENAM é realização da BWM – BRAZILIAN WOOD MARKET 2005 – 1ª Feira Brasileira do Mercado da Madeira e seus Derivados, que será uma grande mostra de madeiras e produtos industrializados. A BWM terá mais de 100 expositores, entre madeireiros e reflorestadores de toda a América Latina, que mostrarão desde espécies nativas oriundas de florestas tropicais e renováveis até os produtos como OSB, laminados, compensados, MDF, madeiras serradas, cercas e assoalhos.
FEIRA NOVA 2005 (2): Outra novidade do segmento é a BIO BRAZIL FAIR 2005 – 1ª Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia, lançada pela promotora Francal Feiras. A feira surge para atender uma demanda dos produtores e processadores do setor orgânico por um grande evento profissional que ofereça oportunidades de negócios – tanto no Brasil quanto no exterior – e troca de tecnologia. O setor brasileiro de orgânicos reúne hoje mais de 6.500 produtores trabalhando em cerca de 150.000 hectares de terra, e tem potencial para se tornar o maior exportador mundial de orgânicos em pouco tempo. A BIO BRAZIL FAIR 2005 acontecerá no Pavilhão do Parque Ibirapuera, em São Paulo, com dois dias abertos ao público e dois dedicados exclusivamente aos profissionais do setor. Além da exposição, o destaque será a realização do 1º Fórum Latino-Americano de Agricultura Orgânica e Sustentável, com especialistas que apresentarão informações importantes para a atualização de profissionais, estudantes e pesquisadores do setor.
FEIRA NOVA 2005 (3): Fechando o ano de 2005, outra feira nova se integra à agenda nacional de negócios do segmento do agronegócio. É a FEISUCRO 2005 – 1ª Feira Internacional do Setor Alcooleiro, que será realizada em novembro de 2005, no Anhembi, em São Paulo, pela Alcantara Machado e o BrasilAgro. A Feira foi lançada oficialmente em outubro, sendo apresentada ao mercado como o mais completo conjunto de eventos e primeira feira internacional voltada à cadeia produtiva de cana-de-açúcar, que representa 26% do PIB agrícola de São Paulo, emprega mais de 3 milhões de trabalhadores e movimenta 300 setores da economia brasileira. A feira conta com o apoio do Governo de São Paulo, Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), Sociedade Rural Brasileira, Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp), entre outras entidades setoriais, além do Governo Federal, através dos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, das Minas e Energia, das Relações Exteriores, do Meio Ambiente, da Ciência e Tecnologia, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Desenvolvimento Agrário, do Trabalho e Emprego e da Integração Social. Simultaneamente à FEISUCRO acontecerão 15 eventos com foco na cadeia produtiva da cana-de-açúcar, entre eles o Congresso Internacional dos Produtores de Açúcar e Álcool e Congresso Internacional de Biodiesel.
Feiras tradicionais crescem e consolidam-se
Outro sinal da importância das feiras para a geração de negócios para o segmento é o crescimento das feiras tradicionais, já consolidadas como pontos de encontro de negócios.
A FEICORTE – Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne e a Exposição Nacional das Raças Bovinas de Corte cresce a cada ano e hoje já tem o título de maior feira brasileira de Raças Bovinas de Corte em recinto fechado. Os números demonstram o crescente interesse que a FEICORTE desperta junto a pecuaristas, empresários e técnicos envolvidos com o agronegócio: em 2001, a feira recebeu 20 empresas, 15.500 mil visitantes e registrou mais de R$ 3 milhões em vendas de gado em leilões dentro da feira. Em 2002, o número de empresas expositoras quintuplicou – chegando a 100 -, o público cresceu de 15.500 para 22.000 visitantes, e o movimento gerado nos leilões totalizou R$ 3,6 milhões. A edição 2003 da feira bateu vários recordes e cresceu em todos os sentidos. Houve quebra de recorde no faturamento de leilões – foram realizados 17 (contra 9 em 2002) e o faturamento atingiu R$ 7,3 milhões, o dobro dos R$ 3,6 milhões apurados em 2002. O leilão de maior faturamento colocou no mercado 34 prenhezes e faturou R$ 2,034 milhões, média de quase R$ 60 mil. Houve recorde também no movimento de público: 30 mil pessoas marcaram presença, oito mil a mais do que em 2002. Além disso, nunca uma feira reuniu tantos bovinos em São Paulo (3.000 cabeças, contra 1.800 em 2002) e conseguiu trazer número igual de representantes internacionais (de 31 países), além de ter recebido seis exposições nacionais de gado. Os resultados da feira em 2004 e as previsões para a feira em 2005 podem ser obtidos junto aos promotores.
A EXPOMILK – Exposição Nacional da Pecuária Leiteira e Feira Internacional da Cadeia Produtiva do Leite, maior evento do setor no País, sinalizam cenário positivo para a cadeia láctea nacional. Um dos indicadores que comprovam esse otimismo é o faturamento gerado durante a feira, que deve chegar a R$16 milhões. A expectativa das associações de raça de R$ 2 milhões com a venda de animais e leilões durante a feira também foi atingida. A Expomilk é outra feira que descreve uma trajetória de crescimento nos últimos anos. Os resultados da edição 2004 da Expomilk Em 2000, a feira movimentou R$ 12 milhões e atingiu o patamar de R$ 16 milhões nos últimos anos. Cada edição da feira tem ocupado área média de 40 mil m2; atraído cerca de 20.000 visitantes (entre criadores, produtores, empresários e técnicos de todas as regiões do país e de países como China, Canadá, Itália, EUA, Colômbia, Paraguai, México, Uruguai e Argentina); recebido estandes de cerca de 140 expositores comerciais, que apresentam o que há de mais moderno e avançado no setor; e sido palco para leilões, fóruns e seminários de discussões, garantindo excelentes contatos, negócios e intercâmbio de idéias para os criadores das maiores bacias leiteiras do país.
A FIAFLORA EXPOGARDEN – Feira Internacional do Paisagismo, Jardinagem e Floricultura cresce a cada ano e, em 2004, bateu recorde de negócios. A feira atraiu no ano passado mais de 33 mil pessoas vindas de diversos estados do Brasil e também de outros 13 países: Alemanha, Argentina, Bolívia, Chile, Estados Unidos, Irã, Espanha, Itália, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Portugal e Colômbia. O público destinado a negócios cresceu 14% em relação à última edição da feira (2003) e pesquisa realizada junto aos expositores mostrou que mais de 90% mostraram-se satisfeitos com a participação no evento. O crescimento da feira está acontecendo ano a ano. O número de empresas expositoras era de 135 em 2000, 160 em 2001 e chegou ao patamar de 280 nos últimos três anos. A área da feira também cresceu, refletindo a maior participação do mercado: 20.000m2 em 2000, 28.000m2 em 2001, 35.000m2 em 2002 e, nos últimos dois anos (2003 e 2004), além dos mesmos 35.000m2 de 2002 houve a criação de uma nova área de exposição e demonstração de produtos e equipamentos de 40.000m2 no Jardim Botânico de São Paulo, totalizando 75.000m2.

Fonte: Bansen Comunicação e Marketing

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O Centro de Tecnologia de Carnes – CTC do Instituto de Tecnologia de Alimentos – ITAL realiza pela primeira vez um curso de bem estar animal para auditores. O evento, que acontece nos dias 02 e 03 de março de 2005, oferece a oportunidade da compreensão dos conceitos de bem estar, qualidade e da propriedade rural até o final da linha de processamento primário para bovinos e suínos.
O Curso tem duração de dois dias e inclui um grande número de dados industriais, pesquisa, legislação (Brasileira, Européia e Inglesa) bem como padrões de varejo e códigos de prática, sendo reconhecido pelos varejistas Europeus e Ingleses como um curso essencial de treinamento para capacitação do fornecedor de carne e exigido como prova de treinamento (Certificação do Treinamento em Bem Estar).
O custo por empresa é de R$ 1.650,00/cd, limitado a 25 participantes no total. O evento terá tradução simultânea.
Informações
Telefone: (19) 3743-1884
E-mail: eventosctc@ital.sp.gov.br
Internet: www.ital.sp.gov.br/ctc
Local:  Av. Brasil, 2880 – Jd Chapadão – Campinas/SP
Outros eventos programados para 2005
Fevereiro a Dezembro – Curso de Especialização em Tecnologia de Carnes
Março – Dias 02 e 03 – Bem Estar Animal (para a formação de auditor interno)
Abril – De 11 a 14 – Procedimentos para Implementação do Sistema HACCP na Indústria de Carnes
Maio – De 04 a 06 – Curso Teórico-Prático Processamento de Embutidos Cárneos
Setembro – De 27 a 29 – III Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Carnes.

Fonte: Centro de Tecnologia de Carnes – ITAL

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