A comissão organizadora da 15ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz está disponibilizando no site www.colheitadoarroz.com.br uma Central de Hospedagem. A ferramenta permitirá aos interessados em participar do evento que acontecerá em Dom Pedrito entre os dias 24 e 27 de fevereiro, maior comodidade na escolha de alojamentos. Os hotéis da cidade já estão lotados, mas a Associação dos Agricultores de Dom Pedrito e a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), criaram um mecanismo de hospedagem em casas de famílias pedritenses voluntárias.
O coordenador-geral da Abertura da Colheita, Renato Caiaffo da Rocha, destacou que a receptividade da comunidade de Dom Pedrito ao apelo dos organizadores não chegou a surpreender. “A hospitalidade de Dom Pedrito é reconhecida em todo o estado”, frisou. O mecanismo disponibilizado no site permitirá ao interessado identificar o perfil da hospedagem, como por exemplo, o número de quartos, camas, se o ambiente tem ar-condicionado ou não. Existem cerca de 300 leitos disponíveis nestas condições. As diárias por acomodações simples, mas confortáveis, variam entre R$ 25,00 e R$ 60,00. Existem casas inteiras, mobiliadas, para alugar. Os preços, neste caso, variam de R$ 400,00 a R$ 1.200,00 para os quatro dias, com garantia de troca de roupa de cama, café da manhã e outros serviços de hotelaria. “Uma vez identificado o tipo de acomodação que o visitante pretende, basta telefonar e imediatamente confirmaremos a sua hospedagem”, destacou Rocha.
A central de hospedagem será atualizada permanentemente. Afora este sistema, ainda restam acomodações nos alojamentos na 3ª. Companhia de Combate Mecanizado do Exército, em Dom Pedrito. “O ambiente é mais simples, ideal para estudantes e caravanas que têm interesse em uma acomodação de baixo custo”, frisou. A hospedagem nos alojamentos do Exército custa R$ 23,00 por dia e dá direito a café da manhã. Estão disponíveis 130 leitos. Como alternativa ainda existem os hotéis de Bagé, a 65 quilômetros. Quem optar por conjugar a participação no evento com momentos de lazer e turismo tem a alternativa de hospedar-se em Santana do Livramento, a 95 quilômetros, e visitar os Free-Shops e os cassinos da cidade uruguaia de Rivera.
Maiores informações: assagri@brturbo.com.br ou (53) 243 3256 (53) 243 2562 (53) 243 6002 (53) 9132 9454 (53) 9976 9116
Cleiton Santos
E-mail: soarrozrs@yahoo.com.br

Fonte: Colheita do Arroz

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Os números são modestos, se comparados com os 730 bilhões de euros que as exportações de produtos industriais alemães renderam no ano passado. Mas o setor dos agronegócios registrou igualmente um faturamento recorde com vendas para o exterior, em 2004: 34 bilhões de euros, 6,4% a mais do que ano anterior.
Também neste segmento, o selo “Made in Germany” é associado a qualidade, controle e segurança, afirma Martina May, da Sociedade Central de Marketing do Setor Agrícola (CMA). Depois dos Estados Unidos, França e Holanda, a Alemanha é o quarto maior exportador de produtos agrícolas do mundo.
Principais mercados
Maiores compradores dos produtos desse setor continuam sendo os tradicionais parceiros da União Européia, liderados pela Holanda, Itália e França que, juntas, absorvem 75% das exportações agrícolas da Alemanha.
Também a demanda por parte dos novos países-membros do bloco é cada vez maior, tendo crescido 12% em 2004. Outros mercados interessantes são, além dos Estados Unidos, a Rússia, a China e o Oriente Médio.
Principais produtos
Frangos e perus da Alemanha vendem bem no Oriente Médio, em Dubai e Omã, enfim em todo o mundo árabe, onde o consumo de carnes de aves é tradicionalmente grande. A carne de vaca é requisitada especialmente pela Rússia, Romênia e Ucrânia, países que não conseguem atender a toda a demanda interna com a produção própria.
Outro setor no qual a Alemanha conseguiu se posicionar bem no exterior é o dos laticínios. As vendas de queijo não param de aumentar, por ser ele um dos ingredientes prediletos na composição dos produtos de fast-food. A tonelada de mozzarella, por exemplo, subiu no período de dois anos de 1900 para 3000 dólares.
Os italianos não dão conta de suprir o mercado internacional, acontecendo o mesmo com gregos e holandeses com seus queijos típicos, tais como o feta, o gouda e o edamer. As lacunas são preenchidas, em parte, por produtos de laticínios alemães.
Chance contra crise
Dentro do próprio país, o setor de alimentos passa há anos por uma crise, motivada pela concorrência acirrada entre as cadeias de supermercados e o conseqüente dumping. Conseguir novos mercados no exterior é, para as empresas do setor, a única possibilidade de crescer. “Os aumentos de faturamento da indústria alimentícia foram gerados exclusivamente pelas exportações e não pelas vendas internas”, acentua Martina May.
Fonte: Deustche Welle

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A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o presidente da Abdib (Associação Brasileira de Infra-Estrutura e Indústrias de Base), Paulo Godoy, assinaram nesta sexta-feira (18/2) um acordo para o lançamento conjunto de um MBA em Gestão Ambiental para Infra-Estrutura. O objetivo é capacitar técnicos e gestores dos setores público e privado, fazendo com que levem cada vez mais em consideração as questões de meio ambiente no planejamento das ações voltadas ao bom desenvolvimento do país.
O lançamento do curso é resultado dos debates que vêm ocorrendo, há mais de um ano, entre a área ambiental do governo e o setor privado. “O desafio é encontrar soluções duradouras, que significassem verdadeiros avanços para o desenvolvimento sustentável do país”, disse Marina Silva.
O MBA terá turmas em São Paulo e em Brasília (DF), e abordará temas como estrutura do Sisnama – Sistema Nacional do Meio Ambiente, infra-estrutura e impactos socioambientais, cenário mundial, entre outros. As aulas devem começar em março deste ano e seguir até agosto de 2006, com turmas de até 35 alunos.
São parceiras da iniciativa a Fundação Instituto de Administração e o Programa de Educação Continuada em Engenharia da USP – Universidade de São Paulo. “É possível melhorar a qualidade e agilizar a tramitação dos projetos de infra-estrutura. Esse relacionamento (governo e setor privado) tem sido muito positivo”, disse Godoy.
Durante a reunião, o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Claudio Langone, apresentou outros frutos do novo padrão de debates entre a área ambiental e o setor privado desde abril de 2004. Com essa iniciativa, foi possível elaborar o novo modelo do setor elétrico, que observa a viabilidade ambiental dos projetos antes mesmo das licitações, além de solucionar todos impasses para o licenciamento ambiental de usinas hidrelétricas no âmbito federal.
Algo semelhante foi organizado para a área de petróleo e gás, com a qualificação ambiental das rodadas de petróleo da ANP – Agência Nacional do Petróleo, das plataformas petrolíferas e de gasodutos. Foi lançada portaria conjunta entre MMA e o Ministério dos Transportes para regularização ambiental das rodovias brasileiras, e o Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente lançou uma nova resolução garantindo uma solução para a problemática das ferrovias brasileiras.
Os debates, segundo Langone, ainda devem avançar sobre temas como saneamento, mineração e compensação ambiental, que é um percentual de 0,5% sobre o valor de uma obra que o empreendedor deve reverter para ações ambientais. De acordo com o secretário-executivo, há consenso entre governo e indústria de que só deva ser aplicado o percentual sobre os reais impactos das obras, não contando possíveis investimentos ambientais como parte do empreendimento.
Ainda entre as conquistas alcançadas pela área ambiental do governo em parceria com o setor privado, é possível destacar o aprimoramento de normas e de manuais para licenciamento ambiental e a implementação de um Sistema de Informações sobre Licenciamento Ambiental. Além disso, os órgãos ambientais federais estão sendo reestruturados com novos concursos públicos e com a criação de áreas específicas na Secretaria de Qualidade Ambiental do MMA e no Ibama para tratar dos temas energia hidrelétrica, petróleo e gás.
O presidente em exercício do Ibama, Luiz Fernando Merico, informou que o órgão lançará em breve edital para contratação de 915 novos funcionários para o quadro permanente. O consurso será descentralizado. Merico também informou que o Ibama está criando seis escritórios regionais para agilizar e qualificar o licenciamento. “Será uma estrutura para cada região do país e uma específica para o setor de petróleo e gás”, disse.
Em 2005 os debates continuam e deverão abordar temas como a otimização do licenciamento de novos empreendimentos, regularização de empreendimentos já em operação. Este ano também será criado um grupo de trabalho permanente para o aprefeiçoamento constante do licenciamento ambiental, serão elaboradas novas regras para regularizar as linhas de transmissão de energia e será realizada análise de novas usinas hidrelétricas e empreendimentos de petróleo e gás. O Ministério do Meio Ambiente também lança este ano um Programa Nacional para Capacitação Municipal em Meio Ambiente.
A ministra Marina Silva destacou que todas essas ações fazem parte da política integrada que o Ministério do Meio Ambiente vem desenvolvendo no governo Lula. Segundo ela, o país precisa dos empregos gerados pelo desenvolvimento, mas também da proteção de suas riquezas naturais. Marina Silva ressaltou que, assim como em São Paulo, na Amazônia também existem setores que “sentam e conversam”, mas outros acham que podem se sobrepor à lei, lembrando do assassinato da missionária Dorothy Stang, no último dia 12, no Pará. “Mas isso é resultado de um processo ambiental que está dando resultados”, disse.
Também participaram do encontro, na sede da Abdib, em São Paulo, o secretário de Qualidade Ambiental do MMA, Victor Zveibil, e a gerente do Ibama/SP, Analice de Novais Pereira.
Com informações da Assessoria de Comunicação do MMA. 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente

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Vendas para a Alemanha aumentaram 63% em 2004. Exportações brasileiras devem aumentar 20% em 2005. Europa absorve maior parte das exportações. Embaixada em Berlim divulga qualidade da fruticultura brasileira para consolidar marcas de excelência na Alemanha. Brasil participa com 21 expositores da feira Fruit Logística, na capital alemã.
O Brasil, terceiro maior produtor de frutas do mundo, com uma produção de 38 milhões de toneladas em 2004, quer aumentar as exportações nesse setor. No ano passado, foram exportadas 850 mil toneladas de frutas frescas, no valor de 370 milhões de dólares, 10% mais do que em 2003 e 286% mais que em 1998.
Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf), as exportações do setor devem crescer 20% neste ano, em relação a 2004. Nos últimos anos, as vendas concentraram-se no mercado europeu, que absorve 70% das exportações, seguido do Mercosul, com 11%.
Dados do Ibraf indicam que, em 2004, o volume de frutas frescas vendidas diretamente à Alemanha aumentou cerca de 63% em relação ao ano anterior. Principalmente a maçã, o melão, o abacaxi e a melancia foram responsáveis por esse aumento.
Qualidade inovadora
Implementando a política do governo Lula, de consolidar marcas de excelência do país no exterior, o setor de promoção comercial (Secom) da Embaixada do Brasil em Berlim e o Ibraf realizaram, nesta quinta-feira (10/02), um seminário sobre “Padrões de qualidade inovadores na fruticultura brasileira”.
“O Brasil é hoje um fornecedor confiável de frutas de alta qualidade”, garantiu o conselheiro Rodrigo de Carvalho, diretor do Secom, a 130 representantes do mercado importador alemão e da imprensa especializada. O seminário aconteceu no âmbito da feira Fruit Logística, que acontece de 10 a 12 de fevereiro em Berlim.
A qualidade da fruticultura brasileira vem melhorando continuamente nos últimos 25 anos, disse o diretor de marketing e ex-presidente do Ibraf, Jean Paul Gayap. “Já na década de 80, os produtores começaram a atender às exigências o mercado externo, com melhor embalagem e mais cuidado no transporte, bem como desenvolvendo variedades de frutas adaptadas ao gosto europeu”, disse.
A partir da década de 90, continuou Gayap, os fruticultores perceberam que a confiabilidade no fornecimento (cumprimento do volume e do calendário proposto) é fundamental no comércio exterior. Além disso, passaram a usar a criatividade brasileira para conquistar nichos de mercado.
Locomotiva na Europa
“Fomos o primeiro país do mundo a desenvolver uma variedade de maçã Gala colhida justamente quando terminam os produtos nacionais nos estoques europeus. O Brasil foi uma verdadeira locomotiva para criar na Europa um mercado de frutas tropicais, um mercado que até poucos anos atrás não existia. Hoje o país chega a embarcar três a quatro mil toneladas por semana só de manga para a UE”, disse.
Além disso, segundo Gayap, o país desenvolveu nos últimos anos o mais moderno parque de produção de derivados das frutas da América do Sul. Um exemplo disso é a laranja. Cerca de 80% da produção de 6 milhões de toneladas da fruta em 2004 viraram suco, que rendeu ao Brasil mais de US$ 866 milhões. Fora a laranja, o Brasil também exportou 192 milhões de toneladas de outras frutas processadas no valor de 325 milhões de dólares em 2004.
Gayap rebateu críticas freqüentes no exterior, de que os fruticultores brasileiros ainda usam agrotóxicos em excesso. “Essa informação é ultrapassada. O Brasil começou a usar antes de qualquer exigência externa inimigos naturais para substituir os defensivos agrícolas químicos. A Embrapa foi pioneira mundial no desenvolvimento da produção integrada de frutas. Só não aderimos em massa à agricultura biológica por considerá-la fanática”, disse.
Brasil em 500 feiras
Fornecer frutas e verduras frescas ao consumidor é a principal meta dos 1355 expositores de 64 nações, entre eles 21 do Brasil, que participam da Fruit Logística, em Berlim, até este sábado (12/01). Com o apoio do Secom, do Ibraf e da Apex – Agência de Promoção das Exportações, os expositores brasileiros têm na feira uma excelente plataforma para divulgar seus produtos e manter contato com os importadores europeus.
Os fruticultores brasileiros presentes na Fruit Logística seguem uma tendência verificada em todos os setores econômicos do país: a crescente participação em feiras internacionais. Segundo Rodrigo de Carvalho, atualmente o Brasil já participa de cerca de 500 feiras por ano em todo o mundo.
Na feira de Berlim, o Brasil é representando pela Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Limão (Abpel/SP), o agropolo Assu-Mossoró (RN), Agra (ES), Agrícola Fraiburgo (SC), Agropel (SC), Copa Fruit (PE), Fischer Fraiburgo Agrícola (SP), Gaia (ES), Global Fruit (BA), Indaiá Exotic (SP), Itacitrus Comércio de Frutas (SP), Itaueira Agropecuária (CE), Klabin (SP), Limex (SP), Nolem (CE), Pomifrai Fruticultura (SC), Rasip Agro Pastoril (RS), Renar Maçãs (SC), Secchi Agrícola (PE), South Brazilian Fruit – Sebrae/RS e Sebrae/RN.
Geraldo Hoffmann

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