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Cada vaca em lactação consome de 30 a 40 quilos de silagem por dia, sendo esta uma das principais fontes de alimento para garantir a produtividade do rebanho leiteiro. Na propriedade da família Garlet, em Cascavel (PR), são 60 vacas em lactação e 24 hectares cultivados com milho para atender à demanda. O manejo correto da silagem, desde a escolha do híbrido até o armazenamento, é essencial para garantir a qualidade do alimento e melhorar o desempenho da produção, que hoje gira em torno de 36 litros de leite por animal por dia.
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O governo dos Estados Unidos anunciou uma redução drástica nos gastos com o sistema de monitoramento dos oceanos, o que pode deixar a humanidade cega para a chegada do novo El Niño e para a crise oceânica global. Estudos na revista Nature Climate Change indicam que a ausência das plataformas norte-americanas causará um aumento de 163% no erro das estimativas de aquecimento dos oceanos. Esse apagão de dados prejudicará a previsão de eventos extremos, destruindo o planejamento de safras e afetando o setor de seguros.
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O sucesso de uma moderna granja de leite combina autossuficiência, sustentabilidade, o olhar próximo do dono (7 dias por semana) e, principalmente, o gosto pela atividade como herança familiar. Na Estância Paraíso, no Espírito Santo, a propriedade possui 300 hectares com 300 vacas de lactação produzindo de 10 a 12 mil litros de leite por dia, que vão diretamente para o laticínio da fazenda via tubulação de inox, gerando mais de 60 itens. A sustentabilidade é garantida com a fertirrigação usando dejetos dos animais.
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A aldeia de Tangdui, em Xangri-Lá, na província chinesa de Yunnan, preserva a técnica da cerâmica preta de Nixi, uma tradição de mais de 3.000 anos. O tom preto característico não vem da argila, mas do processo de queima com lenha. A cerâmica é moldada à mão, sem equipamento mecânico, e um aprendiz dedica pelo menos 3 anos para dominar a fabricação da chaleira tibetana. A tradição foi incluída em 2008 no patrimônio cultural e imaterial nacional da China.
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O ancestral direto da galinha comum é o galo-da-selva-vermelho, uma ave selvagem que ainda existe nas florestas densas da Índia e do sudeste asiático. Ao contrário das galinhas pesadas, ele é magro, extremamente ágil e consegue voar dezenas de metros para escapar de predadores. Os machos possuem esporas afiadas nas pernas, verdadeiras adagas de queratina sobre base óssea, usadas para lutar até a morte por território. A domesticação começou há 3.500 anos na Tailândia, atraída por grãos de arroz.
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O sol artificial é o nome dado à tecnologia de fusão nuclear, processo em que dois núcleos atômicos leves se unem para formar um núcleo mais pesado, liberando uma enorme quantidade de energia — o mesmo fenômeno que alimenta o Sol e as estrelas. Este processo libera 10 vezes mais energia do que a fissão nuclear, usada nas usinas atuais. Para acontecer na Terra, são necessárias temperaturas superiores a 100 milhões de graus Celsius, criando um plasma que é contido por campos magnéticos fortíssimos em uma câmara de vácuo.
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Pesquisadores da Universidade de Washington documentaram que aves de quintal catalogam rostos humanos específicos e lembram deles por anos. O sabiá-laranjeira reconhece seu tom de voz, o ritmo dos seus passos e até a cor das roupas que você usa. Estudos da USP mostram que o bem-te-vi tem flexibilidade cognitiva invejável, associando sons específicos à chegada de alimento. O joão-de-barro observa a movimentação humana para decidir onde construir ninhos seguros, preferindo estruturas perto de humanos que já reconhece como pacíficos.
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O Morgan Stanley está preocupado com a sustentabilidade do setor de IA e o risco de que muitas empresas não consigam arcar com os custos massivos de desenvolvimento e infraestrutura. Os altos custos de implantação exigem investimentos contínuos em data centers, chips e capacidade computacional. Além disso, muitos investidores já se mostram preocupados com a possibilidade de que a IA não dê retorno financeiro no curto prazo. O banco chama a atenção para o aumento dos riscos de perda de controle de algumas empresas do setor, indicando que a bolha da IA pode estar perto de estourar.
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A safra de café de 2026 tem potencial para ser a maior da história do Brasil, com previsão de produção de 66 milhões de sacas, um aumento de 17% em relação à safra anterior. Minas Gerais segue como principal produtor nacional, devendo colher 32 milhões de sacas, 25% a mais que em 2025. O crescimento se deve principalmente ao ciclo de bienalidade positiva do café, que alterna anos de maior e menor produtividade. Produtores como Ivanete, em Araguari, que planta oito variedades do café Arábica em 200 hectares, esperam colher 45 sacas por hectare.
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Um novo relatório da ONU, com dados de mais de 600 cientistas, alerta para o colapso iminente do gelo ártico e dos recifes de coral devido ao aquecimento dos oceanos. O documento revela que os oceanos estão aquecendo e subindo mais rápido do que em qualquer outro momento da história. As projeções indicam que o Oceano Ártico pode ficar sem gelo ainda neste século, com cenários pessimistas apontando para a década de 2030. Os recifes de coral enfrentam um risco de 90% de desaparecimento se o aquecimento ultrapassar 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, agravado por ondas de calor marinhas que não dão tempo para recuperação.
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