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As enchentes e alagamentos lideram a lista de preocupações climáticas em 9 das 10 capitais brasileiras pesquisadas, aparecendo em primeiro lugar em Porto Alegre (64%), seguida por Goiânia, Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro. O levantamento realizado pelo Instituto Cidades Sustentáveis em parceria com a Ipsos ouviu 3.500 pessoas em pelo menos dez capitais. A percepção da população é que o problema não é mais pontual de sua cidade ou bairro, mas se tornou sistêmico, com mudanças no regime de chuvas e volumes inesperados. Para urbanistas, o primeiro passo é identificar os pontos problemáticos e depois implementar soluções estruturais e não estruturais, como planos de macro e micro drenagem. Em São Paulo, única exceção, a poluição atmosférica aparece em primeiro lugar (51%).
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Os três tipos principais de disbiose intestinal são: tipo 1, quando o corpo perde bactérias úteis e benéficas para o funcionamento intestinal; tipo 2, quando há excesso de bactérias desfavoráveis ou ruins; e tipo 3, quando ocorre uma redução geral da microbiota, diminuindo a diversidade intestinal. Essa diversidade é crucial, pois quanto mais equilibrada a flora intestinal, melhor funcionam a digestão, a imunidade e a produção de neurotransmissores ligados ao humor e bem-estar. A disbiose pode ser causada por alimentação inadequada, estresse, uso frequente de medicamentos como antibióticos, ou combinação desses fatores. Sintomas como gases, estufamento, mau hálito, intestino irregular, náuseas, constipação, diarreia e fadiga podem indicar o problema.
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Fumaça e Salino são uma junta de bois utilizada pelo casal Seu Vilson (65 anos) e Dona Neide (58 anos) para trabalhar na lavoura em Coqueiros do Sul, Rio Grande do Sul. Eles chegaram adultos e já batizados na propriedade, e o agricultor aprendeu desde a infância com o pai a lidar com os animais, ensinando-os a obedecer apenas por comando de voz, com paciência e repetição. Enquanto tratores, colheitadeiras e drones dominam a agricultura moderna, o casal mantém viva a tradição passada de geração em geração, recusando-se a usar tratores. Além dos bois, preservam sementes crioulas (milho, pipoca, amendoim, feijões) de um ano para o outro, mantendo uma importante história do campo gaúcho.
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O mercado de robôs voltados para a assistência à terceira idade na China deve ultrapassar US$ 1,5 bilhão, segundo dados oficiais do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação do país. Esse crescimento é impulsionado pelo envelhecimento acelerado da população chinesa, com mais de 320 milhões de pessoas acima dos 60 anos, das quais mais de 130 milhões vivem completamente sozinhas ou longe dos familiares. A severa escassez de profissionais de saúde tem levado instituições e famílias a recorrerem à robótica. Os modelos mais recentes monitoram sinais vitais remotamente, detectam quedas e auxiliam em reabilitação física. Apesar dos desafios de segurança, adaptação e custo, as instituições concentram a maior parte da demanda atual.
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Para calcular a quantidade de isca necessária para controlar formigas cortadeiras, o produtor deve primeiro medir a área de terra revolvida pelo formigueiro, caminhando com passos largos para estimar comprimento e largura (por exemplo, 7m x 4m = 28m²). A recomendação técnica é aplicar 10 gramas de isca por metro quadrado de terra revolvida. Assim, para 28m², seriam necessários 280 gramas, arredondando para 300 gramas para facilitar o manejo (equivalente a seis sachês de 50 gramas). A isca deve ser distribuída nos olheiros mais afastados da terra revolvida, onde as formigas estão carreando folhas e há maior probabilidade de dutos perpendiculares que facilitam a queda do grânulo por gravidade.
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Lauro dos Santos, servidor da Unicamp há 41 anos e atualmente técnico em meio ambiente da Divisão de Meio Ambiente, ajudou a plantar aproximadamente 15 mil árvores no campus de Barão Geraldo, em Campinas. Ele participou ativamente da coleta de sementes, cultivo de mudas e plantio das cerca de 26 mil árvores que compõem o campus, incluindo as Áreas de Proteção Ambiental. Lauro considera que sua "faculdade foi a céu aberta" no campus, onde aprendeu na prática a identificar de 90% a 95% das espécies existentes, trabalhando mais com nomes científicos do que populares. Seu trabalho inclui atividades de educação ambiental, como a "Trilha das Árvores Frutíferas da Praça da Paz".
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Os pássaros possuem um quarto cone ocular especializado em captar luz ultravioleta, sendo tetracromatas, enquanto humanos têm apenas três cones (vermelho, verde, azul). Essa estrutura permite que as aves enxerguem um espectro de luz invisível para nós, criando uma paleta de tons que nossa mente não consegue processar. Além disso, cada cone nos olhos das aves contém gotículas de óleo microscópicas pigmentadas que funcionam como filtros de precisão, reduzindo brilho e aumentando contraste. Essa visão tetracromática original, herdada dos ancestrais répteis, foi mantida pelas aves, enquanto os mamíferos perderam dois cones durante o período noturno para escapar dos dinossauros.
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Estudos mostram uma relação direta entre a redução de estímulos sensoriais, provocada pela falta de brincadeiras ao ar livre, e a primeira queda de QI entre filhos e pais. O cérebro infantil depende de estímulos sensoriais plurais - tato, olfato, gustativo, auditivo e visual - para se programar adequadamente. A natureza proporciona essa pluralidade sensorial, enquanto ambientes restritos fazem o cérebro trabalhar de forma uniprocessual. Pesquisa do Reino Unido com 4 mil crianças revelou que cada dia adicional brincando ao ar livre na fase pré-escolar aumenta em 6% a 14% as chances de desenvolvimento emocional saudável até os oito anos, enquanto a falta desse estímulo pode gerar sintomas externalizantes (irritabilidade, birras) ou internalizantes (apatia, depressão).
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Pesquisas realizadas com a doença gomose na citricultura forneceram dados importantes sobre como as plantas podem se defender melhor, indicando caminhos para combater o greening. Testes de reinfecção mostraram que plantas infectadas produzem moléculas mensageiras que funcionam como uma "vacina", fazendo com que os sintomas sejam bem menores em ataques subsequentes. A escolha do porta-enxerto, como o subtropical, demonstrou maior proteção ao modificar o perfil químico da planta. Embora o greening seja mais difícil por não ser possível desenvolver a bactéria em laboratório, a metodologia é similar e perfeitamente aplicável, embora ainda exija mais tempo de estudo.
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Bebês e crianças pequenas ainda não possuem o sistema de regulação de temperatura completamente desenvolvido, não suando como um adulto, o que torna o risco de estresse térmico enorme para elas. Segundo relatório da Unicef, quase metade das crianças globais está exposta a pelo menos três ameaças climáticas, como calor extremo, secas, queimadas e tempestades tropicais. A poluição do ar e doenças transmitidas por vetores como insetos agravam o cenário. A infância é a fase da vida que mais depende de serviços públicos de educação, saúde, água e proteção social, sendo impactada de forma desproporcional pelos fenômenos climáticos.
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