SGI-Agro CULTIVO

Web:

www.athenasistemas.com.br

Contato:

Eduardo Romeiro

EMail:

athena@athenasistemas.com.br

País (DDI):

Brasil (55)

DDD e Telefones:

(31) 3287-0250 / 9176-7988

Descrição:

Gestão de custos para aumento da rentabilidade da empresa agrícola é o objetivo do SGI-Agro Módulo Cultivo.

O sistema faz o planejamento e apontamento de todas as operações executadas nos talhões da empresa, garantindo a rastreabilidade dos produtos desde o plantio até a colheita. Ferramenta indispensável nos processos de certificação.

Através de simulações é possível obter a melhor combinação de insumos, máquinas e mão de obra que proporcionam a maior rentabilidade do projeto. O sistema trabalha com qualquer tipo de cultura anual ou perene para uma ou mais fazendas.

O Módulo Cultivo

O Cultivo é o módulo base do SGI-Agro. Ele é o responsável pelo cadastramento de todas as informações necessárias para o funcionamento do sistema. No SGI-Agro todas as informações são relacionadas com a combinação Talhão-Plantio-Safra. Esse modelo permite que a os dados históricos de um determinado talhão possam ser acessados a qualquer momento. Com o SGI-Agro é possível saber exatamente qual a quantidade de defensivo foi aplicado em um determinado talhão, qual máquina foi usada e qual o operador fez o trabalho. Essas informações são essenciais nos códigos de conduta de diversos processos de certificação de produtos agrícolas.

No módulo Cultivo são feitos os registros de todas as informações da propriedade tais como: talhões, áreas de preservação permanente, reservas legais, estradas, benfeitorias, tipos de solo, declividades, produtos e materiais genéticos etc.

Opcionalmente as informações cadastradas podem ser integradas com mapas dos talhões, através da ferramenta Athena-MAP que permite a criação de mapas temáticos como por exemplo: declividade, pluviosidade, produtividade, culturas, incidência de pragas e doenças, tipos de solos e fertilidade.

Atividades e Fatores de Produção

No Módulo Cultivo também são cadastradas todas as atividades realizadas no campo e quais fatores de produção são utilizados em cada uma delas. Fatores de produção são todos os insumos, máquinas, equipamentos, mão de obra e serviços de terceiros utilizados na propriedade. São registrados os custos por unidade e a eficiência padrão de cada fator. Essas informações são utilizadas para saber se um trator está sendo utilizados com a máxima eficiência possível ou se há desperdício de determinado insumo.

Planejamento e Apontamento dos Tratos Culturais

No Módulo Cultivo é possível cadastrar todas as atividades que serão realizadas em um projeto. É possível simular diferentes culturas com seus tratos culturais e avaliar qual combinação resulta no menor custo. Escolhida a combinação ideal o sistema emite as ordens de serviço de campo com os quantidades de fatores de produção previstos para cada atividade.

O apontamento dos tratos culturais podem ser feitos através de fichas emitidas pelo próprio sistema ou através de coletores de dados. Durante esse processo o sistema informa, onde estão ocorrendo desvios entre as quantidades previstas e realizadas, permitindo a intervenção imediata para evitar perdas, que de outra forma nunca seriam descobertas.

Com todas essas informações são gerados diversos relatórios de planejamento da safra, orçamentos de custeio e relatórios de custos previstos e realizados para os tratos culturais.

Registro das Pragas e Doenças

O SGI-Agro mantém um registro dos tipos de pragas e doenças relacionadas com as culturas, seus agentes e os níveis de tolerância. Pode-se cadastrar também todos os defensivos, seus princípios ativos, formas de aplicação, dosagens, EPIs exigidos na aplicação e restrições para diferentes países importadores de produtos agrícolas.

Relatórios de níveis de infestação podem ser usados para se fazer o manejo integrado de pragas.

Registro da Colheita

Ao final da colheita o sistema registra as quantidades colhidas de cada cultura/cultivar e calcula a produtividade das lavouras. É feito também o registro das cotações diárias dos produtos para cálculo da renda bruta. Opcionalmente o sistema pode ser integrado com as balanças eletrônicas o que permite a alimentação direta dos dados.

Empresa:

Athena Consultoria e Sistemas

Razão Social:

Athena Consultoria e Sistemas Ltda

CNPJ:

01.206.477/0001-90

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MMA Oferece Seminários Virtuais para Estados da Amazônia

O Subprograma de Políticas de Recursos Naturais (SPRN) do Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o Instituto Banco Mundial, está oferecendo vagas em cinco seminários virtuais no primeiro semestre de 2006. A iniciativa faz parte do Plano Regional de Capacitação Ambiental e é direcionada a todos os estados da Amazônia Legal.

Os temas são Gestão de Conflitos (15/02), Sistema Integrado de Informações (SII) e seus componentes (15/03), Planejamento Estratégico Participativo (11/04), Gestão Ambiental Municipal (11/05) e Valorização da Floresta (06/06). Podem participar representantes das administrações públicas, órgãos estaduais de meio ambiente, Ministério Público, universidades, sociedade civil, setores produtivos e ONGs dos estados da Amazônia Legal. O pré-requisito é que trabalhem com a proteção de recursos naturais e meio ambiente.

Os seminários têm duração de três a quatro horas e são seguidos de duas semanas de discussão on-line. As videoconferências ocorrerão em diversas cidades. Informações sobre locais, horários e inscrições podem ser obtidas no endereço www.mma.gov.br/sprnprca

Fonte

Ministério do Meio Ambiente

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Aftosa: Sistema de Gestão Territorial em Áreas de Fronteira

A Embrapa Monitoramento por Satélite e a Secretaria de Defesa Agropecuária, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, assinaram convênio para a estruturação de um Sistema de Gestão Territorial da Faixa de Fronteira do Brasil com o Paraguai, Bolívia e Peru. O sistema vai apoiar as ações do Ministério na prevenção, controle e monitoramento de riscos sanitários vegetais e animais, com ênfase no caso da febre aftosa.

Desde dezembro [2005], quando foi assinado o convênio, já foram adquiridas pela Embrapa imagens de satélites, com 10 metros de resolução, da faixa de fronteira do Brasil, que darão início à estruturação e implantação do sistema de gestão territorial em escala regional. A partir de fevereiro, terá início a segunda fase do sistema, em escala municipal. O sistema será totalmente informatizado e baseado em imagens de satélite, cartografia digital (SIG) e tecnologias de informação.

De acordo com o Chefe Geral da Embrapa Monitoramento por Satélite, Evaristo de Miranda, o Sistema de Gestão permitirá o acompanhamento e o gerenciamento das ações da Secretaria de Defesa Agropecuária em níveis local – nas fazendas de interesse – municipal e regional. Para ele, a faixa de fronteira do Brasil necessita um monitoramento mais eficaz e coordenado entre os vários países. ?O Ministério vai dispor de uma visão atualizada do uso e ocupação das terras na região de localização de pastagens e dos rebanhos bovinos e da infra-estrutura existente, gerada com base em imagens de satélite?, completa Miranda.

Fonte

Embrapa Monitoramento por Satélite

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Curitiba sedia eventos ambientais em março

A capital do Paraná abrigará entre os dias 13 e 31 de março de 2006 dois importantes encontros sobre biodiversidade, além de um workshop sobre o assunto para representantes de países em desenvolvimento. Entre os dias 13 e 17 de março terá lugar o 3º Encontro das Partes (MOP-3) do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança, e de 20 a 31 de março acontecerá o 8º Encontro Ordinário da Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP-8).

A Convenção Sobre Diversidade Biológica tem três objetivos principais: a conservação da biodiversidade, o uso sustentável de seus componentes, e o compartilhamento justo e equilibrado dos benefícios do uso de recursos genéticos.

A COP é o órgão supremo e decisório da Convenção sobre Diversidade Biológica, adotada durante a Conferência da Terra (ECO-92), junto com a Convenção sobre emissão de gases. Seu encontro reúne não só delegados governamentais como observadores de países não associados, representantes dos principais organismos internacionais (incluindo os órgãos das Nações Unidas), organizações acadêmicas, organizações não-governamentais, organizações empresariais, lideranças indígenas, imprensa e demais observadores. São esperados representantes dos 188 paises signatários da Convenção.

Buscando alcançar seus objetivos, durante os sete encontros anteriores a COP abordou temas como, medidas e incentivos para a conservação e o uso sustentável da diversidade biológica, acesso regulado aos recursos genéticos, alcance a e transferência da tecnologia, incluído a biotecnologia, cooperação técnica e científica, avaliação de impacto, instrução e consciência pública, provisão de recursos financeiros, a relatórios nacionais sobre esforços para executar compromissos do tratado.

Em seu oitavo encontro será discutida a diversidade biológica em ilhas oceânicas, a diversidade biológica em terras áridas e subúmidas, a iniciativa Mundial sobre taxonomia; acesso e partilha de benefícios, educação e conscientização publica, avaliação do Plano Estratégico da Convenção e dos Objetivos de Desenvolvimento do milênio e os mecanismos de apoio a implementação da Convenção.

A resolução mais importante da Convenção sobre Diversidade Biológica foi a assinatura do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança. Seu objetivo é assegurar um nível básico de proteção para a transferência, manipulação e uso de organismos vivos modificados, levando em conta os riscos para a saúde humana e riscos para a conservação e uso sustentáveis da diversidade biológica.

A terceira reunião de seus signatários (MOP-3), que precede o COP-8, deve discutir temas como desertificação, embalagem, manuseio e uso de organismos vivos modificados; responsabilidade e reparação/ compensação decorrentes de danos resultantes do movimento transfronteiriço de organismos vivos modificados; avaliação, manejo e comunicação de risco; cooperação com outras organizações, convênios e programas; metodologias para identificação de organismos vivos modificados e a participação pública na implementação do Protocolo.

Mais informações podem ser encontradas nos seguintes sites da Internet:

http://www.biodiv.org

http://www.cdb.gov.br/

Fonte

ONU – Brasil

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UEL abre inscrições para especialização em sistemas para web

O Departamento de Informática, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), está com inscrições abertas para o curso de especialização em Desenvolvimento de Sistemas para Web. Gratuitas, as inscrições podem ser feitas até segunda-feira (30), no DIN, Bloco 19, câmpus universitário.

O curso visa habilitar profissionais da área de informática para atender as necessidades do crescente mercado de sistemas internet, utilizando preferencialmente o software livre.

O público alvo são os profissionais formados em informática, ciência da computação, tecnologia e processamento de dados, análise de sistemas, engenharia da computação, engenharia de produção (software), sistemas de informação ou área afim, com ênfase em informática, ou curso superior com experiência comprovada em programação.

O valor do curso é de R$ 6.210,00, que poderá ser pago em 23 parcelas de R$ 270,00 sem juros, sendo uma parcela no ato da matrícula, em março, e as 22 restantes durante a realização do curso, a partir de abril.

Outras informações poderão ser obtidas pelos telefones (44) 3261-4324, 3261-4219, 3261-4066 e 3261-4067 ou site www.espweb.uem.br.

Fonte

Agência UEL
E-mail: agenciauel@uel.br

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