Syngenta leva inovação e lançamentos no SHOWTEC

A Syngenta vai levar para o Showtec 2006 novas e avançadas soluções em proteção de cultivos e sementes para as culturas do milho e soja. Promovido pela Fundação MS, o encontro será realizado entre os dias 1º e 3 de fevereiro em Maracaju, Mato Grosso do Sul.

A Syngenta investiu na organização de um espaço de 56 m2 que se tornará referência técnica aos produtores. O estande terá telões de plasma que exibirão vídeos para mostrar ao produtor a ação do fungicida Priori Xtra, do inseticida Engeo Pleno e do tratamento de sementes Cruiser. Técnicos e representantes da empresa estarão à disposição dos visitantes para fornecer informações e esclarecer dúvidas.

Além da exibição dos telões de plasma, as áreas demonstrativas de milho e soja foram preparadas para mostrar na prática o que há de mais avançado para o controle de pragas, insetos, ervas daninhas e doenças.

As variedades de soja Vmax, superprecoce, e Carrera, precoce, foram cultivadas com o objetivo de demonstrar a alta performance em lavoura e também a eficácia dos tratamentos de sementes Maxim XL e Cruiser. O produtor também terá a oportunidade de conhecer o alto desempenho de cinco novos híbridos.

Também será mostrado o efeito da aplicação dos fungicidas Artea e Priori Xtra, para o combate das doenças na lavoura de soja. O tratamento de sementes Cruiser, para milho e soja, os inseticidas Curion e o Engeo Pleno também terão seus efeitos demonstrados.

A Syngenta é uma das líderes mundiais na área de agribusiness, comprometida com a agricultura sustentável através de inovação em pesquisa e tecnologia. A companhia é uma das líderes em Proteção de Cultivos e ocupa a terceira posição no ranking do mercado de Sementes de alto valor agregado. As vendas em 2004 foram de aproximadamente US$ 7,3 bilhões. A empresa emprega cerca de 20 mil pessoas em mais de 90 países. A Syngenta está listada nas Bolsas de Valores da Suíça (SYNN) e de Nova York (SYT). Outras informações estão disponíveis no site http://www.syngenta.com.br/.

Fonte

X-Press Assessoria em Comunicação
José Neto – Jornalista
E-mail: jose.neto@xpressonline.com.br

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Lançamento da revista Xclusive Feed e Food será em fevereiro

18906.jpgPara que as ações do mercado sejam divulgadas de forma segmentada, a Xclusive Mídia lança, na segunda semana de fevereiro, a primeira revista de Nutrição Animal da América Latina: revista Xclusive Feed e amp;Food.

Seu perfil editorial terá entre 35 e 40% do tema voltado para artigos técnicos, sob responsabilidade do CBNA (Colégio Brasileiro de Nutrição Animal), nas demais páginas o leitor poderá conferir produtos e lançamentos da indústria para o mercado. O público alvo são profissionais de nutrição, agrônomos, veterinários e zootecnistas.

A revista Xclusive Feed e amp;Food vai revolucionar o segmento, pois será bilíngüe. Os textos serão em português com resumo em espanhol, pois acreditamos que o Brasil é líder em exportação de carnes de aves e bovinos na América do Sul, Central e do Norte ? que tem em sua maioria paises de língua espanhola.

Xclusive lança um pacote promocional para que no ato da inscrição no II CLANA você ganhe uma assinatura gratuita (seis edições) da revista Xclusive Feed e amp;Food e ainda conta com descontos especiais na rede hoteleira e pacotes de viagens. Acesse o site: http://www.exponutri.com.br/serv_pacote.php, confira essa promoção e inscreva-se já.

CLANA e EXPONUTRI

Entre os dias 10 e 13 de abril de 2006, no Pavilhão Branco do Expo Center Norte (São Paulo/SP), acontece a I EXPONUTRI e o II CLANA – Congresso Latino Americano de Nutrição Animal. Os eventos são voltados para profissionais da área de nutrição animal e têm como objetivo agregar todo o segmento para realizar negócios, apresentar novidades em estudos científicos e promover mesas de debates sobre temas de interesse do mercado.

O II CLANA vai abordar os mais diversos temas ligados a aves, pets, ruminantes, peixes, suínos, tecnologia e ingredientes, em estudos apresentados por professores das mais conceituadas universidades brasileiras, como USP, UNESP, UFMG, UNICAMP etc.

Antibióticos

Um dos destaques do evento é a palestra que acontece no dia 13 de abril, coordenada pelo Dr. Otto Mack Junqueira, o tema abordado será: ?Ingredientes Destinados à Nutrição Animal?. Dr. Otto garante que trará novidades sobre o uso de aditivos alternativos, os antibióticos, utilizados como promotores de crescimento, que já foram abolidos na Europa e deverão em breve, ser proibidos no Brasil.

?É importante salientar que os antibióticos são administrados em dosagens ínfimas e não são absorvidos no trato digestório dos animais, ou seja, não se adentram à corrente circulatória. Com a proibição desses antibióticos, os nutricionistas deverão utilizar outros produtos considerados promotores de crescimento, tais como as enzimas, prebióticos, probióticos, ácidos orgânicos, extratos vegetais (fitoterápicos e nutracêuticos), flavorizantes, palatabilizantes, etc. Dentre as enzimas podemos destacar a fitase que age melhorando a utilização do fósforo contido nos alimentos de origem vegetal?.

Dr. Otto afirma que: ?os ácidos orgânicos são utilizados, como rotina, na nutrição de leitões e os aditivos alternativos também são utilizados na nutrição de ruminante (bovinos, caprinos e ovinos) sendo que vários deles são destinados para acelerar ou alterar a formação de ácidos graxos voláteis (AVG). Outros aditivos são também utilizados para a melhora da qualidade das silagens?.

Fonte

Xclusive Press
Fernanda Mariáh – Jornalista
E-mail: fernanda@xclusive.com.br

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Japão pode ter bolsa de carbono até o meio de 2006

A primeira bolsa Japonesa para a negociação de créditos de carbono deve ser lançada até o meio de 2006, formando um plataforma para o governo e companhias japonesas negociarem os créditos, auxiliando o país a cumprir as suas metas dentro do Protocolo de Kyoto.

O Asia Carbon International B.V., um dos principais players na área de projetos ?verdes?, está planejando montar a bolsa de carbono juntamente com parceiros Japoneses, segundo o diretor administrativo da companhia, Kesava Shotan.

A proposta da bolsa, estabelecida em Tokyo, será a negociação de créditos de carbono dentro do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo do Protocolo de Kyoto, um acordo internacional que tem como objetivo mitigar o aquecimento global.

A meta do Japão dentro do Protocolo é reduzir as suas emissões de gases do efeito estufa em 6% entre 2008 e 2012, com base no nível de 1990.

Mas, atualmente, o Japão está encontrando dificuldades para atingir esta meta. Em 2004, o país aumentou as suas emissões em mais de 7%, comparando com o nível de 1990. Com este aumento, o país passa a ter que reduzir as suas emissões em 13%, com base no nível de 1990. Segundo a opinião de analistas, o Japão deve se focar no mercado de carbono para atingir as suas metas.

Após a entrada em vigor do Protocolo de Kyoto (fevereiro de 2005), a competição entre os países desenvolvidos pelas ?permissões? se intensificou, resultando em um crescimento dos mercados de créditos de carbono. Este fato pode ser comprovado pela grande quantidade de mercados de carbono na Europa. Estas bolsas também surgiram nos Estados Unidos, onde alguns estados assumiram metas próprias, apesar da negação do Governo Federal em assinar o Protocolo.

As companhias Japonesas, as quais já empregam as tecnologias ?verdes? na sua produção, estão no seu limite para tentar reduzir as emissões de gases do efeito estufa, sendo necessário buscar ?permissões? fora do seu território.

Um representante da gigante eletrônica Japonesa Hitachi Ltda., disse recentemente que após dois choques do petróleo, o Japão não tem mais como melhorar os seus processos de conservação de energia, sobrando pouco a ser feito em termos de política doméstica.

A bolsa de carbono do Japão tem como objetivo reunir potenciais compradores com potenciais vendedores de créditos de carbono, os quais se localizam principalmente nos países em desenvolvimento.

Fonte

CarbonoBrasil
Fernanda B. Muller
E-mail: carbonobrasil@carbonobrasil.com

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Embrapa debate deficiência de fósforo nos solos de Cerrado

Elemento é determinante para aumentar a fertilidade dos solos e diminuir os custos de produção

Um dos principais fatores que limitam a produção agropecuária em solos de Cerrado é a deficiência de fósforo, elemento absorvido pelas raízes das plantas e determinante para o aumento da eficiência produtiva das culturas. Gerar novas tecnologias que possam transformar solos pobres em terras produtivas, aumentando a oferta de alimentos em áreas de Cerrado, é o objetivo do 3º Simpósio Internacional sobre a Dinâmica do Fósforo em Solos e Plantas (3rd International Symposium Phosphorus Dynamics in Soil-Plant Continuum).

O evento, organizado pela Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG), acontece em Uberlândia-MG entre os dias 14 e 19 de maio. Segundo o pesquisador e presidente do comitê organizador do simpósio, Robert Eugene Schaffert, somente 20% do fósforo quando disponibilizado é absorvido pelas plantas. ?A deficiência do elemento é um problema de difícil solução e que atinge mais de 99% dos solos de Cerrado em todo o mundo?, explica. ?Queremos melhorar a eficiência da planta no processo de absorção do fósforo, reunindo tecnologias capazes de reduzir os custos da produção agropecuária?, complementa.

O tema foi abordado pela primeira vez em 2000 na China e em 2003 o segundo simpósio foi realizado na Austrália. Em sua terceira edição, pesquisadores pretendem reunir subsídios para adequar a produção de alimentos às necessidades de seus povos em regiões de solos pobres, ácidos, diz Schaffert. Segundo pesquisadores, os solos de Cerrado ? que abrangem uma área de aproximadamente 850 milhões de hectares ? possuem também uma das idades mais avançadas, característica responsável pelo atual estágio de degradação e algumas semelhanças.

Entre elas, segundo Schaffert, fertilidade baixa, pH e oferta de fósforo baixos e altas concentrações de alumínio tóxico. ?Estas características têm sido um dos principais fatores que limitam o desenvolvimento e a produção de alimentos em muitos países pertencentes ao ecossistema?, explica. Os solos com deficiência de fósforo ocupam 58% da área apropriada para a agricultura no mundo. Lá vivem 73% de toda a população mundial. Além da baixa fertilidade provocada pela idade avançada, os solos de Cerrado sofrem com a degradação provocada pelo homem. ?Reunir pesquisadores de diversas áreas e compartilhar resultados de pesquisa é uma das principais estratégias para tentarmos reverter esse quadro?, analisa Robert.

Formato

O simpósio será realizado em quatro dias, com apresentações, discussões e excursões técnicas. O evento reunirá pesquisadores brasileiros e de diversos países do mundo, entre americanos, suíços, australianos, franceses, alemães, japoneses, suecos e chineses. Genética, biologia molecular, nutrição de solos, impactos ambientais, ecossistemas nativos e tendências do agronegócio são alguns dos tópicos que serão abordados. O evento tem como colaboradores o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), a Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (SBCS), universidades e diversas unidades da Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Acesse a página do simpósio: http://www.cnpms.embrapa.br/simposio/

Serviço

3º Simpósio Internacional sobre a Dinâmica do Fósforo em Solos e Plantas
3rd International Symposium Phosphorus Dynamics in Soil-Plant Continuum

Inscrições: http://www.cnpms.embrapa.br/simposio/registration.php
Organização: Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG)
Local e data: Uberlândia, Minas Gerais, Brasil, de 14 a 19 de maio de 2006
Contatos: Robert Eugene Shaffert (Embrapa Milho e Sorgo)
Presidente do Comitê Organizador
E-mail: isphos3@cnpms.embrapa.br

Instituições Colaboradoras

Instituto Agronômico de Campinas (IAC)
Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (SBCS)
Embrapa Cerrados (Planaltina-DF)
Embrapa Solos (Rio de Janeiro-RJ)
Universidade Federal de Lavras (Ufla)
Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Comitê Steering Internacional
Universidade do Estado de São Paulo (USP)
Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq)

Fonte

Embrapa Milho e Sorgo
Guilherme Ferreira Viana – Jornalista
E-mail: gfviana@cnpms.embrapa.br

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Embrapa participa de mesa-redonda sobre benefícios e incertezas da introdução de insetos para controle biológico na USP

O tema inimigos naturais exóticos potenciais para o controle biológico de pragas com risco de entrada no país será apresentado a 40 alunos selecionados pela USP, pelo pesquisador Luiz Alexandre Nogueira de Sá, da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, na mesa-redonda e quot;Benefícios e incertezas da introdução de insetos para controle biológico e quot;, durante o encerramento do IV Curso de Verão em Entomologia do Programa de Pós-Graduação, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCLRP-USP), em Ribeirão Preto, SP, em 28 de janeiro de 2006.

Nogueira de Sá é o pesquisador responsável pelo Laboratório de Quarentena ?Costa Lima?, da Embrapa, credenciado desde 1991 pela Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Atividades do Laboratório ?Costa Lima?

O uso de inimigos naturais para o controle biológico de diversas pragas da agricultura é uma alternativa bastante eficiente e segura, considerando-se que o controle químico das pragas freqüentemente é oneroso, mais poluidor ao ambiente e de difícil acesso aos pequenos agricultores, explica Nogueira de Sá. Além disso, o controle biológico possui ação duradoura, é econômico e não polui o homem e o meio ambiente.

O número de introduções aumentou consideravelmente no período de 1991 a 2005, num total de 240 introduções de organismos benéficos, incluindo artrópodes (parasitóides e predadores), ácaros predadores, nematóides entomopatogênicos, microrganismos (bactérias, fungos e virus), e inseto estéril para fins de testes em laboratório (formiga).

O Laboratório também colaborou na exportação para instituições de pesquisa internacionais, através de projetos cooperativos bilaterais de controle biológico de pragas, com cerca de 30 espécies diferentes de agentes de biocontrole, incluindo artrópodes (parasitóides), ácaros predadores e microrganismos (fungos).

Benefícios obtidos

Um dos benefícios mais importantes é que a instalação do quarentenário aumentou o nível de segurança das introduções, pois impede a entrada no país de organismos indesejáveis que possam estar acompanhando os organismos úteis a serem introduzidos. Dentre eles estão diversos hiperparasitóides, ácaros, patógenos e outros insetos, que podem vir a se tornar pragas e destruir algumas culturas brasileiras, explica o pesquisador, uma vez não possuem ainda um inimigo natural nativo, pois são organismos exóticos (estrangeiros). ?Devido ao rigor com que são conduzidos os procedimentos de introdução, fica praticamente muito reduzido o risco da liberação no meio ambiente de um agente que possa causar danos à agricultura brasileira?, esclarece Nogueira de Sá.

Cerca de 150 pragas já foram controladas com inimigos naturais em todo o mundo. No Brasil esses processos de introdução e exportação de organismos benéficos estão aumentando, vindo atender a uma demanda nacional e internacional cada vez maior.

Fonte

Embrapa Meio Ambiente
Cristina Tordin – Jornalista
E-mail: cris@cnpma.embrapa.br

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