Doutorado em Agronomia da Unioeste é reconhecido pelo MEC

O programa de Doutorado em Agronomia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), no Campus de Marechal Candido Rondon, foi reconhecido neste mês pelo Ministério da Educação (MEC). “A criação e o reconhecimento do curso de Doutorado em Agronomia coloca o Centro de Ciências Agrárias, bem como a Unioeste como um todo, em um novo patamar em relação a instituições de ensino do País, consolidando o compromisso dos docentes e dirigentes da instituição com a verticalização dos seus cursos e o desenvolvimento regional”, diz o coordenador do curso, professor Vandeir Francisco Guimarães.

Valdeir comenta que o curso de Mestrado em Agronomia da Unioeste obteve na última avaliação da Capes o conceito 4, o que viabilizou a criação e aprovação do curso de Doutorado em Agronomia, que iniciou no Centro de Ciências Agrárias em 2009 com 11 doutorandos.

“Desta forma é muito importante que a coordenação do Programa de Pós-Graduação esteja compromissada em dar continuidade ao processo de consolidação do Mestrado e implementação do Doutorado, tendo como principal meta promover ações que resultem na melhoria da avaliação para o próximo triênio com obtenção do conceito 5, o que colocaria o programa num patamar de destaque no cenário estadual e nacional”, afirma.

O Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Agronomia, nível Mestrado e Doutorado (Área de Concentração Produção Vegetal) da Unioeste existe desde 2001, com o curso de Mestrado e, a partir de 2009, de Doutorado para profissionais graduados e mestres das áreas de Ciências Agrárias, Biológicas e afins.

O programa tem como objetivos formar profissionais qualificados, gerar, transmitir e disseminar conhecimentos na área de Produção Vegetal, mediante o ensino de alto nível e a pesquisa científica avançada, formando profissionais Mestres e Doutores em Agronomia altamente capacitados, com base em princípios éticos, humanistas e ambientais, contribuindo para o aumento de renda dos agricultores familiares, a diversificação de cultivos, desenvolvimento de alternativas para os gargalos tecnológicos e o desenvolvimento regional sustentável ambientalmente.

O programa tem três linhas de pesquisa: Manejo de Culturas, Sistemas de Produção Sustentáveis e Fitossanidade e Controle Alternativo. Nestas linhas de pesquisa atuam 14 professores permanentes, que são orientadores do programa e seis professores colaboradores. Atualmente o PPGA tem 68 alunos matriculados – em 2009 ingressaram 25 mestrandos e 11 doutorandos.

MAIS INFORMAÇÕES

Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Agronomia
Rua Pernambuco, 1777
Marechal Cândido Rondon – PR
CEP 85960-000
Telefone: (45) 3284-7911
Fax: (45) 3284-7879

FONTE

Agência de Notícias do Paraná

Hits: 0

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Rússia proíbe importação de carne suína de empresa brasileira

O Serviço de Controle Fitossanitário da Rússia anunciou ontem (29/6) que a partir de 8 de julho está proibida a importação de carne da planta de suínos da Doux Frangosul de Caxias do Sul (RS). Também foram barradas várias companhias dos Estados Unidos, Alemanha e Espanha.

Conforme a agência russa Interfax, foram detectados produtos infectados com a bactéria listéria entre os itens exportados pela Doux Frangosul. O microorganismo pode provocar intoxicação alimentar e é resistente ao congelamento e outras condições adversas. A bactéria pode sobreviver por longos períodos em indústrias processadoras de alimentos.

Uma medida similar, e pelo mesmo motivo, será aplicada a três empresas espanholas. Também não poderão exportar à Rússia a partir de 8 de julho três empresas americanas ? uma criação avícola e duas suínas ? em cujos produtos foram encontrados antibióticos do grupo da tetraciclina.

A proibição afeta também uma empresa suína alemã, em cuja produção foi detectada salmonela.

O serviço de controle afirmou que as provisões das empresas atingidas pela proibição que chegarem antes de 8 de julho poderão entrar no país “segundo o regime de controle habitual”.

FONTE

Canal Rural

Hits: 0

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Criação de duas ZPEs no Rio Grande do Sul pode ser votada dia 1º

Duas propostas de criação de Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) poderão ser votadas dia 1º de julho pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) do Senado Federal. A primeira prevê a criação de uma ZPE no município de São Borja e a segunda, no município de Itaqui, ambos no Rio Grande do Sul.

ZPEs são distritos industriais nos quais é concedida a suspensão de impostos para empresas que exportem pelo menos 80% de sua produção.

Para o autor das propostas (PLS 130/09 e 155/09), senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS), a localização dos municípios de São Borja e Itaqui, na fronteira com a Argentina, favorece a exportação de produtos, atendendo a requisito previsto em lei que regulamenta as ZPEs (Lei 11.508/2007). Ele considera que os incentivos previstos contribuirão para dinamizar a economia da região e lembra as condições favoráveis dos municípios para o escoamento de bens para países do Mercosul.

No que diz respeito a São Borja, Zambiasi destaca a existência do Centro Unificado de Fronteira, junto à Ponte da Integração, o que contribui “para reduzir o tempo para despacho aduaneiro, facilitando a colocação de produtos no mercado internacional”. No mesmo sentido, ele lembra que há em Itaqui um porto “com movimentação significativa de cargas para exportação e importação”.

As propostas receberam voto favorável dos relatores, senadores Roberto Cavalcanti (PRB/PB) e Pedro Simon (PMDB-RS). Após a votação na CDR, os projetos seguem para exame na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde terão decisão terminativa.

FONTE

Agência Senado

Hits: 0

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

IPI quase zero para todo o segmento de bens de capital

O secretário de Política Econômica, Nelson Barbosa, disse ontem (29/6) que as medidas do governo, que desoneraram o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente sobre bens de capital, praticamente zeram o tributo de todos os itens desse segmento.

“Na prática, zerou todos os bens de capital, só ficou o que é discutido se é ou não bem de capital.” Um exemplo dado pelo secretário em relação à polêmica foram os freezers verticais, que podem ser considerados bens de consumo para um consumidor doméstico e bem de capital para o dono de um bar.

Com relação à redução do IPI incidente sobre automóveis, Nelson Barbosa esclareceu que, depois de setembro, o imposto voltará a aumentar gradualmente, sendo 1,5%, em outrubro; 3%, em novembro; 5%, em dezembro e, em janeiro, volta ao patamar de 7%, o mesmo cobrado antes das medidas do governo, adotadas para estimular o consumo por conta da crise financeira internacional.

Essas alíquotas equivalem ao imposto incidente sobre o carro popular. O secretário não explicou como se dará a cobrança do IPI para os carros acima de 1.000 cilindradas, com o fim da desoneração em setembro.

FONTE

Agência Brasil
Daniel Lima – Repórter
Lana Cristina – Edição

Hits: 0

Compartilhe esta postagem nas redes sociais