Aves hoje comem menos da metade da ração de há 30 anos e não se esforçam nem para beber água. A avicultura brasileira alcançou tal nível de excelência que hoje a ciência pesquisa não só a genética, mas também a resposta produtiva dos frangos e formas cada vez mais sofisticadas de fazer com que ganhem peso o mais rápido possível.
Há 30 anos, a ave tinha que comer 4 kg de grãos para atingir o peso de 1 kg. “Hoje, para alcançar o mesmo peso, o frango come 1,8 kg e, daqui a 30 anos, consumirá apenas 1,4 kg de grãos”, prevê o consultor Osler Desouzart, que já ocupou cargos de direção em empresas como Sadia, Perdigão e Frangosul.
Com o extraordinário ganho de produtividade, os frangos são abatidos cada vez mais cedo. Em 1965, eles eram abatidos com 60 dias. Hoje eles vão para a mesa do consumidor com menos de 42 dias de idade. “Nos próximos 20 ou 30 anos vamos abater o mesmo frango com 35 dias de idade”, disse. Eles engordam mais rápido porque são alimentados com um tipo de ração “turbinada”, misturada com aminoácidos que agilizam a absorção dos nutrientes.
Além disso, eles são confinados em gaiolas cada vez menores, para evitar que se movimentem e percam peso. As granjas mais modernas foram desenhadas de maneira que o frango não precise se esforçar nem mesmo para beber água: ela sai de um dosador acima da cabeça dele.
Juliana Wilke

Fonte: Gazeta Mercantil

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Suas principais funções, são:
Contabilidade em segundo plano que pode dar informações sobre o negócio que nenhum outro sistema de gestão para agronegócios pode dar:
• DREs;
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• Balanço;
• Remuneração;
• Lucro;
• Custos (da Produção, Diretos, Indiretos, Fixos, Variáveis, …);
• Patrimônio; 
• Financeiro;
• Estoque;
• Faturamento;
• Manejo da Pecuária;
• Controle de Culturas;
• Controladoria;
• Pedidos (Venda e Compra);
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• Auditoria e controle de todas as operações internas dos usuários;
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Foi prorrogado até 18 de novembro de 2005 o período das inscrições para a seleção do Curso de Mestrado em Ciência e Tecnologia Agroindustrial, da Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel (Faem) da UFPel. Anteriormente, o encerramento estava previsto para esta segunda-feira (31/10/05).
Este programa de mestrado foi criado em 1985, sendo sua base física o Departamento de Ciência e Tecnologia Agroindustrial (DCTA), da Faem. Tem por objetivo atender à demanda de capacitação de profissionais de nível superior que atuam nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e prestação de serviços referentes às atividades do complexo produtivo agropecuário e agroindustrial.
O curso tem as seguintes linhas de pesquisa: Ciência e Tecnologia de Frutas e Hortaliças; Ciência e Tecnologia de Grãos; Microbiologia Industrial e Qualidade de Alimentos.
Mais informações no site www.ufpel.edu.br/faem/dcta/ppgcta
Coordenadoria de Comunicação Social
Universidade Federal de Pelotas
E-mail: ccs@ufpel.edu.br

Fonte: Universidade Federal de Pelotas

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A possibilidade do Brasil exportar material genético bovino para a Nicarágua pode estar ainda mais próxima de ser concretizada. Em visita realizada na manhã de hoje (28/10/05) à sede da ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu), criadores de cidades da região norte do país, conheceram de perto a estrutura e o trabalho de incentivo ao melhoramento das raças zebuínas realizado pela maior organização pecuária do mundo.
Na oportunidade, os produtores assistiram a uma palestra sobre as realizações do consórcio de exportação Brazilian Cattle Genetics e puderam se informar sobre os trâmites para conseguirem permissão para importar a genética do rebanho brasileiro. O funcionamento da cadeia produtiva da carne e do leite no Brasil e os recentes focos de febre aftosa no estado do Mato Grosso do Sul também estiveram entre os assuntos abordados durante a palestra. “Somente com um trabalho conjunto entre os países da América do Sul e Central é que poderemos evitar problemas sanitários, como a febre aftosa, e assim desenvolver ainda mais o comércio de animais vivos e material genético para os demais países”, salientou Guilherme Rocha, assessor de Relações Internacionais da ABCZ.
De acordo com Sucre Zalan, gerente executivo de empresa agrotécnica da Nicarágua, o rebanho bovino da Nicarágua conta com cinco milhões de cabeças, sendo 90% formado por animais azebuados. O brahman é a raça zebuína com maior expressividade no rebanho. “A Nicarágua necessita do zebu para aumentar a quantidade e a qualidade dos produtos produzidos pelo rebanho nacional. O zebu é indispensável para nosso rebanho já que se trata de uma espécie rústica e bastante adaptável”, revelou Zalan.
O interesse dos produtos nicaragüenses está voltado, sobretudo, para as raças de corte brahman e nelore e para o girolando, como opção leiteira.
Em visita à cidade de Uberaba, os pecuaristas nicaragüenses também irão conhecer centrais de inseminação e fazendas modelo de seleção de brahman e nelore.
Venezuela
A Venezuela também está interessada no alto potencial genético do rebanho zebuíno brasileiro. Na manhã de ontem (27/10/05) foi a vez do ex-ministro do Meio Ambiente daquele país, Enrique Colmenares Fenol visitar as instalações da ABCZ. Para complementar a viagem, Fenol visitou a central de inseminação Nova Índia.
Laura Pimenta
Assessoria de Imprensa da ABCZ
Email: revista.abcz@abcz.org.br

Fonte: ABCZ

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