Frango: setor pede regionalização de controle sanitário

Avicultores e exportadores de carne de frango pediram ao governo a criação de circuitos aviários no País, a exemplo do que existe com a pecuária de corte. Com a regionalização, seria mais fácil controlar possíveis doenças no plantel avícola, como a gripe do frango, argumentou a iniciativa privada em reunião, ontem (9/12), da Câmara Setorial de Milho e Sorgo, Aves e Suínos, no Ministério da Agricultura. O rebanho pecuário brasileiro está dividido em circuitos, como forma de controle de problemas sanitários.
De acordo com o gerente nacional do Programa de Sanidade Avícola do ministério, Egon Vieira da Silva, a proposta é que Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Bahia sejam “circuitos isolados”, ou seja, cada estado terá uma classificação sanitária. “Assim, um foco de uma doença no Rio Grande do Sul, por exemplo, não atrapalha o comércio de Santa Catarina”, explicou. Esses estados são os principais produtores e exportadores de frango do País.
Para dar início ao processo de regionalização, em 2005, o governo deve restringir o comércio de matrizes, aves que serão abatidas no curto prazo. A idéia é evitar o trânsito dessas aves pelo País, elevando o risco sanitário. Também haverá restrições ao trânsito de aves de reprodução (pintinhos de um dia), mais suscetíveis a doenças. Na reunião da câmara, ficou acertado um novo encontro, em março de 2005, para discutir problemas na comercialização de milho.
Com informações do jornal Folha de São Paulo.

Fonte: Visão Rural

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Paraguai faz convênio com Canadá para implantar programa de qualidade

Com o objetivo de preparar a carne paraguaia para os mercados do primeiro mundo, cumprindo com as exigências e requisitos técnicos mais elevados, a Câmara Paraguaia de Carne, a Associação Rural do Paraguai (ARP), o vice-ministro de Pecuária e o Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa) firmaram um acordo com a Beef Improvement Ontario (BIO), Canadá, sobre a execução de um projeto de qualidade.
Trata-se de um projeto de execução de segurança alimentar e garantia de qualidade em sistemas de produção de carne bovina no Uruguai e no Paraguai. O acordo se refere ao cumprimento de requisitos como rastreabilidade, APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle, da sigla em inglês, HACCP) e classificação de bovinos.
Para o projeto, o Paraguai conta com o apoio da Agência Canadense de Desenvolvimento Internacional (ACDI), instituição que financiará o projeto. Além disso, o país contará com os serviços do BIO e da Universidade de Guelph, que enviará sua equipe de especialistas.
O projeto determina um fundo de Cdn$ 713,94 mil (US$ 594,75 mil) ao Paraguai, que serão usados em assistência técnica para transferir tecnologia adaptada às necessidades do país.
Fonte: Diario ABC Color e Ultima Hora, adaptado por Equipe BeefPoint

Fonte: BeefPoint

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Instituto Cepa/SC lança Síntese Anual da Agricultura e oito pesquisas socioeconômicas

O Instituto Cepa/SC lança nesta segunda-feira (13/12), às 15 horas, a edição 2004 da “Síntese Anual da Agricultura de Santa Catarina”, publicação que traz um balanço da safra 2003/2004 e aponta as perspectivas para a safra 2004/2005. A cerimônia será realizada no Centro Administrativo, com a presença do governador Luiz Henrique da Silveira, do secretário de Agricultura Moacir Sopelsa, do secretário adjunto, Renato Broetto, do secretário executivo do Instituto Cepa, Ademar Paulo Simon, e outras autoridades do setor agrícola.
O anuário traz o desempenho do agronegócio catarinense e seus principais setores: produção vegetal (com os 17 principais produtos agrícolas cultivados no estado), produção animal, florestal, pesca e aqüicultura. Esta edição aponta os bons resultados do setor agropecuário catarinense no ano de 2003. Naquele ano, o PIB agropecuário estadual aumentou 6,3%, alcançando R$ 7,6 bilhões e a produção de grãos aumentou 31%, chegando a 6,4 milhões de toneladas, recuperando-se de forte queda em 2002. A produção pecuária teve queda de 4%, mas em compensação os preços foram majorados em 26%. O agronegócio catarinense também cresceu. Exportou US$ 2,1 bilhões, 14% a mais que no ano anterior. A
s perspectivas para o desempenho da safra 2003/2004, ainda não consolidada, indicam uma pequena queda da produção com base nos 17 principais produtos, devido à possibilidade de redução na produção pecuária e de problemas climáticos que afetaram a safra.
Esta 25ª edição da síntese estará disponível na íntegra no site www.icepa.com.br e também em CD-ROM. O governo do Estado de Santa Catarina, através da Secretaria da Agricultura e Política Rural e o BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul) foram os principais apoiadores da síntese.
Pesquisas
Sete dos estudos a serem lançados no evento foram financiados pela Secretaria de Agricultura e Política Rural, por meio do Fundo Rotativo de Estímulo à Pesquisa Agropecuária (FEPA). Dois são sobre produção orgânica: “Agricultura Orgânica na Região da Grande Florianópolis – Indicadores de sustentabilidade”, que comparou produção orgânica e cultivo convencional e “Dinâmica de Comercialização de Produtos Orgânicos em Santa Catarina”, sobre os principais canais de venda.
Dois outros têm relação com o agroturismo: o “Estudo dos Entraves nas Legislações que Afetam o Agroturismo” aponta as dificuldades que o pequeno produtor têm ao trabalhar na atividade e “Museu do Agricultor de Santa Catarina – Estudo de viabilidade”, uma proposta de criação de um museu no estado.
Os demais lançamentos são “Estudo da competitividade da Piscicultura do Oeste Catarinense”, que aponta mais uma oportunidade de cultivo para o agricultor; “Impacto da Tecnologia de Informação (TI) sobre o processo decisório do agricultor familiar”, ampla pesquisa sobre uso de rádio, TV e computador como fonte de informação para a agricultura e “Desenvolvimento de Metodologia para Elaboração de Custos de Produção das Principais Culturas Exploradas em Santa Catarina”, com os custos referenciais de produção de 12 cultivos no estado.
Outro estudo a ser lançado é “Causas da imigração rural-urbana na região da Grande Florianópolis”, pesquisa feita em parceria com a Secretaria de Agricultura e as secretarias municipais de Saúde nas periferias dos municípios de Palhoça, São José e Biguaçu, e que traça o perfil socioeconômico dos ex-agricultores que migraram para o litoral e as causas da imigração.
Barbara Pettres

Fonte: Instituto CEPA/SC

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Nova edição do Agrianual analisa conjuntura e perspectivas do agronegócio brasileiro

Após período de grande euforia, o agronegócio brasileiro vive um momento de pausa em sua tendência de crescimento dos lucros e expansão das atividades. “Essa fase exige especial atenção dos produtores e realismo na dose certa, uma vez que há um declínio temporário de preços dos grãos e uma forte escalada dos preços dos principais fatores de produção nesta temporada”. Assim descreve a conjuntura atual do setor o engenheiro agrônomo Victor Abou Nehmi Filho, diretor do Instituto FNP, ao apresentar o Agrianual 2005 – Anuário da Agricultura Brasileira, que chega à sua 10ª. edição.
Nehmi observa ainda que, se o momento não é de euforia, também não há lugar para a perda de ânimo. A seu ver, as perspectivas do agronegócio no Brasil, em prazo mais longo, continuam a ser promissoras e são naturais os ajustes do mercado, não havendo razões para abortar projetos ou descontinuar investimentos no setor.
A nova edição do Agrianual aprofunda as análises sobre o comportamento e as perspectivas de mercado dos principais produtos e fatores de produção da agricultura brasileira, entre os quais a soja, o milho, algodão, cana-de-açúcar, café, citros, hortifrútis, terras e máquinas. Destaca-se especialmente a análise da evolução dos preços das terras em escala nacional, resultante da pesquisa sistemática realizada pela FNP Consultoria e AgroInformativos e o Instituto FNP, em 133 regiões produtoras.
Esta 10ª. edição do Agrianual tem 521 páginas, fiel ao lema de que “boas informações produzem bons negócios”, foca os diferentes aspectos da gestão dos negócios agrícolas e rurais, tais como o planejamento, a estratégia, a eficiência e a rentabilidade.
Continuamente aperfeiçoado ao longo destes dez anos, tanto em termos metodológicos e de qualidade da informação, como de apresentação editorial, o Agrianual 2005 aprimorou os custos de produção das diversas lavouras brasileiras, as diferentes séries estatísticas, bem como as análises de rentabilidade das culturas. A edição contém mais de 800 tabelas e cerca de 100 gráficos explicativos.
De consulta obrigatória pelos agentes de todos os segmentos do agronegócio brasileiro, o Agrianual é reconhecido por sua contribuição como ativo participante das importantes transformações que vêm distinguindo o setor, comenta Nehmi.
Ficha Técnica
Publicação: Agrianual 2005 – Anuário da Agricultura Brasileira
Edição: 10ª
Número Páginas: 521
Ilustrações: 800 tabelas, 100 gráficos, 60 mapas, além de fotos coloridas e desenhos esquemáticos
Preço: R$ 287,00 (válido até 30/03/2005)
Como comprar: loja virtual através do site: www.fnp.com.br ou pelo fone (11) 4504-1414

FNP
O Instituto FNP é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), que visa a contribuir para o fomento do agronegócio, por meio do fornecimento de dados, pesquisas e levantamentos, estatísticas e tendências de mercado. A instituição foi constituída por iniciativa da FNP Consultoria e AgroInformativos, uma empresa de consultoria que há 15 anos atende ao agronegócio brasileiro, gestora do maior banco de dados do setor.
Sílvia Alves

Fonte
http://www.contatocom.com.br

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