Autoria:

João Eduardo Pasquini
Presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Mandioca e Derivados

Contato:

Silvana Porto

EMail:

imprensa@abam.com.br

DDD e Telefone(s):

(44) 3422-6490

Palavras-Chave:

ABAM, trigo, fécula, amido, mandioca, pão francês

Resumo:

Informações divulgadas pelo USDA (órgão equivalente ao Ministério da Agricultura dos Estados Unidos), no início de junho de 2006, revelam que os estoques mundiais de trigo atingiram os menores níveis que se tem registro. Na Argentina, que é o maior fornecedor de trigo para o Brasil, foi colhida no ano passado a menor safra dos últimos anos: 12,5 milhões de toneladas. O clima seco vem gerando significativa queda na produção das lavouras norte-americanas, o que tem causado aumento nas cotações internacionais do trigo.

O Paraná, maior produtor nacional de trigo, deverá colher este ano 36% a menos, ou seja 1,7 milhões de toneladas. Com isso, o Brasil terá de buscar no estrangeiro, aproximadamente, 80% do trigo que irá consumir, depositando no caixa dos triticultores estrangeiros mais de R$ 1,5 bilhões, dinheiro que deixará de circular na economia brasileira.

Este quadro revela que poderemos ter, em um futuro próximo, uma crise de falta de trigo. E quem pagará a conta pela baixa produção brasileira de trigo serão os consumidores, que pagarão em torno de 40% a mais por produtos derivados do trigo como pão, maçarrão e biscoitos.

Corpo:

Segundo informações divulgadas pelo USDA (órgão equivalente ao Ministério da Agricultura dos Estados Unidos), no início do mês passado, os estoques mundiais de trigo atingiram os menores níveis que se tem registro. O clima seco vem gerando significativa queda na produção das lavouras norte-americanas, o que tem causado aumento nas cotações internacionais do trigo.

Na Argentina, que é o maior fornecedor de trigo para o Brasil, foi colhida no ano passado a menor safra dos últimos anos: 12,5 milhões de toneladas. Para este ano, este País vem enfrentando dificuldades em semear o trigo, devido à falta de chuva. Somados os problemas oriundos da seca, à limitação da exportação de trigo em grão, decretada pelo Governo Kirchiner, a cotação do trigo argentino deu um grande salto, estando cotado em US$ 165 Fob-Argentina, e chegando ao Brasil no valor de, aproximadamente, US$ 195,00. Devido aos problemas da Argentina, o Brasil terá de comprar trigo em outros países como Estados Unidos e Canadá, pagando caro pela ineficiência de produção do Brasil: em torno de US$ 250,00 a US$ 290,00 a tonelada.

Este quadro revela que poderemos ter, em um futuro próximo, uma crise de falta de trigo. E quem pagará a conta pela baixa produção brasileira de trigo serão os consumidores, que pagarão em torno de 40% a mais por produtos derivados do trigo como pão, maçarrão e biscoitos.

Falando em produção brasileira, há que se salientar as estimativas da Secretaria de Agricultura do Estado do Paraná, que é o maior produtor de trigo do Brasil. Os dados não são nada alentadores. O Paraná produziu no ano passado 2,8 milhões de toneladas de trigo. Os preços baixos, causados pelo pouco interesse dos moinhos brasileiros em comprar o produto nacional, somados ao alto risco da cultura, cujos produtores estão descapitalizados, e perdendo interesse pela cultura, gerou redução de investimentos no cultivo de trigo.

Assim, o Paraná deverá colher este ano 36% a menos, ou seja 1,7 milhões de toneladas. Com isso, o Brasil terá de buscar no estrangeiro, aproximadamente, 80% do trigo que irá consumir, depositando no caixa dos triticultores estrangeiros mais de R$ 1,5 bilhões, dinheiro que deixará de circular na economia brasileira. Se empregado aqui, estaria contribuindo para a geração de emprego e renda para pequenos produtores brasileiros.

Nos últimos dias a imprensa nacional tem veiculado matérias referentes ao projeto de lei, do deputado federal Aldo Rebelo, que prevê a obrigatoriedade de adição de fécula/amido de mandioca na farinha destinada ao pão francês. Alguns entrevistados têm tentado denegrir a imagem dos deputados que integram a Comissão Especial destinada a proferir parecer sobre o projeto de lei, alegando que 80% deles têm ligação com o setor da mandioca. Afirmamos, com segurança, que se está tentando confundir e manipular a opinião do consumidor.

Devemos esclarecer que não temos conhecimento de nenhum deputado que tenha, ou teve, qualquer ligação com o setor. Muito pelo contrário, o Presidente da Comissão Especial, deputado federal Moacir micheletto, que tem sua base no Município de Assis Chateaubriand, se orgulha de dizer que seu Município é o maior produtor de trigo do Brasil.

Assis Chateaubriand lidera a produção nacional de trigo, e, segundo dados do IBGE, aumentou sua área cultivada em 10.000 ha, o que levou a um acréscimo de 28% na produção, fazendo com que ultrapassasse Tibagi (PR) e Palmeira das Missões (RS), os dois maiores produtores de trigo de 2004. As 96.000 toneladas produzidas em Assis Chateaubriand representam 2,06% da produção nacional e 3,47% da paranaense.

O setor de mandioca, no qual 75% de seus produtores têm áreas com menos de 10 hectares, e gera mais de um milhão de postos de trabalho no Brasil, poderá, com a aprovação deste projeto, contar com mais de 100 mil novos brasileiros envolvidos com a cultura, a partir dos postos de trabalho que propiciará. Isso deve ser dito a pessoas ligadas à indústria do trigo, que alegam que este projeto poderia causar 100 mil desempregos no setor do trigo. Essas são conjecturas que não se comprovam, pois, hoje no Brasil, os moinhos de trigo geram, aproximadamente, 10 mil empregos; e, no campo, por ser a cultura totalmente mecanizada, há poucos agricultores envolvidos com a atividade.

Quando se tenta a imagem dos deputados, assim como a viabilidade de adição do amido/fécula de mandioca à farinha de trigo, o que se percebe é que há desinformação dos interlocutores. No ano de 2002, quando houve falta de trigo no mercado internacional, e os preços aumentaram muito no Brasil, os setores de panificação, macarrão e biscoitos, compraram mais de 250 mil toneladas de fécula/amido de mandioca para adicionar em seus produtos, que, industrializados, foram consumidos em larga escala pelo consumidor brasileiro, e até do estrangeiro, que nunca perceberam qualquer diferença de sabor, e nem tiveram sua saúde prejudicada, como querem alegar os mal informados.

A fécula/amido de mandioca é um produto nobre, de alta qualidade, sem cheiro ou sabor. Ao contrário da farinha de trigo, que contém aditivos químicos, a fécula/amido de mandioca não tem em sua fórmula nenhuma mistura que possa prejudicar a saúde humana, e tem como importante diferencial o fato de ser um produto totalmente natural, que já é utilizado em algumas farinhas de trigo, como a que é destinada às donas-de-casa.

Outro equívoco cometido por alguns entrevistados refere-se à afirmação de que o setor de mandioca pode não ter produto suficiente para atender à mistura. Isso é fantasioso, pois o Brasil deverá colher este ano uma de suas maiores safras de mandioca: em torno de 27 milhões de toneladas de raiz. Além disso, temos um parque industrial com capacidade para produzir mais de 1,4 milhões de toneladas de fécula/amido de mandioca. Hoje nossas indústrias estão trabalhando com 40% de sua capacidade, podendo, em pouco tempo, aumentar sua produção e atender às necessidades da mistura, seja com a gradatividade de 2% a cada ano, até atingir 10% ao final de cinco anos; seja como indicado no relatório da Comissão Especial: adição de 5% no primeiro ano, e 5% no ano seguinte, atingindo os 10% em dois anos.

Em relação ao preço final do pãozinho, este só não ficará mais barato se os moinhos não repassarem aos seus compradores o ganho que terão, pois a farinha de trigo destinada à panificação está cotada hoje em R$ 1,00 o kg, e a fécula /amido de mandioca em R$ 0,60 o kg, sendo, portanto 40% mais barata que a farinha de trigo utilizada para fazer pão, ou se os moinhos alegarem que terão custos de fretes muito altos, com o transporte da fécula até seus moinhos.

Há que se salientar que alguns dos maiores moinhos de trigo do Brasil estão localizados próximos aos portos, onde recebem trigo oriundo de outros países, através de grandes carregamentos de navios, vindos de países como Argentina, Estados Unidos e Canadá, tendo prazos de pagamentos longos, com juros internacionais, benefício este a que poucos brasileiros têm acesso. Imagino que este seja um dos principais motivos para a resistência à aprovação deste projeto.

O projeto de lei busca o benefício da população brasileira como um todo; ao contrário dos moinhos de trigo, que buscam, através da população brasileira, o benefício próprio.

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O governo brasileiro pretende eliminar o uso de brometo de metila até 31 dezembro de 2006. Para atingir a meta, o Ministério do Meio Ambiente vai distribuir gratuitamente, através de comodato, equipamento para substituição do brometo de metila por tecnologia ou substâncias alternativas. O gás é usado na produção de flores, plantas medicinais, cultivo de morango, hortaliças e outros. A ação faz parte do Plano Nacional de Eliminação do Brometo Metila, previsto no Programa Brasileiro de Eliminação da Produção e Consumo das Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio.

O equipamento será doado a associações, cooperativas e pessoas jurídicas representativas de agricultores. Para isso, deve ser comprovada a utilização do brometo de metila na produção de flores, hortaliças, morango e controle de formigas. O gás é usado na desinfestação de solos, de produtos, de embalagens etc. A entidade também terá que indicar um técnico, inscrito no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), que será responsável pela assistência técnica aos associados.

?Ao tomar esta decisão, o Brasil está cumprindo o Protoloco de Montreal, que previa que os países desenvolvidos deveriam eliminar o brometo de metila até 2005 e os em desenvolvimento até 2015?, explica Pierre Vilela, assessor do Departamento Técnico da FAEMG ? Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais. O governo brasileiro determinou um cronograma de eliminação que vai até 31 de dezembro de 2006. No ano que vem o uso do brometo de metila será proibido.

Informações

Secretaria de Qualidade Ambiental
Ministério do Meio Ambiente
Telefones: (61) 4009-1204 ou 4009-1230

Fonte

FAEMG
Assessoria de Comunicação
E-mail: imprensa@faemg.org.br
Internet: www.faemg.org.br

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Pelo 10º ano consecutivo o Laboratório de Solos da Embrapa Rondônia, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, recebeu o Selo de Qualidade do Programa de Análise de Qualidade de Laboratórios de Fertilidade ? PAQLF 2006, com validade até março de 2007.

Este certificado é concedido anualmente pela Embrapa Solos, com sede no Rio de Janeiro/RJ, aos Laboratórios que alcançaram padrão de excelência por terem realizado com confiabilidade as determinações constantes do Manual de Métodos de Análise de Solos da Embrapa.

No laboratório são analisados: o PH, o fósforo, potássio, cálcio, magnésio, alumínio, hidrogênio mais alumínio e matéria orgânica, ao custo para o cliente variando de R$ 15,00 a R$ 25,00. A equipe do laboratório, formada pelos técnicos Luiz Lena, Ademilde Damascena e Patrícia Brunhari, supervisionados pelo pesquisador Francisco das Chagas Leônidas, salienta que a amostra coletada deverá ser encaminhada ao laboratório acompanhada de um histórico da área para evitar dificuldades nas interpretações dos valores encontrados na análise. Esta será entregue ao cliente na média de 15 dias.

Com o resultado em mãos, a assistência técnica fará as recomendações de correção de calagem e adubação das culturas a serem implantadas ou já instaladas. A amostra de solos é um dos passos mais importantes dentro de um programa de adubação. Erros no seu procedimento podem levar o agricultor ao prejuízo.

A coleta dos solos poderá ser feita em qualquer época do ano, porem, é recomendado que as amostras sejam retiradas no mínimo 60 dias antes da calagem. Além disso, enfatiza o técnico da Embrapa Rondônia, Jânio Teixeira, é preferível que a coleta seja realizada no inicio da estação seca para as culturas anuais e, para as perenes após a colheita. O produtor rural que tiver dúvida sobre a coleta do solo poderá entrar em contato com os técnicos da transferência de tecnologia da Embrapa ou junto ao técnicos da assistência técnica.

Serviço

Laboratório de Solos da Embrapa Rondônia
Atendimento: de segunda a sexta
Horário: das 7h30 às 11h30 e das 14h às 18h

Informações

Área de Comunicação e Negócio
Telefone: (69) 3225-9387
E-mail: sac@cpafro.embrapa.br

Fonte

Embrapa Rondônia
Daniela Garcia Collares – Jornalista
E-mail: daniela@cpafro.embrapa.br
Quetila Ruiz – Estagiária
Internet: www.cpafro.embrapa.br

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Economistas consideram economia solidária uma estratégia de desenvolvimento e inclusão social

Ao abrir a primeira mesa redonda da I Conferência Nacional de Economia Solidária o secretário de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Paul Singer, destacou que o Brasil se desenvolveu de 1930 a 1980 mas que este desenvolvimento não beneficiou a todos acentuando, ainda mais, as desigualdades sociais. e quot;Somos um dos países mais desiguais do mundo com 1/3 da população (60 milhões de brasileiros e brasileiras) que vivem abaixo da linha de pobreza e quot;, disse o secretário.

Participaram da mesa redonda sob o tema e quot;Economia Solidária como Estratégia e Política de Desenvolvimento e quot;, além de Paul Singer, a economista e professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Tânia Bacelar de Araújo, e Márcio Pochmann, professor de economia da Universidade de Campinas (Unicamp).

O evento foi realizado na Academia de Tênis de Brasília e contou com a presença do presidente Lula que participou da solenidade de abertura oficial da Conferência. Após a cerimônia e da mesa redonda de abertura os 1.112 delegados eleitos nas conferências estaduais foram distribuídos em grupos temáticos, compostos por representantes do poder público, da sociedade civil e dos empreendimentos para discussão, sistematização de propostas e ajustes no documento base sobre a Economia Solidária.

Foram discutidos, também, na conferência a autogestão de empresas por trabalhadores, microcréditos, redes de produção solidárias e as organizações associativas e o cooperativismo para construção de um modelo econômico de desenvolvimento sustentável, democrático e socialmente justo.

Em sua fala Singer destacou, ainda, que a economia solidária veio preencher uma lacuna de promover um desenvolvimento solidário, que beneficie a todos. Ele ressaltou que a economia solidária está despertando no trabalhador a na comunidade em geral a consciência de que o sistema capitalista tradicional jamais incluiria a todos, sem discriminação.

Para Tânia Bacelar, o capitalismo sofreu uma retração e passa por um momento de crise, afetando principalmente o setor da produção. e quot;Quando a produção não gera riqueza, o capitalista parte para o patamar financeiro, o que gera desemprego e exclusão. Hoje é mais fácil aumentar o lucro com a transação financeira do que produzir bens o que significa aumentar o lucro, o capital, sem gerar um emprego sequer e quot;, afirmou.

Além destes fatores, Bacelar, destaca como herança do capitalismo tradicional o endividamento interno e externo do setor público, o crescimento da carga tributária e juros muito altos: e quot;A economia solidária põe em cheque este modelo e nos apresenta uma saída possível, para um outro desenvolvimento, semente de uma nova ordem social e quot;.

Já Pochmann vê a economia solidária não somente como uma alternativa, mas sim como um questionamento ao e quot;status quo e quot;. O estado privilegia os que têm mais renda, seja por meio das políticas de créditos, compras do governo ou difusão de tecnologia. Um outro aspecto que ele destacou faz referência à indução ao consumismo e o atentado ao meio ambiente, provocados pelo sistema tradicional. e quot;A economia solidária se coloca como alternativa histórica se ela for capaz de fazer este questionamento. Já andamos bem na economia solidária mas estamos longe do que entendemos por esta proposta e quot;.

O governo não possui, ainda, dados exatos sobre a participação deste setor na economia, mas nestes três anos de criação da Secretaria Nacional de Economia Solidária ? Senaes, foi realizado o mapeamento nacional para traçar um panorama econômico dos empreendimentos solidários: são mais de 15 mil empreendimentos, envolvendo 1,5 milhão de pessoas, gerando um capital de aproximadamente 500 milhões de reais. e quot;Sessenta por cento destes empreendimentos são provenientes da agricultura familiar, seguidos pelos empreendimentos têxteis, de confecções, calçados e na produção artesanal em geral e quot;, destacou Paul Singer.

A Embrapa Arroz e Feijão (Santo Antônio de Goiás/GO), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento participa no projeto de economia solidária por meio de palestras, pesquisas e capacitação em produção convencional e orgânica junto aos produtores da Associação Joanapolina de Agriorgânicos – Aja Coração, localizada em Anápolis/GO, entidade que reúne 72 famílias de pequenos produtores de arroz, feijão, rapadura e leite.

Para o produtor Nelson Gomes de Moraes que representa a Associação na Conferência, graças às pesquisas da Embrapa, hoje, a comunidade produz e comercializa em feiras e eventos nacionais da economia solidária o arroz aromático e o Crioula. e quot;vamos produzir, também, organicamente, em fase experimental, o café, feijão, milho, mandioca e algumas verduras e frutas e quot;.

Em Goiás já foram beneficiados pelo Programa Nacional de Economia Solidária a Cooperativa de Reciclagem de Lixo (Cooprec) e Obras Sociais do Centro Espírita Irmão Áureo (OSCEIA), a Central das Associações de Pequenos e Mini Produtores Rurais de Niquelândia, a Associação dos Produtores de Leite (Aproleite) de São Luís e a Cooperativa de Produtores de Cana (Coopercana) de Nova Aurora. Outros projetos nas áreas de industrialização de doce, farinha, leite, cachaça e açúcar mascavo também foram aprovados e vão beneficiar novos empreendimentos de produtores dos municípios de Piracanjuba, Iporá, Silvânia e Morro Agudo.

Para difundir as informações sobre economia solidária às comunidades mais distantes o MTE também criou o Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária ? SIES, constituído por uma base nacional e por bases locais de informações que proporcionam a visibilidade e a articulação da economia solidária, além de oferecer subsídios nos processos de formulação de políticas públicas.

Fonte

Embrapa Arroz e Feijão
Hélio Magalhães – Jornalista
E-mail: helio@cnpaf.embrapa.br
Internet: www.cnpaf.embrapa.br

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