O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) apoiará um programa de cooperação técnica da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), voltado para pequenas e médias empresas brasileiras desenvolvedoras de software. O objetivo é incrementar a competitividade por meio da introdução da qualidade em software e o desenvolvimento de negócios com o processo de internacionalização e localização.
O anúncio será feito nesta quinta-feira (5), pelo secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Marcelo Lopes, e pelo presidente da Softex, Waldemar Borges.
O projeto total prevê o investimento de US$ 2,9 milhões. O BID entrará com US$ 1,3 milhão, proveniente do Fundo de Investimento Multilateral do banco, e o restante será uma contrapartida da Softex, de US$ 1,6 milhão, por meio de projetos apoiados pelo MCT e voltados para a qualidade de software e associativismo.
Uma das ações pretende incrementar a qualidade de software no País por meio do modelo de Melhora do Processo de Software do Brasil (MPSBr), desenvolvido pela Softex e apoiado pelo MCT. Com o projeto, será possível a disseminação e a implementação, em escala significativa, dos méritos desse sistema de certificação da qualidade.
Outra ação do projeto consiste em apoiar estudos e defender maneiras de desenvolver software já pensando na internacionalização do produto. O processo de localização significa desenvolver o software preparando-o para ser usado em outros países, observando aspectos como a tradução, medidas, matizes e diferenças culturais. A idéia é ganhar competitividade também por meio de práticas voltadas para as empresas trabalharem juntas, como fusão, aquisição, consórcios e join ventures. O objetivo é começar a disseminar essas alternativas de associação e mostrar outras formas de negócio ao pequeno empresariado.
Essas iniciativas serão disseminadas no mercado latino-americano. No primeiro momento, serão selecionadas entidades locais na Argentina e no Chile, que atuarão como contraponto da Softex na implementação das ações nesses países. A disseminação do sistema de qualidade em outros dois países, poderá ser a base de um sistema de certificação regional.
A estimativa é que o programa beneficie 3 mil empresas de software. Cerca de 2.020 pequenas e médias empresas receberão suporte para incrementar os seus produtos e investir na qualidade. Para tanto, serão treinados 315 especialistas, desses, 40 na Argentina e 40 no Chile. A expectativa é que se formem pelo menos cinco consórcios para a exportação de software.
Renata Dias
Assessoria de Comunicação Social do MCT
E-mail: ascom@mct.gov.br  

Fonte: MCT

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Um convênio que está sendo firmado entre a Embrapa Café, uma das 40 unidades de pesquisa da Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e a Fundação Zerbini (Incor) vai avaliar os benefícios do café para a prevenção e cura de doenças do coração. O convênio, que será assinado em breve, vai resultar na criação da Unidade de Pesquisa Café e
Coração. Pela primeira vez no mundo, uma empresa de pesquisa agropecuária e um instituto de doenças cardiovasculares se unem para desenvolver pesquisas em parceria.
Segundo o médico do Incor, Luiz Antônio Machado, o convênio prevê a realização de três linhas de pesquisa: na primeira, serão desenvolvidos estudos farmacológicos para avaliar as substâncias
contidas no café. As análises pelo laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
A segunda etapa vai contemplar a análise dos efeitos terapêuticos de quatro diferentes tipos de café: filtrado, não filtrado, descafeinado e solúvel. A análise será feita com voluntários saudáveis, pacientes coronarianos e diabéticos que alternarão períodos de consumo diário de café, respeitando a
quantidade recomendada por dia (quatro xícaras de 150 ml) e períodos sem o produto.
A terceira e última etapa é o que se chama, no meio médico, de teste epidemiológico. Serão selecionadas 2.200 pessoas da região sudeste que, de acordo com o médico do Incor, tem uma boa representatividade da população brasileira, para a realização de testes. Essas pessoas serão divididas em dois grupos de 1.100 cada um, sendo um composto por pessoas saudáveis e outro por portadores de doenças do coração. Os grupos serão, por sua vez, também divididos em pessoas que vão tomar café e as que não vão.
De acordo com o Dr. Machado, essa etapa vai levar 10 anos e é determinante para a obtenção de resultados confiáveis. Ele explica que foi um teste semelhante a esse que levou à conclusão de que o
tabaco causa câncer no pulmão, por exemplo.
Segundo o professor da UFRJ, Darcy Lima, o convênio vai avaliar os benefícios do café para a prevenção e a cura de doenças coronarianas, a exemplo do que já foi feito com o vinho. Nessa primeira fase, as pesquisas serão realizadas com os cafés existentes no mercado, mas o convênio entre as duas instituições abre inúmeros precedentes para o desenvolvimento de novas variedades de café mais saudáveis.
“A pesquisa com os voluntários vai levar à definição do melhor tipo de café consumido hoje. Em um futuro breve, a Embrapa poderá melhorar as variedades que fazem parte desse grupo, em termos de aumento das características benéficas e diminuição das nocivas, dentre outras inúmeras possibilidades. O domínio da tecnologia do genoma do café abriu para a ciência uma gama imensa de possibilidades”, ressalta Lima.
O professor da UFRJ já sonha até com uma variedade de café, que ele chama provisoriamente, de medicinal, que seria exportado para muitos países, gerando diversas patentes para o nosso país.

Fernanda Diniz
fernanda@cenargen.embrapa.br

Fonte
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
http://www.cenargem.embrapa.br

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Coordenadores do Programa Nacional de Biodiesel do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) e da Petrobrás participaram do 1º. Dia de Campo sobre Biodiesel da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), empresa vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, realizado na Fazenda Experimental de Acauã, no Alto Jequitinhonha no último dia 28.
O Dia de Campo reuniu cerca de 300 produtores rurais, dezenas de prefeitos da região e representantes dos governos federal e estadual. Eles acompanharam palestras dos pesquisadores da Epamig sobre: Cultivares de mamoneira para o semi-árido mineiro; Mamoneira em consórcio com diferentes culturas; Adubação da cultura da mamoneira; Custos de produção da mamona no Vale do Jequitinhonha; A cultura do pinhão-manso como excelente alternativa para produção de óleo vegetal e Busca de novas alternativas como o plantio de cucurbitáceas nativas. Também falaram aos produtores a coordenadora do Programa de Biodiesel da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Ângela Menin Teixeira de Souza; o coordenador do Programa Nacional de Biodiesel do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Arnoldo de Campos; e uma das coordenadoras do Programa de Biodiesel da Petrobrás, Maite Torres.
Esperança de dias melhores, com melhoria da renda, e possibilidade de criação de postos de trabalho foi o que mais atraiu os produtores para esse evento da Epamig, disse o produtor rural José Murilo Gomes. “Nós estamos entusiasmados com esse futuro que está chegando, estamos acostumados com a carência de recursos nesta região em que sempre falta chuva. A mamona e o pinhão manso renovam as nossas esperanças pois têm tudo para dar certo aqui no Jequitinhonha”, disse.
O coordenador do Programa de Biodiesel do Ministério de Desenvolvimento Agrário, Arnoldo de Campos, alimentou a esperança dos produtores ao elogiar o trabalho da Epamig. Ele justificou o contrato do MDA com a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas dizendo que gerar tecnologia adequada para o agricultor familiar, com capacidade para geração de renda e boa produtividade, com produtos de qualidade, é um grande desafio. E esse Dia de Campo da Epamig, segundo ele, foi esclarecedor; mostrou que isto é possível. “Os campos de mamona e pinhão manso da Epamig têm resultados concretos e muito positivos, que apontam exatamente para o objetivo pretendido pelo Governo Federal”, disse o coordenador do Programa de Biodiesel do MDA.
Usina de Biodiesel em Acauã
Segundo Arnoldo de Campos, “é importante todos terem em mente o mercado que está sendo criado. Não haverá lugar para todos, não é todo município que vai ter uma usina. Por isso, é necessário que as articulações ocorram no âmbito microrregional e regional para que seja criado um ambiente propício para ser a sede de uma usina de biodiesel. A implantação da usina vai depender dessa articulação”, conclui o representante do MDA.
O secretário executivo da Associação dos Municípios do Alto Jequitinhonha (AMAJE), João Paulo Benin Ponzi, concorda. Ele diz que as discussões convergem para o interesse comum dos municípios, pois o biodiesel chega às regiões do Vale do Jequitinhonha e do Norte de Minas como alternativa para melhoria das condições dos agricultores familiares; que prefeitos e populações têm muita fé neste Programa e que “os prefeitos, estão vendo sua região ser priorizada pelos governos federal e estadual. É uma garantia de que estão sendo assistidos e ajudados na busca por solução de problemas graves como falta de infra-estrutura e de empregos”, disse.
De acordo com o pesquisador da Epamig, Nívio Poubel Gonçalves, já no ano que vem a Empresa terá, na Fazenda Experimental de Acauã, uma usina de biodiesel com a cadeia completa: a produção de oleaginosas – na estação da Epamig e nos arredores, pelos produtores – e a produção de biodiesel na usina Empresa para atendimento à comunidade local e às vizinhas.
A Epamig tem plantada, em parceria com cooperados, uma área de 100 hectares de mamona. Isto vai fornecer cerca de 90 toneladas de sementes que serão distribuídas, em breve, para os pequenos produtores.
A Epamig é dos municípios
“Enquanto eu for presidente da Epamig, ela será dos municípios.” Foi assim que o presidente da Epamig, Baldonedo Arthur Napoleão, abriu o Dia de Campo sobre Biodiesel, em Acauã. Baldonedo explicou a vantagem de o município ter tecnologia para obtenção de produtos com qualidade e preço que permita a competição no mercado. E para o município ter tecnologia não é necessário ter uma fazenda experimental. Basta que entre em contato com a Epamig. “Esta empresa de pesquisa do governo estadual trabalha objetivando tecnologia adequada para o desenvolvimento de diferentes produtos em diferentes municípios, que têm climas e solos variados. A tecnologia é hoje a principal moeda do desenvolvimento”, disse Baldonedo.
Com o objetivo de levar a tecnologia para os municípios, o presidente da Epamig está conseguindo conscientizar prefeitos que, cada vez mais, se interessam pelos programas da Empresa. São programas voltados para melhoria de renda dos pequenos agricultores e criação de postos de trabalho, como os programas de fruticultura, bovinocultura, floricultura – este cria dez vezes mais empregos do que qualquer outra atividade agrícola. A Epamig não impõe esses programas às prefeituras. É necessário haver interesse e compromisso dos prefeitos.
Rose de Oliveira
Ascom Epamig
E-mail: comunicação@epamig.br  

Fonte: Epamig

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

A utilização de um programa de manejo sanitário eficiente proporciona melhoria de até 45% na rentabilidade do projeto pecuário. Essa é a mensagem que a Merial, líder mundial em pesquisa, desenvolvimento de produtos veterinários, levará aos pecuaristas presentes ao 13º Seminário Pasto, Pastagem e Suplementos, que será realizado nos dias 20 e 21 de maio, no Parque Juventino Corrêa de Moura, em Dom Pedrito (RS).
O evento, realizado pelo Sindicato Rural de Dom Pedrito, deve receber mais de 500 pecuaristas gaúchos para intensos debates sobre assuntos fundamentais para o desenvolvimento da pecuária moderna, inclusive sanidade. O seminário será coordenado por Arthur Lopes Villamil de Castro, presidente do Sindicato Rural de Dom Pedrito, e terá a participação especial de Antenor Nogueira, presidente do Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA), que fará a palestra “Situação Atual e Perspectivas da Pecuária de Corte Brasileira”.
Lucro ao pecuarista
O médico veterinário Adilson Moura, gerente de contas especiais da Merial, ministrará palestra sobre “Programa Sanitário”, abordando os benefícios de um eficiente controle sanitário ao rebanho, ao pecuarista e à toda cadeia produtiva, garantindo a qualidade e a segurança da carne brasileira. “
A palestra abordará especialmente a relação custo/beneficio que um programa sanitário preventivo para os animais pode proporcionar, além de apresentar resultados de projetos já desenvolvidos”, afirma Moura. “É importante mostrar ao pecuarista o impacto econômico positivo do controle sanitário e esclarecer alguns pontos para viabilizar o efetivo controle sanitário no rebanho sem acarretar custos elevados. Para isso, é fundamental levar em consideração a epidemiologia e as doenças, raças, categoria animal e até a região da fazenda”, afirma o especialista da Merial.
A Merial desenvolveu o programa sanitário Personal Vet , que consiste na elaboração de um verdadeiro raio-x da propriedade, com avaliação detalhada das necessidades do rebanho, identificando e otimizando os resultados econômicos e índices zootécnicos do rebanho.
Serviço
Palestra: “Programa Sanitário”
Apresentação: Adilson Moura, gerente de contas especiais da Merial
Data: 20 de maio
Evento: 13º Seminário Pasto, Pastagem e Suplementos – de 20 a 21 de maio, no Parque Juventino Corrêa de Moura, em Dom Pedrito (RS)
Informações adicionais sobre a palestra ou detalhes sobre o Personal Vet e outros programas da Merial podem ser obtidas no SAC 0800.160909.
Camilla Raso
E-mail: camilla@textoassessoria.com.br

Fonte: Texto Assessoria de Comunicações

Compartilhe esta postagem nas redes sociais