O Estado de São Paulo é um dos principais produtores de frutas, representa 47% de toda a produção nacional, ocupa o 1º lugar na produção de banana, caqui, laranja, limão, tangerina, e, é o 4º maior exportador de frutas do país

Para atender a este grande mercado fruticultor, o Instituto Brasileiro de Frutas ? IBRAF – estará participando entre os dias 21 e 24 de junho da 13ª Hortitec ? Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas ? que acontece em Holambra, São Paulo. O evento recebe cerca de 20.000 visitantes entre produtores e profissionais do setor interessados em conhecer as tendências do desenvolvimento tecnológico do mercado em que atuam, trocar experiências e realizar negócios.

Valeska Oliveira, Gerente Executiva do IBRAF, afirma que ?a Hortitec é uma ótima oportunidade para fazer contatos com produtores da região e apresentar os benefícios que o Instituto oferece?, entre eles, destacam-se: a extensa base de dados com informações estatísticas e de mercado, projeto de promoção das exportações de frutas brasileiras e seus derivados, contato estreito com os principais órgãos governamentais, além de outras atividades que visam promover o desenvolvimento organizado do setor.

Anote na agenda

20669.jpg13ª Hortitec
Data: 21 a 24 de junho
Horário: 9h00 às 19h00 / sábado das 9h00 às 15h00
Local: Expoflora ? Holambra ? SP
Internet: www.hortitec.com.br

Stand IBRAF
Setor Azul, nº 73

Fonte

IBRAF – Instituto Brasileiro de Frutas
Luciana Pacheco
E-mail: luciana@ibraf.org.br
Internet: www.ibraf.org.br

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Produtores de Central de Minas também conhecem, melhor, a aplicação do Baymec Prolong®

Para atender a demanda dos produtores da região do Leste do Estado de Minas Gerais, a Bayer Gado de Leite e a loja Agropecuária Casa do Produtor, promoveram a palestra ?Controle estratégico de carrapato?, em Central de Minas (MG). Segundo Magson Bruno Cristelli, promotor veterinário da Bayer Saúde Animal Gado de Leite, da região do Leste de Minas Gerais, o evento realizado no Recanto Leão, teve por objetivo divulgar estratégias para que os produtores rurais possam diminuir o problema com carrapatos.

?Na palestra também houve a oportunidade de mostrar a eficiência da inovadora tecnologia do produto Baymec Prolong®?, destaca. ?Os produtores estiveram atentos e participativos na palestra ministrada, principalmente devido a região ter alta incidência de carrapatos?, diz Magson.

O produtor e proprietário da Casa do Produtor Central de Minas, Admilson Rodrigues Lopes, destaca que a palestra foi bem detalhada, ?agora é colocar em prática o que aprendemos e os criadores, também, podem utilizar consciente e adequadamente o Baymec®, que vem colaborar com a diminuição do carrapato nos animais?.

Fonte

i9 Comunicações
Renata Giovanelli
E-mail: inovecomunica1@terra.com.br

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Hortaliças e Ornamentais, representados pela associação, formam mercado diferenciado, pouco conhecido e grande gerador de empregos no campo.

20667.gifA Associação Brasileira de Sementes e Mudas ? Abcsem ? recebe no próximo dia 30 de junho, o prêmio Top do Agronegócio, a ser entregue em Campinas, SP. O prêmio, idealizado e promovido pelo IEPQ, Instituto de Pesquisa de Estudos da Qualidade, foi concedido, após pesquisa, pelo destaque da associação na área de sementes e mudas. Para a presidente da Abcsem, Inês Wagemaker, ?o prêmio é o reconhecimento ao novo posicionamento da associação, resultado do plano estratégico implantado para fortalecer a Abcsem?.

Formada há 35 anos e referência nacional e internacional na viabilização da comercialização de sementes e mudas de hortaliças e ornamentais, em sua nova fase, houve a profissionalização da associação. ?A força social e econômica da atividade está abaixo da importância dada ao setor, que só em sementes de hortaliças, movimentou em 2003, R$ 230 milhões de reais, o equivalente a comercialização de 173 mil toneladas de sementes?, observa a gerente executiva da Abcsem, Adriana Luzia Pontes. Já a cadeia de ornamentais, considerando o faturamento baseado no pagamento ao produtor, gira em torno de R$ 600 milhões, valor que eleva-se a R$ 2,4 bilhões, quando considerado o faturamento com base no consumidor, devido ao valor agregado do produto.

Entre os principais desafios da Abcsem está a alteração da lei de sementes e mudas, hoje mais voltada para grandes culturas, o que provoca entraves e problemas ao setor que representa. Adriana Pontes lembra que ?aspectos fitossanitários das culturas, como o caso das Análises de Riscos e Pragas ? ARP?s ? continuam com trâmite lento para análise dos processos, com demora de até dois anos para serem analisados pelo MAPA, ameaçando a competitividade do setor, que não consegue introduzir novas espécies?.

Adriana salienta que ?já houve algumas reuniões com o Ministro Roberto Rodrigues, que se comprometeu a apoiar o setor para a solução destes problemas?. A associação reúne, atualmente, 45 associados, representantes de produtores, comércio e empresas de sementes e mudas. Sua sede está em Holambra, SP, cidade que sedia a Hortitec 2006, maior evento nacional do setor, que acontece de 21 a 24 de junho próximo.

Nova diretoria

Para atingir esses objetivos bem como novas oportunidades no cenário internacional, a diretoria empossada recentemente foi segmentada nos principais setores de atuação da associação. Além da presidência ocupada por Inês Wagemaker (CGO Logística e Assessoria em Comércio Exterior, de Holambra, SP), há três vice-presidências: Sementes, tendo à frente, Irene Virgílio (Seminis do Brasil, de Campinas, SP); Mudas de Hortaliças, ocupada por Pedro Faria (Estufa da Mata, Ribeirão Preto, SP) e Mudas de Ornamentais, ocupada por Lídia van der Geest (Área Verde, de Holambra, SP).

Números do setor

De acordo com dados da Abcsem, o Brasil possui cerca de 1 milhão de horticultores, consumindo cerca de R$ 230 milhões em sementes. Da cadeia olerícola dependem de 8 a 10 milhões de pessoas. Somente a cultura da alface gera cerca de 5 empregos diretos por hectare, abrigando cerca de 150 mil trabalhadores rurais. A produção nacional de 340,8 mil toneladas de melão gera, somente na região Nordeste, 192 mil empregos diretos e indiretos; já a cadeia do tomate fresco e indústria, com produção de mais de 3 milhões de toneladas, gera cerca de 200 mil empregos no país.

As ornamentais empregam diretamente cerca de 150 mil pessoas e 600 mil indiretamente, com exportações da ordem de US$ 25,8 milhões, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, dos quais mudas de ornamentais representaram US$ 12,3 milhões exportados. Vale lembrar que a cultura da soja, de importância inegável para o agronegócio, gera 1 emprego direto a cada 50 hectares.

O valor da produção na cadeia de ornamentais, considerando o faturamento com base no pagamento ao produtor, gira em torno de R$600 milhões e R$ 2,4 bilhões ao considerar o faturamento com base no consumidor, devido ao alto valor agregado do produto.

Considerando a participação do segmento de FLV (frutas, verduras e legumes) no varejo, de acordo com a APAS (Associação Paulista de Supermercados) a movimentação no ano de 2005, foi de R$ 8 bilhões de reais, dos quais R$ 3,2 bilhões só no estado de São Paulo, representando 8% da movimentação total do setor.

O mercado mundial de sementes de hortaliças encontra-se em expansão, crescendo cerca de 7 a 9% ao ano. Em 2005, o Brasil plantou 776,8 mil hectares de hortaliças e 7,2 mil hectares de flores. O mercado interno para ornamentais também apresenta crescimento, sendo que mais de 90% da produção brasileira é destinada ao consumo doméstico. O Estado de São Paulo responde por 70% da produção e 40% do consumo de ornamentais.

Para maiores informações visite o site da Abcsem: www.abcsem.com.br.

Fonte

Artcom Assessoria de Comunicação
Marlene Simarelli ? Jornalista
E-mail: marlene@artcomassessoria.com.br
internet: www.artcomassessoria.com.br

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Embrapa coordena projeto para conhecer melhor o potencial das espécies nativas da região centro-oeste, de forma a beneficiar os pequenos produtores e o setor empresarial

A região centro-oeste abriga uma enorme riqueza de espécies vegetais nativas. Ao longo de seus 1.606.370 km², divididos entre os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e o Distrito Federal, encontram-se três biomas: o cerrado, o pantanal e parte da Floresta Amazônica, o que dá a essa região uma diversidade expressiva de plantas. Mas, o conhecimento sobre essa riqueza genética ainda é pouco significativo, já que menos de 1% das espécies nativas foram pesquisadas geneticamente.

20665.jpgPreocupado com essa situação, o Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária ? Embrapa, deu início em 2004, ao projeto ?Plantas do Futuro?, com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre as plantas nativas da região centro-oeste, de forma a beneficiar os pequenos produtores e o setor empresarial. Quem quiser saber mais sobre esse projeto e conhecer algumas espécies nativas do cerrado, especialmente fruteiras e medicinais, pode visitar o estande da Embrapa na Feira Botânica do Shopping CasaPark nos dias 24 e 25 de junho.

O projeto ?Plantas do Futuro? é coordenado pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, uma das 40 unidades da Embrapa em Brasília, DF, em parceria com: outras unidades da Embrapa ? Cerrados; Meio Ambiente; e Pantanal; Centro Nacional de Plantas Ornamentais, Medicinais e Aromáticas do Ibama; Instituto Agronômico de Campinas ? IAC; Instituto de Botânica da Secretaria de Agricultura de São Paulo; além das seguintes universidades: Estaduais de Feira de Santana/BA e de Maringá/PR; e as Federais de Mato Grosso; Mato Grosso do Sul e do Piauí. O projeto conta com o apoio do Banco Mundial, Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD), CNPq, Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e do Programa de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Brasileira (PROBIO).

O título de plantas do futuro se deve ao potencial das espécies nativas da região centro-oeste para uso sustentável pelos produtores locais e para a indústria, que ainda é pouco explorado em decorrência do pouco conhecimento científico, aliado à exploração predatória e a expansão crescente da agricultura na região.

Levantamento levou à indicação de 149 espécies

O levantamento realizado pelas instituições parceiras na região centro-oeste levou à indicação de 149 espécies vegetais, divididas em cinco categorias: aromáticas, forrageiras, fruteiras, medicinais e ornamentais. As informações técnico-científicas levantadas sobre cada uma delas incluem: descrição botânica; distribuição geográfica; tratos culturais; usos atuais e potenciais; cadeia produtiva; avaliação de mercado; pontos críticos e limitações.

Segundo Vieira, o objetivo principal do projeto é fazer com que as informações levantadas sobre a flora da região cheguem ao alcance dos pequenos produtores e do setor produtivo, de forma a otimizar a sua utilização sustentável e o aproveitamento comercial. ?O projeto Plantas do Futuro – Região Centro-Oeste pretende incrementar o desenvolvimento de produtos voltados para o mercado interno e para a exportação. Espécies fruteiras como o pequi, mangaba e araticum, por exemplo, dentre outras utilizadas pelas populações tradicionais, poderão ter seu uso ampliado como alimento e até se tornar insumos para os mais variados ramos das indústrias como a de cosméticos, fitoterápicos e corantes?, ressalta.

O pesquisador explica ainda que a produção de espécies nativas do centro-oeste pode representar uma inovação tecnológica para os agricultores e produtores, como alternativa de diversificação de produtos para o mercado. Ele enfatiza que a riqueza da biodiversidade da região, apesar de notória, ainda não apresenta inserção significativa no mercado. ?Essa situação só pode ser revertida com investimentos na geração de tecnologias adaptadas às condições sócio-econômicas existentes e, por isso, as instituições se uniram no desenvolvimento desse projeto, esperando que com esse esforço conjunto, as novas tecnologias geradas cheguem ao alcance do setor produtivo?, finaliza.

A Feira Botânica do Shopping CasaPark de Brasília (DF) acontece no dia 24 de junho (sábado), das 10 às 21 horas, e no dia 25 de junho (domingo), das 10 às 20 horas.

Fonte

Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
Fernanda Diniz – Jornalista
E-mail: fernanda@cenargen.embrapa.br
Internet: www.cenargen.embrapa.br

Compartilhe esta postagem nas redes sociais