O governo da Tailândia divulgou na sexta-feira ter detectado a gripe de aves em mais cinco províncias, o que aumenta o número de províncias afetadas para 35 – mais da metade das 76 províncias tailandesas. O país é o segundo maior exportador mundial de aves. A doença foi confirmada nas províncias de Roi Et, Chaiyaphum, Nakhon Ratchasima, Rayong e Yala, anunciou o Departamento de Animais de Corte.
Por conta da doença, o governo reduziu de 7% para 6,5% sua estimativa de crescimento econômico em 2004. As exportações de frangos processados e congelados nos primeiros oito meses, recuou 45%, para US$ 337 milhões.
Na semana passada, o governo anunciou a suspeita daquele que pode ser o primeiro caso de transmissão do vírus para pessoas. Uma tailandesa morreu após visitar sua filha, que também pode ter falecido em razão do mesmo mal. O premier tailandês ameaçou demitir parte do gabinete caso a gripe de aves não seja erradicada em um mês.

Fonte: Gazeta Mercantil

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Para ver os resultados completos e oficiais das eleições municipais de 2004, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desenvolveu um software – o Divulga2004 – que pode ser baixado através do site de diversos Provedores da Internet. O Portal Agrosoft testou vários deles e recomenda o site da Câmara Federal que apresentou um bom desempenho.
O Divulga2004 foi desenvolvido para ser executado em sistemas operacionais Microsoft Windows utilizando Internet Explorer 5.5 ou superior, não havendo distribuição para outros navegadores e sistemas operacionais. O instalador do Divulga2004 tem aproximadamente 2,8 MBytes e requer 3 MBytes de espaço em disco para instalação.
Ao instalar o software, para ter acesso aos resultados de todo o Brasil, é necessário configurar o provedor que contém os dados do TSE. Recomendamos os sites da Câmara Federal ou do Senado Federal.
Redação do Portal Agrosoft

Fonte: Câmara Federal

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As barreiras sanitárias são um dos assuntos mais polêmicos no agronegócio. Estão em jogo milhares de dólares gastos na importação, e o preço do produto no mercado internacional. Com o embargo russo à carne brasileira, o assunto vêm ocupando novamente as manchetes dos jornais. Tire suas dúvidas sobre barreiras sanitárias e fitossanitáras a seguir:
Qual a diferença entre medidas sanitárias e fitossanitárias?
Uma medida sanitária é aplicada em relação a produtos importados que possam causar doenças no homem e nos animais. A doença da vaca louca, transmitida por sangue e carne do animal contaminado, justifica a imposição de uma barreira sanitária. Já uma medida fitossanitária tem por objetivo proteger as plantas e frutas de um país doenças e pestes.
Existem requisitos para a aplicação de medidas sanitárias ou fitossanitárias?
Sim. Qualquer país membro da OMC pode aplicar essas medidas. Mas não sem antes comprovar que o alimento importado realmente representa um risco para a saúde, reunindo evidências da contaminação. O país importador também pode não aceitar o produto se a sua embalagem não tiver passado por um tratamento contra doenças. Os casos de febre aftosa e de doença da vaca louca são os que mais têm motivado barreiras sanitárias.
O que é verificação de riscos (risk assessment)?
Antes de um país decidir impor uma barreira sanitária ou fitossanitária, ele precisa analisar os riscos reais que o produto em questão representa. Também deve ser avaliados quais seriam os efeitos na saúde humana e animal que a importação causaria. O país que estuda a implantação de uma medida sanitária precisa ainda levar em conta as possíveis conseqüências econômicas que o fim da importação traria para seu próprio país. É isso que se chama de “risk assessment”. Ele é necessário para se fundamentar a barreira sanitária ou fitossanitária. O processo de verificação de risco também deve analisar o histórico de doenças causadas pelo produto, a existência de áreas livres da doença no país exportador, as condições ecológicas em que ele é produzido além de como é feita a sua inspeção.
O que é uma área de baixa prevalência de pestes ou doenças?
É uma área em que ocorre a doença, em baixa escala, que esteja sujeita a fiscalização e medidas de controle do problema, como vacinação. Os governos nacionais e regionais estabelecem os limites dessas áreas em conjunto com organizações internacionais de saúde animal e vegetal. No Brasil, dois órgãos ligados ao Ministério da Agricultura respondem por esse trabalho. São o Departamento de Defesa Animal (DDA) e o Departamento de Defesa e Inspeção Vegetal (DDIV). O reconhecimento dessas áreas é fundamental para o livre comércio, já que o segundo passo é a erradicação da doença nesses locais. A área é então considerada livre do problema em questão. A importação, no entanto, só tende a se normalizar um certo tempo depois disso. A União Européia volta a importar novamente o alimento após um ano, em geral, que a área é decretada livre da doença. Foi o que aconteceu em relação ao gado contaminado com febre aftosa na Bahia, Tocantins e Rondônia.
O que é o “princípio da regionalização”?
O “princípio da regionalização”, previsto na OMC, estabelece que mesmo que haja focos de doenças em determinada região do país exportador, o país importador pode comprar o produto oriundo de outras áreas desse mesmo produtor que estejam livres de contaminação. Mas nem todos os países seguem essa diretriz. Os Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, Tailândia, Austrália e Japão não aplicam o princípio, enquanto a União Européia, Argentina, Rússia e Hong Kong estão entre os que seguem a orientação.
Do @gropauta

Fonte: @gropauta

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O embargo chinês imposto a cargas de soja brasileiras entre maio e julho deste ano causou prejuízo de US$ 747 milhões. Cerca de 17 milhões de toneladas de soja deixaram de ser entregues. Os dados são da direção da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). A entidade levou em consideração queda dos preços internacionais, redução dos embarques e gastos extras com transporte.
O primeiro caso de contaminação pelo fungicida foi detectado pelas empresas chinesas em maio. Na época, o país asiático embargou carga de oito tradings com atuação no Brasil: Bianchini, Cargill Agrícola, Irmãos Trevisan, Noble Grain, Louis Dreyfus, ADM, Libero Trading e Cargill Internacional. Mais de dez navios provenientes do Brasil tiveram o processo de desembarque de suas cargas proibido pelas autoridades chinesas.
A China é o maior importador mundial de soja. Os seus principais fornecedores são os Estados Unidos, Brasil e Argentina. De janeiro a agosto de 2004, o gigante asiático importou 12,5 milhões de toneladas de soja. Do volume total, 6,3 milhões de toneladas vieram dos Estados Unidos, 3,7 milhões do Brasil e 2,46 milhões da Argentina.

Fonte: Panorama Brasil

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