Pesquisa do Forrester Research destaca liderança da empresa como incontestável

A Mercury Corp., líder global em software para BTO (Business Technology Optimization), foi classificada como a melhor empresa de soluções de testes funcionais e de avaliação de testes funcionais, de acordo com pesquisa do instituto Forrester Research. O estudo tem duas partes: uma analisa o Mercado – ?The Forrester Wave: Functional Testing Solutions, Q2 2006? – , e a outra, as soluções Mercury – ?Mercury Continues to Dominate in Functional Testing?. De acordo com os 87 critérios utilizados a liderança da empresa foi classificada como incontestável.

?Não há dúvidas sobre quem lidera o mercado de soluções de testes funcionais: a Mercury tem a maior fatia do mercado, assim como fornece as soluções mais completas?, afirma Carey Schwaber, analista do Forrester e autor dos relatórios. ?Suas soluções estão acima da média e seus testes de automação e de gerenciamento ultrapassam em muito os de outros fornecedores. As soluções da Mercury fazem muito mais pela produtividade do usuário do que qualquer outra avaliada por nós?, diz o analista.

O relatório ?Mercury Continues to Dominate in Functional Testing? atestou que a visão da empresa para suas ferramentas de testes funcionais é inovadora e posiciona a empresa para continuar dominando o mercado. O trabalho também ressalta o foco da Mercury no aumento da acessibilidade e da facilidade de uso de suas ferramentas, provendo suporte rápido para tecnologias ininterruptas, produzindo suas metodologias de qualidade para aprimorar a eficiência dos testes do cliente e implementando suporte para a distribuição global.

Além disso, o estudo destaca que todos os produtos de testes funcionais têm alto nível de uso, mas que as soluções da Mercury são realmente superiores. ?A qualidade do negócio está diretamente relacionada com a qualidade da performance de suas soluções?, ressalta Christopher Lochhead, diretor de marketing da Mercury. ?É por isso que as empresas estão padronizando seus testes funcionais nas soluções da Mercury para otimizar os resultados do negócio e suas iniciativas de aplicação. Estamos honrados de sermos reconhecidos pelo Forrester como líderes incontestáveis deste mercado?, afirma o executivo.

Sobre a Mercury

A Mercury Interactive Corp., líder global em software para BTO (Business Technology Optimization), tem o compromisso de ajudar seus clientes a otimizar o valor de negócio da Tecnologia da Informação.

Fundada em 1989, a Mercury tem negócios em todo o mundo e é uma das maiores fornecedoras de software da atualidade. A Mercury fornece software e serviços para governança em TI, entrega e gerenciamento de aplicativos.

Clientes de todo o mundo confiam nas ofertas da Mercury para gerenciar prioridades, processos e pessoas em TI, além de testar e gerenciar a qualidade e o desempenho de aplicativos críticos para o negócio. As ofertas de BTO da Mercury são complementadas por tecnologias e serviços de parceiros globais de negócios.

Para mais informações, visite: www.mercury.com/br.

Fonte

Comuni Marketing
Alexandre Ventura – Jornalista
E-mail: ventura@comuni.com.br
Internet: www.comuni.com.br

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Pesquisadores da Embrapa Uva e Vinho, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, irão repassar as novidades tecnológicas e capacitar os técnicos e engenheiros agrônomos que participarem do Curso de Capacitação Técnica em Viticultura que ocorre de 27 a 29 de junho, em Bento Gonçalves.

O evento objetiva aumentar a produção e a melhoria da qualidade da uva e é dividido em três módulos independentes, ao custo de R$ 60,00 cada, que tratarão respectivamente de cultivares e adubação, manejo da videira e o terceiro sobre o manejo de pragas, doenças e mercado. O evento é promovido pela Embrapa Uva e Vinho e Fagro (Fundação de Apoio a Pesquisa e ao Agronegócio Brasileiro).

O programa e informações complementares podem ser obtidos na página do evento (clique AQUI para acessar) ou pelo telefone: (54) 3455-8086.

Serviço

O que: Curso de Capacitação Técnica em Viticultura
Local: Embrapa Uva e Vinho (Rua Livramento 515, Bento Gonçalves – RS)
Custo: R$ 60,00 por módulo
Módulos:
27/06 – Módulo I – cultivares e adubação
28/06 – Módulo II – manejo da videira
29/06 – Módulo III – manejo de pragas, doenças e mercado ,
Informações:pelo tefelfone (54) 3455-8086 ou no página do evento.

Fonte

Embrapa Uva e Vinho
Viviane Zanella Bello Fialho – Relações Públicas
E-mail: viviane@cnpuv.embrapa.br
Internet: www.cnpuv.embrapa.br

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

O Dia Mundial do Meio Ambiente, anualmente comemorado no dia 5 de Junho, foi estabelecido pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972, com o objetivo de se estimular a conscientização sobre a situação do meio ambiente em nível mundial, além de promover a atenção e a ação política de diversos setores da sociedade.

O dia pretende conferir uma característica mais humana aos temas ambientais e motivar as pessoas para que se tornem agentes de desenvolvimento sustentável e promotoras da eqüidade. Da mesma forma, buscam incentivar as comunidades para a mudança de atitude no tocante aos temas ambientais, com a ampliação de parcerias que assegurem a todas as nações e às pessoas um futuro mais próspero e seguro.

20540.jpg

Legenda: O site sobre deserficação do IICA traz inúmeras informações sobre o tema. Clique na imagem para acessá-lo.

A escolha do tema Desertos e a Desertificação, com o lema Não abandone os Desertos! é muito relevante, pois há muita falta de informação sobre a questão, o que leva a falsos mitos e desvios nas escalas de prioridades dos governos.

É importante proteger as terras áridas – que cobrem mais de 40% da superfície do Planeta, porque isso afeta cerca de 1.2 bilhões de habitantes. Mais do que isso, este ecossistema acolhe a parte da população mundial que é a mais vulnerável da sociedade.

O Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) é a organização do Sistema Interamericano especializada em agricultura e o meio rural, cujo propósito é prover cooperação técnica inovadora aos Estados Membros, para atingir seu desenvolvimento sustentável em benefício dos povos das Américas.

Com tal missão em perspectiva, não poderia deixar de se ater às questões ambientais e tema da desertificação, visto que terra e água são insumos básicos para a produção de alimentos e energia. O combate à desertificação é, portanto, um fator crucial para a sustentabilidade das populações afetadas pelo problema.

O Programa de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca na América do Sul, uma iniciativa do IICA, em conjunto com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e de um Fundo Especial do Governo do Japão, vem desenvolvendo ações em seis países – Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Equador e Peru, na identificação dos Indicadores Físicos e Sócio-Econômicos que caracterizam a desertificação. A orientação do Programa segue os preceitos da Convenção de Combate a Desertificação das Nações Unidas, a UNCCD.

A identificação desses indicadores é importante porque permite caracterizar a vulnerabilidade de uma região suscetível à degradação ambiental, seja por variações climáticas ou causas naturais, como também, em decorrência das ações antrópicas, que representam pressões adicionais sobre os ecossistemas sensíveis nas regiões áridas, semi-áridas e sub-úmidas no planeta. Este conhecimento é vital para a adoção de medidas mitigadoras e de práticas conservacionistas.

Também estão sendo desenvolvidas atividades nas áreas suscetíveis à desertificação no Brasil, nas regiões de Gilbués (Piauí) e Seridó (Rio Grande do Norte), sendo que as regiões de Irauçuba e Canindé (Ceará) e Cabrobó (Pernambuco), também se inserem no âmbito de atuação do Programa.

Nestas áreas, a participação e o envolvimento das comunidades locais é decisiva, com o propósito de transformar o cenário de degradação ambiental e de desertificação por meio da mudança de atitude e introdução de práticas de conservação e de recuperação dos ambientes afetados por atividades humanas.

A luta contra a desertificação deve ser um processo em que todos, governos, sociedade e a cooperação internacional, compartilhem vivências, conhecimentos, obrigações e responsabilidades. Esta determinação atende a demandas recorrentes, principalmente quanto à necessidade de avançar nas ações emergenciais relacionadas aos eventos extremos, visando ações duradouras que integrem as diversas áreas de ação de atuação do Poder Público e dos diferentes grupos sociais.

Para saber mais

Informações sobre o IICA
Acesse: www.iica.org.br

Informações sobre o Programa de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca na América do Sul
Acesse: www.iicadesertification.org.br

Curiosidades sobre os desertos

  • Os desertos cobrem aproximadamente uma quinta parte da superfície terrestre.
  • Com uma superfície de 9.100.000 km², o Saara é o maior deserto do mundo e ocupa aproximadamente 10% do continente africano.
  • O deserto mais seco do mundo é o de Atacama no Chile. Entre 1964 e 2001, o a precipitação anual registrada na estação meteorológica de Quillagua foi somente de 0,5mm.
  • A maior parte das plantas dos desertos é tolerantes à seca e ao sal. Algumas armazenam água em si. Outras têm raízes primárias muito extensas que penetram no lençol freático, fixam o terreno e controlam a erosão. Os talos e folhas de algumas plantas reduzem a velocidade superficial dos ventos e protegem o terreno da erosão.
  • As tempestades de areia são um problema cada vez maior em muitas zonas, já que afetam a saúde das pessoas e ecossistemas em nível local e a grandes distâncias. As grandes tempestades procedentes do deserto de Gobi afetam grande parte da China, Coréia e Japão, causando uma maior incidência de febre, tosse e irritação ocular durante a estação seca. A ocorrência de problemas respiratórios registrados em regiões como a América do Norte tem aumentado com a areia proveniente do Saara, que também afeta recifes de coral do Caribe.
  • Nos anos 70, os desertos do Norte da África se expandiram implacavelmente até o sul e as fotografias de satélite revelaram uma expansão do deserto do Saara. Um estudo recente no SAHEL tem mostrado que, hoje em dia, o deserto está retrocedendo, que os agricultores mais empreendedores têm melhorado consideravelmente sua gestão do solo, que a produtividade está aumentando e que a produção está melhorada, tendo avançado mais que todas as expectativas.
  • No extremo sul do Egito, ao longo das margens da maior reserva estratégica de água do país, estão se realizando grandes esforços para ?verdejar? os desertos. O governo pensou em reconduzir um milhão de pessoas aos arredores do lago Nasser ( um dos maiores lagos artificiais do mundo, formado atrás da represa Alta de Assuã pelo Nilo) até 2017. As pequenas comunidades agrícolas já pensaram em produzir nessa terra desértica mas, entretanto, a falta de serviços básicos têm sido até agora um fator determinante, que tem impedido o desenvolvimento do verdadeiro potencial do projeto.
  • A região de cultivo de alimentos básicos do Império Romano na África do Norte, que uma vez chegou a abrigar 600 cidades, atualmente é um deserto.
  • Desertos estão sendo utilizados para criação de peixes: eles se desenvolvem em altas temperaturas do deserto do Arizona, nos Estados Unidos. Há também projetos-piloto conduzidos no estado desértico de Rajasthan, Índia.

Fonte

IICA Brasil
Mario Salimon – Jornalista
E-mail: Mario.Salimon@iica.int
Internet: www.iica.org.br

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Apresentar para técnicos e produtores os últimos resultados de pesquisa em macieiras é o principal objetivo do Seminário Técnico promovido pela Embrapa Uva e Vinho (vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), durante o dia 7 de junho, na Estação Experimental de Fruticultura Temperada, em Vacaria, RS.

Serão destaque assuntos como os primeiros resultados do cultivo protegido da macieira, controle da podridão olho de boi, uso do DRIS – sistema para o diagnóstico nutricional da macieira, lenticelose de maçãs e alternativas para controle das lagartas na macieira.

A inscrição é gratuita e pode ser feita pelo telefone (54) 3455-8086 ou 3232-1715.

Serviço

O que: Seminário Técnico sobre resultados de Pesquisa em Macieira
Quando: 7 de junho de 2006
Aonde: Estação Experimental de Fruticultura Temperada, em Vacaria, RS.
Custo: Gratuito – VAGAS LIMITADAS

Fonte

Embrapa Uva e Vinho
Viviane Zanella Bello Fialho – Relações Públicas
E-mail: viviane@cnpuv.embrapa.br
Internet: www.cnpuv.embrapa.br

Compartilhe esta postagem nas redes sociais