Produto
Inimigos naturais para controle biológico de pragas nas lavouras
Descrição
A MEGABIO – Produtos Biológicos Ltda. é a primeira empresa do gênero no Brasil, atuando na produção e comercialização de organismos vivos para aplicação no Controle Biológico de Pragas de lavoura.
A cinco anos iniciamos em parceria com a Embrapa Milho e Sorgo um programa de produção e manejo de Trichogramma, um inimigo natural altamente eficiente para o combate a pragas de várias culturas.
Atuar de forma a garantir a sustentabilidade do meio ambiente, estimulando a redução do uso de agrotóxicos para restabelecer o equilíbrio nos agroecossistemas, requer um corpo técnico altamente qualificado de característica multidisciplinar. Biológos, Fitotecnistas, Agrônomos e outros profissionais atuam de maneira a desenvolver pesquisa de produção e orientação técnica aos produtores.
A qualidade de nossos produtos são avaliados periodicamente pela Embrapa Milho e Sorgo com a qual mantemos Contrato de Transferência de Tecnologia.
Contato
Adalberto Lúcio Borges
Telefone
(34) 3212-7769
E-mail
megabio@megabio.com.br
Internet
http://www.megabio.com.br

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Produtores mineiros irão participar, no próximo ano, de projetos de Produção Integrada de Fruticultura (PIF), o programa nacional de certificação no setor, coordenado pelo Ministério da Agricultura, Abastecimento a Pecuária (Mapa). Na quarta-feira passada (8/12), durante seminário realizado na capital mineira, eles conheceram os projetos relativos ao cultivo de uva, laranja e banana.
Segundo Pierre Santos Vilela, técnico da Federação da Agricultura de Minas Gerais, a adesão ao PIF é espontânea, mas existe uma grande demanda do setor no Estado. Ele explicou que desde 2001 produtores mineiros demonstram interesse pelo PIF e projetos foram encaminhados ao Mapa. Pierre acredita que as relações entre os governo estadual (na época do governador Itamar Franco) e federal (presidente Fernando Henrique Cardoso) acabaram influenciando negativamente os projetos.
Agora, segundo Pierre, o Mapa e o CNPq irão liberar, no próximo ano, recursos de cerca de R$ 400 mil para a implantação do PIF no Estado. A quantia será utilizada para, entre outras coisas, a adequação dos sistemas, instalação de áreas de cultivo (unidades de observação) e, em grande parte, para capacitação de produtores e técnicos.
O PIF é um sistema nacional de certificação, dedicado especialmente à adaptação de produtores brasileiros às normas e critérios internacionais, que são aceitos por grande parte dos países exportadores. O Brasil e o quinto país exportador de frutas frescas no mundo, sendo que a maior parte da produção é vendida para a Europa.
Cada vez mais, as certificações são uma exigência para as vendas internacionais. Por isso, o PIF se iniciou no País em 1999, atendendo primeiramente aos produtores de maça, se estendendo, durante esses anos, para outras culturas.
De acordo com o técnico da Faemg, o interesse dos produtores mineiros pelo PIF pode ser demonstrado pelo grande número (cerca de 200) de participantes no I Seminário de Produção Integrada de Fruticultura, que foi realizado quarta-feira (8/12), quando também aconteceu o I Encontro de Lideranças Mineiras na Fruticultura, promovido pelo Sebrae.
Os produtores das regiões que serão beneficiadas pelo PIF em Minas Gerais ainda não exportam, ou alguns exportam em pequenas quantidades para países da América Latina, onde a exigência das certificações é bem menor, afirmou Pierre. Os projetos que poderão ser atendidos pelo PIF são: banana, no norte do Estado, uva, na cidade de Pirapora e região, e laranja, no Triângulo Mineiro.
Durante o I Encontro de Lideranças da Fruticultura, cerca de 100 produtores, de diferentes regiões, discutiram os maiores problemas do setor e participaram de dinâmicas para a indicação de soluções. Entre os principais temas enfocados, conta o técnico do Sebrae Cláudio de Castro, está a organização de grupos, uma carência apontada pelos produtores. “O objetivo era de troca de informação, com a construção de um processo onde eles mesmos apontavam os problemas e indicavam soluções possíveis”, assinala Castro.
Serviço:
Cláudio de Castro (Sebrae): (31) 3371-9090  / 3371-8993
Pierre Vilela (Faemg): 31- 3074.3044
Roselena Nicolau

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Principal alimento de 3 bilhões de pessoas no mundo, o arroz deve ter o mapa completo do seu seqüenciamento genético até o final deste ano. O anúncio foi feito durante o simpósio anual Rice Functional Genomics, que reuniu em novembro último nos Estados Unidos cerca de 240 pesquisadores de arroz de todo o mundo. No encontro, que tem o objetivo de apresentar os mais recentes resultados sobre o seqüenciamento do genoma do arroz, ressaltou-se que os cientistas pretendem explorar a função de cada um de seus 50 mil genes.
De acordo com o diretor do Arizona Genomics Institute, Rod Wing, compreendendo a função desses genes, os cientistas terão condições de desenvolver variedades geneticamente modificadas (GM), com tolerância à seca e resistente às doenças. O resultado é que o arroz poderá ser cultivado em menores áreas com menos volume de pesticida e água. “Precisamos saber tudo que pudermos a respeito do arroz, porque ele alimenta hoje metade da população mundial e esse grupo deverá dobrar nos próximos 50 anos”, afirmou Wing.
Arroz Chinês
A Academia de Ciências da China, por meio do Centre for Chinese Agricultural Policy, afirmou que o país deve comercializar em 2005 variedades de arroz GMs resistentes a doenças e insetos. Segundo Clive James, presidente do Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (Isaaa, na sigla em inglês), a primeira variedade a receber aprovação deverá ser a que leva os genes de Bt e CpT1.
O arroz GM híbrido vem sendo desenvolvido há seis anos e testes de campo apontaram um incremento de 4% a 8% na produção e uma redução de 80% no uso de pesticidas.

Fonte: Planeta Arroz

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, preside na próxima segunda-feira (13/12), às 10h, no auditório da Embrapa Sede, em Brasília, uma reunião do Conselho do Agronegócio (Consagro) para avaliar o desempenho das câmaras setoriais e temáticas em 2004 e planejar as ações para 2005. O evento terá a participação de todos os presidentes e secretários-executivos das 22 câmaras setoriais e temáticas, além dos representantes do Conselho Nacional de Política Agrícola (CNPA).
No encontro, o ministro deve apresentar o secretário-executivo do ministério indicado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o engenheiro agrônomo Luís Carlos Guedes Pinto.
As câmaras foram criadas pelo ministro Roberto Rodrigues para aproximar governo e setor privado.
Estão em funcionamento, entre outras, as câmaras do Açúcar e do Álcool; Agricultura Orgânica; Caprinos e Ovinos; Carne Bovina; Citricultura; Culturas de Inverno; Eqüideocultura; Flores e Plantas Ornamentais; Fruticultura; Fumo; Hortaliças; Insumos Agropecuários; Leite e Derivados; Mandioca e Derivados; Milho e Sorgo, Aves e Suínos; Cachaça; Cacau e Sistemas Florestais Renováveis; Viticultura, Vinho e Derivados; Financiamento e Seguro do Agronegócio; Negociações Agrícolas Internacionais; e Ciências Agrárias.

Fonte: Ministéria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Compartilhe esta postagem nas redes sociais