A GS1 Brasil ? Associação Brasileira de Automação ?, que atua em benefício de seus 50 mil associados, usuários de padrões de código de barras e comércio eletrônico, provê suporte à implantação da Nota Fiscal Eletrônica – NF-e no Brasil. A entidade realizou mais uma Plenária GT e Commerce NF-e (Nota Fiscal Eletrônica), no dia 6 de dezembro.

O evento, gratuito aos associados GS1 Brasil, teve a finalidade de auxiliar os associados a entender como a alteração da sistemática atual de emissão da nota fiscal em papel, por nota fiscal eletrônica, irá interferir nas relações B2B e que ações deverão realizar para a convergência destes dois cenários.

Informações sobre os próximos eventos podem ser obtidas pela Central de Atendimento 0800 ? 110789 ou 3068-6229 (SP) ou pelo e-mail atendimento@gs1brasil.org.br.

Sobre a NF-e

O Projeto NF-e tem como objetivo a implantação de um modelo nacional de documento fiscal eletrônico substituirá a sistemática atual de emissão do documento fiscal em papel, com validade jurídica garantida pela assinatura digital do remetente, simplificando as obrigações acessórias dos contribuintes e permitindo, ao mesmo tempo, o acompanhamento em tempo real das operações comerciais pelo Fisco.

A implantação da NF-e constitui grande avanço para facilitar a vida do contribuinte e as atividades de fiscalização sobre operações e prestações tributadas pelo Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e pelo Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Num momento inicial, a NF-e será emitida apenas por grandes contribuintes e substituirá os modelos, em papel, tipo 1 e 1A.

Sobre a GS1 Brasil

A GS1 Brasil é uma organização multissetorial sem fins lucrativos, presente no Brasil desde 1983. Seu papel é promover e incentivar o processo de automação, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico das cadeias de suprimentos. A organização tem suas atividades voltadas à atribuição da numeração do código de barras, ao incentivo no uso da automação e à correta utilização do EDI (Intercâmbio Eletrônico de Dados), além de ser a entidade de referência no País para a tecnologia EPC (Código Eletrônico de Produto).

Desenvolve projetos, por meio de seus grupos de trabalho, que atuam em diversos setores: varejo e distribuição, indústria calçadista, materiais de construção, saúde, cadeia da carne, móveis, telecomunicações, algodão, energia e autopeças, dentre outros. A organização está presente em 141 países, com mais de um milhão e cem mil empresas associadas globalmente.

A organização conta com o Grupo de Trabalho e-Commerce NF-e, cujo objetivo é harmonizar a Nota Fiscal Eletrônica NF-e coordenada pelo ENCAT – Encontro Nacional dos Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais, com os padrões do Sistema GS1 especialmente com EANCOM – padrão para EDI, atendendo as relações B2B entre as empresas brasileiras, além de oferecer suporte aos seus associados. O GT e-Commerce NF-e, já realizou inúmeras reuniões para alcançar este objetivo e tem diversas atividades programadas.

Para mais informações, acesse o site da GS1 Brasil: www.gs1brasil.org.br.

Fonte

Ricardo Viveiros – Oficina de Comunicação
Márcia Vilas Boas – Jornalista
E-mail: marciavb@viveiros.com.br
Débora Araújo – Assistente de Jornalismo
E-mail: debora@viveiros.com.br
Tel/Fax: (11) 3675-5444
Internet: www.viveiros.com.br

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A Metacortex do Brasil Ltda investiu R$ 500 mil para trazer ao país o conceito NAP. Forestry. O Natural Assets Planning System (NAP) é um conceito de integração de sistemas de informação de suporte ao negócio de produção florestal para o abastecimento fabril. Ele é baseado numa arquitetura conceitual, adaptável ao cliente, que permite a gestão integrada da informação necessária ao planejamento e operacionalização da sua atividade específica.

Atualmente, a Metacortex é líder absoluta de mercado em Portugal na aplicação desta metodologia ao setor de produção de pasta e papel. ?Nossa expectativa para o mercado brasileiro é muito boa, uma vez que estamos à frente de um produto novo neste país?, afirma o diretor de Desenvolvimento de Negócios da Metacortex, Renato Giraldi. Entre as empresas que já utilizam o NAP estão o Grupo Portucel Soporcel, maior produtor de pasta e papel branquedo não revestido português e um dos maiores da Europa e a Celbi, ex-StoraEnso, que agora pertence ao Grupo Altri.

O NAP consiste em um serviço de consultoria ? estruturado a partir de uma arquitetura de dados, sistemas e tecnologia sob o conceito de Enterprise Architecture Planning (ASI) ? que facilita a tomada de decisões das empresas do setor de pasta e papel quanto às suas operações. ?O NAP é fundamental para que a área técnica do cliente possa decidir, em conjunto com a área de TI, que sistema de informação (conceito que compreende sistemas informáticos, pessoas e organização) necessita para suportar a produção florestal?, afirma Giraldi.

O custo envolvido para os clientes é muito baixo em comparação ao ganho potencial dos resultados obtidos. A Metacortex estima que o NAP possa oferecer ganhos de eficiência de produção da ordem de 15 a 20% para empresas do segmento florestal. ?No caso de um cliente português, que possuía uma área cultivada com eucaliptos de 100 mil hectares, a implantação do NAP representou um ganho de produção de cerca de 20 milhões de euros. No Brasil, país em que as culturas florestais são de ciclo mais curto que na Europa, esse percentual pode ser ainda maior?. A implantação da primeira fase do projeto leva menos de um mês uma vez que são utilizadas equipes mistas formadas por engenheiros florestais e de informática a fim de atender à demanda do cliente tanto sob a ótica de negócios quanto de sistemas.

Perfil

Com uma estrutura societária formada por investidores brasileiros, portugueses e espanhóis e o Espírito Santo Financial Group (ESFG) ? que, no Brasil, controla o Banco Espírito Santo Investimento (BESI) – a Metacortex Consultoria e Modelação de Recursos Naturais S.A. resolveu investir R$ 1 milhão para aportar em nosso país neste ano. A empresa aposta fortemente no Brasil e pretende usar as operações aqui estabelecidas como plataforma para sua atuação na América Latina e na Central. A lista de países de interesse para expansão das atividades da Metacortex fora da Europa inclui Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai.

Fonte

Rossi Comunicação
Jornalista Responsável: Valéria Rossi
Contatos: (11) 3262-0884 / 9348-8562
Carla Dias – Jornalista
Telefone: (11) 9320-7063
E-mail: imprensa@rossicomunicacao.com.br
Internet: www.rossicomunicacao.com.br

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Tomou posse hoje (12), o Conselho Assessor Externo ? CAE ? da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Rondônia com a finalidade de assessorar a Embrapa Rondônia em seus processos de planejamento, acompanhamento e avaliação.

O CAE é constituído de doze membros, sendo três internos e nove externos, com um mandato de dois anos, renovável por uma única vez, por igual período. Fazem parte do Conselho como presidente a Diretora-Executiva da Embrapa, Tatiana Sá, e Victor Ferreira de Souza e César Teixeira completando a lista do membros internos. Como membros externos Caio Márcio Vasconcelos Cordeiro de Almeida, da Ceplac, José Maria Tomaz Menezes, Inpa, José Tarcísio Batista Mendes, Emater-RO, Eliomar Pereira da Silva Filho, Unir, José Lima de Aragão, SEAPES, Calos César Amaral Marques, AVIAGRO, Lázaro Aparecido Dobri, FETAGRO, e Deolindo José Arantes do Sindileite.

Durante o mandato o Conselho irá analisar o Plano Diretor e o Anual de Trabalho propondo revisões, quando necessárias. Também é competência do CAE sugerir ações que visem o aperfeiçoar as metodologias utilizadas pela pesquisa e a transferência de tecnologia. Indicar parcerias com objetivo de aumentar interação entre a Embrapa Rondônia e o ambiente externo. Sugerir ações de comunicação que visem à divulgação dos resultados dos trabalhos desenvolvidos pela Unidade. Além disso, o Conselho irá promover a realização de pelo menos um encontro ou audiência pública anual com representantes de segmentos da sociedade, para discussão e avaliação do planejamento das atividades e dos resultados gerados pela Embrapa Rondônia.

A Embrapa Rondônia concentra seus esforços no desenvolvimento de tecnologias para o aumento da competitividade do agronegócio local. Atualmente estão sendo conduzidas pesquisas com melhoramento genético da soja e da melancia, seleção de clones promissores de café conilon, seleção de variedades de arroz, milho, soja e banana.

Fonte

Embrapa Rondônia
31 anos de pesquisas, parcerias e resultados!
Daniela Garcia Collares – Jornalista
E-mail: daniela@cpafro.embrapa.br
Quetila Ruiz – Estagiária
Telefone: (69) 3225-9387
Fax: (69) 3222-0409
Internet: www.cpafro.embrapa.br

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Autoria:

Carlos Antônio Ferreira de Sousa
Pesquisador Embrapa Meio-Norte
E-mail: cafsousa@cpamn.embrapa.br

Contato:

Carlos Antônio Ferreira de Sousa

EMail:

cafsousa@cpamn.embrapa.br

DDD e Telefone(s):

(86) 3225-1141

Palavras-Chave:

agroenergético, citricultura, Embrapa Meio-Norte

Resumo:

Com a elevação exorbitante nos preços do petróleo, o aquecimento global provocado pelos gases derivados da sua combustão e as previsões de que, no atual ritmo de consumo, as reservas podem-se esgotar em curto prazo, o mundo assiste, neste início do século XXI, a uma corrida sem precedentes na busca de fontes de combustíveis alternativos, renováveis e menos poluentes.

Corpo:

Com a elevação exorbitante nos preços do petróleo, o aquecimento global provocado pelos gases derivados da sua combustão e as previsões de que, no atual ritmo de consumo, as reservas podem-se esgotar em curto prazo, o mundo assiste, neste início do século XXI, a uma corrida sem precedentes na busca de fontes de combustíveis alternativos, renováveis e menos poluentes.

Os empresários do agronegócio têm buscado nas plantas o suprimento dessa demanda. Entre as principais candidatas a abastecer o mundo de energia estão a cana-de-açúcar, a soja e o milho. No Brasil, pela experiência anterior de mais de trinta anos na produção de álcool combustível, o agronegócio da cana-de-açúcar largou na frente de tal forma que o crescimento da área plantada tem-se dado no ritmo de 10 a 12 % ao ano, muitas vezes ocupando espaços anteriormente destinados a outras culturas.

Um caso singular ocorre atualmente no Estado de São Paulo, maior produtor de citros do Brasil, responsável pela liderança mundial do País na produção e exportação de suco de laranja, onde as áreas tradicionais de produção de citros estão sendo substituídas por canaviais. Os motivos são vários. Além da maior rentabilidade da cana-de-açúcar, no cenário atual, há outros problemas enfrentados pela citricultura paulista. As doenças que têm surgido ultimamente, levando inclusive à erradicação de pomares, e o aumento no preço dos insumos têm elevado os custos de produção. Para aqueles que dependem de exportação, o câmbio tem-se mantido desfavorável. Completando o quadro, a mão-de-obra no Estado de São Paulo, fator importante nos custos de produção da citricultura, além de escassa, é uma das mais caras do País. Toda essa situação tem levado os citricultores paulistas a substituir os citros por outras culturas ou a procurar novas áreas para o cultivo de citros.

É nesse contexto que a Região Nordeste surge como alternativa, pois, além de estar isenta das principais doenças dos citros, dispõe de terra e mão-de-obra mais baratas. Já é possível se perceber, nos últimos anos, um aumento da área plantada com citros em quase todos os Estados do Nordeste, especialmente na Bahia e em Sergipe. Nos últimos anos, pelos dados do IBGE, a taxa de crescimento da citricultura nesses Estados é o dobro da Nacional. O grupo de limas e limões apresenta-se como o mais promissor, tendo em vista as condições climáticas favoráveis a essas culturas. Várias empresas instaladas na região vêm produzindo e exportando lima-ácida ?Tahiti?, inclusive algumas oriundas do Estado de São Paulo, que transferiram suas empacotadoras para a Bahia.

Entretanto, para que a citricultura se estabeleça na região como uma alternativa capaz de atrair mais investimentos, é necessário que os governos disponibilizem crédito, em condições compatíveis com a atividade, e criem as condições mínimas de infra-estrutura. Às Instituições de Pesquisa, por sua vez, cabe a geração, a experimentação e a disponibilização de novos materiais, recomendando para plantio aqueles mais promissores e que se adaptaram melhor.

É com esse objetivo que a Embrapa Meio-Norte participa do projeto ?Certificação e Diversificação da Citricultura no Nordeste Brasileiro?, coordenado pelo Centro Nacional de Pesquisa da Mandioca e Fruticultura Tropical. Nesse projeto, estão em avaliação diversos materiais, sendo 40 variedades-copa, incluindo laranja, limão, lima-ácida, tangerina e pomelo, enxertadas em, pelo menos, seis porta-enxertos. A previsão é de que nos próximos anos tenhamos gerado dados suficientes para antecipar as demandas por informações sobre o desempenho das variedades, em condições de campo, as quais serão importantes para subsidiar as decisões em relação aos investimentos.

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