A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, uma das 40 unidades de pesquisa da Embrapa, empresa vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e a empresa Embrisa Biotecnologia SA. assinaram, no dia 25 de novembro, um contrato de parceria pecuária para produção de embriões bovinos in vitro. O contrato foi assinado pelo Chefe Geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, José Manuel Cabral, e pelo proprietário da Embrisa, Carlos Alberto Zanenga, durante solenidade comemorativa pelo 30° aniversário da Unidade da Embrapa.
A assinatura desse contrato representa a formalização de uma rede de empresas denominada Rede PIVE, que tem como objetivo integrar esforços para produção de embriões de bovinos in vitro. A rede PIVE congrega empresas em diversas regiões brasileiras, o que possibilita maior agilidade e possibilidade de intercâmbio entre os resultados obtidos de acordo com as características de cada região.
Além da Embrisa, de Campo Grande, MS, compõem ainda a rede PIVE as seguintes empresas: Agropecuária Nova Vida, de Ariquemes, RO; Fertigen, de Londrina, PR; Abexpo, de Salvador, BA; Cauembryo, de Belo Horizonte, MG; Santa Bárbara, de Amparo, SP; Gênesis, de Brasília, DF; Mata Velha, de Uberaba, MG; Hospital Veterinário de Uberaba; e Gentec, de Cuiabá, MT.
Segundo o coordenador das pesquisas de reprodução animal da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Rodolfo Rumpf, a rede PIVE vai possibilitar difundir tecnologias de ponta na área de multiplicação animal. “O nosso objetivo é constituir uma rede de parcerias na iniciativa privada em várias regiões brasileiras, com infra-estrutura e recursos humanos preparados para desenvolver as tecnologias da área de reprodução animal”, enfatiza Rodolfo, lembrando que com a rede PIVE será possível incorporar as inovações tecnológicas com mais rapidez junto ao setor produtivo.

Fernanda Diniz
E-mail: fernanda@cenargen.embrapa.br
Fonte
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
http://www.cenargen.embrapa.br

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A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa e a Sabinbiotec Biotecnologia Ltda firmaram contrato de cooperação com o objetivo de realizar estudos, levantamentos e pesquisas, planos, programas e projetos destinados ao aprofundamento do conhecimento técnico científico e geração de tecnologias, no âmbito da segurança alimentar e áreas correlatas, bem como viabilizar a aplicação prática de todos os conhecimentos, produtos e tecnologias resultantes dessa parceria.
Com a aprovação no PAPPE/FAPDF (Programa de Apoio ao pesquisador e à Pequena Empresa da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal do projeto de Análise de nitrofuranos em carne de frangos e ovos e micotoxinas em sucos de frutas e vinhos apresentado pelo pesquisador Carlos Bloch da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e a ser desenvolvido em conjunto com a Sabinbiotec empresa criada a partir da larga experiência do Grupo Sabin em medicina laboratorial, que deverá preparar as amostras para análise no espectrômetro de massa da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.
A idéia é desenvolver métodos, processos e tecnologias, customizá-los e oferecê-los à comercialização na determinação da qualidade e sanidade de alimentos para uso humano ou animal, além da prestação de serviços a terceiros, tendo em vista que nitrofuranos e toxinas são pretextos para barreiras não tarifárias no comércio internacional.
O documento assinado no dia 25 de novembro de 2004, durante as comemorações dos 30 anos da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia necessita de formalização dos convênios de cooperação técnica e financeira e dos contratos de cooperação técnica ser formalizados Convênios de Cooperação Técnica e Financeira e Contratos de Cooperação Técnica definidos como Ajustes de Implementação.
Paulo Euler T. Pires
E-mail peuler@cenargen.embrapa.br

Fonte
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
http://www.cenargen.embrapa.br

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Para ele, trata-se de uma “roupagem mais moderna” para o protecionismo. “O governo brasileiro precisa tomar cuidado e se prevenir para situações como essas”, diz Pratini de Moraes.
Somente neste ano, as esmagadoras de soja foram vítimas de duas barreiras sanitárias impostas pela China. O governo chinês encontrou misturadas nas cargas de soja brasileira pequenas quantidades de sementes. As sementes são tratadas com um fungicida tóxico que as torna impróprias para consumo humano. No segundo episódio, a China ameaçou bloquear a entrada de navios de óleo de soja bruto que tivesse níveis elevados de hexano, um tipo de solvente.
“O óleo bruto é uma matéria-prima que não está pronta para consumo humano. Só depois de refinado é que vai para a mesa do consumidor. Por isso, essa barreira é incompreensível”, diz Carlo Lovatelli, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove). Lovatelli participou do 24º Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), que terminou ontem (24/11_, em São Paulo.
Para evitar futuros questionamentos técnicos ou sanitários, o ministério da Agricultura está pedindo um reforço da verba para seu departamento de defesa sanitária. Na proposta inicialmente enviada para o exercício de 2005, o ministério pediu R$ 150 milhões. “Mas já acertamos com a bancada ruralista uma emenda pedindo mais R$ 100 milhões para a defesa sanitária”, diz o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.
Reivindicações
O agronegócio, grande responsável pelo superávit de US$ 30 bilhões da balança comercial brasileira, pede desoneração tributária das exportações, fortalecimento do controle sanitário e fitossanitário, melhoria da infra-estrutura de logística e ênfase nas negociações internacionais para continuar garantindo saldo positivo no comércio internacional brasileiro. “São pré-requisitos necessários para desobstruir os gargalos às exportações”, diz Lovatelli.
Sobre infra-estrutura, ele diz que a soja brasileira viaja mais de 2 mil quilômetros até o porto mais próximo, porém 60% da soja escoada utiliza o meio de transporte mais caro, o rodoviário. Nos EUA, onde os centros de produção estão igualmente distantes, 61% da produção é transportada por hidrovias, mais baratas.
Na Argentina, as distâncias mais curtas até os portos – em média de 300 quilômetros – viabilizam o transporte rodoviário de 82% da soja exportada. “Não é possível se falar em soja sem tocar nos gargalos logísticos”, diz.

Fonte: Gazeta Mercantil

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O que fazer quando um empreendedor rural necessita de apoio tecnológico para desenvolver um serviço ou produto e não sabe onde encontrar a melhor solução? A resposta pode estar em uma universidade ou centro de pesquisas em todo o território nacional. A partir de agora, micro e pequenas empresas, cooperativas e empreendedores rurais têm à sua disposição um serviço gratuito e em rede nacional que o ajuda a eliminar dúvidas e a encontrar as soluções mais inovadoras para seus problemas e o seu desenvolvimento.
Trata-se do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT), que foi apresentado esta semana em São Paulo. O objetivo do SBRT é apoiar as micro e pequenas empresas de todo o país que têm dúvidas relacionadas à fabricação, melhoria de produtos, matéria-prima, fornecedores e outros temas. O SBRT também está apto a atender demandas do agronegócio, especialmente dos pequenos produtores e para quem se dedica à agricultura familiar.
O Serviço é operado por uma rede nacional de parceiros, interligando as seguintes instituições: Sebrae, USP/Disque-Tecnologia, Universidade de Brasília (UnB/CDT), SENAI/RS, Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (CETEC), Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro (REDETEC), Instituto de Tecnologia do Paraná (TECPAR)e a Rede de Tecnologia da Bahia (RETEC/BA), com apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia/Programa TIB/CNPq. Todas essas instituições, juntas, representam um considerável banco de informações à disposição das pessoas que utilizarem o serviço.
O serviço funciona da seguinte maneira: a demanda do empresário é incluída no banco de demandas do SBRT, cujo acesso pode ser realizado pela internet (http://sbrt.ibict.br), telefone ou um dos sete postos físicos espalhados no País. A partir daí, ela será encaminhada para especialistas ou departamentos específicos de alguma das instituições. A meta é que o empreendedor receba a solução em até oito dias.
“O objetivo é ter uma resposta sob medida para cada tipo de demanda”, diz Eduardo José Siqueira Barbosa, coordenador do Serviço USP/Disque Tecnologia e um dos integrantes do SBRT. O leque de demandas, explica, abrange desde o pequeno agricultor com uma dúvida simples sobre utilização de materiais na sua fazenda à uma grande cooperativa que necessita de orientações tecnológicas.
Serviço
Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas
Entidades parceiras: CDT/UNB, Cecae/USP, Cetec, redetec, Senai/RS, Tecpar
Internet: http://sbrt.ibict.br

Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada

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