A Ceasa em Curitiba é a maior unidade do Paraná, por onde passam mais de 15 mil pessoas, todos os dias. São 3.834 produtores cadastrados, que se utilizam dos 644 boxes para comercializar perto de 715 mil toneladas por ano, o que gera recursos na ordem de 650 milhões de Reais.

20784.jpgA qualidade de todos estes produtos começa agora a ser garantida através de uma parceria entre a Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento/Ceasa, com a Apras – Associação Paranaense de Supermercados e o Instituto Genesis, de Londrina, que vai inaugurar no próximo dia 12 de julho, dentro da Ceasa a unidade do Geneslab – laboratório credenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que fará a análise e classificação de hortifrutigranjeiros, um trabalho inédito no Paraná e o terceiro em todo o Brasil. Das 30 centrais oficiais de abastecimento, em vários Estados, apenas as de Contagem (MG) e a de Porto Alegre contam com serviço semelhante.

Segundo a engenheira agrônoma Márcia Koroll, responsável pelo Laboratório, e quot;a classificação determina as características do produto vegetal. Essas características dizem respeito ao que o produto é (identidade) e aquilo que o produto apresenta (qualidade). Além disso, a classificação é diferente da simples seleção, porque é feita por laboratório credenciado pelo MAPA e com base em padrões oficiais e quot;.

Até o final deste ano, a unidade do Geneslab fará análises e classificação de batatas, cebola, tomate, alho, abacaxi, uva rústica, uva fina e kiwi.

Segurança alimentar e ganho em toda a cadeia

O resultado da classificação oficial realizada pelo Geneslab nas amostras dos produtos vão gerar as informações que depois serão utilizadas para a composição do rótulo das embalagens e, assim, cumprir as exigências da atual legislação em vigor no Paraná.

Para o presidente do Instituto Genesis, Henrique Victorelli Neto, o início deste trabalho é um grande avanço, para todos os setores envolvidos, pois trata-se de um processo em que todos ganham. e quot; O Código de Defesa do Consumidor estará sendo colocado, de fato, em prática. A dona de casa, ao comprar uma fruta ou um legume, terá a certeza de que está levando para casa um alimento saudável e seguro. Os varejistas também ganham, porque passam a ter a preferência dos consumidores, e o produtor, na outra ponta da cadeia, vai ganhar mais porque será remunerado pela qualidade do seu produto e quot;.

Segundo o diretor técnico da Ceasa em Curitiba, Manoel Lopes de Andrade, e quot;a separação por variedade, tamanho, cor e qualidade fará com que as embalagens sejam padronizadas, contendo produtos de aparência igualada pela uniformidade de características físicas e limitadas pelo percentual de defeitos. Assim, tanto o consumidor quanto o intermediário e o produtor terão a mesma interpretação do produto. Essa melhora na aparência, obtida pela classificação, é um estímulo para a ampliação do mercado em geral, vai aumentor a eficiência nas etapas da comercialização e trazer redução de perdas, uma vez que produtos com embalagens e especificações padronizadas têm manuseio facilitado para o transporte, empilhamento, armazenamento, conferência e exposição nas gôndolas dos supermercados e quot;.

Já o diretor comercial do Geneslab, Rodrigo Alves, vai mais além. Ele acredita que o fato do produto poder ser rastreado até a sua origem vai dar segurança e uma grande credibilidade, tanto para o setor varejista como para o produtor. Ele acha também que até as compras públicas vão ser moralizadas. e quot;A partir da análise, da classificação e da rotulagem, escolas, creches e hospitais, por exemplo, vão ter a certeza de que vão pagar os produtos em conformidade com o que foi comprado e quot;.

Serviço

Inauguração da unidade do Geneslab
Dia: 12 de julho de 2006 – Horário: 10h
Local: Ceasa/PR
Endereço: BR 116, nº 22.881 – Pavilhão F – Box 711 – Curitiba-PR

Fonte

Instituto Genesis
Ercília Fernandes – Jornalista
E-mail: genesis@institutogenesis.org.br
Internet: www.institutogenesis.org.br

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No Seminário, que acontece no dia 6 de julho, a partir das 13:30 horas, na Câmara Municipal de Ituporanga, pesquisadores farão um alerta sobre os impactos causados pelo consumo indireto de agroquímicos, usados nas lavouras de legumes e verduras do Alto Vale do Itajaí

O uso abusivo e inadequado dos venenos nas plantações têm posto em risco a saúde dos agricultores, segundo observações de técnicos da Epagri, em análises feitas com alimentos que apresentaram resíduos de agrotóxicos ou excesso de adubos químicos. Segundo o gerente regional da Epagri de Ituporanga, Daniel Rogério Schmitt, outro fator que preocupa é que a maioria dos produtores deixam de usar os equipamentos de proteção individual (EPI) durante a aplicação dos agrotóxicos e podem sofrer danos físicos e mentais.

Nos últimos 10 anos houve avanços. Os agricultores estão mais conscientes dos riscos que correm com a aplicação de venenos sem cuidados básicos como a utilização de botas, luvas e agasalhos para proteger a pele. ?Com certeza, o mau uso dos inseticidas químicos causa, além da contaminação do meio ambiente, as intoxicações cada vez mais crônicas nos produtores?, afirma Schmitt.

O estímulo à produção agroecológica é uma alternativa que o engenheiro agrônomo e pesquisador da Epagri, João Debarba, apresentará no seminário. Outra proposta dos organizadores é estimular a produção de hortas orgânicas nas casas das áreas urbana e rural.

O seminário debaterá também os ?Transtornos Mentais e Agrotóxicos? com palestra da psicóloga Íris Schurt. O estudo que comprova os impactos ambientais com o uso de pesticidas na cultura da cebola será apresentado pelo biólogo Jair Ary Guchert. Outro assunto que vai provocar discussão será a explanação do pesquisador e biólogo Júlio Roussenq Neto, que falará sobre a presença de metais pesados na água do rio Itajaí-Açu e os riscos à saúde da população ribeirinha do município de Rio do Sul. ?Percebemos que muitos agricultores sofrem de problemas no sistema nervoso e não há nenhuma justificativa que supere essa hipótese, de que certas doenças estão relacionadas ao uso intenso de agrotóxicos, principalmente na região do Alto Vale do Itajaí?, destaca Schmitt.

A coordenação espera um público de 100 pessoas, entre agentes de saúde, técnicos da Epagri e do Microbacias 2, estudantes de ecologia e assistentes sociais que ficarão incumbidos da tarefa de desenvolver ações de conscientização dos agricultores em suas cidades.

A promoção do encontro é da Epagri, Secretaria de Desenvolvimento Regional de Ituporanga e Secretaria Municipal de Saúde.

Fonte

EPAGRI
Márcia C. Sampaio
E-mail: marcias@epagri.rct-sc.br
Internet: www.epagri.rct-sc.br

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A velocidade da comunicação no século XXI exige que as instituições modernizem o relacionamento com o seu público de referência, pois de nada adianta os investimentos em tecnologias que não chegam aos campos. Atento aos novos desafios, o Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café (CBP e amp;D/Café) inova mais uma vez ao participar da rede de negócios, colaboração e conhecimento, denominada Peabirus.

20776.jpgFoto: Detalhe da tela do Peabirus

Trata-se de uma revolução no modelo de comunicação entre as instituições participantes do Consórcio e os demais segmentos da cadeia café, numa troca dinâmica de informações que visam incentivar a incorporação das tecnologias geradas pela pesquisa e colocar a cadeia produtiva do café dentro do moderno contexto da sociedade da informação. Para Heloiza Dias da Silva, especialista em divulgação científica e tecnológica da Embrapa, as instituições de pesquisa componentes do Consórcio não podem apenas gerar informações tecnológicas e aguardar que sejam eventualmente conhecidas e utilizadas.

Ciência compartilhada

Faz parte das metas do Consórcio promover a articulação interna e externa e a circulação da informação tecnológica e a rede de colaboração Peabirus possibilita um ambiente onde pesquisadores, técnicos, extensionistas, produtores e demais profissionais ligados ao café, possam compartilhar as demandas de pesquisa e a viabilidade de aplicação dos seus resultados no campo. Para o pesquisador da Embrapa Café, Paulo Cesar Afonso Júnior, a rede de colaboração Peabirus democratiza a troca de informações e experiências profissionais, possibilitando a todos os usuários o acesso ao conhecimento e inovações.

A rede Peabirus favorece o relacionamento entre as instituições de pesquisa e entre os 12 núcleos de referência do Consórcio, aproximando os pesquisadores em tempo real e sem custo de deslocamento. E, nesta mesma via, os temas discutidos entre os especialistas serão compartilhados entre os demais segmentos, favorecendo a atualização dos profissionais e o melhor gerenciamento do agronegócio café.

Incentivo à informação

O gerente geral da Embrapa Café, que administra o CBP e amp;D/Café, Gabriel Bartholo, ressalta a necessidade de focalizar os esforços na maneira como as tecnologias são levadas ao público, para se transformar em mais produtividade e competitividade. ?A idéia é promover a troca de informações e gerar inovação e, com isso, fomentar o desenvolvimento da cafeicultura brasileira?.

A rede Peabirus é mais uma ferramenta de comunicação, com a vantagem de atingir os objetivos coletivos de forma mais integrada e com maior escala do que os meios tradicionais. Se no passado os jornais faziam a ponte entre produção científica e o setor produtivo, hoje a Internet cumpre cada vez mais este papel, possibilitando interações com os usuários para prospecção de demandas.

A síntese da visão dos idealizadores do Peabirus, Rodrigo Lara Mesquita e Oswaldo Gouvêa de Oliveira Neto, aponta a rearticulação de processos de relacionamento como o maior benefício para a sociedade que vive a era da informação. ?A Internet viabiliza e fomenta a descentralização de processos, agregando novos parâmetros e valores e, com eles, produtividade?, destaca Mesquita.

Entenda a rede

A rede Peabirus é uma ferramenta de relacionamento que, sustentado por conceitos de colaboração, conhecimento e negócios, utiliza a infra-estrutura da Internet para agregar comunidades na busca de inovação e competitividade. Dentro do Peabirus existe uma rede criada pelo Conselho Nacional do Café (CNC), desenvolvida para promover a integração entre produtores, cooperativas, associações de cafeicultores e federações de agricultura de estados produtores. Além de possibilitar o sinergismo do setor produtivo com instituições de pesquisa e extensão, por meio de uma sub-rede criada para o CBP e amp;D/Café, composta de 13 comunidades ligadas aos núcleos temáticos de pesquisa e à comunicação.

Para a maior compreensão, a especialista Heloiza Silva traça um paralelo com o Orkut, a rede de colaboração mais difundida em todo mundo. As duas iniciativas trabalham com conceitos de redes sociais interativas e dinâmicas. Da mesma forma que no Orkut, para se tornar membro da Rede de Colaboração, Conhecimento e Negócios é preciso ser convidado por outro membro, o que acaba por fazer com que a interação entre pessoas atenda a objetivos comuns. Também como no Orkut, existem comunidades onde é possível trocar informações, fazer intercâmbio de experiências, identificar demandas comuns e soluções compartilhadas.

O grande diferencial dessa rede é que a participação dos membros é orientada e mediada. Trabalha-se com o conceito de governança, com um grupo gestor com a missão de facilitar o processo de relacionamento, avaliar e ajudar a manter o foco e os objetivos da rede. As relações são mais voltadas para o crescimento profissional, para o aperfeiçoamento de processos com inovação tecnológica e para a busca de parcerias empresariais e institucionais.

Fonte

Embrapa Café
Cibele Aguiar ? jornalista
E-mail: c.aguiar@uol.com.br
Internet: www.embrapa.br/cafe

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Há dois anos a seleção de Nelore Mocho PLG, de propriedade de Marcos Pileggi (foto), participa da Exposição de Taubaté/SP, a 4ª Feira de Pequenos e Grandes Animais e Implementos Agrícolas ? a FeiCampo, no Vale do Paraíba. A edição deste ano, realizada de 23 a 25 de junho trouxe excelentes resultados ao criador, tanto que superou os do ano passado, conquistando o 1º lugar como melhor criador e 2º melhor expositor.

20778.jpgEm 2005, na mesma Exposição, a marca Nelore Mocho PLG fez excelentes premiações na Feicampo, ficando em 2º lugar como melhor expositor e 4º melhor criador.

Este ano os julgamentos de nelore e nelore mocho foram unificados desmistificando as e quot;diferenças e quot; do nelore em relação ao nelore mocho. Sob os critérios do juiz da ABCZ Beto Vilhena os animais da marca Nelore Mocho PLG obtiveram dentre outros prêmios os seguintes campeonatos:

Na categoria touro jovem DARCO PLG (Big Ben SN x Regência Cambira) foi o Campeão.

Na categoria vaca adulta, a fêmea DIRRA TE da ARARAS foi a campeã.

Nas progênies, a seleção PLG conquistou o campeonato de mãe com REGÊNCIA CAMBIRA e sua progênie de DARCO PLG e ESSÊNCIA PLG e, na progênie de pai BIG BEN da SN – com a progênie de DARCO PLG, DIVA PLG, DUNA PLG e DRAGA TE PLG foi o vice Campeão.

Nelore Mocho PLG

A atividade de seleção e melhoramento genético do Nelore Mocho PLG começou em 2001. Desde então é integrante do Núcleo ValeCampi – Núcleo de Neloristas das regiões do Vale do Paraíba e Campineira.

É na Fazenda Santa Catarina, localizada em Biritiba Mirim/SP, com aproximadamente 300 alqueires, na região do Vale do Paraíba/SP que Pileggi desenvolve seu trabalho de criação. O foco é a produção de matrizes e touros melhoradores, criados a campo e, que sejam geneticamente superiores para atender principalmente a demanda de sua região.

Através de tecnologias de ponta, como a transferência de embriões e a fertilização in vitro, a avaliação de carcaça por ultra-sonografia e os resultados das avaliações nos principais programas de melhoramento genético do país que a marca PLG tem por objetivo preservar e aprimorar a qualidade genética do Nelore Mocho, visando fertilidade, precocidade, ganho de peso e acabamento de carcaça, para produção de carne macia e saudável, produzida a pasto.

Fonte

Matriz da Comunicação
Comunicação Estratégica para o Agronegócio
Luciene Gazeta – Jornalista
E-mail luciene@matrizdacomunicacao.com.br
Tammy Lauterbach – Jornalista
E-mail: tammy@matrizdacomunicacao.com.br
Internet: www.matrizdacomunicacao.com.br

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