Na semana do dia 19 ao dia 25 de junho, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Administração Regional de Mato Grosso do Sul (SENAR-AR/MS) promove cursos em 13 municípios do Estado.

Em Aral Moreira, será realizado nos dias 22 e 23 de junho, o curso de Regulagem e Utilização de Colheitadeira de Milho, que possibilita aos alunos conhecer o processo de regulagem e de uso da colheitadeira de milho, operando-a de forma ajustada ao tipo de cultura, para evitar perdas e prejuízos. O curso disponibiliza dez vagas e tem duração de 16 horas-aula.

Já em Baytaporã, será oferecido nos dias 20 e 21 de junho, o curso de Fabricação de Produtos de Limpeza, que tem 16 horas-aula de duração. A capacitação oferece a compreensão das técnicas de fabricação de sabão em pedra, líquido e em pó, pastas para limpezas diversas, detergente e amaciante caseiros, desinfetantes, água sanitária, além da fabricação de xampu.

Os interessados devem se informar no portal do SENAR-AR/MS (www.senarms.org.br).

Fonte

Sato Comunicação
Juliana Turatti – Jornalista
Rodrigo Corrêa – Estagiário
E-mail: satocomunicacao@satocomunicacao.com.br
MSN: satocomunicacao@hotmail.com
Site: www.satocomunicacao.com.br

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Na noite da segunda-feira (12), em cerimônia realizada na Sala São Paulo, o pesquisador do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Luiz Carlos Fazuoli, foi homenageado ao receber o Prêmio Fundação Conrado Wessel de Ciência Aplicada ao Campo 2005. O prêmio reforça a importância da pesquisa cafeeira nacional e traz o reconhecimento ao trabalho do pesquisador destacado pela integridade, humildade e capacidade de transformar o conhecimento científico em novas cultivares e tecnologia aplicada aos cafezais. Aclamado como o Oscar da ciência brasileira, além do troféu FCW, o pesquisador recebeu a maior premiação destinada à ciência no país, no valor de 100 mil reais.

20642.jpgFoto: Fuzuoli recebe o e quot;Oscar e quot; da ciência brasileira

Reconhecido como discípulo de Alcides Carvalho, maior cientista de melhoramento de café do mundo, Fazuoli faz justiça ao prêmio recebido. Especialista em Genética e Melhoramento do Cafeeiro e doutor em Biologia Vegetal, sua carreira é marcada por estudos que influenciaram a cafeicultura nacional, como a participação nas novas seleções de café Mundo Novo e na avaliação das cultivares Catuaí Vermelho, Catuaí Amarelo e Acaiá, que representam 90% da cafeicultura brasileira (cerca de quatro milhões de cafeeiros da espécie Arábica).

Pesquisador e diretor do Centro de Café Alcides Carvalho, do IAC, Fazuoli foi um dos idealizadores do Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café (CBP e amp;D/Café), participa da Comissão Técnica de Pesquisa (CTP) da Embrapa Café e foi por sete anos o coordenador do Núcleo de Genética e Melhoramento do Cafeeiro.

Querido e respeitado entre seus pares, Fazuoli teve a trajetória profissional avaliada pela comunidade científica e endossada por representantes das maiores instituições no campo da Ciência, entre elas, FAPESP, CAPES, CNPq, Academia Brasileira de Ciências (ABC), Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Carreira premiada

Figurar entre os vencedores do Prêmio FCW de Arte, Ciência e Cultura 2005, confirma o perfil do pesquisador Fazuoli, que segundo os representantes da Fundação Conrado Wessel, deve apresentar talento inovador, liderança, abrangência social, trabalho incansável, integridade e ética. O melhoramento genético do cafeeiro, foco de estudo do pesquisador, permite a introdução e manutenção da atividade em regiões onde o café é forte gerador de emprego e renda e o desenvolvimento de cultivares de porte baixo favorece o plantio adensado, com menor custo de manutenção e colheita. O desenvolvimento de cultivares resistentes a pragas e doenças, com diferenciais de sustentabilidade e economia para o produtor rural, com redução de riscos à poluição ambiental e à saúde dos agricultores também é foco de seus estudos.

Ciência no campo

Em 2000, a equipe de Fazuoli lançou três cultivares, Tupi e Obatã (resistentes à ferrugem) e Ouro Verde, de porte baixo e excelente qualidade de bebida. Ele também coordenou a seleção da cultivar Tupi RN, que será brevemente lançada e registrada pelo IAC, com resistência à ferrugem e ao nematóide Meloidogyne exígua. Em colaboração com a equipe de pesquisadores do IAC e Unicamp, Fazuoli participou do descobrimento do café naturalmente descafeinado, em três plantas de introduções da Etiópia. Esse trabalho foi publicado na revista científica Nature, em junho de 2004, com grande repercussão nacional e internacional.

Desenvolve ainda projetos para o melhoramento do cafeeiro Robusta, tendo identificado 50 plantas matrizes com elevada produção e qualidade da bebida. Participou da identificação de 13 clones de híbridos F1 do cruzamento de Catuaí Vermelho x Coffea canephora Robusta, denominados Arabusta, altamente produtivos, com resistência múltipla à ferrugem e ao nematóide Meloidogyne exígua. O material apresenta bebida superior ao café robusta, constituindo em um blend natural.

Trajetória

Nascido nas terras férteis de Jaborandi (SP), Fazuoli trabalha no IAC desde 1970, tendo integrado a equipe de Alcides Carvalho, tornando-se seu fiel discípulo. Aluno da turma de 1969 da Esalq, defendeu sua tese de doutorado sobre as cultivares Icatu Vermelho, Icatu Amarelo e Icatu Precoce, cujo desenvolvimento também teve efetiva participação do pesquisador.

Seu nome figura em 90 artigos científicos publicados em periódicos, 201 resumos em congressos e simpósios, 13 capítulos de livro e 79 produtos tecnológicos, sendo 64 cultivares de cafés registrados no Sistema Nacional de Proteção de Cultivares (SNPC). Seu talento não se limita à instituição a que pertence, mas seu conhecimento é dividido entre jovens que se especializam sob sua orientação.

Para a história

A partir de agora, Fazuoli terá seu nome entre os cientistas brasileiros premiados pela Fundação Conrado Wessel, organização sem fins lucrativos, que incentiva atividades educativas, culturais e científicas. A Fundação cumpre o desejo de seu idealizador, Ubaldo Conrado Augusto Wessel, que deixou um patrimônio dedicado à filantropia, ao progresso da ciência e valorização da cultura. Conrado Wessel foi o criador da primeira fábrica brasileira de papel fotográfico, resultado de anos de pesquisa, que mais tarde renderia uma lucrativa parceria com a Kodak.

A cerimônia

A entrega dos Prêmios FCW de Arte, Ciência e Cultura 2005 foi realizada na maior sala de concertos da América Latina, a Sala São Paulo, do Complexo Cultural Júlio Prestes (antiga estação de trens da Estrada de Ferro Sorocabana). Entre os agraciados, Wanderley de Souza (Ciência Geral), José Galizia Tundisi (Ciência Aplicada à Água), Aziz Nacib Ab´Sáber (Ciência Aplicado ao Meio Ambiente), Adib Domingos Jatene (Medicina), Fábio Lucas (Literatura) e os fotógrafos Maurício Salomão Nahas Filho, Andréas Christoph Heiniger e Gustavo Rodrigues de Lacerda (Fotografia Publicitária). A cerimônia foi finalizada com o concerto do pianista internacional Arnaldo Cohen.

Depoimentos

?É um orgulho para a Secretaria de Agricultura ter em seus quadros um pesquisador recebendo um prêmio desta envergadura. Isso vem comprovar que o melhor da Secretaria são seus recursos humanos, bem representado por Luis Carlos Fazuoli?.

Alberto José Macedo Filho
Secretário da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de São Paulo

?É uma honra participar de uma homenagem a um ilustre pesquisador de café que faz parte da equipe do Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café, administrado pela Embrapa Café. É uma justa homenagem pelos trabalhos que presta à cafeicultura. Os novos pesquisadores têm no Fazuoli o norte, uma meta a ser atingida. Ele engrandece o Consórcio e a pesquisa cafeeira?.

Roberto Proença Passarinho
Gerente Adjunto Técnico da Embrapa Café

?Ter um pesquisador da Casa premiado certamente é extensivo à Instituição. Foi no IAC que Fazuoli encontrou o ambiente de pesquisa adequado, com recursos humanos, infra-estrutura e base científica para seus estudos. Esse prêmio é um incentivo aos jovens pesquisadores para dar continuidade aos trabalhos já imortalizados por Fazuoli. Como ele é um continuador do Dr. Alcides Carvalho, existirão os discípulos do Fazuoli. Esse continuar da ciência é que imortaliza os pesquisadores?.

Orlando Melo de Castro
Diretor geral Instituto Agronômico de Campinas – IAC

?Fazuoli é um batalhador do café há muitos anos. O prêmio é muito importante, pois geralmente não se dá valor aos pesquisadores brasileiros. Nós dobramos a produtividade da cafeicultura com a contribuição da pesquisa e o Fazuoli representa, na oportunidade, todo esse esforço. Fazuoli premiado, todos nós somos premiados.?

Luiz Marcos Suplicy Hafers
Cafeicultor – Presidente da Sociedade Rural Brasileira de 1996 a 2002

?É um reconhecimento ao talento do pesquisador. Fazuoli pode agradecer feliz a Deus por ter o dom do conhecimento em benefício de todos?.

Antonio Ambrósio Amaro
Diretor geral Instituto de Economia Agrícola

?O Fazuoli é um companheiro de muitos anos de pesquisa, desde os tempos do Dr. Alcides Carvalho. Tenho orgulho e honra de ter tido trabalhos de pesquisa com esse pesquisador que tem uma história de vida, luta, dedicação e amor ao café?.

Aldir Alves Teixeira
Consultor científico da illycaffè e presidente da Assicafé (Assessoria e Consultoria Agrícola)

?Os jovens devem se mirar no Fazuoli como incentivo à pesquisa cafeeira. O prêmio denota um reposicionamento e um destaque para o café, com um nível de projeção que reforça a importância da cultura e da pesquisa?.

Carlos Henrique Brando
P e amp;A Marketing Internacional, um dos principais idealizadores do Programa de Marketing Cafés do Brasil

?Existe todo um histórico anterior ao prêmio e Deus queira um histórico posterior que venha confirmar a consagração da pesquisa cafeeira, feita com muito patriotismo. A grande mensagem deste prêmio está na promoção do café e da pesquisa científica?.

Herculano Penna Medina Filho
Vice-diretor do Centro de Café Alcides Carvalho
Pesquisador científico do IAC

?É uma alegria participar desta justa e oportuna homenagem a um pesquisador que dedicou a vida à pesquisa cafeeira, com simplicidade, humildade e carinho. Às vezes, parece até simples demais, mas, quando é instigado a dar a sua opinião sobre café, ele demonstra que seus conhecimentos têm profundidade?.

Hélio Casale
Cafeicultor e consultor de café

?Sou até suspeito para falar, pois desde que comecei o cultivo de café em Ouro Fino, há 45 anos, eu vivo na sessão de genética e melhoramento do cafeeiro, recebendo sementes de café e me atualizando com as pesquisas. Fazuoli teve paciência, humildade e carinho para continuar o trabalho do Dr. Alcides?.

José Peres Romero
Cafeicultor, autor de diversos livros com o tema café, entre eles: ?Cafeicultura Prática?, idealizador e responsável pela editora Ceres

?Esse prêmio é muito merecido. O Fazuoli consegue reunir a simplicidade, humildade e capacidade de dividir seu conhecimento com outras pessoas. Sua dedicação está sendo reconhecida com este prêmio, que valoriza também a cafeicultura e toda a sua amplitude social e econômica ao país?.

Benedito Roberto Staut
Diretor da Café Brasil – Alfenas

?Esse prêmio é um orgulho para o Centro de Café Alcides Carvalho, para o Instituto Agronômico e para todo o agronegócio brasileiro. Fazuoli ser homenageado entre outras personalidades brilhantes como Adib Jatene, Aziz Ab´Saber, José Tundisi é um orgulho para a classe agronômica e todos os envolvidos com a cultura do café. Um discípulo do Dr. Alcides Carvalho, só podia ser uma pessoa excepcional?.

Roberto Antônio Thomaziello
Consultor e extensionista do IAC

?Fazuoli é uma personalidade importante para a cafeicultura, é querido entre os produtores e os membros do GTEC, grupo de discussão técnica que participa. Fazuoli merece o respeito de todos que trabalham com a cafeicultura?.

Marcos Roberto Dutra
Fitopatologista e suporte técnico da Syngenta

?Além da capacidade técnica e cientifica incontestáveis, Fazuoli tem um carisma encontrado em poucas pessoas. Com uma visão global do agronegócio café, ele ensina a nós, pesquisadores mais novos, a importância de se buscar produtos e soluções que realmente cheguem ao cafeicultor?.

Sérgio Parreiras Pereira
Pesquisador científico do IAC

Fonte

Embrapa Café
Cibele Aguiar – Jornalista
E-mail: c.aguiar@uol.com.br
Internet: www.embrapa.br/cafe

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No próximo dia 17, sábado, o município de Primavera do Leste – MT, recebe o 1º Tecno Cotton 2006 ? ?a sustentabilidade do algodão no Cerrado?, promovido pela Facual – Fundo de Apoio à Cultura do Algodão, e realizado pela Fundação Centro-Oeste e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária ? Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com o apoio de diversas empresas.

O encontro abordará temas atuais relacionados à cultura do algodoeiro, como a situação e as perspectivas do algodão transgênico no Brasil, o impacto dessas cultivares transgênicas no sistema de produção, as novas cultivares para o Cerrado Brasileiro, o manejo fitossanitário, o manejo das áreas infectadas com nematóides e o sistema integrado de produção de algodoeiro.
Os assuntos a serem ministrados terão como palestrantes pesquisadores e especialistas da Cotton Consultoria, Ceres Consultoria, IAPAR (Londrina-PR), Embrapa Algodão (Campina Grande-PB) e Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados-MS).

O palestrante e pesquisador da Embrapa, Fernando Mendes Lamas, apresentará os resultados de experimentos conduzidos em Primavera do Leste e que têm como objetivo ?estudar alternativas para a produção de cobertura vegetal, visando principalmente o estabelecimento do Sistema Plantio Direto (SPD), nas condições do Cerrado mato-grossense?.

Segundo Lamas, a ênfase de seu trabalho está na produção sustentável de algodão, tendo como fundamento o SPD e a rotação de culturas, já que ?através da utilização do Sistema Plantio direto, a sustentabilidade da cotonicultura mato-grossense pode ser significativamente melhorada?.

Nematologista da Embrapa, Guilherme Asmus, mostrará as ?principais espécies de nematóides fitoparasitos que incidem sobre a cultura do algodoeiro em Mato Grosso e os motivos pelos quais os nematóides tornaram-se problemas em diversas regiões produtoras de MT, além disso, explicaremos quais estratégias podem ser adotadas para a produção de algodão em áreas infestadas?, detalha Asmus. O pesquisador também enfocará a ?diversificação de atividades agrícolas como uma das principais aliadas na manutenção das populações dos nematóides abaixo dos níveis de danos?.

Anote na agenda

1º Tecno Cotton 2006
Data: 17 de junho de 2006
Local: Primavera do Leste – MT

Informações

Telefone: (66) 3497-1780
E-mail: diretoria.fco@terra.com.br
Internet: www.facual.org.br

Fonte

Embrapa Agropecuária Oeste
Dalízia Aguiar – Jornalista
E-mail: dalizia@cpao.embrapa.br
Internet: www.cpao.embrapa.br

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Certificação da indústria frigorífica, visando à padronização de cortes de carne e carcaça, trará muitos benefícios à cadeia da carne bovina no Brasil.

A Brasil Certificação, uma das principais empresas de rastreabilidade e certificação animal do país, começa a colher os frutos de sua parceria com a australiana Aus-Meat, uma das mais importantes certificadoras de processos e produtos no setor agropecuário no mundo, responsável pela padronização de cortes de carne e carcaças adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU).

O Mata Boi, de Araguari (MG), é o primeiro frigorífico certificado com a linguagem Aus-Meat, reconhecida nos mais exigentes mercados em termos de qualidade e padronização de carne bovina, como EUA, Japão e Coréia do Sul. O frigorífico passou por mais de oito meses de auditorias e ajustes necessários.

Andrew Little, diretor de operações da Aus-Meat, esteve no Brasil para a última avaliação e aprovação final do Mata Boi. Ele explica que com o processo realizado no frigorífico, a indústria brasileira dá início ao processo de padronização de cortes de carne e carcaças, o que deverá significar redução do número de reclamações dos clientes com produtos fora de padrão, um dos grandes problemas enfrentados pela indústria frigorífica.

A linguagem Aus-Meat agrega valor ao produtor, além de oferecer inúmeros benefícios no processamento e na comercialização da carne brasileira no mercado internacional. ?A linguagem Aust-Meat permitirá uma melhor comunicação entre produtor e frigorífico, viabilizando o acesso às informações e aumentando a transparência junto aos nossos fornecedores?, comenta Murilo Dorázio, diretor-presidente do frigorífico Mata Boi. Segundo ele, ?o Brasil torna-se uma referência mundial em relação à produção de carne bovina, destacando-se a excelente qualidade do nosso rebanho, bem como a eficiência de nossa indústria.?

Desde que se tornou parceira e responsável pela adaptação e implementação dos sistemas de certificação da Aus-Meat à realidade e condições brasileiras, a Brasil Certificação já realizou dezenas de certificações de processos de produção de animais a pasto (fazendas) e agora avança para os primeiros clientes na certificação de frigoríficos.

Alexandre Martins, diretor executivo da Brasil Certificação, explica que a certificação frigorífica baseia-se no programa australiano AusMeat Language, voltado às indústrias, envolvendo a padronização internacional dos códigos e parâmetros técnicos envolvidos na produção de carne, que minimiza perdas e desperdícios, garantindo o rendimento justo da carcaça.

?Fazem parte dos procedimentos a implementação de sistemas de certificação e auditagem dos padrões definidos, verificação e aferição periódica da balança, conversão das intenções de padronização e qualidade do setor em prática, treinamento dos envolvidos e sua capacitação para implementar e manter o sistema e o monitoramento da implementação, além da garantia do bom funcionamento dos processos nas empresas que utilizam o serviço, entre outros?, esclarece Martins.

?Embora cada frigorífico tenha suas necessidades específicas, a padronização de cortes de carne e carcaças é fundamental para a profissionalização do setor. No Brasil, a padronização dos cortes avança, mas há um longo caminho pela frente. É importante criar essa cultura na indústria brasileira de carnes, começando o trabalho desde o treinamento da mão-de-obra?, acrescenta Andrew Little. ?Duas décadas atrás, a falta de padronização dos cortes das carnes bovinas exportados praticamente tirou a Austrália do comércio internacional. Hoje, a Aus-Meat certifica 100% dos frigoríficos exportadores de carne do país?, completa.

Alexandre Martins atenta ainda para o fato de que hoje, embora o Brasil seja líder nas exportações de carne bovina e tenha exportado duas vezes mais carne bovina que a Austrália no ano passado, a receita das remessas é três vezes menor do que a obtida pelos australianos.?A experiência da Austrália pode, sem dúvida, ajudar o Brasil a valorizar sua carne no exterior e a atender as exigências do mercado consumidor. Toda a cadeia produtiva é beneficiada com a padronização?, completa o diretor da Brasil Certificação.

Mais informações

Brasil Certificação
Telefone: (11) 3061-1366
Internet: www.brasilcertificacao.com.br

Fonte

Texto Assessoria de Comunicações
Marília Silva – Jornalista
E-mail: marilia@textoassessoria.com.br
Internet: www.textoassessoria.com.br

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