Mariangela Morenghi


Os visitantes da II Feira Estadual da Agricultura Familiar e do Trabalho Rural (Agrifam), em Agudos (SP), que acontece de 13 a 15 de agosto, terão a oportunidade de conhecer a história da agricultura, no Túnel da Evolução Agrícola, no estande da Monsanto.

Técnicas primitivas utilizadas no campo, desde a mata nativa, a chegada da mecanização, o plantio convencional e plantio direto até a revolução da biotecnologia, a soja RR e outros produtos que farão parte da agricultura no futuro, serão os temas tratados por engenheiros agrônomos da empresa junto aos produtores.

Ainda no estande da Monsanto, os visitantes da feira vão conferir os benefícios que a biotecnologia já traz a pequenos produtores em todo o mundo: facilidade e flexibilidade de manejo de plantas daninhas e economia, pois seu cultivo requer uma quantidade menor de defensivos.

Produtores em todo o mundo estão seguindo esse caminho e muitos já optaram pelo cultivo de plantas mais produtivas, desenvolvidas pela biotecnologia, que são acessíveis tanto a grandes como pequenos produtores. Essas plantas facilitam o trabalho do agricultor, já que incorporam atributos agronômicos importantes, como proteção própria contra insetos-pragas ou tolerância a herbicidas que controlam as plantas daninhas, além de reduzirem o custo de produção.

Na China, por exemplo,segundo estudo feito pela FAO – Agência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura – em 2003 junto a pequenos produtores conclui que a adoção do algodão transgênico resistente a pragas (Bt) contribuiu para diminuição de casos de intoxicação entre lavradores, além dos benefícios econômicos. Segundo a entidade, os cotonicultores chineses que adotaram o algodão geneticamente reduziram em 80% o uso de inseticidas, e também obtiveram maior produtividade: produzem 3,37 toneladas por hectare, contra 3,18 toneladas por hectare produzidas com variedade convencional. Além disso, o algodão Bt reduz em 28% o custo de produção. Os benefícios da utilização de algodão resistente a insetos no país foram calculados em US$ 334 milhões em 1999.

O algodão Bt tem um gene do Bacillus thurigiensis, que lhe confere característica inseticida, e foi implantado na China em 1997, quando ocupou 2 mil hectares. Em 2002, a variedade foi cultivada em 2,1 milhões de hectares, o que representa 51% da área total de algodão no país. Segundo a FAO, o governo chinês e agricultores relatam um aumento na biodiversidade de insetos nos campos de algodão Bt. Além disso, foram constatados benefícios à saúde dos agricultores: 5% dos trabalhadores nos campos de algodão Bt foram contaminados com inseticidas, contra 22% nas plantações de algodão convencional.

Além das informações passadas no estande da empresa, Márcio Scaléa, pesquisador do Sistema de Plantio Direto há quase 30 anos, vai participar do ciclo de palestras promovido pela Agrifam, com o tema Biotecnologia e Plantio Direto. Sua apresentação será em 14 de agosto, das 15h às 15h40.

Nos últimos 50 anos, no mesmo período em que a Monsanto está presente no Brasil, ocorreram mudanças dramáticas tanto na agricultura brasileira quanto na mundial. Os agricultores brasileiros estão cada vez mais bem informados, valendo-se de novas tecnologias, como o plantio direto, e utilizando insumos de melhor qualidade, como fertilizantes, agroquímicos e sementes híbridas. No entanto, para manter esse bom desempenho, o Brasil, assim como os outros países, precisa continuar a busca por alternativas de aumento de produção.

Serviço:

II Feira Estadual da Agricultura Familiar e do Trabalho Rural – Agrifam
Local:
ITETRESP (Instituto Técnico e Educacional para Trabalhadores Rurais do Estado de S. Paulo)
Rodovia Marechal Rondon – km 322, Agudos/SP
Data: de 13 a 15 de Agosto
Horário: 9h às 17h
Fonte
CDI – Casa da Imprensa
http://www.cdicom.com.br
Mariangela Morenghi
mariangela@cdicom.com.br

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Adriana Fernandes

Fabricante marca presença na 27ª edição da Expointer, feira gaúcha do setor e espera incrementar 20% no faturamento com o investimento

Com o intuito de aumentar a presença no setor de agrobussiness, a Senao do Brasil, fabricante taiwanesa de telefones e produtos para transmissão de dados de longo alcance wireless anuncia que participará da 27ª edição da Expointer. A feira acontecerá no Rio Grande do Sul do dia 28 de agosto a 5 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A Senao estará na exposição com algumas empresas parceiras da região.

Com auxilio de revendas parceiras do RS; a empresa participará da edição de 2004 da exposição com a oferta das linhas de WLAN e PABX Wireless. São esperadas 600 mil pessoas no evento. De acordo com Dennys Silva, gerente da Senao do Brasil, as soluções da Senao podem contribuir para a melhoria da comunicação no setor rural. “Elas provêm um aumento na distância de recepção o que reflete em uma melhoria na produtividade no campo”, explica Silva. “Além disso, com a solução é possível localizar pessoas facilmente, resolver problemas de caráter urgente e mesmo para controle e segurança das operações rurais”, ressalta o gerente.

A solução ideal para um projeto desse porte é composta pelo produto SP-932 S, central telefônica PABX sem-fio digital de 4 linhas de longo alcance já homologada pela Anatel. Com objetivo de prover mobilidade e comunicação constante, a solução tem um alcance de até 5 km e pode funcionar como rádio de 2 vias entre os handsets independente da base. Entre as vantagens o SP-932S também é capaz de realizar conferência em três vias, fazer transferência de chamadas de volta ao PABX principal e possui sistema integrado de correio de voz.

Disponibilidade e preço

O SP-932S já está disponível para venda no Brasil e custa em média R$ 5131 mil para 1 base + 4 handsets. Mais informações pelo telefone (11) 5093-8518.

Perfil Senao

Com a matriz sediada em Taiwan, a SENAO é uma fabricante de telefones e produtos para transmissão de dados de longo alcance. No mercado desde 1979, a SENAO iniciou com um portfólio completo para telefonia sem fio chegando a conquistar a liderança de mercado em soluções envolvendo inclusive tecnologia de telefonia móvel.

A fabricante chegou a ter no ano fiscal de 2002 um market share de 30% no seu mercado local. Neste mesmo ano, a companhia atingiu um volume de vendas mundial equivalente a US$ 12,5 bilhões e a meta para 2003 era de US$ 15 bilhões. Detentora e exportadora da tecnologia PLAM (private local area mobile phone), a SENAO traz ao Brasil sua nova linha de produtos Wireless LAN compatível com todos os padrões 802.11.

Fonte

Senao
http://www.senao.com.tw

Trópico Comunicação
Adriana Fernandes
adriana@tropicocomunicacao.com

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Da Redação

Uma das medidas de desoneração tributária anunciadas nesta sexta-feira pelo governo, o Reporto, deverá trazer um impacto “bastante positivo” nos portos brasileiros, aumentando a capacidade de exportação do setor agrícola. A avaliação é do presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), João Sampaio.

O Reporto é um regime temporário – válido até o final de 2005 e prorrogável por mais um ano – que promove desoneração tributária na aquisição de máquinas e equipamentos destinados à melhoria dos portos. Esses equipamentos não receberão tributação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Cofins, PIS/Pasep e imposto de importação (se não houver um similar nacional).

– Um dos grandes gargalos para que a gente aumente as nossas exportações é o estado atual dos portos. Agora, com o Reporto isentando de todos os impostos as máquinas e equipamentos para a modernização, quem sabe vamos conseguir melhorar a situação, aumentando a nossa capacidade e velocidade. Isso será muito importante para conseguirmos novos mercados e, principalmente, manter os mercados atuais que conquistamos e que vão sofrer sempre uma grande concorrência de outros países – afirmou Sampaio.

Os investimentos em infra-estrutura de transportes são uma das maiores reivindicações do setor agrícola para aumentar as exportações. Segundo Sampaio, melhorar ferrovias, rodovias e hidrovias também é uma medida fundamental para o setor, que espera uma solução por meio do projeto de Parceria Público-Privada (PPP), em tramitação no Congresso Nacional.

– Para esses outros investimentos, nós estamos imaginando que o governo conseguirá aprovar o PPP. Só assim vai se viabilizar todo esse complexo logístico, ou seja, a gente trabalhar com portos; ferrovias, rodovias e hidrovias; armazenagem, que são os três grandes ‘gargalos’ hoje do setor agrícola – disse.

O presidente da Sociedade Rural Brasileira acredita que as medidas como um todo foram um avanço e que o governo acertou, mas talvez a “calibragem” pudesse ter sido um pouquinho melhor.

– Sem dúvida alguma, as medidas vieram em boa hora. Talvez não sejam do tamanho que nós gostaríamos, mas atendem a pleitos antigos – observou.

Fonte
Agência Brasil
http://www.radiobras.gov.br/

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