Na tarde desta de ontem (25/3) a presidência da Famasul em conjunto com a Superintendência do SENAR-AR/MS realizou o lançamento do Projeto Registrar, parte integrante do Programa de Sanidade Animal que está sendo implantado em Mato Grosso do Sul pelas duas entidades, em parceria com o governo do estado e financiamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Através de ações educativas e multiplicadoras, direcionadas a produtores rurais e seus familiares, o Projeto Registar tem como objetivo principal capacitar e motivar o homem do campo para que realize corretamente o registro de todas as atividades referentes ao manejo dos animais. Ao mesmo tempo o Projeto Registrar quer conscientizar os produtores sobre a importância da utilização desta ferramenta na gestão das propriedades.

Para facilitar o registro dos animais a equipe técnica do Projeto elaborou uma caderneta que contém campos específicos a serem preenchidos com dados referentes, por exemplo, ao estoque do rebanho, calendário sanitário, atividades dos manejos sanitário e alimentar, além da movimentação dos animais.

FONTE

Sato Comunicação
Márcia Dietrich – Jornalista
Telefone: (67) 3042-0112
E-mail da Sato Comunicação

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

As doenças animais transfronteiriças são a maior ameaça à produção pecuária mundial. A região da América Latina e Caribe é a maior produtora mundial de carne de gado, ave e ovos e a terceira produtora mundial de carne de porco. Isso faz com que a pecuária seja uma atividade de grande relevância na região. Representa cerca de 13% da produção mundial e tem uma taxa de crescimento anual de 4,5%. Por esse motivo, a prevenção, o controle e a erradicação das doenças transfronteiriças serão alguns dos temas prioritários de debate na 30ª Conferência Regional da FAO para América Latina e Caribe, que acontecerá de 14 a 18 de abril em Brasília.

Nos últimos dois anos, a produção de carne na América Latina cresceu a uma taxa anual muito superior à média mundial de 2,1%. E espera-se que essa tendência se mantenha no próximo biênio. O produto mais importante continua sendo a carne bovina, que representa 40% do valor da produção pecuária regional, seguido pelo forte dinamismo da produção avícola. Esse crescimento tem sido acompanhado por um acesso maior dos produtos pecuários da América Latina ao mercado global, situação liderada pela América do Sul, que tem uma indústria voltada para o mercado externo.

As exportações de carne da Argentina, Brasil, Colômbia e Uruguai, em 2005, alcançaram 246,8 milhões de toneladas. No entanto, também se intensificaram as exigências dos mercados internacionais em termos sanitários e de qualidade dos produtos pecuários, o que torna indispensável e urgente fortalecer os sistemas nacionais de saúde animal.

?A luta contra as doenças transfronteiriças é um desafio que devemos enfrentar em conjunto: por sua natureza, elas não respeitam fronteiras nacionais. É tarefa de toda a região erradicar e controlar esses males, que podem ter enormes impactos econômicos e sociais?, ressalta o Representante Regional da FAO, José Graziano da Silva.

AS DOENÇAS PRIORITÁRIAS

A FAO apresentará na próxima Conferência Regional um documento sobre as doenças transfronteiriças que indica melhorias nos serviços veterinários nacionais e nos programas de vigilância epidemiológica, diagnóstico e controle sanitário. ?No entanto, essas melhorias não são idênticas em todos os sistemas nacionais de saúde animal da região, assim como tampouco há avanços equiparados nos programas de prevenção, controle e erradicação dessas doenças?, afirma o Oficial Principal de Produção e Saúde Animal da Oficina Regional da FAO, Tito Díaz.

O documento também destaca as ações da FAO em relação a cinco doenças prioritárias.

INFLUENZA AVIÁRIA DE ALTA PATOGENICIDADE

A avicultura é um setor em expansão na região: entre 1990 e 2004 duplicou sua participação na produção pecuária regional, de 12% para 24%. Atualmente, o continente americano está livre da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade H5N1 Asiática. Se ela chegasse à América Latina e ao Caribe, o que poderia acontecer pelo movimento migratório de aves silvestres ou pela introdução legal ou ilegal de aves infectadas, poderia ameaçar a segurança alimentar regional (as aves correspodem a 35% do consumo de carne da Região) e provocar graves prejuízos econômicos. E ainda, um risco para a saúde humana: até 5 março de 2008, 371 casos de H5N1 Asiático foram detectados em pessoas, principalmente na Ásia, com 235 vítimas fatais. Diante dessa ameaça, a FAO providenciou assistência técnica de emergência a 33 países da região, num investimento de dois milhões de dólares para prevenir e enfrentar seu possível aparecimento.

FEBRE AFTOSA

A febre aftosa é a doença animal que mais afeta a economia dos países da América Latina e Caribe, por suas implicações no comércio internacional. Os surtos de febre aftosa na Argentina e Brasil em 2005 e 2006 resultaram em perdas econômicas superiores a 10 bilhões de dólares americanos. Os surtos na Bolívia em 2007 e a presença contínua da doença no Equador e na Venezuela, onde foram registrados 25% e 60%, respectivamente, dos surtos de 2006, demonstram que apesar dos avanços no controle e da diminuição do número de surtos no Cone Sul ainda há um caminho a percorrer para erradicar a doença em 2009, meta do Plano Hemisférico para a Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA).

PESTE SUÍNA CLÁSSICA

A FAO coordena os esforços de controle e erradicação da Peste Suína Clássica através do Secretariado Técnico do Plano Continental para a Erradicação da Peste nas Américas, que contribuiu para que 67% do continente esteja hoje livre da doença. Este Plano é apoiado oficialmente por 19 países da região e a meta de erradicação será alcançada em 2020. Para fortalecer as ações, a FAO pôs em funcionamento o Sistema de Informação para a Peste Suína Clássica no Continente Americano, que permite realizar análises epidemiológicas e avaliar os resultados obtidos de acordo com as metas estabelecidas pelos programas nacionais de erradicação.

ENCEFALOPATIA ESPONGIFORME BOVINA (EEB)

A presença da EEB em 2003 no Canadá e em 2005 nos Estados Unidos provocou um alarme regional e prejuízos econômicos estimados em mais de cinco bilhões de dólares. Existe o risco de que a doença chegue na América Latina e Caribe pela introdução de animais ou produtos de origem animal infectados, associada a práticas inadequadas de alimentação animal, razão pela qual a FAO, a pedido dos países, está prestando assistência técnica para fortalecer seus sistemas de prevenção.

MIÍASE (BICHEIRA)

Em 2002 as perdas estimadas provocadas pela doença nos países afetados do Caribe (Cuba, Haiti, Jamaica, República Dominicana, Trinidad y Tobago) passavam de US$ 135 milhões de dólares anuais. Na América do Sul, onde todos os países estão infestados à exceção do Chile, só em 2000, as perdas foram de quase US$3,6 bilhões. Atualmente os países da América do Norte, América Central e a grande maioria dos países do Caribe conseguiram erradicar a bicheira. A FAO continua apoiando e dando assistência técnica no controle e erradicação dessa doença.

LINKS RELACIONADOS

30ª Conferência Regional para América Latina e Caribe
https://www.fao.org.br/cr.asp

Doenças transfronteiriças (em espanhol)
www.rlc.fao.org/es/prioridades/transfron

FONTE

FAO Brasil
Isabela Dutra – Jornalista
Telefone: (61) 3038-2270

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Elevar em pelo menos 15 por cento a rentabilidade e a sustentabilidade dos produtores do Distrito de Irrigação Tabuleiros Litorâneos do Piauí ? DITALPI, no município de Parnaíba, a 348 quilômetros ao norte de Teresina, que aderirem à psicultura. Esta é uma das principais metas do Projeto Canal, que está sendo conduzido pela Embrapa Meio-Norte, Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Até dezembro deste ano, o projeto, que é coordenado pelo pesquisador Valdemício Ferreira de Sousa, prevê a criação de um sistema de produção de peixes em canais para os perímetros de irrigação públicos do Nordeste, além de reduzir, no mínimo, em 10 por cento, os custos da adubação química da melancia e do feijão produzidos no DITALPI.

Os impactos positivos do projeto, que é uma empreitada de fôlego tecnológico, são, dentre outros, a diversificação e o aumento da oferta de alimento, com a produção de pescado a um custo mais baixo e um impacto ambiental bem menor. É bem menor porque não é preciso desmatar e nem tampouco investir em escavações para construir viveiros e canais de abastecimento, desviando um curso de água.

Um outro impacto positivo apontado pelo pesquisador Francisco José de Seixas, que vem conduzindo os trabalhos, é o aproveitamento da água efluente dos canais de irrigação na fertirrigação de espécies vegetais. Esse manejo, segundo ele, traz benefício pela capacidade que as plantas têm em retirar grandes quantidades de macro e micronutrientes, contribuindo, assim, na redução dos riscos de poluição dos aqüíferos.

O trabalho, que é desenvolvido simultaneamente na Embrapa Meio-Norte, em Parnaíba, e no perímetro irrigado, tem um objetivo maior: desenvolver e divulgar o uso múltiplo da água de projetos de irrigação do semi-árido do Nordeste. O projeto envolve a criação de peixes, como pirarucu e tilápia, e de frutas e legumes ? melancia e feijão verde.

O Projeto Canal começou em agosto de 2005, com recursos do programa CT-Hidro, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Em agosto de 2007, o trabalho ganhou mais fôlego com o aporte de R$ 74.742 do Banco do Nordeste. As pesquisas são desenvolvidas em parceria com a Universidade Federal do Ceará, Universidade Federal de Campina Grande e Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS).

FONTE

Embrapa Meio-Norte
Fernando Sinimbu – Jornalista
Telefone: (86) 3225-1141 – Ramal 118

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

As decisões do Governo Federal que devem ser tomadas hoje (25/3) sobre o endividamento agrícola serão comentadas pelo advogado e especialista na área Carlos Alberto Pereira, no próximo dia 27, na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Dourados (MS). ?Não acredito que haverá uma anistia dos tributos, até porque o Governo Federal já sinalizou que a pretensão é apenas dar um bom desconto em cima do valor total para que o produtor quite o débito?, explicou o advogado.

Na semana passada, Carlos Alberto Pereira esteve em Campo Grande (MS) e conversou com alguns produtores rurais e advogados sobre o problema em cima de quitação de débitos como o Pesa, o Pesinha e a Securitização. O advogado apontou algumas situações que agricultores estão prestes a perder suas propriedades, mas conseguem reverter a situação apenas fazendo o cálculo correto do débito. ?Alguns bancos colocam números e taxas não previstas na legislação, o que acarreta um valor maior para ser pago pelo produtor?, apontou Pereira.

O advogado Carlos Alberto Pereira é especialista em contratos de Execução e Revisão Judicial. O evento tem entrada franca, mas é preciso confirmar presença pelos telefones: (67) 3042-0112 ou (17) 3323-3499. Na ocasião, Pereira, lança o livro Contratos de Crédito Rural. O lançamento acontece na OAB, na Rua Onofre Pereira Mattos, 1712 será feito em Dourados, no dia 27 de março.

LIVRO

Com uma linguagem simples, direta e objetiva, o autor ensina como identificar e evitar os encargos ilegais que afetam o crédito rural. Apresenta também as normas legais e a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, que limitou os juros remuneratórios aplicáveis ao crédito rural e fixou, através do Decreto nº. 167/67 os juros moratórios devidos em casos de inadimplência, o que deixa claro que está vedada a cobrança de outros encargos financeiros por absoluta ausência de previsão legal.

Os interessados em adquirir o livro, podem compra-lo no local do evento, pelo site Defesa Rural ou através do telefone (17) 3323-3499.

FONTE

Sato Comunicação
Telefone: (67) 9906-5467
E-mail da Sato Comunicação

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Acontece no dia 31 de março, no auditório da Embrapa Meio-Norte, em Teresina ? PI, o Seminário Ações em parceria na Embrapa Meio-Norte: Uma estratégia de resultados. O evento é uma prestação de contas às instituições parceiras e à sociedade da gestão da Unidade no período de março de 2004 a fevereiro de 2008.

O seminário terá início às 07h30min com um café da manhã para a imprensa e instituições parceiras. Em seguida ocorrerá a abertura solene e a palestra do chefe-geral da Unidade, Valdemício Ferreira de Sousa, com tema Ações e resultados na Embrapa Meio-Norte no período 2004 ? 2008.

Às 09h40min haverá a palestra Parceria Banco do Nordeste / Embrapa Meio-Norte: ações, resultados e perspectivas futuras, com superintendente do Banco do Nordeste, José Agostinho Neto.

Em seguida será a apresentação do diretor da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Maranhão (Fapema) do Governo do Maranhão, Sofiani Labidi, que falará sobre ações, resultados e perspectivas futuras da parceria entre Fapema e Embrapa Meio-Norte.

Ocorrerá ainda o lançamento dos livros ?Tópicos em manejo e fertilidade do solo com ênfase no Meio-Norte do Brasil? e ?Sistema de produção de mamona consorciada com feijão-caupi: matéria-prima para o biodiesel?.

Ao final ocorrerá a entrega de kits de publicações técnico-científicas às instituições parceiras e à tarde haverá uma reunião de trabalho para realinhamento de parcerias com diversas instituições do Piauí e Maranhão.

FONTE

Embrapa Meio-Norte
Maria Eugênia Ribeiro – Jornalista
Telefone: (86) 3214-4003

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

A água é um recurso natural limitado e o seu uso no setor agrícola tem ocorrido com restrições cada vez mais elevadas. Neste sentido, qualquer proposta para um cultivo irrigado deve ser acompanhada de uma criteriosa avaliação da qualidade de água, a qual irá contribuir para um correto dimensionamento e/ou manejo de irrigação, aumento de produção e produtividade, com preservação ambiental.

A determinação das necessidades de irrigação e a definição de um manejo de irrigação racional das culturas têm sido o principal problema enfrentado pelos técnicos e irrigantes (D?Urso e Santini, 1996), notadamente, quando água é um recurso escasso e fator limitante da produção agrícola, em quantidade e especialmente quanto à qualidade.

A região Meio-Norte do Brasil, formada pelos Estados do Piauí e Maranhão, ocupa uma área de 585.744 km2, representando 38% da região Nordeste (IBGE, 2000). As águas superficiais estão quase totalmente inseridas na bacia do rio Parnaíba, com uma área total de 330.400 km2 (Embrapa, 1989). Essa região apresenta elevado potencial para exploração agrícola sob irrigação devido à sua boa disponibilidade de solos e recursos hídricos, em seus diferentes agroecossistemas.

Atualmente, as principais áreas irrigadas da região são: (1) Distrito de Irrigação dos Tabuleiros Litorâneos do Piauí, em Parnaíba; (2) Distrito de Irrigação do Açude Caldeirão, em Piripiri, PI; (3) Distrito de Irrigação dos Platôs de Guadalupe, em Guadalupe, PI e (4) Distrito de Irrigação do Morro dos Cavalos, em Simplicio Mendes, PI. No Estado do Maranhão, destacam-se como promissoras os (1) Distritos de Irrigação dos Tabuleiros de São Bernardo, em São Bernardo e o (2) Distrito de Irrigação de Flores, em Joselândia.

Hoje, nessas áreas irrigadas, há carência de informações básicas sobre a adequada caracterização qualitativa das águas superficiais e subterrâneas para fins de irrigação bem como tecnologias preventivas de contaminação nas principais áreas irrigadas de forma a subsidiar o seu planejamento e sua exploração racional, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos irrigantes e preservação do ambiente.

Neste sentido, a Embrapa Meio-Norte em parceria com a Universidade Federal do Piauí, UFPI, Universidade Estadual do Piauí, UESPI, Departamento Nacional de Obras Contra as Secas, DNOCS, e a Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Piauí, SEMAR, iniciaram a condução de um projeto de pesquisa intitulado ?Avaliação e monitoramento da qualidade de água em distritos de irrigação da região Meio-Norte do Brasil?.

O objetivo é gerar e difundir informações científicas e tecnológicas para promover a caracterização dos recursos hídricos, com ênfase nas principais áreas irrigadas da região Meio-Norte do Brasil, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da agricultura irrigada, melhoria da qualidade de vida do homem e ambiental.

As avaliações e o monitoramento da qualidade da água serão realizados duas vezes por ano, na época da seca e das chuvas. Os pontos de amostragem serão georreferenciados com GPS, a água analisada a sua qualidade, utilizando-se sonda muliprâmetros, com capacidade de avaliar 16 parâmetros em tempo real (temperatura, pH, oxigênio dissolvido, condutividade elétrica, turbidez, salinidade, resistividade, amônio / amoníaco, gases dissolvidos totais, nitrato (NO3-), cloro (Cl-), profundidade, nível de sólidos em suspensão e potencial redox) bem como retirada uma amostra de 500 mL que serão enviadas para o um laboratório de água e solo localizado na cidade de Parnaíba, PI.

Serão utilizados também medidores de íons seletivos tipo multímetro / pHmetro: eletrodo de íon específico para determinação de cálcio e magnésio do tipo PVC / membrana; eletrodo de íon seletivo para a determinação de sódio, do tipo membrana de vidro; eletrodo de íon específico para a determinação de cloro.

Ao longo da execução deste projeto serão realizados treinamentos sobre uso e conservação da água, palestras, seminários, simpósios e entrevistas na imprensa nos pólos de desenvolvimento de agricultura irrigada dos estados do Piauí e Maranhão em estudo. Serão confeccionadas e distribuídas, aos usuários, publicações técnicas informativas sobre a qualidade e uso das águas analisadas.

Com a execução deste projeto, espera-se gerar informações sobre qualidade de água para fins de irrigação que irá auxiliar na tomada de decisão em relação às culturas que podem ser irrigadas ou da necessidade de se aplicar alguma prática para eventuais controle ou prevenção da salinidade e contribuir também com medidas preventivas de conservação e uso racional dos corpos de água em função da sua qualidade.

AUTORIA

Marcos Emanuel da Costa Veloso
PesquiSador da Embrapa Meio-Norte
marcos@cpamn.embrapa.br

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

A pesca do caranguejo-uçá, Ucides cordatus, é uma das principais atividades econômicas para a população litorânea do estado do Piauí. Segundo o Ibama, no Piauí, existem cerca de 2.500 catadores, um número elevado para um Estado de apenas 66 km de costa. O desembarque de caranguejo-uçá representa 50% da produção pesqueira do Piauí, refletindo a importância da pesca desse crustáceo para a economia local.

A Embrapa Meio-Norte, em parceria com a UFPI, através do financiamento da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República (SEAP-PR), realizou o primeiro estudo sobre o perfil sócio-econômico dos catadores de caranguejo do Piauí.

O diagnóstico foi realizado nos quatro municípios do litoral piauiense: Cajueiro da Praia, Luís Correia, Parnaíba e Ilha Grande. Um total de 300 questionários foi aplicado, abordando aspectos relacionados à composição familiar, estado civil, escolaridade, atividades econômicas desenvolvidas, renda familiar, número de caranguejos capturados por dia, local de comercialização da produção, formas de organização e conhecimento da legislação que regulamenta a pesca da espécie.

Segundo os resultados do trabalho, o extrativismo do caranguejo foi apontado por 41% dos entrevistados como a principal fonte de renda. Além da cata do caranguejo, 38,8% praticam a pesca de outras espécies e 12% desenvolvem outras atividades (3,3% a roça, 2,7% a pesca e a roça, 1,7% o artesanato). A renda média mensal da maioria dos entrevistados (66,3%) é menor que um salário mínimo; 25% recebem em torno de um salário e 8,7% entre um e dois salários. Aproximadamente 50% dos catadores não são beneficiados por programas governamentais como bolsa escola, bolsa família, vale gás e outro

A pesca do caranguejo é praticada predominantemente pelo sexo masculino, sendo apenas um entre os 300 catadores entrevistados do sexo feminino. Do total, 33,3% dos catadores possuem idade entre 21 e 30 anos, 29,7% entre 31 e 40 anos, 15,3% entre 41 e 50 anos, 9% entre 51 e 60 anos, 2,7% mais de 61 anos e 9,7% abaixo de 20 anos.

Em relação ao estado civil, a maioria dos catadores é legalmente casada (41,7%) ou vive com a companheira (31,7%). As famílias, em sua maioria (59,7%), são compostas de 04 a 07 pessoas, 19,7%, de 08 a 11 pessoas, 2%, de 12 a 15 pessoas e 18%, de menos de 03 pessoas.

Quanto à escolaridade, 23,7% dos entrevistados são analfabetos, 55,7% não completaram o ensino fundamental, 6,6% têm o ensino fundamental completo, 3% têm o ensino médio completo e 11% não responderam.

A falta de organização dos catadores foi evidenciada na ausência de participação em colônias, sindicatos, cooperativas, ou associações. Dos entrevistados, 65,3% não participam de nenhuma forma de organização, 23% participam de colônia, 7,3% participam de sindicatos, 4,3% participam de associação/cooperativa. A única cooperativa de catadores existente no estado do Piauí é sediada no município de Ilha Grande.

Durante as entrevistas, cerca de 98% dos catadores afirmaram conhecer e respeitar a legislação que regulamenta a cata do caranguejo e compreendem o motivo do período de defeso e das proibições quanto à retirada de partes isoladas dos animais (patas).

Quanto ao número de caranguejos capturados, a maioria dos catadores (62%) afirma coletar entre 40 e 80 caranguejos por dia. Nos meses de novembro, dezembro, janeiro, fevereiro e julho, a captura é intensificada devido à elevação do fluxo de turistas para o litoral.

Segundo a opinião popular e a mídia, os caranguejos capturados no Piauí abastecem o principal centro consumidor da região que é a cidade de Fortaleza (CE). Entretanto, 70,6% dos catadores entrevistados vendem a sua produção no município de Parnaíba e apenas 10,6% afirmaram que o destino do produto é Fortaleza. Desta forma, os caranguejos capturados abastecem preferencialmente o estado do Piauí, cabendo aos municípios maranhenses de Araioses e Água Doce, a exportação de caranguejos para o Estado do Ceará.

AUTORIA

Angela Puchnick Legat
Jefferson Francisco Alves Legat
Pesquisadores da Embrapa Meio-Norte

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

A qualidade do mel pode ser significativamente afetada pelo manejo durante a colheita. Essa etapa pode ser considerada a primeira fase crítica do processo de obtenção do produto, onde o mel ficará exposto às condições ambientais e de manuseio que poderão interferir em sua qualidade final. Deve-se lembrar que as abelhas produziram o mel e o armazenaram de forma a permitir sua conservação por um longo período. Assim, o apicultor deve realizar procedimentos adequados desde o momento da retirada do mel das colméias até o seu transporte à unidade de extração (casa de mel), de forma a interferir o mínimo possível na qualidade do mel e garantir a manutenção de suas características originais.

Para que isto ocorra, destaca-se, em primeiro lugar, a higiene do apicultor e dos materiais apícolas. As pessoas envolvidas na colheita devem utilizar vestimenta apícola adequada e devidamente limpa. O ideal seria dispor de vestimentas apenas para colheita do mel e outras para os demais serviços realizados no apiário. Os materiais utilizados na colheita também devem estar devidamente limpos e ser destinados apenas para esse fim, de forma a evitar qualquer contaminação do produto por substâncias presentes nesses utensílios.

A colheita deve ser realizada, de preferência, entre 9 e 16 horas, em dias ensolarados. Nunca realizá-la em dias chuvosos ou com alta umidade do ar, o que acarretaria o aumento do índice de umidade no mel. Deve-se evitar também a exposição das melgueiras ao sol por longo período de tempo, o que pode levar ao aumento do teor de hidroximetilfurfural (HMF) no mel. A presença desse composto em altos níveis é indesejável, pois indica que o mel foi superaquecido ou que já está envelhecido.

Como o mel é um produto que absorve odores do ambiente, durante a retirada dos quadros com mel, deve-se tomar bastante cuidado com o uso do fumigador para evitar que o mel fique com gosto e cheiro de fumaça. Assim, não devem ser utilizados materiais de combustão inadequados, como esterco de animal, plásticos, madeiras com resíduos de tintas ou óleos, etc. Recomenda-se exclusivamente materiais de origem vegetal, como a maravalha ou serragem de madeira não-tratada, e que não apresente forte odor quando queimada. A fumaça aplicada deve ser fria, livre de fuligem e em quantidade mínima necessária para a retirada dos quadros, direcionando-a paralelamente à melgueira. Deve-se evitar a aplicação direta de fumaça sobre os quadros.

A coleta dos quadros deve ser realizada de forma seletiva, ou seja, devem ser retirados apenas aqueles que apresentarem no mínimo 90% de seus alvéolos operculados, o que indica que o mel apresenta percentual de umidade adequado. Não colher quadros que apresentem crias em qualquer fase de desenvolvimento, grande quantidade de pólen, mel “verde”, ou seja, com altos índices de umidade, que as abelhas ainda não opercularam. A quantidade elevada de água no mel facilitará a proliferação de leveduras, levando-o a fermentar, tornando-o impróprio para o consumo e impossibilitando a sua comercialização.

As melgueiras coletadas nunca devem ser colocadas no chão. Recomenda-se o uso de um suporte, que pode ser um ninho vazio, colocado ao lado da caixa, para receber a melgueira. Apoiada nesse suporte coloca-se uma base, de preferência uma prancha de aço inoxidável, ou mesmo uma tampa nova de colméia, que receberá uma melgueira vazia onde os quadros de mel serão colocados. Sobre a melgueira deve ser colocada uma tampa, de forma a evitar o saque pelas abelhas e a sua indesejada presença durante o transporte.

O transporte das melgueiras deve ser feito em veículo devidamente limpo e que não apresente qualquer tipo de resíduo (de produtos químicos, adubos, esterco etc.) que possa contaminar o mel. O piso da superfície de carga deve ser revestido com material (lona plástica, por exemplo) devidamente limpo de forma a evitar o contato das melgueiras diretamente com o piso. Recomenda-se também que as melgueiras sejam cobertas com lona para evitar a contaminação do mel por poeira ou sujeiras, evitando também que abelhas sejam atraídas pelo mel. Durante o carregamento do veículo, evitar sua exposição prolongada ao sol, o que influenciaria negativamente na qualidade do mel. Nessa etapa, recomenda-se a participação de, no mínimo, três pessoas para garantir maior rapidez e eficiência.

O transporte deve ser realizado com muita precaução para evitar acidentes com a carga. Assim, recomenda-se a amarração eficiente das melgueiras e o deslocamento cuidadoso do veículo, principalmente em vias de acesso com irregularidades. Realizar boas práticas no campo por ocasião da colheita do mel significa, portanto, o primeiro passo na obtenção de um produto de boa qualidade que, com certeza, terá ótima aceitação no mercado que está cada vez mais exigente quanto à qualidade dos produtos apícolas.

AUTORIA

Maria Teresa do Rego Lopes
Pesquisadora da Embrapa Meio-Norte

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

A matéria orgânica do solo (MOS) é considerada um importante indicador de qualidade do solo e de sustentabilidade de agroecossistemas. O aumento nos seus estoques melhora a agregação do solo, a permeabilidade e a capacidade de retenção de umidade e reduz o escoamento superficial e a erosão. Como componente central do balanço global do carbono (C), a MOS pode contribuir para o seqüestro de CO2 e a mitigação de mudanças climáticas. Neste sentido, a predição dos efeitos do clima, composição atmosférica e mudança no uso da terra sobre a dinâmica da MOS é essencial na formulação de políticas agrícolas, ambientais e socioeconômicas.

Os modelos de simulação otimizam o entendimento da dinâmica da MOS e são ferramentas essenciais para estimar mudanças climáticas, para testar cenários específicos e para desenvolver estratégias que mitiguem os efeitos negativos dessas mudanças. Diversos modelos de simulação foram desenvolvidos nos últimos anos, como por exemplo, CENTURY, ROTHC e EPIC. Esses modelos têm sido calibrados e validados com sucesso em uma diversidade de ecossistemas e tipos de solo, sendo a grande maioria sob condições de clima temperado.

No entanto, são considerados complexos, apresentam uma estrutura multicompartimental e requerem muitas variáveis de entrada, o que inviabiliza a utilização em diversos ambientes. Por isso, nos últimos anos, os estudos de simulação de dinâmica da MOS têm se voltado para o desenvolvimento de simuladores mais simples e com menor número de variáveis requeridas, como o CQESTR, desenvolvido para áreas temperadas e testado em alguns agroecossistemas de solos tropicais. O simulador estima as adições de C advindas dos resíduos culturais e as perdas provenientes da oxidação microbiana

As principais variáveis de entrada são o teor inicial de MOS, a densidade do solo, a classe textural, o teor de nitrogênio dos resíduos culturais e as temperaturas e precipitações médias mensais. A Embrapa Meio-Norte tem realizado trabalhos para avaliar o desempenho de CQESTR em dois solos (Latossolo Vermelho-Amarelo e Argissolo Vermelho-Amarelo) sob plantio direto e convencional. O simulador estimou adequadamente a dinâmica da MOS, com diferenças entre valores medidos e simulados menor do que 10 % o que indica um potencial para ser utilizado em solo tropical.

AUTORIA

Luiz Fernando C. Leite
Pesquisador da Embrapa Meio-Norte

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Há diversos métodos analíticos, diretos e indiretos, para avaliar os efeitos das práticas agrícolas sobre as emissões dos gases de efeito estufa (GEE). No entanto, além desses métodos, na maior parte das vezes onerosos, tem se recomendado o uso de simuladores computacionais. Os simuladores são ferramentas úteis para estimar mudanças climáticas, testar cenários específicos e desenvolver estratégias que mitiguem os impactos negativos dessas mudanças.

Há alguns simuladores para estimativa de emissão de C-CO2 (CENTURY, ROTHC e EPIC) e de N2O e CH4 (DAYCENT e DNDC) em diferentes condições de manejo. Para isso, algumas pressuposições são fundamentais para o bom desempenho do simulador. Por exemplo, o efeito dos sistemas de preparo sobre o C-CO2 deve ser quantificado a partir de simulações que considerem os resíduos da superfície do solo com sua própria população microbiana e microclima (temperatura e teor de água) como, por exemplo, no simulador CENTURY.

Esses resíduos devem também afetar o balanço de energia da superfície do solo e por isso, os fluxos de temperatura e calor da subsuperfície. As práticas de preparo do solo nos simuladores devem influenciar a intensidade e a profundidade com que os resíduos da superfície são incorporados ao longo do perfil do solo. Essa incorporação aumenta o contato do resíduo com a população microbiana do solo e o microclima, e dessa forma, incrementa sua taxa de decomposição.

O preparo do solo tem efeito adicional sobre a saída de CO2 pelo aumento no contato entre o carbono do solo e a população microbiana, que também necessitam ser considerados nos simuladores. Em alguns simuladores (ex. CENTURY), esse efeito é simulado pela redistribuição de parte do C dos compartimentos recalcitrantes para os compartimentos lábeis (ex. compartimentos passivo e ativo no modelo CENTURY, respectivamente). Para quantificação dos efeitos de práticas de manejo, como a fertilização nitrogenada, sobre as emissões de NO ou N2O há uma dificuldade adicional, já que, esses gases, são altamente variáveis no espaço e no tempo.

Os desafios da simulação de emissões de GEE estão associados a três aspectos:

1) Alguns dos gases (ex. NO e N2O) tem múltiplas fontes, tais como, nitrificacão e desnitrificacão;

2) Todos os gases são produzidos e consumidos simultaneamente nos solos, controlados pela cinética de uma série de reações geoquímicas ou bioquímicas e;

3) Há um grande número de variáveis ambientais que controlam as reações bioquímicas. Assim, para simulação da emissão desses gases, todos os fatores, incluindo aspectos ecológicos, variáveis do ambiente solo e reações biogeoquímicas devem ser considerados.

As variáveis do ambiente solo importantes para simulação são associadas especialmente, a temperatura, concentração de O2 e teor de água em profundidade, além do C prontamente disponível proveniente da produtividade primária líquida. Essas variáveis devem ser relacionadas às condições especificas do local sob estudo, já que, os padrões temporal e espacial de emissões são altamente variáveis e complexos. Conseqüentemente, o valor preditivo das medições de fluxo em curto prazo para estimativas em longo prazo está limitado para locais com condições similares de solo e clima.

AUTORIA

Luiz Fernando C. Leite
Pesquisador da Embrapa Meio-Norte

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

A balança comercial brasileira registrou na terceira semana de março saldo de US$ 187 milhões. As exportações foram de US$ 2,34 bilhões e as importações de US$ 2,15 bilhões. No acumulado do ano, o saldo comercial subiu para US$ 2,38 bilhões, com vendas externas de US$ 35,1 bilhões e importações de US$ 32,7 bilhões.

Em comparação com março de 2007, as importações tiveram crescimento de 39,6% na média por dia útil, bem mais que as exportações, que tiveram crescimento de 10,5% na média por dia útil na mesma comparação.

PESQUISA APONTA QUEDA NO SALDO DA BALANÇA COMERCIAL

Os analistas de mercado reduziram a projeção para o saldo da balança comercial (exportações menos importações) de US$ 29 bilhões para US$ 28,77 bilhões em 2008. A estimativa consta do boletim Focus, publicação semanal do Banco Central, elaborada com base em pesquisa realizada semanalmente com analistas de cem instituições financeiras sobre os principais indicadores da economia.

Com a quedar do dólar, as importações têm crescido em ritmo maior do que as exportações, o que gera redução no superávit comercial. Na publicação divulgada hoje, os analistas mantiveram a projeção do dólar ao custo de R$ 1,75, ao final do ano, e de R$ 1,70 para este mês e abril.

Para o saldo em conta corrente, que envolve todas as transações comerciais e financeiras com o exterior, a projeção de déficit para o ano subiu de US$ 9 bilhões para US$ 9,75 bilhões. Para o próximo ano, a estimativa para o déficit também subiu, passando de US$ 12,08 bilhões para US$ 13 bilhões.

Quanto ao investimento estrangeiro direto, a projeção subiu de US$ 29 bilhões para US$ 30 bilhões no ano, com manutenção da estimativa para o próximo ano em US$ 25 bilhões.

Com relação ao crescimento da produção industrial, a projeção subiu de 5,06% para 5,14% neste ano e não sofreu alteração para 2009 (4,50%). Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, a projeção é mantida há 13 semanas em 4,5% em 2008. Para 2009, a estimativa não foi alterada e está em 4%.

Os analistas também não mudaram a projeção para a relação entre dívida e PIB, que está em 41,60% há quatro semanas. Outra estimativa inalterada é a da taxa básica de juros (Selic), que, na opinião dos analistas de mercado, deve fechar o ano no atual patamar de 11,25%. Para 2009, também foi mantida a projeção de 10,50%.

FONTE

Agência Brasil
Daniel Lima E Kelly Oliveira
Repórter

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

O resultado negativo do saldo em transações correntes (todas as transações do Brasil com o exterior) em fevereiro (US$ 2,090 bilhões) e no primeiro bimestre (US$ 6,322 bilhões) do ano foi o mais elevado do período desde o início da série histórica, em 1947. Para o mês de fevereiro, a projeção do Banco Central (BC) era de US$ 1,7 bilhão.

Para este mês, a expectativa do Banco Central é fechar com déficit em transações correntes de US$ 3 bilhões. No ano, a projeção para o déficit em transações correntes passou de US$ 3,5 bilhões para US$ 12 bilhões.

Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, o resultado do acumulado do ano é explicado pelo crescimento das importações. “As importações vieram em ritmo mais forte do que prevíamos.”

O saldo da balança comercial (exportações menos importações) ficou em US$ 1,826 bilhão no primeiro bimestre deste ano, resultado bem inferior ao registrado no mesmo período de 2007 (US$ 5,415 bilhões).

Para este ano, o Banco Central revisou a projeção para o saldo da balança comercial de US$ 30 bilhões para US$ 27 bilhões, com importações de US$ 155 bilhões e exportações de US$ 182 bilhões. Se as projeções se confirmarem, as exportações vão crescer 13% e as importações 29%, na comparação com 2007.

No caso dos serviços e rendas, a projeção passou de US$ 37,7 bilhões de saldo negativo para US$ 42,8 bilhões. A projeção para a remessa de lucros e dividendos passou de US$ 20 bilhões para US$ 24 bilhões. Segundo Altamir Lopes, a revisão dessa projeção está em linha com a rentabilidade das empresas, com a apreciação cambial e com a necessidade das empresas de remeter recursos para cobrir baixas rentabilidades no exterior.

O BC também revisou a projeção para as viagens internacionais, que deve apresentar saldo negativo de US$ 4 bilhões, influenciado pela queda do dólar e maior renda dos brasileiros, segundo Lopes. Esse saldo é formado pelo gasto de brasileiros em viagens ao exterior e de estrangeiros no país. A estimativa anterior era de US$ 3,5 bilhões de saldo negativo.

No caso das transferências unilaterais, a projeção passou de US$ 4,2 bilhões para US$ 3,8 bilhões de saldo positivo. Segundo Lopes, essa alteração ?reflete a piora dos fluxos provenientes dos Estados Unidos?. Os Estados Unidos respondem por 45% do que vem para o país por meio das transferências unilaterais, seguido pelo Japão, com 25%, e demais países, com 30%.

Lopes afirmou que o déficit em transações correntes é coberto pelos investimentos estrangeiros diretos no país. Entretanto, no bimestre e em fevereiro esses investimentos foram inferiores ao déficit em transações correntes e ficaram em US$ 5,704 bilhões e em US$ 890 milhões, respectivamente.

Segundo Lopes, o resultado não é preocupante, uma vez que a expectativa é de que, durante o ano, o déficit seja coberto “com tranquilidade”. De acordo com Lopes, o investimento estrangeiro direto é pouco influenciado pela crise externa, já que os investidores observam a estabilidade econômica do país. Segundo o relatório divulgado hoje (24), a projeção para investimentos estrangeiros diretos passou de US$ 28 bilhões para US$ 32 bilhões.

Dados preliminares do mês de março até hoje mostram que o investimento estrangeiro direto no país está em US$ 2,3 bilhões. O investimento de empresas brasileiras no exterior está em US$ 1,2 bilhão. De acordo com Lopes, a entrada de investimento estrangeiro direto está “dispersa em todos os setores”.

FONTE

Agência Brasil
Kelly Oliveira
Repórter

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

O Núcleo de Estudos, Pesquisa e Projetos de Reforma Agrária (Nera), ligado ao Departamento de Geografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), campus de Presidente Prudente, implantou, em fevereiro, uma nova estrutura de divulgação do Banco de Dados da Luta pela Terra (Dataluta). O arquivo organiza informações de ocupações, assentamentos e dos movimentos camponeses. No instrumento já constavam, desde 1995, dados sobre a estrutura fundiária do Brasil.

Com o apoio do Programa Permanente de Divulgação da Ciência da Universidade Estadual Paulista (UNESP), o Nera cadastrou grupos de pesquisas e pesquisadores de todo o País, além de organizações que trabalham temas relacionados à reforma agrária. Os nomes reunidos passarão a receber as informações contidas no Dataluta. ?Temos atualmente o banco de dados mais completo do Brasil?, diz o geógrafo Bernardo Mançano, coordenador do Nera, projeto cadastrado no CNPq.

Desenvolvido por alunos de graduação e pós-graduação, pesquisadores e professores ligados ao Nera, o Dataluta também reúne dados de ocupações da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e da Ouvidoria Agrária Nacional (OAN). ?Confrontados, eles nos oferecem uma leitura mais ampla que os próprios dados organizados pelas fontes originais?, esclarece Mançano.

De acordo com o docente, em 2006, por meio de sobreposição das informações, a CPT registrou 71 ocupações de terra em São Paulo e a OAN registrou 72. Após o confronto ocupação por ocupação, o Nera contabilizou 111. ?Isso significa que, separadamente, essas fontes registram parcialmente os dados e que nossa confrontação ajuda a completá-los. No entanto, mesmo com esse esforço, muitas ocupações não são registradas?, conclui.

FONTE

Universidade Estadual Paulista

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

O Instituto de Zootecnia (IZ), da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), vinculada a Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo venderá de 29 de março a 25 de abril, a partir das 10 horas, 268 animais das raças Nelore, Guzerá, Gir, Caracu e mestiços, machos e fêmeas, que constam do processo SAA 15.041/2008.

Os animais remanescentes continuarão a ser vendidos em horário de expediente. No caso de haver mais de um interessado pelo mesmo animal, o critério de desempate será a melhor oferta.

A venda ocorrerá no Centro Avançado de Pesquisas Tecnológicas de Bovinos de Corte, localizado na Rodovia Carlos Tonani, km 94, em Sertãozinho (SP).

INFORMAÇÕES

Telefones: (16) 3491-6156, 3491-6157
Celular: (16) 9127-4562

FONTE

Instituto de Zootecnia
Assessora de Comunicação Institucional do IZ
Lisley Silvério – Jornalista
Telefone: (19) 3466-9434
Fax: (19) 3466-9413

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

A Embrapa, a John Deere, a Universidade Estadual de Goiás e a Agência Rural de Goiás promovem dias de campo Integração Lavoura e Pecuária (ILP) em 27 e 28 de março na Fazenda Santa Brígida, em Ipameri (GO), a 200 quilômetros de Goiânia (GO). O evento busca difundir, para a região sudeste do Estado, as tecnologias de reforma de pastagem com lavoura, de rotação de culturas anuais com pastagens perenes e de sucessão de culturas com forrageiras anuais.

A Fazenda Santa Brígida tem como principal atividade produtiva a pecuária, seguida da produção de grãos. Na propriedade, bem como na maioria das propriedades da região, existe pastagem degradada e a ILP, associada quando possível ao Sistema Plantio Direto, é encarada como a melhor forma de ajudar a solucionar o problema da alimentação para o gado, principalmente no período seco do ano, além de auxiliar no aprimoramento da exploração das lavouras.

Os dias de campo irão contar com a participação de seis unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). São elas: Embrapa Algodão (Campina Grande/PB), Embrapa Arroz e Feijão (Santo Antônio de Goiás/GO), Embrapa Cerrados (Planaltina/DF), Embrapa Gado de Leite (Juiz de Fora/MG), Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas/MG) e Embrapa Soja (Londrina/PR), além do Escritório de Negócios da Embrapa em Goiânia.

A iniciativa tem ainda o apoio do Banco do Brasil, Ikeda e Marchesan.

MAIS INFORMAÇÕES

Agência Rural de Goiás
Telefone: (64) 3491-1097

Universidade Estadual de Goiás
Telefone: (64) 3491-1556

PROGRAMAÇÃO

DIA 27 DE MARÇO

Público: Autoridades, produtores rurais, empresas e imprensa

08h30 ? Café da manhã
Cadastramento dos convidados

09h ? Palestra de Abertura
Engenheiro Agrônomo Alysson Paulinelli
Ex ? Ministro da Agricultura

09h30 ? Depoimentos
Ricardo Merola
Fazenda Santa Fé

Cesário Ramalho
Presidente da Sociedade Rural Brasileira

10h ? Palestra Técnica Embrapa

10h30 ? Visita às estações de campo

12h10 ? Encerramento do programa técnico

12h30 ? Almoço de Confraternização

DIA 28 DE MARÇO

Público: Produtores rurais, técnicos e estudantes

08h30 ? Café da manhã
Cadastramento dos convidados

09h ? Palestra de Abertura

09h30 ? Depoimento
Ricardo Merola
Fazenda Santa Fé

10h ? Palestra Técnica Embrapa

10h30 ? Visita às estações de campo

12h10 ? Encerramento do programa técnico

12h30 ? Almoço de Confraternização

FONTE

Embrapa Arroz e Feijão
Rodrigo Peixoto – Jornalista
Telefone: (62) 3533-2108

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

A Sementes San Francisco e a Embrapa Arroz e Feijão (Santo Antônio de Goiás/GO), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, realizarão no próximo dia 28 dia de campo na Fazenda Dois de Abril, no município de Lagoa da Confusão (TO). O objetivo do evento é apresentar os campos de produção de sementes da cultivar BRS Jaçanã.

Trata-se de uma nova variedade de arroz irrigado para as várzeas tropicais, que se destaca pela produtividade – média de sete mil quilos por hectare, equiparando-se a outras cultivares já conhecidas pelos agricultores da região como a BRS Alvorada, BRS Formoso e Metica 1.

Ainda segundo a Embrapa, quanto à qualidade de grãos, a BRS Jaçanã possui características semelhantes às variedades de melhor aceitação comercial no país.

ANOTE NA AGENDA

Data: 28 de março de 2008
Horário: das 8h30 às 12h
Local: Faz. Dois de Abril
Endereço: Rodovia TO 255, km 05, s/nº – Zona Urbana – Lagoa da Confusão (TO)
Informações: (67) 3325-6606 e (67) 9985-4444

PROGRAMAÇÃO

8h30 – Recepção e inscrição de visitantes

9h – Abertura
Dr. Roberto Coelho
Sementes San Francisco

9h30 – Apresentação dos ensaios de Valor de Cultivo e Uso
Pesquisador Paulo Hideo Nakano Rangel
Embrapa Arroz e Feijão

10h30 – Visita aos Campos de Produção da BRS Jaçanã
Pesquisador Veridiano dos Anjos Cutrim
Embrapa Arroz e Feijão

Dr. Darci Azambuja
Sementes San Francisco

12h – Encerramento

FONTE

Embrapa Arroz e Feijão
Rodrigo Peixoto – Jornalista
Telefone: (62) 3533-2108

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural ? Administração Central (Senar) disponibiliza na Internet, a partir do dia 14 de março, uma base de dados com informações sobre a produção agropecuária de estados e municípios brasileiros, entre 2002 e 2006. O objetivo é oferecer às Administrações Regionais elementos que ajudem a nortear ações de planejamento e arrecadação. Pela primeira vez na sua história o Senar terá uma base de dados própria, com atualização permanente.

Números sobre o valor bruto da produção da pecuária, agricultura, extrativismo e silvicultura, e dados de volume da produção vão ajudar o Senar a elaborar uma perspectiva da arrecadação, que é feita com base na comercialização da produção rural.

Este acompanhamento do mercado é importante para que Senar possa planejar programas e projetos de qualificação e promoção social para produtores e trabalhadores rurais. Os dados são coletados pela Administração Central junto à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e ao Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

As informações estarão disponíveis em área restrita do site da Administração Central do Senar, apenas para os técnicos das Regionais responsáveis pela arrecadação e já cadastrados no Sistema de Gestão de Documentos e Arquivos (SGDA)?.

FONTE

Agência CNA

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Com o objetivo de mostrar ao produtor rural a importância e grande utilidade de se fazer o registro de todas as atividades relacionadas ao manejo dos animais dentro das propriedades, foi lançado hoje (25/3), na Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), o Projeto Registrar, como uma das atividades integrantes do Programa Sanidade sem Fronteiras.

Direcionado a pequenos produtores rurais, o projeto Registrar consiste em um treinamento de oito horas, divididas entre aulas teóricas e atividades práticas. ?Nas aulas teóricas os produtores são instruídos sobre como proceder para registrar os animais e posteriormente, vão realizar o procedimento na prática, fazendo as anotações em uma ?caderneta de registro?, especialmente desenvolvida para esse fim?, explica Horácio Loureiro Tinoco, assessor técnico do Senar/Famasul.

Com um lay-out especial a caderneta de registro contém campos que devem ser preenchidos de acordo com as atividades desenvolvidas dentro das propriedades. Deverão ser registrados o estoque do rebanho, o calendário sanitário, as atividades de manejo sanitário e alimentar, e a movimentação do rebanho.

Segundo Horácio Tinoco, o projeto Registrar já foi ministrado a quatro turmas-piloto, sendo duas no assentamento rural Nossa senhora Auxiliadora II, no município de Iguatemi (MS), e outras duas no assentamento Floresta Branca, localizado em Eldorado (MS). ?Nossa meta é de que, até abril de 2008 20 novas turmas, cada uma com 30 participantes, em média, tenham recebido o treinamento?, informou o assessor técnico, que explicou também que o treinamento é oferecido preferencialmente a produtores dos municípios localizados na Zona de Alta Vigilância (ZAV), sem qualquer custo para os participantes.

FONTE

Sato Comunicação
Márcia Dietrich – Jornalista
Telefones: (67) 3042-0112 e 3029-0113
E-mail da Sato Comunicação

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Após se reunirem com técnicos da Embrapa Soja de Londrina (PR), da Embrapa Agropecuária Oeste, de Dourados (MS), do Coodetec e da Fundação MS, para discutir os fatores que levaram à queda de produtividade das lavouras de soja, produtores rurais de São Gabriel do Oeste, Naviraí e região decidiram aguardar o final da colheita da safra 2007/2008 para fazer uma análise dos fatores que concorreram para essa quebra.

Segundo o vice- presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Eduardo Corrêa Riedel, que participou do encontro, representando a federação, ?após o fim da colheita vamos poder reunir todos os dados que permitirão uma análise mais realista da situação. Como são muitas as variáveis que levaram à quebra de safra, ficou decidido que só então será elaborado um documento com o resultado do que cada um dos fatores causou. A idéia é que a partir do estudo de cada uma das variáveis e suas conseqüências nas lavouras de soja possamos chegar às origens do problema?, afirmou Riedel.

A reunião contou também com a participação do diretor-executivo da Fundação MS, Dirceu Luiz Broch que se empenhou em mobilizar os produtores para que participassem da reunião.

FONTE

Sato Comunicação
Telefones: (67) 3042-0112 e 3029-0113
E-mail da Sato Comunicação contato@satocomunicacao.com.br

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

O Governo do Amazonas e organizações não governamentais querem ampliar o programa Bolsa Floresta. Esta semana, na capital amazonense, o assunto foi tema de análise durante o Seminário Impactos das Mudanças Climáticas sobre Manaus e a Bacia do Rio Negro, promovido pelo Instituto Socioambiental (ISA).

Criado em em junho do ano passado, na mesma ocasião em que foi sancionada a Lei Estadual de Mudanças Climáticas, Conservação Ambiental e Desenvolvimento, o Bolsa Floresta prevê uma remuneração mensal de R$ 50 aos moradores de Unidades de Conservação Estadual cadastrados pela Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (SDS).

Os beneficiários da bolsa não podem, em suas atividades de subsistência, prejudicar o meio ambiente amazônico e devem contribuir para a manutenção das áreas de floresta. Segundo dados da secretaria estadual, atualmente existem duas mil famílias cadastradas pelo Bolsa Floresta, mas a meta é chegar a oito mil famílias até o fim deste ano.

Além dos recursos repassados aos moradores das unidades de conservação estaduais, existe também a previsão de implementação de outros dois tipos de Bolsa Floresta nos próximos meses. Trata-se do Bolsa Floresta associação, onde 10% dos recursos destinados às famílias vão para as associações comunitárias, e também um plano de investimento comunitário, onde cada comunidade que faz parte do programa recebe R$ 4 mil para aplicar na localidade.

Para o coordenador do Instituto Socioambiental (ISA), Márcio Santilli, o Bolsa Floresta caminha num sentido positivo. Ele avalia que a importância do programa está em ir além das políticas de controle, mas ressalta que isso deve ser apenas um ponta-pé inicial para a construção de políticas públicas de maior “envergadura”.

“Creio que seja a primeira iniciativa nesse sentido do país e por isso pioneira no Amazonas. Evidentemente, precisamos pensar em um conjunto de políticas, não apenas só na remuneração das pessoas, mas em políticas que sejam estruturantes e que possam, a partir dessa remuneração, construir ações de maior envergadura na produção sustentável de maneira que essa bolsa não seja apenas uma bolsa que leve à passividade das pessoas”, enfatiza Santilli.

O consultor do Centro Estadual de Mudanças Climáticas, Carlos Rittl, destaca que a idéia é a valorização dos produtos e serviços ambientais ? como o de crédito de carbono e a proteção dos recursos hídricos – com a ajuda dos próprios comunitários.

Quanto aos recursos, explica, são provenientes do Fundo Amazonas Sustentável, criado no segundo semestre de 2007 pelo governo do Amazonas ? que aportou R$ 20 milhões.

“Futuramente, com novas parcerias e acordos, esse fundo irá crescer. Os recursos serão utilizados na implementação de diversos programas e entre eles a manutenção do próprio Bolsa Floresta. A meta é chegar a R$ 300 milhões para alcançar o apoio desejado aos programas de forma significativa e efetiva. Não há um prazo ou cronograma para isso, mas já há vários outros representantes do setor privado que têm interesse nisso”, antecipa Rittl.

Ainda de acordo com ele, as outras duas modalidades de bolsa são passos seguintes na implementação do programa. Ele revela que até 2010 pretende-se incluir 60 mil famílias no Bolsa Floresta, sem deixar de lado toda a orientação necessária aos comunitários envolvidos nessa ação.

Para aderir ao programa, a comunidade passa por um oficina promovida pela secretaria visando a qualificação dos agentes comunitários para que eles entendam seu papel enquanto moradores de uma unidade de conservação. Além disso, existe um sistema de monitoramento do programa que passa pelo acompanhamento das famílias e ainda pela observação das florestas, onde via satélite, são verificados o controle – ou não – do desmatamento.

O Amazonas possui área equivalente a 1,5 milhões de quilômetros quadrados. Desse total, 428, 4 mil são terras indígenas, 260, 7 mil são áreas protegidas e 170 mil quilômetros quadrados são de áreas de conservação. Atualmente, segundo o governo do Amazonas, o estado comporta 34 unidades de conservação estadual em 17,4 milhões de hectares. Mais de 8 mil famílias residem nessas áreas.

FONTE

Agência Brasil
Amanda Mota
Repórter

Compartilhe esta postagem nas redes sociais