Fato raro no setor, a avicultura brasileira tem pelo menos uma “unanimidade nacional”: a necessidade de implantação de um fundo financeiro para indenizar criadores atingidos por uma eventual ocorrência no País de surtos da Doença de Newcastle ou da Influenza Aviária. Nessas situações, dizem empresários, técnicos e líderes do setor, dispor de um fundo é a única maneira de impedir que avicultores afetados escondam o problema e acabem contribuindo para sua disseminação, o que tornaria o controle mais difícil. Até aqui, porém, o apoio à iniciativa tem sido apenas moral, já que  o setor ainda discute o formato de um fundo indenizatório, sem chegar a uma conclusão que permita, pelo menos, sua abertura.
Ninguém discute as atribuições do fundo: em caso de ocorrência de uma das duas doenças, indenizar (por valores previamente estabelecidos) as aves (não só industriais, mas também da agricultura familiar, de fundo de quintal, etc., incluindo, também, patos, marrecos, avestruzes, etc.) que, por determinação do MAPA, forem submetidas a sacrifício sanitário visando ao controle do foco de uma das duas doença.
O “x” da questão tem sido definir quem vai pagar pelo fundo, uns defendendo a tese de que a participação deve ser ampla e atingir todos os diferentes segmentos da avicultura de corte e de postura, outros preconizando que, para facilitar o processo de arrecadação, a contribuição se concentre na base do setor, isto é, nas empresas de avicultura.
Quem propõs esta forma de procedimento foi o Conselho Consultivo da União Brasileira Avilcultura (UBA) que já elaborou um estatuto para o FISA (Fundo de Indenização Sanitária da Avicultura) e estabeleceu os respectivas esquemas de contribuição: para cada matriz de corte ou postura alojada no País, recolhimento, respectivamente, de R$0,40 (quarenta centavos) e R$1,00 (um real), através de lançamento na respectiva nota fiscal.
Compelidos a responsabilizar-se pela atribuição de cobradores do fundo, representantes dos dois setores indicados têm resistido em assumir a função. Arrolam uma série de razões impeditivas – práticas, técnicas (por exemplo, contábeis e tributárias), mas também jurídicas. Já parte dos pagantes indicados – matrizeiros de postura em geral e matrizeiros independentes de corte – protestam contra a “injustiça da indicação”: alegam que, sendo os dois segmentos altamente concorrenciais, não conseguirão repassar o novo ônus e terão que assumir o Fundo sozinhos. Tudo indica que a implantação do chamado FISA será a grande celeuma da avicultura no decorrer de 2005.
Publicada em 22/12/2004.

Fonte: AviSite Notícias

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As cooperativas agropecuárias brasileiras devem fechar o ano com uma movimentação econômica de R$ 35,7 bilhões, cerca de 10% a mais do que foi movimentado em 2003 – R$ 32,5 bilhões. A estimativa é da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que reúne 1.519 cooperativas agropecuárias, em todo o País.
Os números finais devem ser divulgados até março, após análise da movimentação econômica de todo o ano. O desempenho econômico é resultado da soma de todos os ingressos nas cooperativas, fruto do chamado ato cooperativo – relação econômica entre a cooperativa e o cooperado – e das receitas, que inclui o comércio interno e as exportações.
Desse total, os financiamentos obtidos junto aos bancos – tanto o crédito do Plano de Safra quanto empréstimos a juros livres – cresceram 8,1% entre 2003 e 2004, passando de R$ 2,1 bilhões para R$ 2,7 bilhões. Desse total, 39%, ou R$ 885,3 milhões, foram destinados para investimentos em infra-estrutura. O superintendente da OCB, Marco Aurelio Fuchida, lembra que os investimentos em infra-estrutura permitiram aumento de 25% na capacidade de armazenagem nos últimos dois anos, passando para 25 milhões de toneladas. A produção anual de grãos das cooperativas gira em torno de 43 milhões de toneladas.
O presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, salienta que parte do faturamento deve-se ao bom desempenho das exportações em 2004. A estimativa da OCB é que as vendas externas das cooperativas alcancem US$ 1,7 bilhão este ano, 30% a mais do que em 2003. Apenas no primeiro semestre, as exportações fecharam em US$ 1,054 bilhão, 85% a mais do que no mesmo período de 2003.
Os principais produtos exportados são o complexo soja ( grãos e óleo), carnes e lácteos. No caso dos lácteos, as cooperativas respondem por 45% das exportações brasileiras e vendem para mais de 40 países. Os principais compradores são Argélia, Iraque, Coréia do Sul, Venezuela e Angola.
Marcus Lopes
E-mail: mlopes@libris.com.br

Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada

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As maiores chances do Brasil para crescer em exportação de software estão no desenvolvimento de plataformas de código aberto. Isso é o que considera Sérgio Amadeu, presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) e um dos maiores defensores do software livre do País.
Em entrevista exclusiva ao IDG Now!, o executivo apontou quais os melhores caminhos para as indústrias brasileiras crescerem no mercado mundial de software e fez um balanço dos principais avanços do código aberto e da certificação digital na esfera pública em 2004. Confira os principais trechos:
IDG Now! Quais os principais avanços que o setor público realizou em termos de software livre em 2004? O fator cultural continua sendo um entrave para a disseminação?
Sérgio Amadeu – Realmente uma das grandes barreiras para a implementação do software livre é o fator cultural, pois as pessoas acreditam que só existe um tipo de software no mundo. Boa parte do público desconhece a existência de outras plataformas, como o Linux ou até mesmo o Macintosh, que é proprietário. O raciocínio único de mercado afeta a todos e não só o software livre. E isso é ruim, porque com o passar do tempo, uma única empresa continua se mantendo no mercado, impedindo que outras trabalhem também, gerando empregos, que é um dos pilares deste governo. Então temos que citar outro fator que impulsiona o uso de uma só plataforma: a pirataria. Quanto mais plataformas e programas piratas são usados em residências, mais isso reforça o discurso proprietário de que existe somente um tipo de programa e que todos querem usá-lo. Então, por pressão das pessoas que aprendem somente em programas proprietários, as empresas se sentem obrigadas a gastar milhões em licenças como se isso fosse a única salvação. No setor público, para superar esse problema cultural, realizamos a I Semana de Capacitação em Software Livre, no final de abril de 2004. Mais de 2000 funcionários públicos, de todas as esferas de governo, foram capacitados em ferramentas livres, como OpenOffice, Mozilla, GIMP e outros programas básicos, que fazem o mesmo que muitos proprietários. Outros órgãos de governo estão capacitando suas equipes gradativamente, de acordo com a migração.
IDG Now!Além das razões financeiras, quais os principais benefícios o senhor vê em o governo adotar o software livre?
Sérgio Amadeu – Temos que frisar então, além das questões macroeconômicas, os seguintes motivos: Segurança. Como saber se um software é seguro se não temos acesso ao seu fonte? Programas com código aberto baseiam-se no princípio da transparência e permitem auditabilidade plena. Possibilitam a retirada de rotinas duvidosas, falhas graves ou mesmo buracos que permitem invasões. Outro aspecto é a autonomia tecnológica, que permite ao país ser um desenvolvedor de soluções, aumentando a inteligência coletiva e o trabalho colaborativo. Com software livre temos também independência de fornecedores, pois como não há software livre sem código-fonte aberto, o governo evita o aprisionamento a uma única empresa fornecedora daquela solução, com o estímulo à competição entre fornecedores. E por fim, com software livre, temos o compartilhamento pleno do conhecimento.
IDG Now! Em termos de criação e exportação de software, como o senhor avalia a participação do Brasil e oportunidades nessa área, já que somos conhecidos pelo grande potencial nesse sentido?
Sérgio Amadeu – Com o software proprietário o Brasil tem pouca chance de conseguir conquistar o mercado. Entendo que o Brasil deve fazer como a Índia e adotar o caminho do desenvolvimento de soluções. Temos, sem sombra de dúvidas, grande capacidade de desenvolver em linguagens abertas e de vender serviços. A maior comunidade de desenvolvedores de Java está no Brasil, a linguagem LUA foi desenvolvida aqui e já tem boa aceitação na Europa. Além disso, temos uma grande oportunidade com a disseminação dos softwares embarcados. Isso é sinônimo de GNU/Linux. Já que as soluções abertas oferecem condições para a adequação dos códigos e das funções, conforme a necessidade do equipamento que irá utilizar aquela solução. Outra boa oportunidade é oferecer soluções integradas em que se desenvolve soluções complexas para um determinado problema e o software nesse caso é apenas uma parte. As empresas vão pagar pela inteligência do processo e não por licenças de uso. O importante neste ponto é que as empresas brasileiras estejam prontas para conseguir financiamentos, que as ajudarão a investir nos seus produtos.
IDG Now! Quanto o Brasil exporta atualmente em software?
Sérgio Amadeu – O Brasil exporta atualmente R$ 120 milhões por ano em software. Com a linha de financiamento do Prosoft podemos duplicar esse número. E eu destaco nesse ponto a participação das empresas que trabalham com software livre. Países da Europa e Ásia estão incentivando o Software Livre porque não querem mais depender tecnologicamente dos americanos. Então é neste ponto que temos que entrar, pois podemos vender soluções para esses países também, todas em código aberto, mostrando a excelência do nosso trabalho.
IDG Now!Agora em relação à certificação digital. Recentemente o senhor disse em entrevistas à imprensa que o aspecto técnico dos conceitos de certificação digital já tinham sido superados e que agora o importante seria concentrar nos aspectos práticos. Como o senhor avalia os avanços que foram feitos nesse sentido durante este ano?
Sérgio Amadeu – Durante os últimos anos pudemos acompanhar o uso do sistema em aplicações tais como de governo eletrônico e do sistema bancário. Temos hoje uma infra-estrutura plenamente operacional e com bons níveis de segurança. O Prouni, do MEC, o projeto Juro Zero, da Finep, e a assinatura de contratos de câmbio são exemplos concretos de aplicações que já utilizam a certificação digital. Mais recentemente, dia 02/12, a SUSEP aprovou o uso da assinatura digital nos documentos eletrônicos relativos às operações de seguros, de capitalização e de previdência complementar aberta. Essas iniciativas comprovam que a desmaterialização dos processos burocráticos é um item essencial e muito positivo para o país, por reduzir custos e possibilitar mais controle sobre processos.
IDG Now!O sr. acredita que o mercado brasileiro, as empresas e o setor público já estão maduros para a utilização dessa tecnologia? O que ainda falta ser feito?
Sérgio Amadeu – A prova está aí. Estamos em um estágio em que o próprio mercado e os vários atores começam a identificar novas possibilidades de utilização da infra-estrutura. A entrada do sistema bancário e do judiciário fará, certamente, com que a certificação se torne uma realidade para as camadas sociais já inseridas no mundo virtual. Temos a preocupação, no entanto, de também dar condições para que os outros segmentos da população, a partir do momento que entrem em contato com o mundo informatizado, possam se beneficiar dessa tecnologia. A certificação digital tem características básicas que possibilitam garantir os direitos de cidadania, como privacidade, sigilo e confiabilidade das informações que trafegam no ciberespaço.
IDG Now!Quais as metas do ITI para 2005?
Sérgio Amadeu – O maior desafio do Governo, em relação à certificação digital, é a consolidação da ICP-Brasil como o sistema nacional, estimulando novas aplicações e, conseqüentemente, a redução do custo do certificado ao usuário final. Outro desafio é construir uma aplicação que incentive o gestor público federal a utilizar a certificação digital. Para isto estamos montando uma proposta de Gestão Eletrônica de Documentos com certificação. Ele será todo desenvolvido por empresas nacionais e terá uma licença GPL, típica do Software Livre. Por fim, no próximo ano teremos a versão beta da plataforma criptográfica aberta e plenamente auditável que começamos a construir com a Marinha, o ITA, as universidades e a ABIN. Seu sucesso será a vitória daqueles que apostam na autonomia tecnológica nacional. Na área de software livre as expectativas estão voltadas para os programas de inclusão digital, como PC Conectado e Casa Brasil, já que poderemos ter, nos próximos dois anos, uma base instalada e em pleno funcionamento em software livre maior que as alternativas proprietárias.
Com colaboração de Camila Fusco

Fonte: IDG Now

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Em depoimento à Suprema Corte dos Estados Unidos, o procurador Edwin Kneedler, defendeu que o checkoff, contribuição de US$ 1 sobre cada cabeça abatida para promover a carne bovina, não fere a Constituição do país. “O programa transmite uma mensagem geral, sobre o consumo de carne, e foi aprovado por lei”, argumentou, segundo o site Meatingplace.
Para Laurence Tribe, professor de Direito em Harvard e advogado de pecuaristas contra a contribuição, esse argumento não se sustenta uma vez que um grupo de criadores se dispôs a entrar com ação na Justiça contra o programa. Tribe ressaltou que em 2001 a Suprema Corte considerou inconstitucional projeto semelhante da indústria de cogumelos.
Os pecuaristas se queixam de que apenas eles contribuem com o checkoff. Indústrias e comerciantes, que se beneficiam dessa publicidade, não pagam pela manutenção do programa. Decisão sobre o assunto na Suprema Corte deve sair apenas em meados de 2005.

Fonte: Portal DBO

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Realizado no dia13/12, o tradicional jantar de final de ano da Associação Brasileira de Criadores de Canchim ganhou um novo ingrediente. Pela primeira vez contou com um leilão. O remate negociou apenas embriões. Toda a renda reverteu para a ABCCAN. Com duração breve, o evento, conduzido pelo leiloeiro Guillermo Sanchez, movimentou R$ 105.000 por nove lotes, média de R$ 11.667.
Acostumado a recintos mais amplos, Sanchez teve de conter a voz ao apregoar os lotes, para não incomodar outros ambientes da Churrascaria Fogo de Chão na Avenida dos Bandeirantes, zona sul de São Paulo. O lote mais valorizado foi o embrião da matriz Carolina da Água Marinha (foto), vendido pelo presidente da ABCCAN, Deniz Ferreira Ribeiro, de Águas de Santa Bárbara, SP, para a Fazenda São Joaquim, de Carvalhos, MG. Os R$ 18.200 representam o valor mais alto pago por um embrião da raça, segundo a Associação.
O maior comprador do evento foi Luiz Carlos Dias Fernandes, da Fazenda Itamarati, de Paulistânia, SP. Investiu R$ 21.000. O leilão, isento de comissão, incluindo a do leiloeiro, trabalhou com 14 parcelas – 2 no ato, 2 em 30 dias e mais 10 prestações mensais.
O evento também contou com a entrega dos prêmios aos melhores criadores e expositores do Canchim em 2004. Entre os criadores, liderança de Luiz Adelar Scheuer, da Fazenda Calabilu. Entre os expositores, de Deniz Ribeiro. A fêmea e o macho de maior destaque no ano também foram animais do presidente da ABCCAN: Elektra e Equilíbrio da Água Marinha.
Na saudação aos participantes do jantar, Ribeiro traçou um panorama realista da pecuária de corte em 2004, “ano de preço desfavorável e de ajustes para todas as raças, inclusive zebuínas”. Para o Canchim, o presidente da ABCCAN considera promissora a perspectiva. “Os esforços, quando empreendidos com união, se transformam em resultado positivo para todos”, afirmou. Deniz Ribeiro avalia que os criadores têm obtido êxito em selecionar animais capazes de gerar produtos mais precoces para o abate. À produtividade se alia a funcionalidade.
Gitânio Fortes
Fonte: Portal DBO

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O primeiro Laboratório de Ensaios de Equipamentos em Irrigação do Nordeste começa a operar nesta terça-feira, instalado no Curso de Tecnólogo em Irrigação, do Centec de Sobral A infra-estrutura recebeu investimento de R$ 419,3 mil das agências de fomento do Ministério da Ciência e Tecnologia — dos quais R$ 176,3 mil do CNPq e R$ 242,9 mil da Finep — e R$ 141 mil da Prefeitura de Sobral, parceira na reforma do prédio.
A inauguração, agendada para as 10h30min desta terça-feira (21/12), terá a presença do governador Lúcio Alcântara, do secretário da Ciência e Tecnologia, Hélio Barros, do prefeito Cid Gomes e do presidente do Instituto Centec, Amaury Oriá. Segundo Oriá, a unidade será a única no País a ter a acreditação do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), já solicitada.
O coordenador do Laboratório e do Curso de Irrigação, Raimundo Rodrigues Gomes Filho, informa que após o descerramento da placa será feita uma visita a algumas bancadas de testes, com a demonstração de como serão realizados os ensaios com tubos gotejadores, mini-aspersores e aspersores.
O curso conta com três doutores em Irrigação e nove mestres, que visitaram as empresas fabricantes de equipamentos em irrigação para comunicar o início dos serviços.
‘As empresas fabricantes poderão, agora, enviar os seus produtos de irrigação para os testes no Laboratório, que pretende fazer um catálogo com o ranking dos equipamentos, de acordo com os padrões de qualidade’, disse o coordenador. Segundo ele, as empresas vão pagar por este serviço, que antes era realizado por universidades sem a acreditação do Inmetro ou no Exterior.
‘As empresas que produzem bons equipamentos vão comprovar a qualidade com certificado e, assim, vão poder dar garantia maior ao produtor que adquire sistemas de irrigação’, disse Gomes. Para o coordenador, o Laboratório possibilitará uma concorrência maior por parte das empresas que vão primar pela qualidade, e evitar que o produtor tenha prejuízo ao adquirir produtos de inferior qualidade com preço baixo, fabricados por empresas de fundo de quintal.
Gomes argumenta que o investimento na implantação de um hectare de melão custa cerca de R$ 9 mil e, por isso, o produtor só tem a ganhar se adquire equipamentos certificados. Os testes de certificação podem ser feitos em tubos de PVC, polietileno e outros, em filtros em geral, microaspersores, aspersores e similares, todos tipos de válvulas e emissores (gotejadores e fitas gotejadoras).
Serviço:
O Laboratório de Ensaios de Equipamentos em Irrigação do Nordeste 
Av. Dr. Guarany, 317 – Betânia – Sobral (CE).
Fone (88) 3677.2525 ou (85) 3452.1930
E-Mail ud_sobral@centec.org.br
Sistema certificado garante maiores produtividades
O secretário de C e T do Estado, Hélio Barros, cita como resultado da eficácia do sistema de irrigação com o certificado nos ensaios de laboratório a melhor produtividade da cultura, além da garantia na economia de água e energia elétrica, com o melhor desempenho.
‘O Laboratório do Centec fará também pesquisa e desenvolvimento tecnológico para os sistemas de irrigação e de novos produtos adaptados às condições do Ceará, com a capacitação e treinamento de técnicos e produtores’, disse ele.
O mercado de equipamentos de irrigação no Brasil já movimenta cerca de US$ 500 milhões por ano, conforme estimativa, porém não havia ainda controle de qualidade e instituições credenciadas a fazer ensaios avaliadores para obtenção de certificado.
‘Esta lacuna está relacionada ao uso ineficiente da água e energia e à perda de produtividade’, avalia. ‘Os produtos de irrigação existentes no mercado brasileiro, na maioria, são oriundos de importação dos Estados Unidos, de Israel, Espanha e Austrália, sendo os catálogos técnicos adaptados à realidade destes países’, informa.
Os ensaios de laboratório visam dar a garantia ao fabricante, ao projetista de sistemas de irrigação e a quem investe em projetos de irrigação, de que os produtos estão dentro da conformidade exigida pelas normas da Associação Brasileiras e Normas Técnicas (ABNT), assinala Amaury Oriá.
Segundo ele, a avaliação e certificação terá o selo do Inmetro. O Ministério da Educação também é parceiro no Laboratório, com R$ 39 mil para aquisição de equipamentos e o Centec com R$ 77,6 mil, além da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal do Ceará (UFC).
A irrigação localizada de banana traz incremento de produtividade com a colheita de 100 toneladas por hectare, enquanto que, sem irrigar, a produção é de 30 toneladas por hectare.
No caso da uva irrigada, a produtividade é de 40 toneladas por hectare, e de menos de 10 toneladas por hectare sem irrigação. Também a produtividade do melão irrigado aumenta mais que o triplo, que chega a colher 70 toneladas por hectare, enquanto se limita a 20 toneladas por hectare sem irrigação.
Fonte: Diário do Nordeste

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A maior processadora de carne suína do Canadá, a Maple Leaf Foods, adotou um sistema de rastreamento de DNA para garantir que todo produto possa ser rastreado de volta ao animal de origem.
Segundo o presidente da empresa, Michael McCain, o uso do DNA para rastreamento é um método preciso e confiável, relativamente livre de falha humana e eficaz para análise da carne em qualquer estado, seja crua, cozida ou processada.
Segundo a Canadian Press, a Maple Leaf Foods vai iniciar o programa de rastreamento de DNA em dezembro de 2004 com o registro de 30 mil suínos de um frigorífico seu voltado sobretudo à exportação para o Japão, país no qual o consumidor está particularmente preocupado com a segurança de alimentos.
O programa será ampliado para outros frigoríficos da empresa em 2005. Para McCain, a tecnologia poderia ajudar a indústria frigorífica do Canadá a destacar-se mundialmente no quesito segurança.
Com informações da The Canadian Press.

Fonte: Instituto Ethos

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Produtos
Projetos Agropecuários, Crédito Rural, Recuperação de Áreas Degradadas, Consultoria Ambiental, Legislação Ambiental.

Descrição
A SEAGRO – Consultoria Agropecuária e Ambiental Ltda. atua a mais de 20 anos em atividades relacionadas à agropecuária no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Dentre os serviços prestados por nossa empresa na linha de Financiamento e outras frentes estão:

Planejamento, Consultoria e Assessoria Agropecuária.

Elaboramos projetos agropecuários, também para fins de financiamento via Crédito Rural, via BNDES e via FINAME.

Projetos de prevenção ambiental de forma a evitar riscos que possam vir a existir na área do empreendimento.

Projetos de recuperação de áreas já degradadas.
Contato
Adalberto Lúcio Borges
Telefone
(34) 3212-7769
E-mail
seagro@megabio.com.br
Internet
http://www.megabio.com.br/seagro

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O secretário de Produção e Turismo em Mato Grosso do Sul, Dagoberto Nogueira, admitiu ontem a existência de um possível foco de febre aftosa em Paranhos, na fronteira com o Paraguai, no extremo sul do Estado.
O secretário disse que a denúncia veio do Paraguai e chegou até o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que por sua vez acionou a Delegacia Federal de Agricultura para verificá-la.
A Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal (Iagro) esteve no local para fazer o primeiro exame de sorologia nos animais, e, segundo o secretário, foram registrados 23 resultados positivos. Nogueira explicou que este resultado pode ser conseqüência do fato de os animais terem sido vacinados recentemente.
O secretário chegou a marcar uma data para o abate dos animais, mas, seguindo orientações do Ministério da Agricultura, determinou que novos exames de sorologia sejam realizados e encaminhados para um laboratório de Belém, no Pará.
Segundo o secretário, os resultados deste novo exame devem sair dentro de 15 a 20 dias, para se ter uma definição sobre o abate ou não dos animais. Durante esse intervalo, a propriedade está lacrada e interditada.
Em 2002 foi registrado o último foco de aftosa no Mato Grosso do Sul, no distrito de Canindeyu, no Paraguai, na fronteira com o município de Sete Quedas, região sul do Estado, que ficou, na época, proibido de vender carne.

Fonte: Zero Hora

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O Ministério da Saúde do Japão confirmou, ontem, que pelo menos uma pessoa foi infectada pelo vírus da Influenza Aviária que atingiu o país no início deste ano. O Ministério, porém, fez questão de ressaltar não existir a menor possibilidade da pessoa afetada vir a infectar outras pessoas. Porta-voz do órgão ainda acrescentou que outras quatro pessoas podem ter sido infectadas pelo mesmo vírus, mas nenhum dos cinco casos registrados apresentou sintomas de Influenza Aviária.
O caso confirmado marca a primeira infecção humana pelo vírus da Influenza Aviária no Japão. Os cinco afetados estiveram envolvidos em trabalhos como a de população de granjas e respectiva desinfecção no surto que afetou a província de Kioto em fevereiro deste ano. Nas palavras do Ministério, eles desenvolveram anticorpos para o vírus da Influenza.
Fonte: AviSite Notícias

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A Escola Agrotécnica Federal (EAF), em Salinas (MG), onde se produz as melhores cachaças do mundo, pretende implantar um curso superior de tecnologia em produção da aguardente. Em novembro, uma comissão do MEC deu parecer favorável ao funcionamento do curso superior de tecnologia de cachaça de alambique na EAF de Salinas.
O curso, com duração de três anos, vai formar tecnólogos para a cadeia produtiva da cachaça de alambique, em busca da qualidade da bebiba e da produtividade com menor custo de produção. Serão abertas 60 vagas por ano, nos turnos matutino e vespertino.
Dados sobre a cachaça
• Do total de 1,3 bilhão de litros produzidos anualmente, 500 milhões são fabricados em alambiques.
• Os Estados líderes na produção de cachaça artesanal são Minas Gerais, Bahia, Paraíba, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
• A indústria, responsável pela produção de 800 mil litros anuais, está concentrada em São Paulo, Pernambuco e Ceará. 
• A cachaça é o terceiro destilado mais consumido no mundo – no Brasil, é a segunda bebida alcoólica mais consumida, perdendo apenas para a cerveja.
• A cadeia produtiva da bebida gera 400 mil empregos diretos no campo e 1 milhão de empregos indiretos.

Fonte: Agropauta

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A Embrapa e o Ministério da Agricultura elegeram para o próximo ano três grandes temas de pesquisa agropecuária: alimentos transgênicos, combustíveis alternativos ao petróleo e mercado de crédito de carbono.
Segundo Clayton Campanhola, diretor-presidente da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), a orientação se deve à proximidade da definição de legislação para os transgênicos e ao início da vigência do protocolo de Kyoto, acordo internacional para a redução de gases que provocam o efeito estufa. Campanhola esteve reunido (22/12) com o ministro Roberto Rodrigues (Agricultura), quando discutiram estratégias para o setor.
“A Embrapa hoje já desenvolve sementes transgênicas de feijão, mamão, batata e alface, além, é claro, da soja, milho e algodão. Estamos esperando a concretização de um marco legal adequado para possibilitar à iniciativa privada reproduzir essas sementes”, disse Campanhola.
Com a ratificação da Rússia em novembro, o protocolo de Kyoto começa a vigorar em fevereiro. Pelo acordo, organizado pela ONU (Organização da Nações Unidas), países industrializados terão de reduzir em 5,2% emissão de gases como o CO2 (dióxido de carbono) entre 2008 e 2012.
Novos mercados, então, devem se abrir para o Brasil, como o da chamada energia limpa e o de seqüestro de carbono. Isso porque o acordo prevê que países ricos podem comprar créditos de carbono de países subdesenvolvidos e ajudá-los a se desenvolver com menos emissões.
Luis Renato Strauss

Fonte: Folha de São Paulo

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No VI Encontro dos Delegados de Agricultura realizado em dezembro na sede da Conab em Brasília, Fernando do Amaral, Gerente-Geral da Embrapa Informação Tecnológica, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, apresentou o projeto Implantação de Telecentros de Informação para o Agronegócio.
O projeto é uma parceria entre a Embrapa e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e tem como objetivo facilitar o acesso à informação agropecuária nas delegacias de agricultura. Nesse contexto, a Embrapa Informação Tecnológica (Brasilia-DF) estará integrando duas mídias de difusão desse conhecimento: as publicações impressas que serão encaminhadas às delegacias federais e o acesso digital dos conteúdos disponíveis nos portais dos Telecentros.
A proposta contempla um aspecto essencial quando se pensa em melhorias para o setor do agronegócio: a inclusão digital de micros e pequenos empresários. São informações produzidas pelas instituições de pesquisa, pelas Secretarias de Agricultura dos Estados, pelas Empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural e outros órgãos voltados para o agronegócio reunidas na página dos telecentros e disponíveis para consultas.
Além disso, os micros e pequenos empresários são orientados sobre como atuar no comércio eletrônico, como exportar o seu produto, como certificar, como patentear, entre outras informações, criando as condições necessárias para a geração de novos empregos e renda. Até agora já foram implantadas 400 unidades de telecentros, mas a meta do projeto é estendê-lo a todos os municípios brasileiros.
A importância do projeto é que a partir da alfabetização digital, os empresários aumentarão sua produtividade e competitividade, com a incorporação da automação aos seus processos produtivos e administrativos.
O projeto despertou o interesse das Delegacias Federais de Agricultura nos Estados – DFAs, que durante o debate discutiram com representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sobre as possíveis melhorias em informatização de seus escritórios para receber projetos, como os Telecentros de Informação.
Para saber mais sobre o assunto, os contatos deverão ser feitos com Nelson Felipe da Silva, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em Brasília, pelos telefones (61) 2109-758 ou 2109-7393.
Maria Luiza Brochado 
E-mail: malu@sct.embrapa.br  

Fonte: Embrapa Informação Tecnológica

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Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) passa a contar, a partir do mês de dezembro de 2004, com cinco secretarias – uma executiva e quatro temáticas. De acordo com o MCT, a novidade na nova estrutura regimental é o desmembramento da Secretaria de Política de Informática e Tecnologia, instituída em junho de 2003, em duas pastas: Secretaria de Política de Informática e Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação.
A primeira será responsável por assuntos relacionados à Lei de Informática e à política de software, à automatização do governo e ao Comitê Gestor da Internet, entre outros.
A Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação tratará de questões referentes à Lei de Inovação, às políticas setoriais de ciência e tecnologia – para transportes, petróleo, energia, recursos hídricos –, às questões de propriedade intelectual e dos incentivos fiscais para as atividades tecnológicas e de inovação dos setores industriais e de agronegócios.
Além das duas novas secretarias, fazem parte da estrutura do MCT as secretarias de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social e de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento, além da executiva. O ministério conta ainda com 12 unidades de pesquisa, quatro órgãos colegiados e quatro unidades vinculadas.

Fonte: Agência Fapesp

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O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o  Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR) assinaram convênio que visa liberação de recursos para a instalação de um laboratório que possibilitará a análise de resíduos de pesticidas e identificação de outros compostos químicos.
A unidade laboratorial vai ser instalada nas dependências do Pólo Regional de Pesquisa e Estação Experimental de Pinhais, do IAPAR, atualmente integrado ao Centro Paranaense de Referência em Agroecologia. Os investimentos são de R$ 751.170,00, sendo R$ 600.170,00 liberados pelo MDA, e R$ 151 mil pelo IAPAR.
De acordo com o presidente do IAPAR, Onaur Ruano, o laboratório tem como prioridade, atender os produtores da agricultura familiar e consumidores orgânicos, os agentes oficiais de fiscalização e as entidades certificadoras oficiais e privadas.
“A instalação de uma unidade laboratorial capacitada para efetuar análises desse porte irá possibilitar ao IAPAR e demais instituições que compõem o Centro Paranaense de Referência em Agroecologia, ampliar o rol de pesquisas voltadas à agricultura e pecuária orgânicas. Além disso irá subsidiar produtores e consumidores com informações e dispositivos de referência em conformidade com os requisitos legais que regem a produção orgânica”, explicou Ruano.
Ainda segundo o presidente do IAPAR, o laboratório vai auxiliar as certificadoras credenciadas a exercerem suas atividades de rotina, e os agentes governamentais de fiscalização, com procedimentos técnicos adequados para realização de avaliações de amostras obtidas junto aos produtores.
CPRA
O Centro Paranaense de Referência em Agroecologia (CPRA), projeto estratégico do Governo do Estado do Paraná, coordenado pela Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Paraná (SEAB), tem por finalidade dar maior suporte ao crescimento da agricultura e pecuária orgânica e agroecológica dentro e fora das fronteiras do Paraná.
Para o diretor geral da SEAB, Newton Pohl Ribas, o acelerado desenvolvimento da agricultura e pecuária orgânicas no Paraná fez com que o Governo do Estado sentisse a necessidade de implantar uma estrutura voltada à execução de projetos de pesquisa, ensino e extensão que gerem conhecimentos científicos e tecnológicos, direcionados a solucionar os problemas apresentados pela agricultura e pecuária orgânicas.
A estrutura, em pleno funcionamento, foi concebida também para servir como um pólo que promova educação ambiental, que aprimore e complemente a formação de produtores rurais da agricultura familiar e de seus familiares, de estudantes e profissionais em ciências agrárias, que integre produtores e consumidores e que apóie ações de inclusão social.

Fonte: Página Rural

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Os agricultores familiares serão beneficiados em 2005 com o repasse de R$ 5 milhões dos ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT), Desenvolvimento Agrário (MDA) e Agricultura (MAPA), por meio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), para apropriação de novas tecnologias agrícolas. A idéia é promover e apoiar o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar garantido a inclusão social desses trabalhadores.
Para o presidente da Embrapa, Clayton Campanhola, o valor do repasse é significativo e vai alavancar o processo de melhoria da agricultura familiar para garantir mais produção e qualidade dos produtos. “Essa é uma ação inédita e muito importante para possibilitar que os pequenos agricultores possam, rapidamente, incorporar tecnologias que foram geradas pela Embrapa.”
Segundo Campanhola, esse acordo permite uma ação coordenada das Organizações Estaduais de Pesquisa (Oepas), que são “parceiras partícipes da Embrapa neste empreendimento”. Segundo o secretário para Inclusão Social do MCT, Rodrigo Rollemberg, sua pasta tem interesse em difundir todas as tecnologias desenvolvidas pela Embrapa e que “são capazes de melhorar a qualidade de vida dos agricultores, promovendo a inclusão social no campo brasileiro”. Na sua avaliação, a parceria com o MDA pode tornar “a agricultura familiar cada vez mais competitiva, agregadora de valor e compromissada com a geração de renda no campo brasileiro”.
Para selecionar os 140 projetos apresentados, a Embrapa compôs, juntamente com o MCT, MDA e Conselho Estadual de Pesquisa Agropecuária (Consepa), um Comitê Técnico de Seleção e Acompanhamento dos projetos. Desse total, 73 projetos foram aprovados, sendo 33 da Embrapa e 40 das Oepas. O Nordeste foi a região que recebeu mais recursos: um repasse de R$ 1,2 milhão para 26 projetos.
Benedito Mendonça

Fonte: Radiobrás

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A ACNB – Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (www.nelore.org.br) realizou no dia 19/12, na casa de espetáculos da capital paulista, Directv Music Hall, a Nelore Fest, um dos principais eventos do segmento da Pecuária de Corte do País.
O evento cumpre a missão de integrar toda a cadeia produtiva, comemorar as vitórias alcançadas e destacar junto ao mercado o real valor da Pecuária de Corte como um dos setores que mais contribuíram para o desenvolvimento da economia nacional nos últimos anos. O ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e atual presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Marcus Vinícius Pratini de Moraes, foi o anfitrião da festa em conjunto com a diretoria da ACNB.
Em um cenário luxuoso e requintado, foram homenageados com o troféu Nelore de Ouro os representantes da cadeia produtiva da carne que mais contribuíram com o desenvolvimento do segmento durante todo o ano em 16 categorias. Na ocasião também foi homenageada com o troféu Nelore de Platina pelo Pioneirismo na Pecuária Tecnificada, a presidente da Tortuga Cia. Zootécnica Agrária, Creuza Rezende Fabiani.
O casal de atores César Filho e Eliane Mikely foram os mestres de cerimônia da festa. Entre os premiados, várias autoridades das esferas de Governo. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abatecimento (MAPA), Roberto Rodrigues, recebeu o Nelore de Ouro na categoria “Agronegócio”. Já o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, foi o homenageado na categoria “Liderança”. Também foram homenageados o presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Deputado Federal Leonardo Moura Vilela (Personalidade Política) e o Senador Jonas Pinheiro da Silva (Amigo do Nelore).
Um dos destaques foi a participação da rede holandesa Meat Import Zandbergen Brothers, que importa carne de treze diferentes países e é a maior compradora de carne brasileira do mundo. A empresa distribui a carne bovina para quinze países da Comunidade Européia (incluindo Alemanha, Portugal, Espanha e outros), além da Islândia, Suíça e Noruega. A companhia foi homenageada na categoria “Personalidade Empresarial – Importador Europa” (veja relação completa dos homenageados ao final do texto).
Na ocasião também foram entregues os troféus aos vencedores do Ranking Nacional da ACNB. Pela primeira vez em onze anos de realização do Ranking Nacional, um criador conquistou o tri-campeonato. Por conta disto, Angelus Cruz Figueira, da Fazenda Terras de Kubera (Uberaba-MG), fica definitivamente com o troféu da categoria. Figueira também ficou com o primeiro lugar no campeonato Melhor Expositor – Nelore. Outro detalhe interessante é que nos campeonatos de Melhor Expositor e Melhor Criador de Nelore Mocho, também aconteceu uma “dobradinha” e Laura Lunardelli Barreto, da Fazenda Araras (Itapetininga-SP), ficou em primeiro lugar em ambos.
Na seqüência, foram anunciados os premiados da 2ª edição do Circuito Boi Verde de Julgamento de Carcaças, sendo: André Ribeiro Bartocci, campeão da categoria “In vivo”, Renato Eugênio Barbosa, como melhor “Lote de Carcaça” e Paulo Matins, na categoria “Carcaça Resfriada”. Também foi entregue o troféu “Melhor Comprador do Brasil” a Erivalmo Moreira Chaves (Chutão), que responde por compras do independência Alimentos (unidade Andradina).
Uma surpresa do evento que marca o final das comemorações do cinquenteneario da ACNB e seis anos de presidência de Carlos Viacava foi a participação da equipe de caricaturistas “Tóim!”, que retrataram homenageados e convidados de forma divertida e inusitada. A escola de samba Império da Casa Verde embalou os convidados com um samba-enredo em homenagem a Carlos Viacava. O final da festa ficou por conta da primeira Dj mulher do País, Sônia Abrão, que comandou as pick ups.
Lançamento
Na ocasião, a Mitsubishi Motors apresentou a nova série limitada do Pajero Sport, criada para comemorar a parceria da marca com a ACNB e em homenagem aos 50 anos da entidade. O novo veículo conta com equipamentos e opcionais exclusivos em suas 40 unidades exclusiva, sofisticadas e versáteis. A Pajero Sport Nelore pode vir equipada com motor a diesel ou gasolina. O motor de quatro cilindros a diesel desenvolve 145 cavalos de potência a 4.000 rpm e torque de 38 kgfm a 2000 rpm. Já o motor V6 de 24 válvulas a gasolina, gera 177 cavalos de potência a 5000 rpm e torque de 26 kgfm a 4.500 rpm.
O modelo vem ainda com câmbio automático de quatro velocidades e traz o sistema de tração “Easy Select”, que permite que o veículo seja conduzido nas seguintes condições: 4×2 com tração traseira, 4×4 off-road e 4×4 off-road com reduzida. Uma das vantagens desse sistema é que ele garante que o engate de 4×2 para 4×4, e vice-versa, seja feito com o carro andando e em velocidades de até 100 km/h.
História
A Nelore Fest foi instituída não apenas como uma festa, mas sim, como uma oportunidade para destacar o trabalho de personalidades que contribuem com o constante fortalecimento do desempenho da raça Nelore no País. O evento é um dos mais aguardados no segmento pecuário e marca o encerramento do calendário anual de atividades da ACNB.
Tradicionalmente realizada em restaurantes ou casas de espetáculos da capital paulista, a Nelore Fest é a ocasião em que a ACNB destaca os profissionais – seja do meio acadêmico, político, empresarial, pecuário, comunicação ou outros – que com o seu trabalho contribuíram com a divulgação e desenvolvimento da raça Nelore no País. Por conta disto, a cada edição, os homenageados recebem o Troféu Nelore de Ouro.
Criado em 1999, o evento chega à sua 6ª edição em 2004 com um histórico de acontecimentos dignos da representatividade que a raça Nelore amealhou com o esforço de seus representantes. A primeira edição da Nelore Fest aconteceu na cervejaria Dado Beer. Na ocasião, um inusitado desfile de animais de elite da raça literalmente fez parar uma das mais movimentadas avenidas de São Paulo. Matrizes Nelore foram apresentadas a um público curioso por ver vacas transitando pela avenida Brigadeiro Faria Lima, um dos pontos mais badalados da cidade e local em que está instalada a cervejaria.
Assim com o próprio crescimento da raça, a Nelore Fest ganhou mais representatividade e, depois de ser realizada no Jockey Club (2000) e no restaurante O Leopolldo (2001 e 2002), foi necessário um local maior para receber os convidados. Já na edição de 2003, a festa passou a acontecer na casa de espetáculos Directv Music Hall, também na capital paulista. Ministros, representantes de entidades e órgãos das esferas de governo, pesquisadores, empresários, pecuaristas, empresas e jornalistas já passaram pelo rol de homenageados da Nelore Fest. Não é por menos que o evento é conhecido como “O Oscar da Pecuária Brasileira”.
Nelore de Ouro
Categoria Homenageado
Agronegócio – Roberto Rodrigues, Ministro da Agr., Pec. e Abastecimento
Liderança – Geraldo Alckimin, Gov. Estado São Paulo
Pers. Política – Leonardo Moura Vilela, Dep. Federal
Amigo do Nelore – Jonas Pinheiro da Silva, Senador Federal
Mídia Impressa – Revista Dinheiro Rural
Ação Social – Fundação Bradesco
Importador Europa – Antonius Zandbergen (Meet Import Zandbergen Brothers)
Idéia Luminosa – Linha Nelore Baby Mafrig
Família Nelorista – Família Grisi
Varejo – Adolpho Salva Filho
Restaurante – Carlos Alberto Elias Gabriel (Casa de Carne London)
Ração Animal – Socil Guymarc’h
Gestão Empresarial – Antonio Russo Neto
Melhor. Genético – Adriano Rúbio
Nutrição Animal – Jorge Matsuda
Laboratório – Ronan de Freitas Pereira (Vallée)

Nelore de Platina
Categoria Homenageado
Pioneirismo na Pecuária – Creuza Rezende Fabiani

Circuito Boi Verde de Julgamento de Carcaças
Categoria Vencedor
“In Vivo” – André Ribeiro Bartocci
“Lote de Carcaça” – Renato Eugênio Barbosa
“Carcaça Resfriada” – Paulo Martins
Melhor Comprador de Gado do Brasil – Erivaldo Moreira Chaves (Chutão)

Ranking Nacional – Nelore
Categorias Vencedor
Melhor Expositor – Angelus Cruz Figueira
Melhor Criador – Angelus Cruz Figueira

Ranking Nacional – Nelore Mocho
Categorias Vencedor
Melhor Expositor – Laura Lunardelli Barreto
Melhor Criador – Laura Lunardelli Barreto

Aline Cristine
aline@contatocom.com.br

Fonte
ContatoCom
http://www.contatocom.com.br

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A Tailândia, maior produtor mundial de amido de mandioca, está interessada em investir na produção de álcool de mandioca, com tecnologia brasileira, destinando parte de sua produção de raiz a essa indústria, reduzindo a fabricação de amido. Com isso boa parte do mercado de amido de mandioca, hoje abastecido por aquele país, poderá ser conquistado pelo Brasil. A constatação é do presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca (ABAM), João Eduardo Pasquini, que esteve na Ásia no final de 2004, onde visitou, junto com outros industriais do setor de amido de mandioca e um pesquisador da área, o Vietnã e a Tailândia.
A meta da Tailândia é instalar cinco usinas de álcool de mandioca. Uma missão empresarial tailandesa virá ao país para conhecer a tecnologia de produção de álcool de mandioca. Antônio Donizetti Fadel, que integrou o grupo que visitou os dois países asiáticos, irá apresentar aos visitantes um projeto de cinco usinas com capacidade para processar 1,2 mil toneladas de mandioca/dia, resultando numa produção de 200 mil litros de álcool. “Em poucos dias já teremos o projeto pronto, já que estamos adaptando um projeto existente às necessidades da Tailândia”, observa Fadel.
Segundo o presidente da ABAM, a Tailândia produz atualmente 22 milhões de toneladas de raiz de mandioca. Desse total, 12 milhões de toneladas são destinados às indústrias de amido de mandioca, com produção de 3 milhões de toneladas de amido/ano, sendo que 60% são exportados e 40% destinados ao mercado interno. Os outros 10 milhões de toneladas de raiz são destinadas à produção de chips (mandioca em pedaços, secos ao sol) para ração animal e para fabricação de álcool, exportados para a Europa e China.
Com o investimento na fabricação de álcool os tailandeses vão esbarrar num problema: a falta de espaço para o plantio de mandioca. Pasquini explica que o Governo tailandês limita áreas de plantio para suas principais culturas. A mandioca, que é seu quarto produto agrícola, está com sua cota esgotada. “A Tailândia têm produtividade em torno de 20 toneladas por hectare, e pretende aumentar em 10% ao ano sua produtividade, visando suprir suas necessidades de raiz. Enquanto não conseguir aumentar sua produção de mandioca para o fabrico de álcool, terá de reduzir a produção em outras áreas da indústria”, observa.
Pasquini salienta que a demanda por amido de mandioca está aumentando significativamente no Mundo e que as indústrias brasileiras estão se preparando para atender boa parte desse mercado que está se abrindo. “Muitas indústrias de amido de mandioca estão investindo na ampliação de seus parques fabris, visando atingir novos mercados que se vislumbram para o produto na Europa, sobretudo nas áreas agroalimentar e de papel e papelão”. Ele lembra que em tamanho as indústrias brasileiras são menores que as tailandesas, mas em tecnologia de processamento estão equiparadas. “É justamente no aumento da capacidade de processamento que nossas indústrias estão investindo”, acrescenta.
Agricultura
Diferentemente do Brasil, onde os preços da raiz oscilam muito, na Tailândia o mercado é regulado pelos preços internacionais que são estáveis, visto que a maior parte de sua produção é exportada. Na avaliação de Pasquini para que se possa ter oferta e procura em equilíbrio é preciso se investir nas áreas agrícola e industrial, de modo a se chegar a valores de venda equivalente aos US$ 35 praticados hoje pela Tailândia, com lucro para o produtor. No Brasil o preço atual está torno de US$ 70.
O Brasil, segundo ele, tem condições de chegar aos patamares de preços praticados pela Tailândia, a partir de investimentos mais significativos em tecnologias de plantio e nas indústrias; maior investimento na pesquisa de variedades mais produtivas e com maior teor de amido; diminuindo custos de produção, através da mecanização da colheita. “Industriais do setor de amido de mandioca estão investindo no desenvolvimento de um protótipo de uma colheitadeira, que deverá contribuir para reduzir custos aos produtores rurais”.
Segundo Pasquini, em se tratando de tecnologia de plantio o Brasil está mais avançado que a Tailândia. Lá, a maioria dos produtores planta de dois a 16 hectares, manualmente, dispondo-se as manivas na posição vertical, em leiras (maniva é o caule da planta, utilizado para o plantio; leiras são pequenos montes de terra). No Brasil já existem máquinas plantadeiras, que contribuem para dinamizar o plantio.
“Temos todas as condições de crescer nesse mercado. Só é preciso que se crie um sistema de atuação que nos garanta condições de ocupar posições cada vez maiores nessa competição”, diz Pasquini, relatando entre as experiências de sucesso da Tailândia a criação de associações de indústrias voltadas ao controle das exportações. “Essas associações cobram das indústrias uma taxa sobre o valor exportado, para administrarem seus negócios”, explica.
Apoio do Governo
O governo tailandês deu sua parcela de contribuição ao setor ao destinar à TTDI (Thai Tapioca Development Institute) US$ 15 milhões para apoio à pesquisa e desenvolvimento. Somente com os juros desse dinheiro a TTDI vem obtendo importantes resultados para a pesquisa da mandioca naquele país.
A missão brasileira que esteve na Ásia visitou também o Vietnã, onde está havendo falta de raiz. “Muitos produtores estão colhendo mandioca nova, como está acontecendo no Brasil”, diz Pasquini. Também no Vietnã mais de 60% da produção é exportada, para a China, Japão e Taiwan.
Silvana Porto
imprensa@abam.com.br
Fonte
Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca (ABAM)
http://www.abam.com.br

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Uma missão brasileira, formada por integrantes de quatro indústrias de amido de mandioca, associadas à ABAM (Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca), e um pesquisador do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), realizaram visita técnica (dezembro/2004) ao Vietnã e Tailândia, no continente asiático. A finalidade da viagem foi a realização de visitas a áreas de plantio, indústrias de amido de mandioca, órgãos de pesquisas, universidades e órgãos governamentais, daqueles países.

Segundo o Presidente da ABAM, João Eduardo Pasquini, que integrou a comitiva, o principal objetivo da viagem à Tailândia foi conhecer um pouco mais do mercado de amido de mandioca daquele país no que se refere à exportação – a Tailândia é o maior produtor e exportador mundial do produto. “O Brasil está com os olhos direcionados a novos mercados, que deverão crescer significativamente em países europeus nos próximos anos, devido à redução dos subsídios à batata naquele continente – o amido de batata é o maior concorrente do amido de mandioca no mercado europeu. Conhecer o sistema de produção e exportação de amido de mandioca da Tailândia foi muito importante para o Brasil”, acentua.

Outro aspecto interessante da visita, destacado por Pasquini, foi conhecer os sistemas de comercialização entre produtores de mandioca e indústrias tailandesas, visando adquirir maior experiência nas negociações com os produtores brasileiros a fim de fortalecer a aliança produtor/indústria. “Produzimos hoje mais mandioca que a Tailândia, na proporção de 22 milhões de toneladas/ano para 18 milhões de toneladas/ano; e temos o mesmo nível tecnológico em nosso parque industrial, portanto, temos plenas condições de crescer e desenvolver ainda mais o setor de amido de mandioca e buscar o mercado internacional. É isso que nos motivou a investir nesta viagem”, diz.

No Vietnã e Tailândia foram visitadas as cidades de Tay Nihn, Ho-Chi-Min, Bangkok, Korat, Huay Bong, Prachinburi, Rayong e Cholburi, além da companhia de mandioca Tay Ninh (fecularia) e encontro com entidades de classe como o Instituto de Desenvolvimento da Mandioca da Tailândia, a Associação Comercial da Mandioca da Tailândia, a Associação Tailandesa de Amido, a Associação Tailandesa de Indústrias e Produtos de Mandioca e a Associação Comercial de Mandioca do Noroeste da Tailândia. O encontro foi promovido pela TTDI (Thai Tapioca Development Institute).

O grupo também visitou a Universidade Rural Kaesetsart, onde manteve contatos com especialistas da área, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da TTDI, fábricas de goma, entre elas a fábrica de goma PVD e à Goma Sangounwong. Completando com visitas a áreas de cultivo, pátios de secagem de lascas e fábrica de “tapioca pallets”.
Além do Presidente da ABAM, integraram a comitiva brasileira os industriais Antônio Donizeti Fadel, Alberto Conink Filho, Ivo Pierin Júnior e o pesquisador do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Mario Takahashi.
Silvana Porto
imprensa@abam.com.br
Fonte
Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca (ABAM)
http://www.abam.com.br

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Ao encerrar ontem (21/12) em Cingapura o que chamaram de “primeiro encontro da força-tarefa da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) contra a Influenza Aviária de Alta Patogenicidade” (HPAI, na sigla em inglês), os seus 10 países membros concordaram em concentrar esforços em oito atividades principais. É mais uma tentativa de controlar de vez o vírus que, há um ano, afeta aves e pessoas na região.
As medidas propostas serão coordenadas por cinco membros da organização, representando Cingapura, Malásia, Indonésia, Tailândia e Filipinas. Cingapura será responsável pelo compartilhamento dos estudos epidemiológicos desenvolvidos regionalmente, enquanto a Tailândia irá se concentrar em atividades que envolvem a vigilância à doença, sistemas de alerta e a capacitação técnica visando ao diagnóstico do problema.
Caberá à Malásia a definição de questões relacionadas ao estabelecimento de zonas livres da Influenza Aviária, a medidas que assegurem efetivo controle do vírus e à preparação de planos de emergência.
Em suma, cada país coordenador está incumbido de preparar planos detalhados de trabalho acerca de cada uma das atividades a eles atribuídas. Esses planos serão meticulosamente discutidos no próximo encontro do gênero, previsto para maio de 2005, na Tailândia. No encontro de 2004, realizado entre os dias 20 e 21 de dezembro, Malásia e Indonésia foram eleitas, respectivamente, para a presidência e a vice-presidência da força-tarefa da ASEAN contra a Influenza Aviária.
Além de representantes dos 10 países-membros da ASEAN (Brunei, Camboja, Cingapura, Indonésia, Laos, Malasia, Myanmar, Filipinas, Tailandia e Vietnã), participaram do evento em Cingapura técnicos da OIE – Organização Mundial de Sanidade Animal, da OMS – Organização Mundial da Saúde e da FAO – Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, bem como de vários outros países asiáticos, entre eles China e Coréia do Sul.
Com informações agência de notícias chinesa Xinhua.

Fonte: AviSite Notícias

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