Nos próximos dias 29 e 30, durante a Expointer 2004, em Esteio (RS), acontece o Fórum Mercosul da Carne, que discutirá as diretrizes da pecuária, produtividade e perspectivas de novos mercados como tema pontual para a consolidação da integração econômica dos países membros do Mercosul.
Estarão reunidos no evento executivos da pecuária dos países membros do Mercosul e profissionais ligados à pecuária. Os temas prioritários do encontro são a qualidade, as exigências de rastreabilidade, a produtividade e as perspectivas de ampliação de mercados.
O Fórum também foi integrado às programações das principais feiras agropecuárias da Argentina (Palermo) e Uruguai (Prado). A primeira etapa do Fórum ocorreu em julho, durante a feira de Palermo, em Buenos Aires. O encerramento será durante a Feira do Prado, no Uruguai, que ocorre depois da Expointer.
Cinco países deverão enviar representantes à segunda etapa do Fórum, no RS. Além do Brasil, Argentina e Uruguai, são aguardados uma delegação de criadores do Paraguai e um representante do Reino Unido, responsável pelo Departamento de Comercialização de Carne do país.
Após a conclusão das três etapas, um encontro previsto para novembro em Porto Alegre apresentará as principais conclusões e os avanços obtidos. O Fórum é uma iniciativa da Associação Gaúcha de Limousin com o apoio da Associação Brasileira de Limousin, Sociedad de Criadores de Limousin de Uruguay e Asociación Argentina de Criadores de Limousin.

Fonte: Revista Cultivar

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Informação contraditória prejudica exportação para a União Européia. Afinal, continua a exigência da rastreabilidade do rebanho bovino? A União Européia exige ou não certificação de origem da carne brasileira exportada? Qual a relação da rastreabilidade com pagamento a mais por carne de qualidade? Estas e outras questões estão tirando o sono do pecuarista, pois nas últimas semanas ele recebeu um turbilhão de informações e já não sabe ao certo como proceder em relação ao Sisbov (Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina), que legisla sobre rastreabilidade e certificação de origem.
Assim, o momento é mais do que oportuno para esclarecer as principais dúvidas sobre o tema. Para começar, a Associação de Empresas de Rastreabilidade e Certificação Agropecuária (Acerta) quer deixar muito claro que todos os bovinos destinados ao abate, em frigoríficos aptos a exportar para a União Européia, devem ser devidamente identificados e certificados por entidade certificadora e precisam fazer parte do Sisbov. Essa determinação é absolutamente clara e consta da Instrução Técnica 01/2002, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), de 9 de janeiro de 2002. Para atender tais especificações, os produtores precisam seguir uma série de procedimentos. Acompanhe o passo-a-passo.
A primeira iniciativa é cadastrar sua propriedade em uma empresa certificadora credenciada pelo Mapa. Em seguida, a certificadora solicitará ao ministério os números do Sisbov, que deverão ser impressos nos brincos que identificarão os animais. Quando fornecidos, esses números serão encaminhados pela certificadora ao fornecedor de brincos escolhido pelo pecuarista, que os fabricará e enviará diretamente ao pecuarista. O produtor providencia a colocação dos brincos nos animais, preenche a planilha de identificação e a envia à certificadora, que então marca a data da visita técnica à propriedade.
Após a visita é emitido um relatório para envio ao responsável técnico da certificadora para análise. Se os dados estiverem de acordo com as normas do Mapa, são enviados para registro no Sisbov. Por fim, recebendo a autorização do Mapa, após 40 dias a certificadora emite os documentos de identificação dos animais e os envia aos pecuaristas. Esse é o processo atual e oficial a ser seguido pelo pecuarista para a certificação dos animais, e qualquer informação que contrarie a instrução técnica em vigor não deve ser considerada.
A questão da certificação por propriedade ou individual dos bovinos, que ganhou espaço na imprensa recentemente, fez com que o processo de rastreabilidade no Brasil perdesse seu ritmo nos últimos dias, dificultando a própria exportação de carne bovina para a União Européia. É compreensível, pois a polêmica acabou gerando dúvidas entre os produtores, já que ninguém explicou a eles que, quando for necessária (se o for), a certificação de propriedades também envolverá a identificação individual dos animais. Ou seja, não existe e não tem valor nenhum a simples certificação da unidade produtora.
Crédito: José Luiz Vianna – Presidente da Associação de Empresas de Rastreabilidade e Certificação Agropecuária (Acerta)
Editorial publicado originalmente no jornal Gazeta Mercantil de 24/09/2003

Fonte: Gazeta Mercantil

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Como saber se um alimento é mesmo orgânico? Porque é pequeno respondem uns. Porque a embalagem diz, afirmam outros. O consumidor sabe que o alimento orgânico não tem agrotóxicos nem adubo químico, mas o que ele desconhece é que a maneira de ter certeza de que o produto é orgânico é verificar se tem o selo de uma certificadora. O produtor só pode dizer que seu produto é orgânico se a produção for fiscalizada. Hoje, no Brasil, existem 17 certificadoras, que podem ser conhecidas no site www.planetaorganico.com.br.
Dulcinéia Pereira Lacerda conhece e prefere os orgânicos. Ela trabalha para a Prefeitura do Rio, cozinhando para crianças e idosos.
– Prefiro os produtos orgânicos porque são mais saborosos e duram mais. Mas, para minha casa nem sempre compro porque o preço é mais alto. Hoje, encontrei o preço da alface e da rúcula orgânicas igual ao da alface normal, então, estou levando os orgânicos.
Em 1985 havia 15 produtores, hoje são 331
Mônica Bicudo, presidente da certificadora Associação dos Agricultores Biológicos do Estado do Rio de Janeiro (Abio), diz que Dulcinéia tem razão: os produtos duram mais. Ela observa que quando a agricultura orgânica começou os produtos realmente eram menores, mas hoje existem técnicas que permitem que os produtos cresçam sem que se use nutriente químico:
– Em 1985 havia um grupo de 15 produtores que insistiam na agricultura orgânica e eram considerados malucos. Hoje, são 331 sócios em todo o Estado do Rio.
Outra crítica comum aos produtos orgânicos era de que havia pouca variedade. Mônica explica que hoje produzimos praticamente tudo no Estado do Rio:
– Se a demanda existe, a produção aumenta e o preço cai. Esta é a chave do crescimento.
Para garantir a demanda, a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio (Pesagro) está trabalhando num programa específico para orgânicos, que começou no início deste ano. A diretora-técnica da Pesagro, Maria Luiza de Araújo, gerente do programa Moeda Verde – Cultivar Orgânico, diz que a primeira idéia a ser implantada será a colocação de cinco ônibus de Sacolão Volante apenas com orgânicos.
– Pretendemos também que todos os produtos usados na merenda escolar venham dos produtores orgânicos, o que garantiria a demanda e aumentaria a quantidade de nutrientes oferecidos às crianças.
Tina Isidoro começou cedo a trabalhar com produtos orgânicos. Ela é responsável por quatro restaurantes vegetarianos e diz que hoje é possível comprar todos os tipos de hortaliças, legumes e verduras orgânicas no Rio:
– Há 24 anos uso produtos orgânicos e comecei com restaurante há 15 anos em Petrópolis. No início tinha pouca coisa. Hoje temos tudo no Brasil. E a qualidade é boa e estável.
Maria Luiza destaca que outro ponto de grande importância é o financiamento da produção. Ela diz que de agosto a dezembro deste ano serão destinados R$ 500 mil para a produção orgânica do estado, recurso que virá de uma linha de financiamento do Banco do Brasil. Mônica Bicudo lembra que até 2000 se um produtor dissesse que queria crédito para agricultura orgânica não conseguiria:
– O gerente dizia que se o produtor não fosse comprar defensores e nutrientes químicos não teria crédito.
Maria José Bezerra diz que não conhece os selos das certificadoras, mas afirma que reconhece que são orgânicos pelo gosto:
– Sei que são mais saudáveis e não têm agrotóxicos. E só de comer sei quando o tomate e a cenoura são orgânicos, o gosto é melhor.
Jorge Vailati, gerente de certificação do Instituto Biodinâmico (IBD) observa que a certificação envolve todo o processo de produção. Cada certificadora escolhe os parâmetros que vai utilizar. Muitas usam as normas internacionais para que os produtos produzidos no Brasil sejam aceitos nos outros blocos econômicos. Depois de concedido o selo, as produções têm uma fiscalização anual com data marcada e outras visitas-surpresa.
Segundo Vailati, na última década a produção de orgânicos cresceu 30% ao ano e no mundo inteiro movimenta US$ 50 bilhões.
– O consumidor precisa ter a noção de que ao escolher um produto orgânico está mexendo com toda uma cadeia. Por exemplo, o produto orgânico já poderia estar mais barato. Mas se um café orgânico é oferecido ao mesmo preço do café plantado com química, o consumidor vai preferir o orgânico e os produtores dos outros tipos de café vão fazer uma enorme pressão. Muitos supermercados aumentam os preços dos produtos orgânicos para garantir a venda dos outros. Se o consumidor começar a comprar o orgânico, uma hora o produtor do café normal vai sentir que é melhor mudar sua forma de produzir.
Produtos hidropônicos não são orgânicos
Vailati diz que um estudo da Organização Mundial de Saúde constatou que 70% das doenças modernas são resultantes dos hábitos da vida moderna:
– Ou seja, metade do planeta morre de fome e a outra metade morre do que come.
Uma confusão do consumidor é pensar que os produtos hidropônicos, que normalmente estão dispostos nos supermercados ao lado dos orgânicos, são também orgânicos. Nada mais errado, dizem os especialistas:
– O produto hidropônico é produzido em água com grande concentração de nutrientes químicos. As folhas absorvem toda a química, principalmente o nitrato, substância altamente cancerígena. Seis folhas de alface hidropônica têm o mesmo nível de nitrato que seis cabeças de alface orgânica. Isso porque a terra equilibra os nutrientes e nem todo o nitrato é absorvido – afirma Vailati.
Maria Luiza de Araújo diz que a vantagem do hidropônico é para o produtor que precisa de pouca área e pouquíssima mão-de-obra.
Redação: Nadja Sampaio

Fonte: Jornal O Globo

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Maior responsável pela carne brasileira remetida ao mercado externo (cerca de 49%) e também detentor do maior rebanho bovino nacional, de 25 milhões de cabeças, o Mato Grosso do Sul registrou até julho 8,6 milhões bovinos incluídos no Sisbov (Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina), segundo dados do Mapa (Ministério do Abastecimento Agricultura e Pecuária).
Isso significa 34,6% do rebanho estadual está rastreado, o maior número do País. Na seqüência vem o Mato Grosso, com 5 milhões de animais e Goiás, com 4,5 milhões. O número total de bovinos rastreados no País até agora é de 40 milhões e estão incluídas no cadastro do Sisbov 90 mil propriedades brasileiras.
A rastreabilidade está sob revisão no Mapa, através de um grupo de trabalho criado no fim de junho. O ministro da Agricultura e Pecuária, Roberto Rodrigues, já admitiu a possibilidade de dois dos principais pedidos. Um deles é a rastreabilidade facultativa e não obrigatória e o outro a identificação por propriedade e não individual por animal.
Fernanda Mathias

Fonte: Campo Grande News

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Consultores dos Estados Unidos reuniram-se, de 17 a 19 de agosto, no Petrolina Palace Hotel (Petrolina – PE) para fazer uma revisão do Curso para Multiplicadores “Melhoria da Qualidade e Segurança de Frutas e Verduras Frescas”, realizado em junho de 2001.
O treinamento promovido pela unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e as organizações norte-americanas FDA (Food na Drug Administration), JIFSAN (Joint Institute for Food Safety and Applied Nutrition) e USDA, que teve alunos do Brasil, Argentina e Uruguai.
A Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) e as Boas Práticas Agrícolas (BPA) e Boas Práticas de Fabricação (BPF) são exigências do mercado internacional para importação de frutas e outros alimentos, explica o pesquisador Joston Simão de Assis, da Embrapa Semi-Árido (Petrolina – PE), um dos organizadores da reunião. Segundo Joston Assis, esta revisão está acontecendo três anos após a realização do curso para multiplicadores “Melhoria da Qualidade e Segurança de Frutas e Verduras Frescas”. Deste curso participaram 50 pesquisadores, sendo 47 do Brasil, 2 da Argentina e um do Uruguai.
Na ocasião, cogitava-se que poderia haver contaminação biológica em frutos exportados do Brasil, chamando a atenção de autoridades governamentais brasileiras, resultando na implementação do curso e de outros programas que estão em andamento para garantir a segurança e inocuidade de frutos e hortaliças.
Avaliação
Na reunião os pesquisadores e a equipe de avaliação norte americana avaliam a efetividade de implementação das recomendações sugeridas no curso de 2001 para os segmentos exportadores de frutas e hortaliças nos países latinos. Para Joston Assis, um sistema como o APPCC preconiza o emprego de boas práticas agrícolas e na fabricação e ou manipulação de alimentos.
O cumprimento destas normas garante a sustentabilidade da produção no campo, a inocuidade de alimentos, sua rastreabilidade, a higiene, a segurança e o bem estar do trabalhador. Sua adoção na cadeia agroalimentar é fundamental para a competitividade de quem pretende exportar sua produção, assegura ele.
A reunião foi aberta com a realização de duas palestras: uma por um representante do SENAI, que apresentou o Programa de Alimentos Seguros (PAS-Campo) coordenado pela instituição em conjunto com a Embrapa; e outra por um representante do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) sobre o Programa de Produção Integrada de Frutas do Brasil.
Joston está animado com os resultados obtidos na implantação das Boas Práticas Agrícolas e APPCC nas fazendas exportadoras do Vale do São Francisco. Desde a realização do curso em 2001, ele e o também pesquisador Menhaz Chouddhuri, da Embrapa Semi-Árido, já formaram muitos multiplicadores por meio de vários treinamentos. Recentemente, Joston coordenou uma equipe que preparou a redação das Boas Práticas Agrícolas para cultura da manga por solicitação do Órgão das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação – FAO, e está participando da equipe de preparação de um programa para o curso de formação de multiplicadores sobre APPCC – Campo do Programa de Alimentos Seguros, coordenado pela Embrapa/Senai/Sebrae/Senar.
Contatos:
Embrapa Semi-Árido
Joston Simão Assis – Pesquisador – joston@cpatsa.embrapa.br
Francisco Evangelista – Comunicação Empresarial – assis@cpatsa.embrapa.br

Fonte: Embrapa Semi-Árido

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A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) vão encaminhar ao ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, proposta para a criação de um programa de integração entre lavouras e rebanhos pecuários na região dos Cerrados. A exploração conjunta de ambas atividades é encarada como uma das melhores formas de aumentar a competitividade econômica rural com importante redução de impactos negativos ao meio ambiente.
O trabalho foi apresentado à Diretoria-Executiva da Embrapa durante reunião na unidade Arroz e Feijão, em Santo Antônio de Goiás (GO). A proposta busca a recuperação de 2 milhões de hectares de pastagens degradadas para aumentar a produção de carne e de leite, além de garantir a geração de empregos no agronegócio. A proposta do programa prevê a troca de informações entre os ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento Agrário e da Ciência e Tecnologia para coordenar alianças entre empresas estaduais de pesquisa agropecuária, universidades, secretarias estaduais de Agricultura, prefeituras, associações de produtores e setor privado.
O documento deve ser entregue a Roberto Rodrigues por um de seus idealizadores, o produtor rural Alysson Paulinelli, ex-ministro da Agricultura entre 1974 e 1979. Participaram da elaboração da proposta diversos representantes do MCT, além de pesquisadores de sete unidades da Embrapa – Milho e Sorgo; Soja; Gado de Corte; Arroz e Feijão; Gado de Leite; Transferência de Tecnologia; e Cerrados.
Publicação
A Embrapa e a Petrobras lançaram nesta semana, em Cuiabá (MT), o livro “Integração Lavoura-Pecuária” sobre alguns aspectos importantes do processo, como suprimento de forrageiras de qualidade na entressafra e o uso da braquiária para cobertura do solo no sistema de plantio direto, além dos benefícios do uso da uréia na agropecuária. O livro também será lançado nos dias 10 de setembro, em Santa Helena de Goiás (GO); 14 de setembro, em São Paulo (SP); e 6 de outubro, em Goiânia (GO). Em Brasília (DF), Sete Lagoas (MG), Recife (PE), Palmas (TO) ainda falta a definição das datas de lançamento.
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

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As vendas de produtos orgânicos no mercado interno devem crescer nos próximos meses. A expectativa é do secretário-executivo da Câmara Setorial da Agricultura Orgânica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Rogério Dias. Ele coordenou a reunião da câmara que discutiu o decreto de regulamentação da Lei da Agricultura Orgânica, publicada em dezembro de 2003. A regulamentação, rotulagem e fiscalização de orgânicos contribuirá para a expansão da comercialização desses produtos no país, afirmou Dias.
Durante a reunião, realizada ontem (19/08) no edifício-sede do MAPA, foram criados grupos de trabalho para participar do processo de regulamentação da lei. Além do processo de regulamentação, o MAPA criou o programa de desenvolvimento da agricultura orgânica, que cuida da capacitação, fomento, pesquisa e desenvolvimento, promoção comercial e ações para alavancar o consumo interno de produtos orgânicos.
De acordo com Dias, o sistema de certificação oficial, com marca e selo exclusivo, vai assegurar ao consumidor que o produto é fiscalizado. As certificadoras, responsáveis por esse trabalho, serão auditadas pelo governo. “A grande procura por orgânicos se baseia num aspecto – o da qualidade. O consumidor compra um produto diferenciado, sem resíduos e mais recomendável à saúde”, destaca Dias. A agricultura orgânica, acrescenta, é tradicionalmente praticada pelo produtor familiar. “A regulamentação, que deve agregar valor ao produto, é importante para os pequenos produtores. A estruturação do setor será boa para todo o segmento.”
O Brasil tem hoje 7,1 mil produtores certificados ou em processo de certificação, conforme dados do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A área ocupada pela agricultura orgânica é de aproximadamente 170 mil hectares e a taxa de crescimento do setor chega a 20% ao ano.
Fonte: MAPA

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O agronegócio dos caprinos e ovinos, a criação de grupos temáticos, o controle sanitário e o repasse de tecnologias da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) ao setor produtivo foram os principais assuntos discutidos hoje (19/08), em Brasília, durante a primeira reunião da Câmara Setorial de Caprinos e Ovinos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
A câmara, presidida por Ricardo Schmidt Falcão, decidiu criar grupos temáticos específicos para discutir a aftosa, o controle sanitário integrado, a rastreabilidade, a qualidade da produção de carne, leite e lã das duas cadeias, o mercado mundial e o repasse de tecnologias aos pecuaristas. Segundo os membros da câmara, o sucesso da aplicação de pesquisas no setor depende de resultados práticos.
Além do Nordeste, o país tem pólos de criação de ovinos em São Paulo, Minas, Goiás, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. A caprinocultura e a ovinocultura são atividades consideradas bastante promissoras no país. De 1999 a 2002, por exemplo, a produção de carnes de ovinos e caprinos cresceu de 17 mil para 21 mil toneladas por ano. O Brasil é o oitavo produtor mundial, somando 25 milhões de cabeças. As duas cadeias produtivas respondem pela geração de 56 mil postos de trabalho. O rebanho baiano de caprinos é o maior do país, com 4,5 milhões de cabeças.
A Câmara de Ovinos e Caprinos foi instalada em maio deste ano pelo secretário-executivo do MAPA, José Amauri Dimarzio, com o objetivo de fortalecer as duas cadeias por meio de programas estruturantes das atividades. O objetivo da câmara agora é vencer as barreiras sanitárias e comerciais para aumentar a produção e a qualidade de seus rebanhos, além de diminuir as importações e abrir mercados às exportações.
Fonte: MAPA

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O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, voltou a defender juros menores, mais recursos e as parcerias público-privadas como necessidades fundamentais para manter o crescimento do setor, que hoje responde por 34% do PIB nacional e 42% das exportações do País, durante visita a segunda edição da Conferência Agro-Brasil 2004, realizada em Salvador.
A conferência foi aberta pelo governador do estado, Paulo Souto, que, durante o painel Visão dos Governadores, voltou a lembrar a necessidade de mais investimentos federais em setores essenciais à consolidação do crescimento econômico, como logística e infra-estrutura, e dos resultados conseguidos pelo estado, que graças às vendas externas de produtos agrícolas como soja, celulose, algodão, óleo combustível, além de automóveis e fios de cobre, obtiveram em julho receita de US$ 443 milhões, o que representou um crescimento de 81% em relação ao ano passado. “A Bahia aposta fortemente na agricultura e graças à confiança e investimentos dos empresários vem dando exemplos e soluções ao País”, declarou Souto.
Entre os números apresentados pelo ministro da Agricultura, chama atenção a proximidade do limite de movimentação de cargas para exportação, hoje em torno dos 135 milhões de toneladas, com 120 milhões de média anual. “Há espaço para crescimento, mas é outro gargalo que precisa ser equacionado”, acrescentou. Rodrigues citou o crescimento das exportações de algodão em pluma, de produção recentemente reaquecida e ocupando o quarto lugar entre os exportadores.
O ministro destacou ainda commodities como açúcar e álcool, além do biodiesel entre os principais do mercado de biomassa e energia, em expansão. Os 62 milhões de hectares disponíveis para o cultivo, em áreas férteis e sem necessidade de desmatamento é o outro dado considerado estratégico para consolidar a competitividade internacional do setor, de acordo com o ministro. “A necessidade de crescer 2 milhões de hectares de área plantada ao ano foi estimada pelo governo e por grupos como a Bunge. As projeções foram superadas com facilidade, já que nos últimos 2 anos este crescimento totalizou 7 milhões de hectares”.
Roberto Rodrigues lembrou a necessidade de formatar adequadamente o produto industrializado de origem agrícola, para atingir de forma apropriada o consumidor europeu e americano. “Outra necessidade é de que o produto brasileiro seja anunciado de forma eficiente junto ao mercado internacional, a exemplo do que acontece com o café da Colômbia”, afirma.
Outra ação estratégica apontada pelo ministro é o aumento da capacidade de armazenagem pelo produtor em silos próprios, com menos perda e menores custos, a exemplo do que acontece no cone norte. “Nos Estados Unidos, 40% da armazenagem de produto é feita na origem”.
Novos investimentos
O presidente do Banco do Nordeste, Roberto Smith, revelou que os investimentos em projetos da região devem chegar a R$ 3 bilhões este ano, em relação a R$ 250 milhões aprovados em 2002. “Reformulamos o setor de análise de riscos e investimos em programas de microcrédito, com base em sondagem de campo realizada junto a empresários e governadores de estado”, diz Smith, revelando que a ampliação das contratações se deve principalmente a atendimento de demanda. Planejamento estratégico “Somos um banco de perfil e vocação agrícola, e em breve estaremos desenvolvendo planejamento estratégico para o setor”, afirma.
Para o produtor Ivo Borre, responsável pela produção de 2,5 mil toneladas de trigo na micro-região baiana da Chapada Diamantina, em 500 hectares plantados, ratifica a necessidade de planejamento e infra-estrutura. “Precisamos de mais e melhores vias para o escoamento da produção e ampliação no fornecimento de energia. Com isto, poderíamos dobrar a produção”, afirma. Apesar das incertezas, Borre calcula que na mesma área cultivada, a produção terá aumento este ano de 10%.
As conferências-tronco da Gazeta Mercantil estarão discutindo regionalmente e de forma periódica as questões relevantes para apontar soluções e caminhos eficientes à consolidação do crescimento econômico do País.
Alvaro Figueiredo
Fonte: Gazeta Mercantil

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As exportações de carne suína de Santa Catarina cresceram 97,92% entre janeiro e julho de 2004, comparadas às do mesmo período de 2003. A receita chegou a US$ 156,69 milhões, valor bem superior ao arrecado em 2003: US$ 79,17 milhões. Os principais compradores foram Rússia, Argentina, África do Sul e Japão.
Os preços médios do suíno vivo ao produtor em julho de 2003 estava R$ 1,39 o quilo e em julho de 2004, R$ 2,07, 48,9% mais. “É um dos melhores preços dos últimos anos”, diz José Zeferino Pedrozo, presidente da Coopercentral Aurora, de Chapecó, a maior compradora e abatedora de Santa Catarina. Segundo Pedrozo, os últimos reajustes foram concedidos em razão do aumento sazonal do consumo proporcionado pelas baixas temperaturas, período em que a demanda por carne suína e seus derivados aumenta. Esse fato, aliado à queda relativa da oferta de suínos para abate, determinou a alta no mercado.
O analista de suínos do Instituto de Economia e Planejamento Agrícola de Santa Catarina (Icepa), Jurandi Soares Machado, diz que a conjuntura está extremamente favorável ao setor de suínos no mercado externo. Só nos últimos três meses os preços subiram 47%. “As empresas estão negociando melhor, aumentaram as compras diretas, com a eliminação da figura do trader. Além disso, vários países estão com problemas sanitários”. Os Estados Unidos e o Canadá convivem com a doença da vaca louca, o que provocou escassez de carne bovina no Japão, e com a influenza aviária que atingiu também a Ásia. “A falta de carne bovina e de aves ocasionou o desabastecimento mundial e aumentou a demanda pela carne suína”, afirma Machado.
O presidente da Associação Catarinense de Suínos (ACCS), Wolmir de Souza, revela que falta suínos no mercado. “As indústrias previram um ano difícil para 2004 e reduziram os plantéis”, conta. Machado do Icepa, e acrescenta que os preços eram baixos e os custos altos. Souza lembra que muitos produtores faliram no oeste catarinense por conta de crises passadas. Hoje, a maioria não se beneficia com a conjuntura favorável e os preços altos. Isso porque, segundo Souza, cerca de 60%, estão na condição de “verticalizados”, isto é, são donos das propriedades, mas não dos plantéis. Os proprietários são as indústrias que pagam um valor por animal ao produtor. “Se o preço do suíno aumentar ou diminuir, o valor recebido não oscila”, segundo informa Souza.
Juliana Wilke
Fonte: Gazeta Mercantil

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A Tailândia poderá exportar 60% menos frango este ano, porque o Japão, os membros da União Européia (UE) e outros países baniram as importações devido a um surto de gripe de aves. A exportação de carne de frango congelada e cozida deve cair para 200 mil toneladas.
Em 2003 foram embarcadas 500 mil toneladas, disse Anan Sirimongkolkasem, presidente da Associação de Exportadores de Frango da Tailândia. Esse será o menor volume desde 1996. O Japão e a UE suspenderam suas compras nos países do Sudeste Asiático desde janeiro, quando foi confirmado o surto de gripe de aves.
Fonte: Gazeta Mercantil

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O Uruguai acaba de finalizar a implantação de um programa de rastreamento de gado de corte que identifica a procedência do animal e também de cada peça de carne, com o objetivo de melhorar o controle da qualidade e impedir evasão fiscal.
O Sistema de Registro Eletrônico de Exportação (SREE), rastreia o animal do abate até a chegada da ao porto, sendo de fato uma fiscalização rigorosa e eficiente que até pode abrir espaço para que o governo uruguaio pense em discutir a possibilidade, segundo o Instituto Nacional da Carne do Uruguai (Inac), de estender o mesmo procedimento de controle ao campo – o que garantiria a rastreabilidade do pasto ao porto.
O projeto, avaliado em US$ 4, 5 milhões, foi desenvolvido pela dinamarquesa Scanvaegt – especializada em processos de automação para a indústria de alimentos – por meio de sua subsidiária na América do Sul, cuja sede está situada em Curitiba. Os equipamentos utilizados no monitoramento são da Intermec, empresa desenvolvedora e integradora de maquinários para a coleta automática de dados e sistemas de computação móvel.
A nova exigência legal prevê que 38 frigoríficos do país mantenham um sistema eletrônico, financiado pelo governo, formado por balanças, impressoras, coletores de dados, etiquetas de código de barras e dispositivos de comunicação. O SREE assimila as informações originalmente existentes nos brincos (etiquetas eletrônicas identificadoras) de cada animal. Os dados dos animais podem ficar registrados em etiquetas de código de barras ou em chips. As etiquetas serão afixadas na carcaça, já sem cabeça e sem couro.
Segundo Marcelo Milani, gerente geral da Scanvaegt na América do Sul, o animal é registrado no momento do abate. “Toda informação gerada pelos equipamentos desde a primeira pesagem da carcaça é direcionada em tempo real para uma central de dados que fornecerá ao Inac informações sobre o abate em todo país”, diz. Milani explica que para isso, além da etiqueta, a carcaça passa a ser relacionada ao frigorífico responsável pelo abate e corte por meio de um chip.
A partir daí cada quarto de carne é sistematicamente rastreado, e toda a pesagem e localização é acompanhada por técnicos, gerando um precioso banco de dados para a economia do país. “Cada pedaço do animal poderá ser reconhecido o que, em decorrência, permite também saber a origem de cada corte, picanha, filé. Além disso, os frigoríficos terão que emitir um cupom fiscal, um e-ticket, para o governo controlar abates e vendas”, diz.
Com o Sistema de Registro Eletrônico de Exportação, que controla passo a passo a procedência e o manejo da carne, o Uruguai deve tornar-se em breve o país mais bem preparado para combater as infrações sanitárias. O sistema, também, é classificado como um grande cerco à sonegação fiscal em um dos principais setores econômicos do país, uma vez que 20% do total das exportações do Uruguai são produtos de carne bovina e que 70% da carne produzida é exportada. Em 2003, o Uruguai exportou 318 mil toneladas de carne bovina.
O site www.inac.gub.uy , do Inac, ao informar as aplicações do SREE, mostra a eficiência do controle total da operação dos frigoríficos. Segundo o site, além de melhorar o manejo dos dados, o sistema mantém o produtor informado do destino e pesagem de toda carne produzida por ele. Antes, o pecuarista era completamente dependente das informações fornecidas pelos frigoríficos. O novo sistema manterá uma conexão online entre frigorífico, Direção Nacional de Aduaneiras (DNA) e Inac.
Outro grande efeito do SREE é que ele provocará uma necessidade de otimização nos processos de rendimento de corte, no fluxo de abate, além de ampliar investimentos em pesquisa e na melhoria da gestão dos frigoríficos. Um país como o Brasil, se decidisse implementar um projeto da mesma envergadura, precisaria investir, no mínimo, US$ 50 milhões.
Redação: Portal Agrosoft, com informações da Gazeta Mercantil.

Fonte: Portal Agrosoft

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O clima adverso com diminuição das temperaturas em regiões produtoras de grãos nos Estados Unidos provocaram uma forte alta nas cotações futuras da soja, do milho e do trigo na Bolsa de Chigado, com índices de 2,7%, 2,9% e de 1,8% respectivamente.
O grande fomentador foi o relatório das condições das louvouras de soja do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda), informando que 69% das lavouras estavam em condições ótimas ou excelentes, contra 72% registrados na semana anterior. O sinal de alerta foi dado no último dia 12, quando a agência anunciou uma redução da safra norte-americana, que passou de 80 milhões para 78 milhões de toneladas.
“Na época, essa revisão causou estranheza porque ela não havia sido antecipada em nenhum relatório semanal de condição das lavouras”, diz Renato Sayeg, da Tetras Corretoras. Os contratos da safra nova de soja, com entrega em novembro, foram negociados ontem a 584 centavos de dólar o bushel, ou US$ 12,87 a saca em Chicago.
Piora lavoura de milho
O Usda informa que, na semana passada, 73% das plantações estavam em situação ótima ou excelente, abaixo dos 76% registrados no período anterior. O mercado esperava uma redução de 1% a 2%. Em Iowa, as lavouras consideradas de ótimas a excelentes, que somavam 78% do total, hoje perfazem 74%. Em Illinois o número caiu de 83% para 80% e em Wiscosin, de 60% para 54%.
Trigo
As chuvas que estão beneficiando a soja e o milho estão atrasando a colheita de trigo de primavera nos Estados Unidos. Até o último domingo, 21% das lavouras tinham sido colhidas, acima dos 10% apurados na semana anterior, porém consideravelmente atrás da média de 40% registrada nos últimos cinco anos pelo Usda.
Com informações da Gazeta Mercantil

Fonte: Gazeta Mercantil

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As recentes visitas de missões internacionais para inspecionar frigoríficos brasilieros aumentou 46% neste ano, indicando a abertura de novos mercados para a carne nacional. Uma nova missão japonesa vem ao Brasil neste segundo semestre para credenciar dois abatedouros catarinenses para a compra de carne suína cozida e congelada.
Um outro exemplo é o Chile, onde 70% da carne bovina consumida é brasileira. Uma missão está finalizando as inspeções em seis Estados nos próximos dias. O Chile pretende iniciar as compras de um produto inédito na pauta de exportação entre os dois países: miúdos de boi.
Só neste mês de agosto, o Brasil recebe cinco missões internacionais, totalizando um total de 19 visitas para este ano.
Curso para avaliar “vaca louca”
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) promoverá nos dias 23 a 28 de agosto, em parceria com a Universidade de Berna (Suíça), um curso sobre Encefalopatias Espongiformes Transmissíveis (EETs).
O curso será realizado no Laboratório de Referência Animal de Porto Alegre e ministrado por especialistas do Mapa e da universidade suíça. Tem por objetivo divulgar ações de vigilância na prevenção do mal da “vaca louca”, a Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB).
Redação: Portal Agrosoft, com informações do portal Suinocultura Industrial, jornal Zero Hora e Gazeta Mercantil.

Fonte: Suinocultura Industrial

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Empresa Desenvolvedora
RDZ Sistemas

Contato
Daniel Costa
E-mail: daniel.costa@microsul.com.br

Telefone de Contato
(11) 3167-1330 Ramal 340
Fax
(11) 3079-8475

Web
http://www.microsul.com.br
Descrição do Software

O Platanus é um sistema de Gestão Empresarial, da classe de softwares conhecidos como ERP (Enterprise Resource Planinng), cujo propósito é integrar todas as funções e informações da empresa em um único sistema computacional. Em síntese, o Platanus disponibiliza funções que são utilizadas pelos diversos departamentos da empresa, como se cada departamento possuísse um software específico para as suas atividades básicas de cada setor, e integra as informações em um só aplicativo, com uma única base de dados, utilizada de forma compartilhada por toda a empresa.

O Platanus automatiza as tarefas envolvidas no fluxo operacional da empresa, como por exemplo, o
processamento de um pedido de venda. Neste caso, o sistema trata desde a negociação do pedido com o cliente, oferece recursos para o tratamento dos itens em estoque, a emissão da nota fiscal, a expedição do produto e finaliza o processo, gerenciando a cobrança do título com o cliente. Tudo isso de forma integrada e organizada.

O Platanus diferencia-se dos outros softwares similares, pois sua implantação é extremamente simples. Todas as tabelas do sistema já são geradas utilizando valores padrões, apropriados para quase todas as empresas. Além disso, a sua operação é muito simples, por exemplo, para emitir uma nota fiscal pelo sistema, o usuário escolhe a finalidade do pedido e de forma automática o Platanus trata os impostos envolvidos e os textos legais necessários.

Características Gerais:



  • Multi – Empresa

  • Multi – Filiais

  • Multi – Moeda

  • Sistema de navegação intuitiva

  • Relatórios com opção de visualização na tela

  • Usuários com senhas e funções de acesso

  • Integração com o MS-Office

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O protocolo de intenções firmado ontem para formação da Rede Info/RS, entre a Secretaria da Ciência e Tecnologia (SCT) e o Sindicato das Empresas de Informática do Rio Grande do Sul (Seprorgs), tem a finalidade de promover e fortalecer a base tecnológica local dos produtores de softwares e hardwares. O Sebrae-RS e mais dez universidades gaúchas serão parceiros no programa.
A Rede Info/RS tem a finalidade de promover e fortalecer a base tecnológica local dos produtores de softwares e hardwares. Empresas do setor poderão utilizar tecnologias desenvolvidas nas universidades e instituições de pesquisa e desenvolvimento. Incentivadas pelo poder público, as empresas apresentarão novos produtos, fortalecendo sua participação no mercado nacional e internacional. O Seprorgs reúne mais de seis mil empresas do setor.
Também foi firmado um convênio com a Unisinos, onde funciona o European Software Institute (ESICenter Unisinos). Existem somente cinco centros como esse em todo o mundo. O acordo permitirá às empresas da Rede Info/RS participarem de uma missão técnica à Espanha em outubro, com subsídio da Comunidade Européia. Haverá visitas a parques tecnológicos e ao Instituto Europeu de Software, em Bilbao, além de participação em rodadas de negócios. A intenção é de que pelo menos 15 empresas gaúchas façam parte da missão que irá à Europa.
Redação: Portal Agrosoft, com informações da Gazeta Mercantil e Unisinos.
 

Fonte: Gazeta Mercantil

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A Embrapa Soja lança o CD-Rom NutriFert – Uso da Informática para a Adubação e Nutrição de Soja, durante a 26ª Reunião de Pesquisa de Soja, que acontece hoje e amanhã no Centro Nacional de Convenções (Cenacon), em Ribeirão Preto, São Paulo.
O NutriFert colabora com produtores e profissionais da assistência técnica na tomada de decisão sobre adubação e calagem e na avaliação do estado nutricional da soja para todos os estados brasileiros.Para obter resultados, os dados de análise de solo são introduzidos em uma planilha eletrônica que faz cálculos automáticos e indica os níveis de macro e micro nutrientes. O software também utiliza a análise foliar para diagnosticar o estado nutricional das plantas.
Além disso, fotos ilustrativas facilitam a interpretação de possíveis sintomas de deficiências ou de toxicidades de nutrientes nas plantas de soja, segundo informações dos pesquisadores da Embrapa Soja, Gedi Sfredo e Joelsio Lazarotto.Também no evento, a Embrapa Soja lança um livro de bolso com 35 fotos e a descrição de sintomas de deficiências ou de toxicidades de nutrientes nas plantas de soja.
O software será vendido a R$15 e a publicação a R$ 10.
Mais informações:
Embrapa Soja: www.cnpso.embrapa.br
Telefone: (43) 3371-6000
E-mail: sac@cnpso.embrapa.br
Com informações do portal Agrolink, Revista Soja e amp; Milho, Embrapa Soja.

Fonte: Agrolink

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As maiores novidades no campo de biotecnologia no Brasil e na América Latina serão demonstradas durante a BIOLATINA 2004, no Centro de Convenções de Salvador, BA, no período de 16 a 20 de agosto. O evento é uma promoção da ABRABI – Associação Brasileira de Empresas de Biotecnologia e da FELAEB – Federación Latinoamericana de Asociaciones de Empresas de Biotecnologia e vai reunir várias empresas públicas e privadas do Brasil e da América Latina que desenvolvem pesquisas e produtos nessa área nos campos de: saúde, agricultura, indústria, entre outras. A Embrapa estará representada no evento através de duas de suas 40 unidades de pesquisa – Recursos Genéticos e Biotecnologia, em Brasília, DF; e Mandioca e Fruticultura, em Cruz das Almas, BA – e vai apresentar as principais tecnologias desenvolvidas na área de biotecnologia agrícola.
Um dos destaques do estande da Embrapa na BIOLATINA 2004 será o biorreator, um sistema de frascos interligados por tubos de borracha flexível, pelos quais as plantas recebem água e ar por aspersão ou borbulhamento, que permite a multiplicação de mudas de plantas com muito mais rapidez, limpeza e economia. Esse equipamento possibilita o cultivo de células, tecidos ou órgãos de espécies vegetais, animais e de microrganismos, podendo ser utilizado para produção de mudas em grande escala. Foi desenvolvido pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e reduz significativamente os custos com mão-de-obra, além de acelerar o ciclo de produção, aumentar a produtividade, economizar tempo e espaço físico. Por isso, representa uma ótima opção para as empresas de fruticultura, produção de plantas ornamentais, reflorestamento, papel e celulose, madeireiras, entre outras.
Outro destaque será o desenvolvimento de plantas transgênicas com resistência a vírus. A Embrapa já está testando no campo três variedades de plantas transgênicas – feijão resistente ao vírus do mosaico dourado, na Embrapa Arroz e Feijão, em Goiânia, GO; batata resistente ao vírus “Y”, na Embrapa Hortaliças, em Brasília, DF; e mamão resistente ao vírus da mancha anelar, na Embrapa Mandioca e Fruticultura, em Cruz das Almas, na Bahia. Essas plantas mostraram resistência a essas doenças em laboratório e casa de vegetação, e recentemente, receberam autorização para serem testadas no campo, de forma a testar sua eficiência e interação com o ambiente. Se os resultados forem positivos, elas vão contribuir para reduzir significativamente o uso de defensivos agrícolas nas culturas de feijão, mamão e batata no Brasil. Outros produtos transgênicos estão sendo desenvolvidos pela Embrapa, como soja, algodão e milho, entre outras.
O genoma café, recentemente lançado pela Embrapa em parceria com a FAPESP – Federação das Instituições de Pesquisa do Estado de São Paulo, também será apresentado no estande da Embrapa. As instituições terminaram a primeira fase dessa pesquisa, que gerou um banco de dados com cerca de 200 mil seqüências de café. No dia 10 de agosto de 2004, a Embrapa, FAPESP e a UNIEMP – assinaram um contrato de cooperação para disponibilizar esse banco de dados para empresas, universidades, associações de produtores, cooperativas, etc. O genoma café vai possibilitar, no futuro próximo, o desenvolvimento de variedades de café com características diversas, como resistência a pragas, melhorias no sabor e no aroma, menor teor de cafeína, entre outras.
Quem visitar o estande da Embrapa no evento vai poder conhecer também outras pesquisas desenvolvidas para o melhoramento genético de frutas e mandioca, e o tomate Finestra, desenvolvido pela Embrapa Hortaliças, em Brasília, DF. Além de mais menos ácido e mais saboroso do que o tomate tradicional e o cereja, o Finestra pode ser cultivado em pequenos vasos, inclusive dentro de um apartamento.
A BIOLATINA 2004 acontece no Centro de Convenções de Salvador, Bahia, no período de 16 a 20 de agosto, das 8 às 18 horas.
Com informações de Fernanda Diniz (fernanda@cenargen.embrapa.br).

Fonte
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
http://www.cenargen.embrapa.br

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Exames realizados pelas autoridades vietnamitas em uma das três pessoas que morreram no país contaminadas pela gripe do frango indicam a presença do vírus H5N1, o mesmo que matou 16 pessoas no Vietnã e oito na Tailândia no início deste ano, numa epidemia que atingiu vários países da Ásia.
Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), é possível uma mutação do vírus devido às infecções em humanos, com “grande potencial pandêmico”, declarou Hans Troedsson, representante da instituição. Em um comunico do Ministério da Saúde do Vietnã, “não há remédios nem vacinas contra esta doença”.
Autoridades do Ministério da Saúde vietnamita declararam que as oito pessoas suspeitas de estarem infectadas pela gripe aviária estavam internadas e que estão investigando outras mortes que teriam sido registradas no sul da província de Hau Giang, no Vietnã.

Fonte: Avicultura Industrial

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A exportação de carne bovina bateu um novo recorde no mês de julho. As vendas em dólar cresceram 84% em relação ao mesmo período do ano passado. Em Mato Grosso do Sul, o crescimento das exportações provoca um aumento do preço do boi rastreado. 
O preço do boi rastreado foi um dos motivos que estimularam o pecuarista Bernard Louvet a registrar os animais no sistema de rastreamento bovino. O outro motivo é controle zootécnico do rebanho. “Você tem um controle maior até para ver o peso e acompanhar o rendimento de animal para animal é um ponto positivo que muitos pecuaristas não estavam fazendo”. 
O sistema é uma exigência do governo federal, a identificação é feita com um brinco colocado na orelha direita e o botão na orelha esquerda. Nos dois acessórios, o número é o mesmo e facilita a localização do animal em caso de extravio do brinco padrão. 
Depois de receber o brinco padrão e o botão com o número fornecido pelo Ministério da Agricultura, o próprio fazendeiro pode fazer a aplicação nos animais. Em uma ficha são registradas as informações do rebanho, como raça, sexo, idade e aptidão, se é gado de corte ou de leite ou as duas coisas. 
Em outra propriedade, em Campo Grande, apenas 10% dos bovinos foram rastreados. A pecuarista Geracina Lima disse que a dificuldade está na burocracia e no manejo. “Estou começando de pouco, mas pretendo até o fim do ano rastrear quase tudo. Tudo é difícil por causa da mão-de-obra, é complicado. É isso que me atrapalha um pouco”. 
Cada brinco custa em média 12 reais. A certificadora cobra também o mesmo valor para fazer o registro do animal. As fábricas, que há quatro meses, não tinha brinco suficiente para atender a procura, agora abastecem o mercado normalmente, como explica o empresário Pedro Galvão. “Houve um aumento de mais ou menos 400% de produtores ao sistema. Então as fábricas de brinco não estavam conseguindo dar conta até se adaptarem, demorando de 40 a 50 dias para entregar os brincos. Hoje já está normal, entrega de 10 a 15 dias úteis”. 
A procura pelo boi rastreado foi provocada pelo crescimento das exportações de carne bovina. Isso aumentou a diferença de preços de um ano para cá, desde que entrou em vigor a obrigatoriedade do rastreamento para exportação. Em Campo Grande, por exemplo, a arroba do boi comum valia em agosto do ano passado 55 reais, a do rastreado 56. Na sexta-feira, o comum caiu para 54 reais , 2% a menos em doze meses e o rastreado foi para 59 reais, alta de 5,3%. A diferença entre o comum e o rastreado que era de apenas um real no início, agora é de cinco reais. 
Em Mato Grosso do Sul, nove milhões de animais já foram registrados no sistema de rastreamento bovino. Isso representa 36% do rebanho do estado. Num boi com dezesseis arrobas, essa diferença de cinco reais por arroba acaba resultando num ganho de até oitenta reais por animal rastreado.

Fonte: www.agrosoft.com.br

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