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NA ROTA DA DESTRUIÇÃO, REJEITOS PROLONGAM DESASTRE DE MARIANA

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Um ano após a tragédia de Mariana, os rejeitos de minério continuam a impactar o dia a dia das regiões em volta das áreas atingidas pela ruptura. Em Barra Longa, a 172 km de Belo Horizonte, até o tráfego é controlado pela Samarco, mineradora que pertence à Vale e à anglo-australiana BHP Billiton.

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Um ano após a tragédia de Mariana, os rejeitos de minério continuam a impactar o dia a dia das regiões em volta das áreas atingidas pela ruptura. Em Barra Longa, a 172 km de Belo Horizonte, até o tráfego é controlado pela Samarco, mineradora que pertence à Vale e à anglo-australiana BHP Billiton.

Fonte: TVFolha

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