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‘Comunicação assíncrona’ é a palavra da moda na Educação a Distância, em que se privilegia a flexibilidade no horário e na execução de tarefas. Foto: Tumisu/Pixabay

A pandemia provocada pelo novo coronavírus colocou o mundo em compasso de espera, enquanto cientistas se debruçam em seus laboratórios em busca de uma vacina ou, na impossibilidade desta, um tratamento, que, a exemplo da Aids, seja capaz de vencer o vírus em sua letalidade.

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A FAPERJ divulgou, nesta quinta-feira, 10 de setembro de 2020, a relação dos novos bolsistas contemplados no  Programa Pós-doutorado Nota 10 – 2020. Nesta edição do programa, foram concedidas 120 bolsas de um total de 210 solicitações, beneficiando assim 16 instituições fluminenses.

As instituições contempladas com o maior número de bolsas, em ordem decrescente são: Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ (60); Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ (16); Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-Rio (9); Universidade Federal Fluminense – UFF (07) e outras 12 instituições de ensino e pesquisa no Estado.

As Grandes Áreas do conhecimento que receberam o maior número de bolsas foram: Ciências Biológicas (47), Ciências Exatas e da Terra (19), Ciências Humanas (15), Engenharias (11), Ciências Agrárias (10) e outras três Grandes Áreas.

Segundo a diretora Científica da FAPERJ, Eliete Bouskela, o Programa, além de permitir a continuidade das pesquisas mais importantes para o Estado, é também uma forma de garantir que os nossos melhores pesquisadores não tenham que procurar outros Centros, Estados ou Países para dar continuidade aos seusprojetos.

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Gráfico apresenta os dados consolidados das sugestões de mudança na alimentação dos brasileiros em gramas diários (Imagem: Faperj)
Preocupado com a melhoria da dieta da população e em formular uma proposta em acordo com os hábitos culturais e o custo dos alimentos, o pesquisador do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/Uerj) Eliseu Verly Júnior está trabalhando com uma grande base de dados para traçar o perfil ideal da dieta para diferentes grupos sociais e regionais. O nutricionista trabalha com os dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) e uma subpesquisa, também do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), chamada Inquérito Nacional de Alimentação. Da POF, extrai dados de compras de mais de 55 mil domicílios e cruza estas informações com a rotina de alimentação de mais de 30 mil indivíduos. A pesquisa conta com apoio da FAPERJ por meio do programa Jovem Cientista do Nosso Estado, em que foi contemplado.

O estudo parte do pressuposto de que a mudança de dieta é necessária, mas que o custo dos alimentos e as características locais podem tornar inviáveis escolhas alimentares mais saudáveis. “A partir dos dados do IBGE, nós estamos analisando como as pessoas se alimentam e a viabilidade, dada a renda familiar e o que elas já gastam com a alimentação, terem uma alimentação adequada”, explica o pesquisador. Para exemplificar, o nutricionista cita como exemplo o consumo de peixe na Região Norte do País, que é maior quando comparada com as demais regiões. De acordo com Verly Júnior, o menor custo, a grande aceitabilidade local, e sua qualidade nutricional o tornam um alimento fundamental, cujo consumo deve ser incentivado.

Outra vertente inclui o impacto ambiental, ou seja, como escolhas saudáveis, culturalmente aceitáveis e acessíveis, podem contribuir para redução do impacto ambiental a partir da alimentação. Ele cita como exemplo a produção de carne vermelha, que, segundo diversos estudos publicados nos mais prestigiados periódicos científicos internacionais, tem contribuição considerável nas mudanças climáticas. Nesse caso, o estudo sugere que se reduza o consumo de carne vermelha em todo o Brasil. “Esses são dados consolidados, mas também estamos trabalhando com diversos estratos sociais e suas diferenças regionais”, detalha.

De acordo com os dados preliminares obtidos com a pesquisa, de modo geral, a refeição ideal do brasileiro poderia conter menos arroz, que seria compensado com mais feijão; menos carne vermelha e processados, e mais peixe e salada. Ainda segundo o estudo, o consumo de ovo deveria ser mais incentivado nas regiões Norte e Nordeste, onde esse alimento tem uma boa aceitabilidade. Já o frango poderia ser mais consumido nos quatro cantos do país, com exceção da Região Centro-Oeste, onde o consumo de carne vermelha já é elevado. Outra classe de alimentos que pode ter seu consumo aumentado na refeição diária é o de laticínios. E os alimentos prontos para consumo, tais como salgadinhos, molhos, biscoitos, vários tipos de pratos prontos ou semiprontos e refrigerantes, devem ser diminuídos em todo o País. “O consumo de alimentos ultra-processados é associado ao maior consumo calórico e estudos recentes tem sugerido associação com obesidade e outras doenças crônicas”, explica o nutricionista.

Ainda em andamento, a pesquisa pretende encontrar uma combinação de alimentos em diversidade e quantidade suficiente para atender a um conjunto de recomendações nutricionais, seguras e que sejam factíveis de serem adotadas pela população.A pesquisa também está avaliando a compatibilidade entre uma alimentação saudável, com maior quantidade de frutas e hortaliças, e o risco de consumo excessivo de resíduos de agrotóxicos presentes nos alimentos. Para isso, os dados de consumo de alimentos serão relacionados com os obtidos pelo Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para – 2013/2015) em que foram analisadas 12.051 amostras de 25 alimentos de origem vegetal.

Ainda em andamento, a pesquisa pretende encontrar uma combinação de alimentos em diversidade e quantidade suficiente para atender a um conjunto de recomendações nutricionais, seguras e que sejam factíveis de serem adotadas pela população.

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A região amazônica está cada vez mais seca, e a diminuição da quantidade de chuvas tem influência direta na saúde da população, com reflexo no aumento de 27% nas internações provocadas por doenças respiratórias. Essa foi a conclusão de um estudo realizado pelo Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (Lasa) do Departamento de Meteorologia do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A equipe trabalhou com dados de satélite e da estação em terra coletadas pelo Instituto de Controle do Espaço Aéreo (Icea), ligado ao Ministério da Defesa, cruzados com o número de internações fornecidas pelo Sistema Único da Saúde (SUS) na cidade de Porto Velho.

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A carne de frango é a proteína animal cuja produção e consumo mais cresceram no Brasil e no mundo nos últimos 40 anos. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Brasil é o segundo maior produtor mundial de frangos, superado apenas pelos Estados Unidos. A partir de 2003, o País passou a ser o maior exportador mundial, com embarques superiores a quatro milhões de toneladas, e, desde 2006, a carne de frango tornou-se a mais consumida pela população brasileira. Recentemente a produção nacional ultrapassou a marca de 13 milhões de toneladas/ano, e segundo projeções do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é esperado um aumento de 30% na produção no período de 2018 a 2028.

A avicultura gera um importante subproduto, a cama de aviário.

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Tema do agronegócio atraiu bom público (Foto:Fabiano Veneza/Casa Firjan)

Em parceria com a FAPERJ, a Casa Firjan promoveu nesta quarta-feira, dia 27 de novembro, o último encontro de 2019 da série Diálogos da Inovação, que desta vez teve como tema o Agronegócio. Uma das palestrantes convidadas pela organização do evento, a chefe geral da Embrapa Solos, Petula Nascimento, aproveitou para anunciar o acordo assinado entre a Embrapa e a FAPERJ na parte da manhã (veja mais detalhes na seção Notas nesta edição do Boletim FAPERJ), para a criação do Polo Tecnológico de Inovação Agropecuária (PitecAgro), um novo hub de inovação tecnológica do agronegócio no Rio de Janeiro, fruto de acordo de cooperação técnica entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio de Janeiro (Secti), que repassará, por meio de editais da FAPERJ, R$ 1,5 milhão na estruturação do polo na sede da Embrapa Solos, que entrará em atividade em 2020.

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A FAPERJ lança nesta quinta-feira, 29 de agosto, o edital Apoio a Redes de Pesquisa em Saúde no Estado do Rio de Janeiro, com previsão de um investimento total de R$ 60 milhões. O objetivo é propor soluções que integrem pesquisa básica, pré-clínica e clínica nas áreas de doenças emergentes e reemergentes, doenças crônicas não transmissíveis e adição a drogas, permitindo a formação de Redes de Pesquisa voltadas para os principais problemas de saúde da população fluminense. Segundo a diretora Científica da FAPERJ, Eliete Bouskela, “este edital tem um aspecto original de abordar um dos temas mais prementes para a saúde pública no estado e no país, a adição a drogas”.

Para que sejam formadas as Redes de Pesquisa, o edital prevê a realização de duas etapas.

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