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Paulo Saldiva comenta estudo realizado nos EUA, que apontou que as mudanças climáticas estão relacionadas ao aumento de internações hospitalares de pacientes com doenças crônicas

Uma pesquisa da National Library of Medicine (NIH), dos Estados Unidos, aponta que as mudanças climáticas estão relacionadas ao aumento de internações hospitalares de pacientes com doenças crônicas.

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Sílvia Storpirtis afirma que internações hospitalares devem aumentar em decorrência das doenças crônicas se o programa, que distribui medicamentos gratuitamente, for extinto

A justificativa para acabar com o Programa Farmácia Popular é o plano de reformulação de políticas sociais do governo, que prevê cortes no orçamento.

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Com o objetivo de discutir o atendimento na área da saúde mental de estudantes, docentes e funcionários da USP, psicólogas realizam bate-papo on-line no sábado, 19 de setembro de 2020, às 14h30, com o tema Saúde mental no meio acadêmico.

O encontro tem a participação da professora Débora Piotto, do Departamento de Psicologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCLRP), e Edilene Mendonça Bernardes, doutora e mestre em ciências e psicóloga do Centro de Orientação Psicológica (Copi) da Prefeitura do Campus (PUSP), ambas da USP em Ribeirão Preto. 

O evento faz parte da Semana da Saúde Mental promovida pelo Centro Acadêmico Antônio Junqueira de Azevedo (CAAJA), pela Comissão de Saúde Mental e Bem-Estar da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP, pelo Centro Estudantil da Pedagogia (CEPed) e também pelo Centro Estudantil da Psicologia (CEP), todos da USP em Ribeirão Preto. 

A palestra será transmitida pelo Facebook do CAAJA e pode ser acompanhada por aqui.

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O estudo entrevistou 3 mil pessoas de todas as regiões do País, sendo a maioria mulheres, casadas e com alto nível de escolaridade – Foto: Extraída da cartilha

Mesmo com os órgãos do governo e a mídia divulgando incessantemente informações sobre as formas de transmissão e prevenção do novo coronavírus, parte da população brasileira adota práticas de higiene inadequadas em relação aos alimentos.

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Segundo Nicole Rennó Castro, sem o benefício, quase 30% da população rural, cerca de 8,4 milhões de pessoas, ficariam em situação de vulnerabilidade

O Auxílio Emergencial, criado para proteger trabalhadores informais, desempregados e microempreendedores individuais durante a crise causada pela pandemia, abrange cerca de 68% da população que vive no meio rural, o que tem sido essencial para a manutenção da renda e evitar o empobrecimento extremo de 7,3 milhões de pessoas, de acordo com estudo da USP.

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Este ano, além das queimadas na Amazônia, houve um aumento significativo dos focos de incêndio no Pantanal e o governo federal não tem agido de forma eficaz para controlar a situação.

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Foto: Reprodução/QS World Grad School

Participantes poderão conversar e tirar dúvidas por vídeo, áudio ou chat com representantes das universidades estrangeiras, além de conhecer possibilidades de bolsas de estudo e de planejamento de uma carreira internacional; evento acontece nos dias 10 e 12 de setembro

Empresa responsável pela publicação de alguns dos mais respeitados rankings universitários do mundo, a QS Quacquarelli Symonds promove dias 10 e 12 de setembro de 2020 uma feira gratuita pela internet de oportunidades em pós-graduações internacionais.

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Exposição virtual Personagens da Independência – Foto: Reprodução / Museu do Ipiranga Virtual

Como parte das atividades que antecedem a inauguração do Novo Museu do Ipiranga, prevista para setembro de 2022, o público pode contar agora com uma viagem virtual por algumas áreas em volta do edifício-monumento e por exposições interativas.

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Pesquisa que mostra o papel da vitamina C na redução da oxidação de proteínas existentes nas células dos seres vivos pode render possíveis aplicações na agricultura, para melhorar o desempenho de plantas, e na saúde, em fórmulas que diminuam a virulência de fungos e bactérias.

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Piolho da cerejeira-brava (Rhopalosiphum padi) transmite para o trigo os vírus do tipo BYDW, que elevam a temperatura da planta e também aumentam a resistência do inseto ao calor, fazendo com que possa se alimentar sugando a seiva de partes mais altas e quentes dos pés de trigo – Foto: Cedida pelo pesquisador

Um inseto transmite o vírus para o trigo e faz subir a temperatura da planta. O mesmo vírus faz o inseto mais tolerante ao calor, e continuar ativo disputando alimento – favorecendo assim o vírus

Não só entre os animais mamíferos, como morcegos, e nós, humanos, a circulação dos vírus ameaça a saúde e modifica as interações. Uma pesquisa internacional com a participação do Instituto de Biociências (IB) da USP demonstra como esses seres, no limite entre a matéria orgânica e a vida, atuam também em insetos, plantas, e modificam suas relações. Os cientistas  descobriram que os vírus do tipo BYDW – que não infecta humanos – alteram as relações ecológicas entre plantas de trigo e os insetos que sugam sua seiva. Os BYDW são transmitidos por afídeos, pequenos insetos conhecidos como pulgões ou piolhos de planta. Eles provocam a elevação de temperatura em pés de trigo e ao mesmo tempo tornam o piolho da cerejeira-brava (Rhopalosiphum padi) mais resistente a temperaturas elevadas. Assim, o piolho da cerejeira-brava passa a evitar as áreas mais frias da planta de trigo, que são dominadas por insetos maiores, e se alimenta nas partes mais altas e quentes da planta.

As conclusões do estudo são apresentadas em artigo publicado pela revista científica Nature Communications em março. A pesquisa foi coordenada pela pesquisadora Mitzy Porras, do Departamento de Entomologia da Pennsylvania State University (Estados Unidos), e contou com a colaboração de laboratórios nos Estados Unidos, Brasil, Colômbia e França, além da participação de indústrias. “Nosso envolvimento no estudo se deve às pesquisas que desenvolvemos sobre as relações entre os organismos e o meio ambiente, especialmente em condições extremas, como calor ou frio excessivos”, conta o professor Carlos Arturo Navas Iannini, do IB, um dos autores do artigo.

Navas Iannini explica que os vírus de plantas do tipo BYDW são transmitidos meio de afídeos como os pulgões e os piolhos de planta, insetos que se alimentam da seiva que sugam das espécies vegetais. “É comum a temperatura das plantas variar ao longo do dia, assim como algumas partes serem mais quentes ou frias do que outras”, conta. “Por meio de experimentos usando a técnica de termografia (que produz imagens com cores associados a diferentes temperaturas), constatou-se que os pés de trigo infectados pelo vírus registravam um aumento de até 2 graus Celsius (oC), na temperatura da superfície, que é onde os insetos retiram a seiva com a boca, que tem forma tubular.”

Tolerância ao calor

Normalmente, as regiões das plantas de trigo com temperatura mais moderada são ocupadas por insetos maiores, como o pulgão do milho (Rhopalosiphum maidis), deixando pouco espaço para espécies de tamanho mais reduzido, caso do piolho da cerejeira-brava (Rhopalosiphum padi). “Durante a pesquisa, os testes mostraram que o piolho da cerejeira-brava era mais tolerante ao calor, o que o tornava mais competitivo em relação ao pulgão do milho, pois conseguia ficar em lugares mais altos e mais quentes da planta”, relata o professor. “Posteriormente, descobriu-se que os vírus BYDW que infeccionam os piolhos de cerejeira-brava torna-os mais resistentes a choques térmicos.”

De acordo com Navas Iannini, o aumento de resiliência acontece porque os vírus, uma vez no inseto, podem ativar genes que regulam a produção de um tipo de proteínas conhecidas por proteger tecidos de choque termal. “Essas proteínas, uma vez expressadas, permitem a exposição dos insetos a temperaturas acima do normal”, destaca. “Assim como os impactos variam entre espécies, a infecção viral altera as relações ecológicas entre insetos, e também entre insetos e plantas. Apesar de elevar a temperatura superficial do trigo, ela também torna o piolho da cerejeira- brava mais competitivo na disputa por alimento com outras espécies de insetos.”

Por meio de experimentos usando a técnica de termografia, que produz imagens com cores associadas a diferentes temperaturas, constatou-se que os pés de trigo infectados pelo vírus registravam um aumento de até 2 graus Celsius (oC), na temperatura da superfície, onde os insetos retiram a seiva – Foto: Cedida pelo pesquisador.

O professor aponta que, durante um período significativo da história da humanidade, microorganismos como bactérias e vírus foram vistos de forma negativa. “O avanço das pesquisas provocou uma reviravolta nesse conceito, mostrando que a relação entre os microorganismos e outros seres vivos é bastante complexa”, afirma. “Há muitos resultados demonstrando essa relação no caso das bactérias, porém os estudos com vírus apenas recentemente demonstraram a capacidade das infecções provocarem reações fisiológicas que aumentam a resistência a condições ambientais extremas, o que acaba por afetar também as relações ecológicas”.

As pesquisas com o trigo poderão servir de base para novos estudos sobre o papel dos vírus nas interações ecológicas entre insetos e espécies de plantas com interesse agrícola, como a soja, destaca Navas Iannini. “Está é uma linha de pesquisa muito recente, porém os resultados vêm sendo surpreendentes”, conclui. O artigo “Enhanced heat tolerance of viral-infected aphids leads to niche expansion and reduced interspecific competition”, publicado pela Nature Communications em 4 de março, é assinado por Mitzy, Navas Iannini, James Marden, Mark Mescher, Consuelo de Moraes, Sylvain Pincebourde, Andrés Sandoval Mojica, Juan Raygoza Garay, German Holguin, Edwin Rajotte e Tomás Carlo.

Mais informações: e-mail navas@usp.br, com Carlos Arturo Navas Iannini.

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Imbuídas desse conceito, as pessoas têm facilidade para compreender, interpretar e valorizar as informações ambientais

No Diversidade em Ciência, Ricardo Alexino Ferreira entrevista Pedro Luiz Côrtes, professor e livre-docente do Departamento de Informação e Cultura, da Escola de Comunicações e Artes da USP. também  docente do Programa de Pós-graduação em Ciência Ambiental (Procam) do Instituto de Energia e Ambiente da USP (IEE-USP) e do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da ECA-USP.

Pedro Côrtes fala sobre Literacia Ambiental, área do conhecimento que investiga e analisa a capacidade de uma pessoa perceber, compreender, interpretar e valorizar as informações ambientais (a partir de diversas fontes), incorporando-as ao seu uso cotidiano como elemento essencial para o sucesso de políticas públicas nesse campo.

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Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica do Hospital da Clínicas de São Paulo – Foto: Divulgação/FMUSP

 

Estudo internacional ranqueou países, instituições, pesquisas clínicas randomizadas e pesquisadores em termos de publicações e impacto científico

 

Um dos temas mais desconcertantes em saúde humana, a doença em crianças tem mobilizado enorme interesse de pesquisa no mundo. Em termos de produtividade e impacto do trabalho científico, os pesquisadores e profissionais pediátricos da USP têm feito o dever de casa. Entre 377 centros e 43 países pesquisados entre 1986 e 2018, um artigo da revista Pediatric Critical Care Medicine coloca a Universidade entre as dez instituições mais influentes do mundo no campo de ensaios clínicos randomizados em medicina intensiva pediátrica.

O artigo Research Collaboration in Pediatric Critical Care Randomized Controlled Trials: A Social Network Analysis of Coauthorship ranqueia países, instituições, pesquisas clínicas randomizadas e pesquisadores em termos de publicações e impacto científico. A USP como instituição incluiu não apenas o Instituto da Criança do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), mas também a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) e o Instituto do Tratamento do Câncer Infantil (Itaci) do HC. No total, foram analisadas 415 pesquisas clínicas randomizadas e 2.176 pesquisadores, incluindo 30 grupos de autores.

Entre os dez centros mais influentes do mundo nessa área, a USP está em terceiro lugar, com a participação de 37 pesquisadores. Em termos de produção científica, a USP está em quinto lugar, com 16 trabalhos publicados entre os 415 ensaios clínicos randomizados em medicina intensiva pediátrica pesquisados nos últimos 32 anos.

“Temos orgulho de estarmos pareados entre os melhores do mundo. É um prêmio pelo trabalho de décadas. Mesmo tendo noção da excelência do nosso trabalho, foi uma surpresa saber que, comparativamente ao resto do mundo, estamos tão bem”, diz o professor Werther Brunow de Carvalho, da área de Terapia Intensiva Pediátrica e Neonatologia do HCFMUSP e coordenador das UTIs pediátricas e neonatais da instituição.

O professor Werther Brunow de Carvalho, coordenador das UTIs pediátricas neonatais no Hospital das Clínicas – Foto: Divulgação/HC FMUSP
Segundo Werther, as possibilidades de suporte ao recém-nascido são bastante seguras atualmente em relação à medicina do passado, no que se refere à terapia intensiva. “Pode parecer um contrassenso, mas a maior preocupação deve ser não agredir o paciente, pois o tratamento intensivo pode ser muito agressivo ao recém-nascido”, diz o coordenador.

As UTIs pediátricas, o Centro Neonatal e o setor de Obstetrícia do Complexo HCFMUSP recebem os mais diversos tipos de gravidez de risco envolvendo doenças maternas e uma diversidade de doenças congênitas e malformações fetais. Entre as anomalias fetais, a cardiopatia congênita, as doenças de parede abdominal e malformações de sistema nervoso central são as mais frequentes.

Há um limite de viabilidade à vida extrauterina em casos de gestação de risco e, se não ultrapassado esse limite, a decisão do nascimento cabe à família. “Considerando esse limite de vida, se os pais querem, vamos juntos. Mergulhamos nessas vidas e desenvolvemos laços duradouros com as famílias e os pacientes. Acredito que a humanização é chave para o sucesso do nosso trabalho”, afirma o professor.

Silvia Miguel / Assessoria de Comunicação da FMUSP

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Estão abertas, até 17 de março, as inscrições para o quarto Curso de Inverno em Saúde Pública, promovido pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, que será realizado de 27 de julho a 1º de agosto.

Durante o evento serão desenvolvidas atividades teóricas e práticas, minicursos, e visitas em locais onde são desenvolvidas atividades de ensino, pesquisa e extensão, como as Unidades de Saúde da Família. Durante o curso também tem exposição de painéis de docentes e pesquisadores Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública. 

O Curso de Inverno é gratuito e voltado para pesquisadores com interesse na área de saúde pública.

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Com objetivo de popularizar a indústria 4.0, também chamada de quarta revolução industrial, a Rosas de Ouro escolheu a inovação tecnológica como atrativo para os desfiles do Carnaval 2020 de São Paulo, juntamente com o enredo Tempos Modernos.

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Estão abertas as inscrições para o processo seletivo do ConstruInova, Programa de Mestrado Profissional em Inovação na Construção Civil da Escola Politécnica (Poli) da USP, oferecido pelo Departamento de Engenharia de Construção Civil.

Trata-se de um programa de pós-graduação gratuito stricto sensu voltado aos profissionais atuantes no setor, tais como engenheiros, arquitetos, tecnólogos, economistas, advogados e administradores, com ênfase nas áreas de pesquisa, desenvolvimento de produtos e processos inovadores, seja em empresas públicas ou privadas.

São seis linhas de pesquisa: BIM (Building Information Modelling) e Simulação Computacional; Desempenho, Tecnologia e Gestão de Sistemas Prediais; Gestão Habitacional e Urbana; Real Estate: Economia Setorial e Mercados; Tecnologia e Gestão na Produção; e Tecnologia e Gestão em Projetos.

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Houve redução de 92,5% na verba do PAA e, com isso, os pequenos agricultores se sentem desestimulados a produzir

O corte elevado no Programa de Aquisição de Alimentos faz com que ele agonize e, se não houver novos incentivos ou mudanças, possa se extinguir.

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Segundo Glauco Arbix, a tendência em inovação não pode prescindir, a partir de agora, da Inteligência Artificial, que vem recebendo investimentos pesados das grandes empresas do planeta

A divulgação de um ranking que avaliou as empresas mais inovadoras em 2019 deixa claro que uma das tendências mais fortes, comum a todas, está ligada às tecnologias digitais, especialmente à inteligência artificial.

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Na Faculdade de Odontologia da USP, projeto torna a biblioteca um ponto de partida para inovações nas diversas áreas do conhecimento

Biblioteca da Faculdade de Odontologia (FOUSP) onde vem sendo implementado o sistema CRAI – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Ao contrário de perderem importância, as bibliotecas ganham ainda mais com as novas tecnologias.

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