Fonte: UOV

CLIQUE AQUI PARA VER MAIS DETALHES DO CURSO ONLINE CULTIVO DE PALMEIRA REAL PARA PRODUÇÃO DE PALMITO.

A Universidade Online de Viçosa – UOV, com o objetivo de auxiliar quem deseja começar sua plantação ou aprimorar suas técnicas de cultivo, elaborou o Curso Online Cultivo de Palmeira Real para Produção de Palmito, com o qual é possível aprender sobre procedimento para obtenção das mudas, preparo do solo, plantio da palmeira real, tratos culturais, colheita e processamento e muito mais.

FICHA TÉCNICA:

  • Curso: Curso Online Cultivo de Palmeira Real para Produção de Palmito
  • Modalidade: Ensino a Distância
  • Coordenação: Alfredo Frasson
  • Carga Horária: 40 horas
  • Série: Agroindústria – 45397
  • Realização: UOV – Universidade Online de Viçosa

Clique aqui para assinar GRATUITAMENTE o Agrosoft e receber todos os dias no seu email as notícias em destaque.

Clique aqui para divulgar notícias e artigos no Agrosoft



Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Fonte: Embrapa

O Volutech possui sensores que enviam informações para um servidor remoto com acesso a laticínios e produtores. Foto: Divulgação

.
• Medidor eletrônico de volume de leite é mais preciso do que a atual régua usada nos tanques

• Equipamento também registra a temperatura do leite, picos de energia e aberturas do tanque ao longo do dia

• Informações são enviadas a servidores remotos acessíveis a laticínios e produtores

• Inovação foi criada por empresa vencedora de Desafio de Startups promovido pela Embrapa

• Diferentemente dos medidores disponíveis no mercado, Volutech possui mais conectividade e é de baixo custo
.
Chega ao mercado no segundo semestre de 2020 o Volutech, equipamento que utiliza sensores para medir com precisão o volume de leite armazenado nos tanques de resfriamento.

Clique para saber mais…

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Fonte: Embrapa

O estudo mapeou as fazendas com plantios comerciais. Foto: Gabriel Faria

.
• Plantios comerciais de castanheiras em Mato Grosso precisam de maior aporte tecnológico

• A maior parte da produção de castanha-do-brasil do estado – quarto maior produtor nacional – vem da atividade extrativista

• A conclusão é de estudo conduzido pela Embrapa Agrossilvipastoril (MT), com o apoio de parceiros

• O levantamento tem o propósito de entender o nível de tecnologia aplicado no cultivo, as práticas de manejo e as dificuldades encontradas pelos produtores

• As informações subsidiarão a busca de soluções que contribuam para o crescimento e a viabilidade econômica da atividade
.
Um estudo inédito conduzido pela Embrapa Agrossilvipastoril (Sinop-MT) fez um raio X dos plantios comerciais de castanheiras em Mato Grosso e comprovou que o setor precisa de maior aporte tecnológico para viabilizar o cultivo como atividade econômica na região.

Clique para saber mais…

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

 

Presente no mecanismo de resposta à invasão por fungos e ao estresse hídrico e térmico, DRIK1, como foi nomeada, pode ajudar no desenvolvimento de variedades de plantas e de produtos que diminuam perda de produtividade relacionada a mudanças climáticas (imagem: cristal da proteína (DRIK1) utilizado no estudo/GCCRC/divulgação)

André Julião | Agência FAPESP – Um grupo de pesquisadores do Centro de Pesquisa em Genômica Aplicada às Mudanças Climáticas (GCCRC) descobriu uma proteína envolvida na resposta do milho à seca, ao aumento de temperatura e à invasão por fungos.

O achado abre caminho para o desenvolvimento de plantas mais resistentes e de produtos que diminuam as perdas na produção, no momento em que as mudanças climáticas globais ameaçam a produtividade das lavouras no mundo. O artigo foi publicado na BMC Plant Biology.

Clique para saber mais…

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Comércio internacional de itens como madeira, tabaco, cacau, café e algodão impulsiona o risco de malária nos países exportadores, relatam pesquisadores da USP e colaboradores na Nature Communications (foto: Terra Indígena Tenharim do Igarapé Preto, Amazonas/Vinícius Mendonça/Ibama/Wikimedia Commons)

 

Karina Ninni | Agência FAPESP – Estudo publicado na Nature Communications conecta pela primeira vez a demanda de certos países desenvolvidos por commodities agrícolas ao aumento do risco de malária em países fornecedores desses produtos.

O trabalho, conduzido por cientistas da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP) e colegas da Universidade de Sidney (Austrália), estima que cerca de 20% do risco de malária em hotspots de desmatamento é impulsionado pelo comércio internacional de itens como madeira, produtos madeireiros, tabaco, cacau, café e algodão.

Clique para saber mais…

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Fonte: Embrapa

O período de estiagem no Semiárido pode se estender a até oito meses do ano. Foto: Marcelino Ribeiro

.
• Cardápio forrageiro recomendado pela pesquisa para o Semiárido combina plantas de diferentes espécies e garante a alimentação animal em épocas de seca

• São plantas com altos teores de nutrientes e resistência ao período de estiagem que, na região, pode durar até oito meses por ano 

• A composição do cardápio forrageiro é variável de acordo com as condições de clima e solo

• Modelos relacionando à produção e à persistência das forrageiras testadas serão disponibilizados em portal

• Simulador, em desenvolvimento,  permitirá informações mais próximas à realidade das propriedades
.
Para assegurar alimentação na quantidade e qualidade adequadas para os rebanhos do Semiárido brasileiro, pesquisadores recomendam o que eles estão chamando de cardápio forrageiro, composto por plantas com diferentes estratégias de sobrevivência à seca.

Clique para saber mais…

Compartilhe esta postagem nas redes sociais