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Uma nova cidade Inca foi descoberta na região de Cuzco, no Peru, a cerca de 225 quilômetros de Machu Picchu, após expedições entre 2019 e 2024. O sítio arqueológico possui mais de 700 estruturas de pedra, algumas retangulares e outras circulares, indicando uma metrópole inca. Foram encontrados artefatos de ouro, prata e cobre usados em cerimônias. O local pode ser ainda mais importante que Machu Picchu por revelar aspectos profundos da civilização Inca. Embora não tenha circuito turístico oficial, visitantes já exploram as ruínas, que podem reescrever a história do império.
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O produtor rural enfrenta cenário instável com clima favorável a fungos, exigindo decisões rápidas. A combinação de umidade, temperaturas elevadas e janelas curtas de aplicação aumenta a pressão de doenças como cercosporiose e mancha alvo, que afetam soja e algodão. Em Lucas do Rio Verde (MT), o agricultor precisa ajustar o manejo entre a colheita de uma cultura e o desenvolvimento da outra. Falhas podem gerar resistência de patógenos e perdas produtivas. O manejo inteligente, com monitoramento e flexibilidade, é a resposta para proteger a produtividade.
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Calçadas irregulares com buracos e desníveis afetam principalmente idosos, causando medo de quedas. Estudo da Fiocruz indica que 42,7% dos idosos brasileiros têm receio de cair, percentual que sobe a 63% entre os com mais de 80 anos. As quedas impactam saúde física e mental, restringindo a mobilidade. A lei brasileira de inclusão exige que prefeituras criem planos de rotas acessíveis, com investimentos para qualificar calçadas em áreas de grande circulação. Cerca de 3,8 milhões de idosos também temem a violência, agravando o isolamento social e a perda de autonomia.
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Biólogos registraram ninhos em locais surpreendentes no Paraná. Um casal de falcão-relógio fez ninho em uma churrasqueira, com três ovos, e os filhotes deixaram o local com 40 a 50 dias. A ave usa naturalmente cavidades em árvores e rochas, e a churrasqueira funcionou como substituto. Outro caso foi um sabiá-barranco que construiu ninho em um semáforo, em área urbana. Apesar das luzes alternando, os três filhotes sobreviveram. Esses registros mostram a capacidade de adaptação das aves a ambientes modificados pelo homem.
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O novo ensino médio integra cursos profissionalizantes, atraindo estudantes e reduzindo evasão escolar. Em São Paulo, 320 mil alunos iniciaram cursos técnicos neste ano, com 40% da rede oferecendo dupla certificação. Os cursos mais procurados são administração, informática e desenvolvimento de sistemas. Trabalhadores com ensino técnico ganham 30% a mais que os do regular e têm menor desemprego. Muitos egressos seguem para o superior. No entanto, especialistas criticam a redução de aulas básicas e falta de infraestrutura, defendendo modelo dos institutos federais e Etecs.
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A Embrapa Gado de Corte realiza a Prova de Avaliação de Desempenho com touros Nelore, usando cochos eletrônicos e balanças para monitorar consumo alimentar e ganho de peso. O objetivo é identificar animais que produzem mais carne com menos ração, reduzindo custos e emissões de gases de efeito estufa. Desde 2016, mais de 1.700 touros foram avaliados. A prova também analisa características de carcaça e reprodução para melhoramento genético. Animais mais eficientes geram menos metano, tornando a pecuária mais sustentável e alinhada às demandas ambientais atuais.
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Eventos climáticos extremos são cada vez mais frequentes no Brasil, exigindo adaptações urbanas. O Atlas Digital de Desastres mostra que pessoas afetadas aumentaram 20 vezes em duas décadas, com 1,6 milhão de moradias danificadas entre 2015 e 2024. O governo lançou o Plano Clima para planejar cidades mais resilientes. Jaraguá do Sul (SC) é exemplo com o Parque Linear Via Verde, projetado para conter chuvas intensas. O país também conta com sistema de monitoramento de riscos em parceria com a Defesa Civil, mas poucos municípios adotam estratégias efetivas de mitigação.
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Apesar da Política Nacional de Qualidade do Ar (Lei nº 14.850/2024) ter tornado obrigatório o monitoramento da qualidade do ar, o Brasil ainda enfrenta um grande desafio nessa área. Atualmente, apenas 13 dos 26 estados brasileiros possuem estações de monitoramento de referência, equipadas com tecnologia capaz de fornecer dados precisos e confiáveis. A falta de uma cobertura abrangente de monitoramento é uma preocupação, pois diversos poluentes já ultrapassaram os limites máximos de concentração considerados seguros pela legislação brasileira e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), especialmente na região Sudeste. O setor de transportes é apontado como o principal responsável por essas emissões, superando a indústria no passado.
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O maior anfíbio da história da Terra viveu no Brasil há cerca de 270 milhões de anos, durante o período Permiano. Chamado de Prionosuchus, esse monstro habitava as florestas tropicais da Bacia do Parnaíba, no atual Nordeste do país, que na época era um labirinto de pântanos e rios. O Prionosuchus era um predador aterrorizante com 9 metros de comprimento e mais de uma tonelada. Com um focinho estreito e alongado, cravejado de centenas de dentes, sua mandíbula era uma armadilha perfeita para capturar suas presas. Apesar de seu tamanho de caminhão, sua biologia de pele úmida o mantinha conectado à água, onde se camuflava para caçar, sendo o imperador absoluto dos pântanos daquela era pré-histórica.
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O novo feijão IPR Quiriquiri, desenvolvido pelo IDR Paraná, traz vantagens tanto para o produtor quanto para o consumidor. Para o produtor, destaca-se o alto potencial produtivo (acima de 4,6 toneladas por hectare), o ciclo semiprecoce (colheita em até 84 dias), e a tecnologia de escurecimento lento dos grãos, que permite armazenamento por até um ano sem perda de qualidade. A planta tem porte semiereto, facilitando a colheita mecanizada. Para o consumidor, a principal vantagem é o rápido cozimento, em apenas 19 minutos na panela convencional, além de grãos que ficam inteiros com caldo consistente e um alto teor de proteína (cerca de 22%). O nome "Quiriquiri" é uma homenagem ao menor falcão brasileiro, ágil e veloz, assim como a cultivar é produtiva e eficiente.
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O Brasil enfrenta um grande desafio habitacional, com um déficit de aproximadamente 6 milhões de moradias, segundo dados de 2023 da Fundação João Pinheiro, o menor número desde o início da série histórica em 2016. Esse déficit inclui não apenas as pessoas que não têm casa própria, mas também aquelas que vivem em condições precárias, como cortiços (coabitação) e casas sem saneamento básico. A falta de moradia afeta desproporcionalmente a população preta e parda, que constitui a maioria das famílias nessa situação, com renda mensal de um a dois salários mínimos. As regiões Sudeste e Nordeste concentram o maior número de famílias sem habitação adequada, seguidas pelo Norte, Sul e Centro-Oeste.
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Na região noroeste do Paraná, onde o solo é mais arenoso, a integração lavoura-pecuária (ILP) tem se mostrado uma estratégia eficaz para melhorar a produtividade. O sistema cria um ciclo onde uma atividade complementa a outra. O produtor José Rogério, por exemplo, iniciou o sistema plantando braquiária para cobertura do solo, pensando no plantio de soja no verão. A oportunidade surgiu ao colocar o gado no inverno para se alimentar dessa pastagem, o que além de custear o manejo, melhora a fertilidade do solo. Esse modelo, apoiado por projetos como o Legado, também permite a diversificação da propriedade com a pecuária, o que traz mais segurança financeira ao produtor rural e melhora a qualidade do solo arenoso para o cultivo de grãos.
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Cientistas descobriram que o arquipélago de Alcatrazes, no litoral norte de São Paulo, é uma área de reprodução do tubarão-mangona, uma espécie criticamente ameaçada. Até então, acreditava-se que essa reprodução ocorria apenas em áreas mais ao sul, como Argentina e sul do Brasil. A descoberta, feita com o uso de sistemas de filmagem subaquática (BRUVs) entre 2022 e 2025, foi reforçada por registros de um condutor subaquático que observou 10 indivíduos, incluindo uma fêmea com marcas de mordida típicas do acasalamento. A fêmea da espécie tem uma gestação de 9 a 12 meses e produz apenas dois filhotes, que podem praticar canibalismo intrauterino. Essas características, aliadas ao crescimento lento, tornam a espécie extremamente vulnerável e reforçam a importância da gestão integrada de áreas marinhas protegidas.
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Pesquisas da USP revelam que aves como o sabiá-laranjeira e a rolinha-roxa utilizam uma estratégia evolutiva chamada sono hemisférico de ondas lentas. Na prática, elas conseguem dormir com apenas metade do cérebro por vez, mantendo um olho aberto e vigilante para monitorar o ambiente em busca de predadores. Esse estado de alerta é tão refinado que o pássaro pode alternar qual lado do cérebro dorme em intervalos de apenas 12 segundos. Isso significa que, mesmo na calada da noite, um pássaro no seu quintal não está completamente desconectado do mundo, mas sim ativamente registrando cada movimento ao seu redor, como se fosse um guarda de segurança biológico que nunca dorme completamente, garantindo sua sobrevivência em um ambiente cheio de perigos.
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Um novo estudo propõe gerar energia em Marte utilizando os próprios recursos do planeta, reduzindo a dependência da Terra. O conceito central é capturar o ar marciano, rico em CO2, comprimi-lo e usá-lo em processos energéticos. A proposta integra micro reatores nucleares para fornecer energia contínua e estável, mesmo em condições adversas, com eletricidade armazenada em baterias adaptadas. Outro componente chave é o reator Sabatier, que converte o CO2 em metano (combustível) e água (reaproveitável). Essa tecnologia, já usada na Estação Espacial Internacional, seria ampliada para atender uma missão em Marte. A integração dessas tecnologias, segundo os pesquisadores, pode transformar a atmosfera marciana em uma fonte central de energia, aumentando a autonomia das missões.
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Em São Luiz Gonzaga (RS), o produtor Giovani enfrentava o risco constante de perder a produção por causa das estiagens recorrentes. Para solucionar o problema, ele investiu em um sistema de irrigação por carretel, que se mostrou acessível e prático para sua pequena propriedade. O sistema, que funciona com a própria pressão da água para movimentar a mangueira e o carrinho aspersor, é fácil de instalar e manejar, a ponto de seu pai de 79 anos ajudar no trabalho. A principal vantagem é a autonomia: após regulado, o sistema trabalha sozinho. O resultado é uma mudança drástica na produtividade. Enquanto as áreas sem irrigação sofrem com a falta de chuva, as áreas irrigadas garantem estabilidade, evitam perdas e permitem um planejamento seguro, transformando uma safra incerta em um resultado concreto e confiável.
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O Brasil enfrenta um cenário inédito: precisa cortar a geração de energia devido ao excesso de eletricidade no sistema, um movimento oposto aos históricos apagões por falta de chuva. A rápida expansão de fontes renováveis não controláveis, como a solar e a eólica, reduziu a flexibilidade da matriz elétrica. Diferente das hidrelétricas, a geração dessas fontes depende do clima e não pode ser ajustada facilmente à demanda. Quando o consumo é baixo e a produção dessas fontes está no auge, o excesso de carga ameaça a estabilidade do Sistema Interligado Nacional, podendo causar desligamentos em cascata. Em junho, o Operador Nacional do Sistema Elétrico acionou pela primeira vez um plano de emergência para forçar distribuidoras a reduzirem a produção e evitar um colapso, um desafio que tende a crescer com o aumento da participação dessas renováveis.
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O calor extremo sobrecarrega os sistemas de refrigeração de data centers, que precisam resfriar chips superpotentes usados em IA. Ondas de calor na Europa elevam o uso de ar-condicionado, pressionando redes elétricas e aumentando riscos de apagões, que paralisam desde a refrigeração até os próprios data centers. Um estudo da First Street revela que 79% da capacidade global de data centers está exposta a desastres naturais como enchentes, incêndios e ventos extremos, além de altas temperaturas. Esses eventos não só interrompem operações, mas também encarecem seguros e manutenção. Com ondas de calor mais frequentes, empresas de tecnologia agora incluem fatores climáticos na localização de novos centros, mas questiona-se se isso é suficiente para garantir a estabilidade da IA no futuro.
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O hotel, previsto para 2027 na Ilha Artificial Oeste, terá 44 acomodações e será gerido por robôs da Pudu Robotics em todas as funções: check-in, transporte de malas, limpeza e preparo de alimentos. Os robôs compartilharão uma plataforma de IA para coordenar tarefas sincronizadas, desde a chegada até a estadia dos hóspedes. Antes da abertura, uma fase de testes em 2026 disponibilizará parte dos serviços ao público. O projeto integra um plano para transformar a ilha em polo de tecnologia e turismo. Equipamentos incluem robôs para entrega de bebidas por smartphone, transporte de bagagens e limpeza com identificação autônoma de resíduos. O sucesso pode ampliar o uso de robôs em outros setores, mas a pergunta sobre se isso se tornará realidade permanece.
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O couro de peixe de Pontal do Paraná recebeu o registro de Indicação Geográfica do INPI em 2023, reconhecendo suas características únicas, o reaproveitamento consciente da matéria-prima e a geração de renda local. Artesãs da associação transformam peles de tilápia, robalo e pescada, que antes iam para o lixo, em mais de 50 itens como bolsas, carteiras e bijuterias. O processo envolve limpeza, curtimento químico, tingimento e secagem de 2 a 5 dias. A conquista mobilizou SEBRAE, UNESPAR, prefeitura e Conselho de Turismo. As peças são vendidas em loja do Provopar e já alcançam a Europa. O Paraná agora soma 26 produtos com indicação geográfica, o maior número do Brasil, celebrando a cultura caiçara e o talento feminino.
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A China enfrenta o desafio de reduzir emissões sem parar o crescimento, já que 60% de sua energia vem do carvão mineral, essencial para indústrias e aquecimento no inverno rigoroso. Usinas como a de Shibai, no condado de Pingshan, operam com 237 gramas de carvão por grau de temperatura, mas novas unidades usam tecnologias para queimar menos combustível. Paralelamente, o país investe em energias limpas: duas das maiores hidrelétricas do mundo, Três Gargantas e Baihetan, geram energia equivalente a 16 usinas de carvão. A China também já cumpriu a meta de instalar 1,2 GW de matrizes limpas até 2030, cinco anos antes, e mantém parques de baterias solares para complementar a rede. A equação é complexa, mas o investimento em renováveis é visto como caminho sem volta.
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A inteligência artificial acelera a inovação no campo ao analisar milhares de dados para desenvolver produtos mais eficientes e sustentáveis contra pragas e doenças. Segundo o presidente global da Bayer, a IA pode reduzir o tempo de lançamento de novas soluções de 10 para 5 anos, além de ajudar o produtor a tomar melhores decisões na fazenda. Sistemas como os da Biostil conectam pesquisa e empresas para criar soluções reais. Nos EUA, robôs e máquinas autônomas já operam em fazendas, guiados por IA. O agro brasileiro também avança nesse caminho, com investimentos em tecnologia e dados. A lição é que o futuro da produção rural exige conhecimento, inovação e pessoas preparadas.
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A Hedysarum scoparium, planta resistente à seca, está revertendo a desertificação no Deserto de Tengger, no norte da China. Suas raízes ultrapassam 10 metros, fixando o solo arenoso, e a espécie rebrota mesmo quando soterrada pela areia, prosperando com pouca chuva. Em apenas oito anos, mais de 5 milhões desses arbustos foram plantados, cobrindo cerca de 7.300 hectares. A iniciativa mostra como a biologia oferece soluções para desafios ambientais, transformando áreas degradadas em regiões verdes. A planta é essencial para conter o avanço do deserto, contribuindo para a recuperação de vastas áreas na China. Essa tecnologia natural alia resistência extrema à eficiência ecológica, sendo um exemplo de sucesso no combate à desertificação.
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A jardineira Carol Costa ensina como trocar o vaso de plantas com mais de 2 metros e 70 quilos. Primeiro, deite a planta sobre uma lona, remova o vaso antigo e solte delicadamente a terra das raízes laterais e da parte inferior. No vaso novo, faça um furo com serra copo, coloque feltro sobre o buraco e adicione argila expandida para leveza. Cubra a argila com feltro preso por fita crepe e coloque substrato. Posicione a planta no vaso, complete com terra misturada (aproveitando a original), regue generosamente para assentar as raízes e, por fim, faça podas com pasta cicatrizante (vaselina, própolis e canela). Use base com rodinhas para facilitar o deslocamento. Uma ajudinha na hora de levantar o conjunto é bem-vinda.
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SpudCells são células artificiais criadas por cientistas da Universidade de Minnesota a partir de compostos químicos e genes de vírus e bactérias. Com apenas 36 genes, elas imitam funções básicas da vida: alimentam-se, crescem e se reproduzem sozinhas em laboratório, sem simulação digital. Embora não sejam organismos vivos completos, o sistema organiza-se em condições controladas e representa um marco na biologia sintética. Os pesquisadores criaram a iniciativa Biotic para democratizar o acesso aos materiais e estimular novas criações. As células ainda dependem de insumos externos e sobrevivem por poucas gerações, mas abrem caminho para medicamentos, robôs biológicos e captura de carbono. O estudo levanta preocupações sobre uso indevido, por isso o desenvolvimento é mantido aberto e colaborativo.
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