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Produto biológico à base de metabólicos — substâncias produzidas por bactérias ou fungos — promove controle de natalidade de pragas como percevejo marrom e psilídeo. Ácido caprilico compromete sistema imune do inseto, causando letargia. Ataca oviposição, evitando crescimento exponencial de até três gerações por safra.
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Relatório da ONU com 550 cientistas de 86 países aponta elevação acelerada do nível dos oceanos por degelo no Ártico e Antártica. Brasil pode sofrer com mudanças em padrões climáticos e chuvas. Poluição plástica quadruplicou impacto sobre espécies marinhas. Desoxigenação ameaça ecossistemas e sobrevivência de espécies.
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(A) Junho/2026. (B) Setembro/2026. (C) Dezembro/2026. (D) Março/2027.
O El Niño previsto para 2026 pode ser o mais forte dos últimos 140 anos, com 96% de chance de pico entre dezembro de 2026 e fevereiro de 2027. No Brasil, causa secas no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, ondas de calor no Sudeste, e chuvas intensas no Sul. O governo criou grupo de especialistas para monitoramento, e 70 organizações pedem medidas preventivas para populações vulneráveis.
Resposta: (C) Dezembro/2026.
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(A) Morango Solar. (B) Morango Fênix. (C) Morango Real. (D) Morango Tropical.
A Embrapa criou o Morango Fênix, mais resistente ao clima brasileiro, doce e de tamanho grande. O plantio dobrou para 5 milhões de mudas por ano, gerando quase 900 empregos em 2025. Produtores como José, em Atibaia/SP, têm metade da produção com essa variedade, que também é resistente a pragas e doenças. O programa de melhoramento genético foi retomado em 2010.
Resposta: (B) Morango Fênix.
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(A) Brasil. (B) Austrália. (C) China. (D) Rússia.
O Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo (21 milhões de toneladas), atrás apenas da China (44 milhões). Esses 17 elementos são essenciais para smartphones, carros elétricos, turbinas eólicas e sistemas de defesa. A China refina 90% do material, criando um quase monopólio. EUA e Europa buscam alternativas, e o Brasil desperta interesse geopolítico por seu potencial.
Resposta: (C) China.
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(A) 500. (B) 1.000. (C) 1.500. (D) 2.500.
A arara azul grande quase foi extinta na década de 1980, com menos de 1.500 indivíduos na natureza devido ao tráfico e perda de árvores para ninhos. O Projeto Arara Azul instalou ninhos artificiais no Pantanal, pois 95% dos ninhos naturais são feitos no Manduvi, árvore que leva 60 anos para crescer. Após 30 anos, a população saltou para mais de 6.500 aves, saindo da lista de ameaçadas.
Resposta: (C) 1.500.
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(A) 10%. (B) 15%. (C) 25%. (D) 33%.
A bioeconomia, que usa recursos biológicos renováveis, representa cerca de 1/4 do PIB brasileiro (quase R$ 3 trilhões). Mato Grosso do Sul, com os biomas Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica, pode estimular pesquisas para produzir fármacos, bioinsumos e biomassa. O estado tem 94% da matriz energética vinda de fontes renováveis e pode aproveitar a Rota Bioceânica para acessar mercados asiático e americano.
Resposta: (C) 25%.
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(A) +1°C. (B) +1,5°C. (C) +2°C. (D) +2,5°C.
A Semana do Meio Ambiente da ONU focou na Ação Climática. A queima de combustíveis fósseis e desmatamentos liberam gases que retêm calor. A meta do Acordo de Paris é limitar o aquecimento a +1,5°C acima do nível pré-industrial, mas relatórios indicam que esse limite já foi ou está perto de ser ultrapassado. Eventos extremos como ondas de calor, chuvas torrenciais e secas são cada vez mais frequentes.
Resposta: (B) +1,5°C.
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(A) Alumínio. (B) Acidez do solo. (C) Falta de água. (D) Excesso de sol.
A adubação falha por três erros invisíveis: acidez do solo que prende nutrientes como cálcio e potássio, liberando alumínio tóxico; excesso de adubo que desidrata a planta; e falta de molhar a terra após adubar, pois a raiz precisa que os grãos se dissolvam na água para absorver os nutrientes. Calcário dolomítico quebra o cadeado da acidez, mas não deve ser usado em vasos.
Resposta: (B) Acidez do solo.
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(A) Biografias. (B) Autoajuda. (C) Ficção. (D) Não ficção.
O mercado editorial brasileiro cresceu 14% no volume de livros vendidos, com faturamento 9,1% maior. Em abril de 2026, vendeu mais de 4 milhões de exemplares, movimentando R$ 221 milhões. Ficção foi o gênero que mais faturou, seguido por infantis e educacionais. Biografias e autoajuda tiveram queda. Quem já lê, passou a ler com mais frequência.
Resposta: (C) Ficção.
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(A) Folhas. (B) Caules. (C) Flores. (D) Raízes.
Nematoides são vermes presentes no solo brasileiro que atacam raízes de soja, milho e algodão, sugando nutrientes e abrindo portas para fungos. A cada 10 safras de soja, o produtor perde uma para o nematoide. O diagnóstico exige análise de solo, e o manejo eficiente combina sementes de qualidade, tratamento químico e biológico, rotação de culturas e nutrição adequada, começando antes do plantio.
Resposta: (D) Raízes.
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(A) 20%. (B) 30%. (C) 40%. (D) 50%.
O Brasil desperdiça 40% de toda a água potável antes de chegar às torneiras, totalizando 4,4 bilhões de m³ por ano, volume suficiente para abastecer 77 milhões de pessoas. O estudo do Instituto Trata Brasil revela desigualdades regionais, com Norte e Nordeste tendo os piores índices. Apenas 12 das 100 maiores cidades atingem a meta de 25% de perdas. Melhor gestão e tecnologia poderiam economizar R$ 47 bilhões e garantir água para 48 milhões de pessoas.
Resposta: (C) 40%.
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(A) Harpia. (B) Ararajuba. (C) Tucano. (D) Papagaio-verdadeiro.
A ave escolhida para representar o Brasil na Copa do Mundo 2026 foi a Ararajuba. A escolha se deve a várias características: é uma ave 100% brasileira, endêmica de uma região da Amazônia; possui as cores da seleção brasileira (predominantemente amarela com detalhes em verde); é carismática e pertence à família dos psitacídeos (papagaios, araras e periquitos). A ave representa bem a diversidade da avifauna brasileira e foi selecionada entre várias opções como harpia e águia-de-penacho. Cada um dos 48 países participantes teve uma ave icônica escolhida para representá-lo.
Resposta: (B) Ararajuba.
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(A) 30%. (B) Mais de 60%. (C) 45%. (D) 75%.
O Pantanal, considerado a maior área alagável do mundo, com 62% de seu território em solo brasileiro, enfrenta uma grave crise hídrica. Ao longo das últimas décadas, a região perdeu mais de 60% do volume de água, resultado das mudanças climáticas combinadas com a perda de vegetação nativa. Esse desequilíbrio ecológico tem prolongado os períodos de seca e aumentado o risco de grandes incêndios. A região abriga cerca de 4.700 espécies entre plantas e animais, muitas ameaçadas de extinção, que dependem dos ciclos de cheia e seca para sobreviver.
Resposta: (B) Mais de 60%.
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(A) 10 espécies em 5 metros quadrados. (B) Mais de 40 variedades em menos de 1 metro quadrado. (C) Apenas ervas medicinais. (D) Somente hortaliças de sombra.
A horta em espiral desenvolvida pela jardineira Carol Costa é um exemplo surpreendente de eficiência espacial: é possível cultivar mais de 40 variedades de plantas comestíveis em menos de 1 metro quadrado. A técnica utiliza tijolos não concretados, permitindo que a estrutura seja desmontada e remontada em outro local — ideal para quem mora de aluguel. A espiral abriga desde pimentão, tomate, mamão e abóbora até ervas como manjericão, alecrim, tomilho, orégano, hortelã, além de rúcula, alface, beterraba, rabanete, couve, batata inglesa e batata doce.
Resposta: (B) Mais de 40 variedades em menos de 1 metro quadrado.
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(A) Matam as lagartas adultas com veneno. (B) Parasitam os ovos da lagarta, impedindo o nascimento. (C) Competem por alimento com as lagartas. (D) Atraem predadores naturais para a lavoura.
As microvespas utilizadas no controle biológico da lagarta-do-cartucho atuam diretamente na origem do problema. Ao serem liberadas na lavoura, elas localizam os ovos das lagartas e os parasitam, depositando sua própria prole dentro deles. Isso inviabiliza o nascimento da praga, pois a lagarta nunca chega a eclodir. A vantagem é que o dano à planta é evitado antes mesmo de ocorrer. A microvespa não apenas controla a praga atual, mas também impede que novas mariposas depositem ovos que se transformariam em lagartas, criando um ciclo de controle contínuo.
Resposta: (B) Parasitam os ovos da lagarta, impedindo o nascimento.
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(A) Coluna cervical superior. (B) Coluna lombar (L4L5 e L5S1). (C) Coluna torácica média. (D) Sacro e cóccix.
As hérnias de disco ocorrem com maior frequência na coluna lombar, especialmente entre as vértebras L4L5 e L5S1, pois essa região suporta grande carga e possui alta mobilidade. Em segundo lugar aparece a coluna cervical, que também tem boa mobilidade mas menos carga. As hérnias na coluna torácica são raras porque as costelas fixam essa região, reduzindo o movimento e, consequentemente, o desgaste do disco. Quando ocorrem na coluna torácica, porém, tendem a ser mais graves. A OMS estima que 8 em cada 10 pessoas terão hérnia de disco em algum momento da vida.
Resposta: (B) Coluna lombar (L4L5 e L5S1).
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(A) 50 mil. (B) 500 mil. (C) 1 milhão. (D) 5 milhões.
A ONU alerta que o calor extremo provoca cerca de meio milhão de mortes por ano em todo o mundo. No Brasil, entre 2000 e 2020, ondas de calor foram associadas a aproximadamente 50 mil mortes em regiões metropolitanas, número superior ao de mortes causadas por enxurradas e deslizamentos no mesmo período. A presidência da COP30 e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente apontam que a maioria das cidades ainda não está preparada para lidar com os efeitos do calor extremo, agravado pelas mudanças climáticas.
Resposta: (B) 500 mil.
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(A) Observando relâmpagos no horizonte. (B) Através de órgão no ouvido que detecta queda de pressão. (C) Escutando trovões distantes. (D) Sentindo o vento nas penas.
Os pássaros possuem um órgão paratimpânico localizado no ouvido médio, que funciona como um barômetro biológico extremamente sensível. Esse órgão detecta quedas mínimas na pressão atmosférica que precedem a chegada de tempestades. Quando a pressão cai, um alarme biológico é ativado no cérebro da ave, fazendo com que ela busque abrigo imediatamente — muito antes do primeiro relâmpago ou gota de chuva. Por isso, o quintal silencia completamente antes da tempestade chegar: os pássaros já se abrigaram.
Resposta: (B) Através de órgão no ouvido que detecta queda de pressão.
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(A) Aumento do superpastejo. (B) Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). (C) Queimadas controladas. (D) Uso exclusivo de pastagem nativa.
A Embrapa desenvolveu sistemas de integração que combinam lavoura, pecuária e floresta (ILPF) para recuperar solos degradados. A técnica começa com a correção química e biológica do solo, seguida pelo plantio conjunto de culturas como milho ou soja com forrageiras como capim. O solo coberto mantém os nutrientes, regula a temperatura e economiza água. No sistema mais complexo, acrescentam-se árvores, proporcionando sombra para os animais e sequestro de carbono, que neutraliza as emissões de metano. O produtor diversifica a renda: grãos, carne, leite e madeira.
Resposta: (B) Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF).
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(A) São a mesma coisa. (B) Inatividade é falta de exercício; sedentarismo é ficar muito tempo sentado. (C) Sedentarismo é correr demais. (D) Inatividade é dormir pouco.
Inatividade física e sedentarismo são conceitos diferentes que afetam a saúde de formas distintas. Inatividade significa não praticar exercícios moderados ou intensos o suficiente, como caminhada rápida ou corrida. Já o sedentarismo refere-se a longos períodos sentado ou deitado com gasto energético muito baixo, seja no trabalho, vendo TV ou no transporte. Uma pessoa pode correr 1 hora por dia (ativa), mas passar as outras 8 horas sentada no escritório (sedentária). Exercícios ajudam, mas não eliminam completamente os efeitos negativos de ficar muito tempo sentado.
Resposta: (B) Inatividade é falta de exercício; sedentarismo é ficar muito tempo sentado.
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(A) Aumento da vegetação nativa. (B) Perda da capacidade de manter chuva e fertilidade do solo. (C) Criação de novos desertos naturais. (D) Expansão de áreas urbanas.
A desertificação é o processo onde áreas semiáridas perdem a capacidade meteorológica de manter o nível de chuva. Na Caatinga nordestina, a média pluviométrica é de 800 mm; quando cai para 400 mm torna-se semideserto, e abaixo de 200 mm configura deserto. O fenômeno avança pelo Brasil, atingindo norte de MG, interior do ES e RJ. A degradação é causada por variações climáticas e ações humanas, como a retirada da vegetação nativa que expõe o solo, levando à perda de nutrientes por erosão causada pelo sol, chuva e vento.
Resposta: (B) Perda da capacidade de manter chuva e fertilidade do solo.
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